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De forma bem direta, o marketing de performance é um jeito de fazer marketing 100% focado em resultados que você pode medir. Pense em ações concretas como cliques, cadastros (leads) ou vendas. É bem diferente daquelas estratégias que constroem a imagem da marca com o tempo. Aqui, a regra é clara: cada real investido precisa trazer um retorno que a gente consiga ver e rastrear.

O que é marketing de performance e por que ele é tão importante

Desenho de uma engrenagem com óleo e moedas, simbolizando eficiência, lucratividade e crescimento.

Vamos imaginar que seu dinheiro para marketing é combustível. O marketing tradicional, aquele focado em branding, enche o tanque e faz seu carro ser notado na rua. Já o marketing de performance é o motor de precisão que usa cada gota desse combustível para fazer o carro andar de verdade, medindo exatamente quantos quilômetros ele rodou e quão eficiente foi.

É essa mentalidade, guiada por dados, que está no coração dessa abordagem. Cada campanha, anúncio ou peça de conteúdo vira um tipo de experimento, sempre com o objetivo de otimizar o retorno sobre o investimento (ROI).

A diferença que define: performance vs. branding

A grande sacada está no objetivo e em como você paga. No marketing de performance, o pagamento costuma ser atrelado a uma ação específica que o usuário realiza. Por exemplo:

  • Custo por Clique (CPC): Você paga só quando alguém clica no seu anúncio.
  • Custo por Lead (CPL): O pagamento acontece quando um usuário preenche um formulário e se torna um lead.
  • Custo por Aquisição (CPA): Você só paga quando uma venda é de fato concluída.

O branding, por sua vez, olha para outras coisas, como o alcance da marca e como as pessoas a enxergam. As duas estratégias são super importantes e se ajudam, mas a performance te dá um caminho reto para um crescimento que você pode prever. Enquanto o branding constrói a reputação, a performance transforma essa reputação em dinheiro no caixa. Você pode aprender mais sobre como a mídia de performance funciona na prática em nosso guia completo.

Por que ele é essencial para crescer hoje

O ponto alto do marketing de performance é a sua capacidade de se adaptar rápido. Como tudo é medido, fica fácil e rápido ver o que está dando certo e o que não está. Uma campanha que não está gerando resultado pode ser pausada ou ajustada na hora, evitando que você jogue dinheiro fora.

Num mercado tão disputado, poder otimizar investimentos com base em dados reais não é mais só um diferencial, é uma questão de sobrevivência. Essa abordagem coloca todo mundo no mesmo nível, permitindo que empresas de qualquer tamanho compitam pela eficiência, e não só pelo tamanho do bolso.

Essa agilidade toda garante que cada decisão seja um passo calculado para atingir metas de negócio, como aumentar as vendas em 15% ou gerar 500 leads qualificados por mês. Para PMEs, startups e agências, dominar o marketing de performance é o caminho mais seguro para um crescimento que seja sustentável, escalável e, o mais importante, lucrativo.

Escolhendo os canais de performance certos para sua estratégia

Uma imagem sobre canais de performance digital, ilustrando pesquisa paga, anúncios sociais, SEO e marketing de afiliados.

Agora que já alinhamos a mentalidade do mkt de performance, que é totalmente focada em resultados, vamos ao que interessa: escolher as ferramentas certas para o trabalho. Olhar para todas as opções de canais pode parecer confuso no início, mas cada um deles tem um papel bem definido e funciona melhor para objetivos específicos.

Pense nos canais como se fossem diferentes tipos de vendedores na sua equipe. Alguns são excelentes para abordar quem já sabe o que quer e está pronto para comprar. Outros são mestres em despertar o interesse em quem nem sabia que precisava da sua solução. O segredo é montar um time que cubra todas as frentes da jornada do cliente.

Mídia paga: a resposta para a intenção imediata

A mídia paga, também conhecida como PPC (Pay-Per-Click), é provavelmente o caminho mais direto no marketing de performance. A lógica é simples: você paga para exibir seus anúncios em plataformas como Google, Meta (dona do Facebook e Instagram) e LinkedIn.

O Google Ads é como ter uma vitrine na rua mais movimentada do mundo, bem na hora que alguém está procurando exatamente o que você vende. Se uma pessoa digita "software de CRM para PMEs" na busca, seu anúncio pode aparecer ali, no topo. É uma resposta direta a uma necessidade que já existe, perfeita para capturar demanda e gerar vendas rápidas.

Quer ir mais fundo nisso? Dê uma olhada no nosso guia completo sobre anúncios PPC para entender como eles podem turbinar seus resultados.

