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Uma campanha de marketing vai muito além de uma sequência de posts aleatórios ou e-mails disparados sem critério. Imagine que você está construindo uma ponte: cada ação — um anúncio, um post, uma mensagem — é uma peça que se encaixa para conectar sua marca a um objetivo concreto, como gerar mais vendas ou fortalecer o reconhecimento da sua empresa. O segredo está na estratégia unificada, e não em esforços soltos.

Diagrama de marketing com ponte conectando elementos de comunicação como TV, e-mail, megafones e post-it a um círculo final.

A base estratégica de uma campanha de marketing

Vamos direto ao ponto. Muita gente acha que fazer marketing é apenas "marcar presença" nas redes sociais ou enviar um e-mail promocional de vez em quando. Mas uma campanha de verdade é outra história: é um plano de ação estruturado, com começo, meio e fim. A grande virada de chave está na intencionalidade e na coordenação de todas as peças do quebra-cabeça.

Pense no lançamento de um novo produto. Uma abordagem solta seria postar algo no Instagram, talvez mandar um e-mail para a sua lista e cruzar os dedos. Já uma campanha bem planejada mapeia toda a jornada do cliente, desde o primeiro "oi" que ele ouve sobre a sua solução até o momento em que ele decide comprar.

Os pilares que sustentam a ponte

Para que a sua "ponte" seja firme e realmente conecte sua marca ao cliente, ela precisa de alguns pilares essenciais. Cada um deles tem um papel claro para garantir que sua mensagem chegue às pessoas certas, do jeito certo e na hora certa.

A tabela abaixo resume bem esses elementos que sustentam qualquer campanha que gera resultados de verdade.

Os pilares de uma campanha de marketing de sucesso

Uma visão clara dos elementos que sustentam qualquer campanha que gera resultados.

Pilar O que significa na prática Exemplo rápido
Objetivo claro Onde você quer chegar? Sem um destino, qualquer caminho serve. Aumentar as vendas do produto X em 20% no próximo trimestre.
Público-alvo definido Com quem você está falando? É o seu "match" perfeito. Mulheres, de 25 a 35 anos, que moram em capitais e praticam yoga.
Mensagem central Qual é a grande ideia? O que precisa ficar na cabeça das pessoas? "Nosso software economiza 10 horas de trabalho manual por semana."
Canais integrados Onde seu público passa o tempo? É lá que você precisa estar. Anúncios no Instagram, e-mails segmentados e mensagens no WhatsApp.

Uma campanha que funciona é aquela onde cada pequena ação contribui para o objetivo maior. É a diferença entre fazer barulho e realmente ser ouvido pelo seu mercado.

Uma campanha de marketing de sucesso não é um tiro no escuro. É uma sequência de passos calculados que levam sua marca do ponto A ao ponto B com precisão.

Com ferramentas que integram suas ações, como um CRM que conecta o marketing aos resultados de vendas, até pequenas empresas conseguem montar campanhas poderosas. Essa visão unificada transforma o que antes eram esforços isolados em uma máquina de resultados previsível. Para entender melhor o universo do marketing, vale a pena consultar um bom guia de marketing digital que mostre como aplicar tudo isso no seu negócio.

Como definir objetivos que realmente guiam suas campanhas

Começar uma campanha de marketing sem um objetivo claro é como sair para uma viagem sem colocar o destino no GPS. Você vai gastar tempo, energia e dinheiro, mas as chances de chegar aonde queria são mínimas. Um bom objetivo é a bússola que guia cada decisão, do canal que você vai usar até a mensagem que vai escrever.

Para transformar boas intenções em metas de verdade, a estrutura SMART é a sua melhor ferramenta. Ela pega ideias vagas e as transforma em um plano de ação concreto.

Transformando ideias em metas com o método SMART

Uma meta SMART é um compromisso sério com um resultado, não um simples desejo. A sigla ajuda a garantir que seus objetivos tenham tudo o que precisam para sair do papel e acontecer.

Funciona assim:

  • S (Specific – Específico): O que você quer, exatamente? Em vez de "quero mais clientes", seja específico: "quero gerar 50 novos clientes para o plano Pro".
  • M (Measurable – Mensurável): Como você vai saber que conseguiu? É preciso ter um número. Por exemplo: "alcançar 100 mil impressões nos anúncios".
  • A (Achievable – Atingível): Essa meta é realista com os recursos que você tem? Sonhar alto é ótimo, mas o objetivo precisa ser alcançável para a equipe não se frustrar.
  • R (Relevant – Relevante): Isso realmente