Já o Meta Ads (Facebook e Instagram) joga um jogo diferente. Em vez de responder a uma busca, ele cria a demanda. Com base nos interesses, demografia e comportamento dos usuários, você consegue mostrar seu produto para um público super segmentado que tem tudo a ver com a sua marca. É uma ferramenta fantástica para lançamentos, e-commerce com apelo visual e para construir uma audiência qualificada do zero.

Para quem atua no B2B, o LinkedIn Ads é praticamente imbatível. A plataforma permite segmentar por cargo, setor, tamanho da empresa… é o canal ideal para gerar leads de alto valor e falar diretamente com quem toma as decisões.

Os números do Brasil mostram por que esses canais são tão importantes. Com 183 milhões de pessoas usando a internet, o potencial de alcance é gigantesco. Só o Facebook, por exemplo, aumentou sua base de anúncios em 950 mil usuários em apenas três meses. O LinkedIn, por sua vez, cresceu 13 milhões em um ano, se consolidando como a principal força no mercado B2B.

SEO e afiliados: os motores de longo prazo

Ao contrário da mídia paga, o SEO (Search Engine Optimization) não entrega resultados da noite para o dia. Pense nele como a construção de um ativo valioso e duradouro para a sua empresa. O trabalho aqui é otimizar seu site para que ele apareça de forma orgânica (sem pagar por clique) nas primeiras posições do Google.

SEO é como construir a reputação do seu negócio. Exige tempo e dedicação, mas, quando você se torna uma autoridade no seu nicho, passa a receber um fluxo constante de tráfego qualificado sem custo por visita. É uma estratégia essencial para quem busca um crescimento sustentável.

Outra peça importante nesse quebra-cabeça é o Marketing de Afiliados. Esse modelo permite que você escale suas vendas através de uma rede de parceiros. Basicamente, influenciadores, blogueiros ou outros sites promovem seu produto e recebem uma comissão por cada venda que conseguem gerar.

É uma abordagem de risco baixíssimo, afinal, você só paga quando o resultado aparece. É como ter uma equipe de vendas externa que trabalha 100% por performance, levando sua marca a novas audiências de forma muito eficiente. Não à toa, o investimento em afiliados cresceu quase 50% em três anos.

Comparativo dos principais canais de performance

Esta tabela ajuda a comparar os canais de marketing de performance mais comuns com base em seu objetivo principal, custo médio, complexidade de gestão e potencial de escala.

Canal Objetivo Principal Custo Médio (CPC/CPM) Complexidade de Gestão Ideal Para
Google Ads Capturar demanda existente Médio a Alto Média E-commerce, serviços locais, geração de leads com intenção clara.
Meta Ads Criar nova demanda Baixo a Médio Média Lançamentos, produtos visuais, construção de audiência.
LinkedIn Ads Geração de leads B2B Alto Alta Empresas B2B, vendas de alto valor, recrutamento.
SEO Construir autoridade e tráfego orgânico Baixo (investimento em tempo/conteúdo) Alta Negócios com visão de longo prazo, marketing de conteúdo.
Marketing de Afiliados Escalar vendas com baixo risco Variável (baseado em comissão) Média E-commerce, produtos digitais, SaaS.

Como você pode ver, a escolha do canal ideal depende diretamente do seu objetivo, do seu público e, claro, do seu orçamento. Não existe uma receita de bolo. O sucesso vem da combinação estratégica que melhor se encaixa na realidade do seu negócio. Use essa tabela como um ponto de partida para montar o mix de canais perfeito para sua estratégia de mkt de performance.

As métricas de performance que realmente medem o crescimento

No marketing de performance, os dados são a bússola que aponta para o crescimento. Mas é muito fácil se afogar num mar de números que parecem importantes, mas não afetam o caixa. São as famosas "métricas de vaidade", como curtidas e visualizações, que fazem bem para o ego, mas não pagam as contas.

A verdadeira inteligência está em focar nos KPIs (Key Performance Indicators) que mostram o que realmente importa: a saúde financeira e a capacidade de escalar do seu negócio. Pense como um piloto de avião: você precisa olhar para os instrumentos certos — altitude, velocidade e combustível — em vez de se distrair com a cor das nuvens.

Custo por Aquisição (CPA): o termômetro da sua lucratividade

O Custo por Aquisição (CPA) é, talvez, a métrica mais crucial de todas. Ela responde a uma pergunta simples e direta: quanto você está pagando, em média, para trazer um novo cliente para casa? A conta é fácil: divida o total investido em uma campanha pelo número de clientes que ela gerou.

Mas como saber se um CPA de R$100 é bom ou ruim? A resposta não está no número isolado, mas na sua relação com o Lifetime Value (LTV) – ou seja, o lucro total que um cliente gera para sua empresa enquanto estiver com você.

É simples: se um cliente gera R$ 1.000 de lucro (LTV), pagar R$ 100 para conquistá-lo (CPA) é um negócio excelente. Significa que sua operação é lucrativa e está pronta para crescer. Agora, se o CPA estiver maior que o LTV, acenda o sinal vermelho. É hora de pausar e otimizar.

Custo por Lead (CPL): o pulso da sua geração de demanda

Antes de uma venda, quase sempre existe um lead. O Custo por Lead (CPL) mede exatamente quanto você investe para que alguém demonstre interesse no seu negócio, seja preenchendo um formulário ou baixando um material. Essa métrica mostra a eficiência do topo e do meio do seu funil de marketing.

Acompanhar o CPL ajuda a sacar quais canais e campanhas são mais eficientes para atrair potenciais clientes a um custo baixo. Por exemplo, se o seu CPL em uma campanha de Meta Ads é de R$ 5 e no Google Ads é de R$ 20, você já tem uma pista importante de onde alocar mais verba.

É fundamental entender que CPL e CPA andam de mãos dadas. Um CPL baixo não adianta nada se esses leads não viram clientes. O ponto ideal é encontrar fontes de leads que sejam baratas e, ao mesmo tempo, gerem vendas de qualidade.

ROAS: o veredito final sobre seus anúncios

O Retorno sobre o Investimento em Publicidade (ROAS), do inglês Return on Ad Spend, mede a receita bruta que você fatura para cada real investido em anúncios. Se você colocou R$ 1.000 em uma campanha e ela gerou R$ 5.000 em vendas, seu ROAS é de 5x. Simples assim.

O ROAS é o indicador mais direto sobre o desempenho da sua mídia paga. Ele mostra, sem enrolação, se o seu dinheiro está sendo bem aplicado.

  • ROAS < 1x: Você está perdendo dinheiro.
  • ROAS = 1x: Você está no zero a zero.
  • ROAS > 1x: Você está tendo lucro bruto.

Analisar o ROAS por campanha, canal e até por criativo permite que você otimize seus investimentos de forma cirúrgica. Para se aprofundar nos números que realmente importam, confira nosso guia completo sobre as principais métricas de marketing digital que você precisa monitorar.

No dinâmico mercado de e-commerce brasileiro, que já movimenta mais de R$ 200 bilhões, a taxa de conversão geral de leads é de 3,19%. PMEs que monitoram de perto essas métricas e usam automações inteligentes chegam a ver um crescimento de 20% no faturamento. Isso prova que a atenção aos detalhes define quem escala as vendas e o retorno. Saiba mais sobre as tendências do e-commerce brasileiro e seus dados.

Dominar essas três métricas — CPA, CPL e ROAS — é como ter um painel de controle completo para o crescimento do seu negócio. Elas te ajudam a ler os sinais vitais da sua operação, identificar onde o funil está com problemas e tomar decisões baseadas em fatos para escalar de maneira inteligente e, acima de tudo, lucrativa.

Como construir uma máquina de aquisição do zero

Chegou a hora de colocar a mão na massa. Construir uma máquina de aquisição de clientes é como montar um sistema de irrigação para o seu negócio. Em vez de ficar "regando" cada cliente em potencial manualmente, você cria um sistema que entrega a mensagem certa, na hora certa, para garantir um crescimento constante e previsível.

Nesta seção, vamos detalhar o passo a passo para montar essa operação de marketing de performance, amarrando as pontas soltas entre marketing e vendas. O objetivo é criar um processo que capture, nutra e converta leads de forma automatizada, liberando seu time para pensar na estratégia, e não apenas executar tarefas repetitivas.

Passo 1: Criar a porta de entrada com landing pages que convertem

Tudo começa na captura do lead. A landing page é a porta de entrada da sua máquina. Ela precisa ser simples, direta e com um único objetivo: convencer o visitante a deixar o contato em troca de algo de valor, seja um e-book, um webinar ou um teste grátis do seu produto.

Uma boa landing page não tem distrações. Esqueça menus de navegação, links para redes sociais ou qualquer outra coisa que possa tirar o foco da conversão.

  • Título claro e impactante: Precisa comunicar o principal benefício em segundos. A pessoa bate o olho e já entende o que vai ganhar.
  • Texto persuasivo e enxuto: Vá direto ao ponto. Fale sobre as dores que você resolve e como sua oferta é a solução.
  • Formulário otimizado: Peça apenas o essencial. Nome e e-mail geralmente bastam para um primeiro contato. Cada campo a mais é um motivo para a pessoa desistir.
  • Call-to-Action (CTA) irresistível: Use verbos de ação e deixe claro o que acontece depois do clique, como "Baixar o guia agora" ou "Quero meu acesso gratuito".

Pense na sua landing page como um vendedor digital que não dorme nem tira férias. Cada elemento ali precisa trabalhar para guiar o visitante até a conversão.

Passo 2: Nutrir leads com automação inteligente

Conseguir o contato é só o começo. A verdade é que a maioria das pessoas não está pronta para comprar de imediato. É aqui que a automação de marketing entra como o cérebro da sua operação.

Com uma boa ferramenta de automação, você consegue criar fluxos de nutrição que disparam e-mails personalizados com base no que o usuário faz. Por exemplo, se alguém baixou um e-book sobre SEO, o sistema pode enviar, de forma automática, uma sequência de e-mails com mais dicas, um case de sucesso e, lá na frente, uma oferta de consultoria.

A automação acaba com o risco de um lead "cair no esquecimento". Ela garante que todo contato receba a atenção certa, no tempo certo, movendo-o pelo funil até ele estar maduro o suficiente para uma abordagem de vendas.

Essa abordagem não só economiza um tempo absurdo, mas também gera resultados incríveis. Segundo um levantamento, empresas brasileiras que investem entre R$ 5 mil e R$ 15 mil em automação podem alcançar um retorno médio de 412% em 12 meses. A chave é a personalização: e-mails segmentados por comportamento melhoram a performance em 187%, e usar IA preditiva pode aumentar as conversões em até 220%. Para ter uma ideia completa do cenário, vale conferir o panorama da automação de marketing no Brasil.

Passo 3: Integrar marketing e vendas com um CRM

Essa máquina só funciona de verdade se marketing e vendas estiverem falando a mesma língua. A ponte que conecta esses dois mundos é o CRM (Customer Relationship Management).

Quando um lead atinge uma pontuação específica (o famoso lead scoring) ou realiza uma ação importante, como pedir uma demonstração, a automação de marketing deve passá-lo direto para o CRM. Isso cria uma transição limpa, onde o time de vendas recebe um alerta já com todo o histórico de interações daquele contato.

O vendedor já sabe quais páginas o lead visitou, que e-mails abriu e quais materiais baixou. Com esse contexto em mãos, a abordagem se torna muito mais consultiva e certeira, aumentando drasticamente as chances de fechar negócio. Essa integração transforma o funil em um fluxo contínuo, sem gargalos ou perda de informação.

O processo todo, com as métricas que o acompanham, pode ser visualizado assim:

Diagrama do processo de métricas de marketing digital, ilustrando CPA, CPL e ROAS sequencialmente.

Essa imagem deixa claro como cada etapa da máquina é mensurável, desde a geração do lead (CPL) até a aquisição do cliente (CPA) e o retorno sobre o investimento (ROAS). É um ciclo de melhoria contínua para sua estratégia de performance.

Entendendo os modelos de atribuição para otimizar seus investimentos

Imagine que o seu cliente fez uma compra, que é o nosso "gol" no marketing. A pergunta que vale ouro é: qual jogador merece o crédito? Foi o atacante que chutou a bola para a rede? O meio-campista que deu o passe decisivo? Ou será que foi o zagueiro, que iniciou a jogada lá de trás?

No marketing de performance, essa é exatamente a questão que os modelos de atribuição nos ajudam a responder. Saber qual canal realmente trouxe a venda é o segredo para distribuir seu orçamento de forma inteligente. Sem isso, você corre o sério risco de tomar decisões no escuro, apostando todo o dinheiro no "atacante" e se esquecendo que o resto do time foi fundamental para a vitória.

O problema com o modelo de último clique

O modelo mais comum – e, francamente, o mais perigoso – é o de Último Clique (Last Click). Ele funciona de forma simples: dá 100% do crédito da conversão ao último ponto de contato que o cliente teve antes de comprar. É como dar o mérito do gol apenas a quem chutou, ignorando completamente o resto da jogada.

O problema? Esse modelo supervaloriza canais de fundo de funil, como links de afiliados ou anúncios de remarketing, e praticamente ignora os canais que apresentaram sua marca ao cliente pela primeira vez. A consequência é desastrosa: você pode acabar cortando investimentos em canais que, na verdade, estão enchendo o seu funil com futuros clientes.

Atribuir uma venda apenas ao último ponto de contato é como assistir só ao último minuto de um filme e achar que entendeu a história toda. Você perde o contexto, as nuances e a verdadeira jornada que levou ao desfecho.

Para evitar essa miopia, é fundamental conhecer outras formas de distribuir o crédito, valorizando cada etapa da jornada do cliente.

Explorando modelos de atribuição mais completos

Felizmente, existem modelos bem mais inteligentes que pintam um quadro completo da jornada. Eles reconhecem que, na maioria das vezes, vários pontos de contato trabalham juntos para gerar uma conversão.

  • Primeiro Clique (First Click): É o oposto do Último Clique. Ele dá todo o crédito ao primeiro canal que trouxe o visitante. É ótimo para entender e valorizar os canais que iniciam a conversa e geram reconhecimento de marca.

  • Linear: Aqui, a justiça é igual para todos. O crédito é distribuído igualmente entre todos os pontos de contato. Se um cliente interagiu com um anúncio no Instagram, um post de blog e um e-mail antes de comprar, cada um recebe 33,3% do crédito. Simples e direto.

  • Baseado em Posição (Position-Based): Uma abordagem híbrida bem interessante. Ele dá mais peso ao primeiro e ao último toque, geralmente 40% para cada, e divide os 20% restantes entre os contatos do meio. Se você quer uma análise mais aprofundada, pode gostar do nosso artigo sobre o modelo de atribuição baseado em posição.

  • Baseado em Dados (Data-Driven): Este é o modelo mais sofisticado. Usando machine learning, ele analisa todos os caminhos de conversão e atribui o crédito com base na contribuição real de cada ponto de contato. Basicamente, ele aprende com seus próprios dados para encontrar os verdadeiros heróis da sua estratégia.

Como escolher o modelo certo para o seu negócio

Não existe uma resposta única. O "melhor" modelo para você depende dos seus objetivos de negócio e da complexidade da jornada de compra dos seus clientes.

Se o seu ciclo de vendas é curto e impulsivo, como em muitos e-commerces de produtos de baixo custo, o modelo de Último Clique pode até fazer algum sentido. Mas, para vendas B2B ou produtos de maior valor, onde a jornada do cliente é mais longa e envolve múltiplas interações, um modelo multicanal como o Linear ou o Baseado em Dados vai te dar insights muito mais precisos.

O mais importante é sair da visão limitada do "último gol". Comece a entender como cada jogador do seu time de marketing contribui para o resultado final. Essa visão completa permite otimizar seus investimentos de verdade, valorizando tanto os canais que iniciam a conversa quanto os que finalizam a venda.

Perguntas frequentes sobre marketing de performance

Para fechar, vamos direto ao ponto e responder algumas das dúvidas mais comuns que sempre aparecem sobre marketing de performance. É a sua chance de tirar qualquer pulga atrás da orelha e sair daqui pronto para aplicar tudo isso na prática.

Qual a diferença real entre marketing de performance e branding?

A grande diferença está no objetivo e na forma de medir o sucesso. O branding se preocupa em construir a reputação e a imagem da sua marca a longo prazo. As métricas aqui são mais amplas, como alcance e reconhecimento. Já o marketing de performance quer uma ação imediata e que possa ser medida: um clique, um lead, uma venda.

Gosto de fazer uma analogia: o branding constrói o estádio e atrai a torcida, enquanto a performance é o time em campo fazendo os gols. Um não vive sem o outro, mas é a performance que garante que cada centavo investido traga um retorno visível e calculável.

Quanto eu preciso investir para começar?

Não existe um número mágico. A beleza da performance é que você pode começar com pouco, usando canais como o Google Ads ou o Meta Ads, para testar o terreno e ver o que ressoa com seu público. O foco inicial não é o valor total, mas sim o Custo por Aquisição (CPA).

A regra de ouro é bem simples: se o seu CPA for menor que o valor que um cliente traz para o seu negócio (LTV), a campanha é lucrativa. Aí sim, você pode pensar em escalar. A dica é começar com um valor que te deixe confortável para aprender e otimizar, e ir aumentando o investimento aos poucos, conforme os resultados aparecem.

Uma ferramenta de automação é mesmo necessária?

Dá para começar sem, fazendo tudo na mão? Sim, dá. Mas se a sua ideia é crescer de verdade, a automação deixa de ser um luxo e vira uma necessidade. Pense em todas as tarefas: capturar leads, segmentar a base, mandar e-mails de nutrição, qualificar quem está pronto para comprar… fazer isso manualmente vira um gargalo gigante.

A automação é o que conecta as pontas soltas. Ela garante que nenhum lead se perca no caminho e libera seu time para pensar na estratégia, em vez de ficar preso em tarefas repetitivas. É o que transforma um esforço manual em uma máquina de vendas que roda 24 horas por dia, de forma previsível e eficiente.


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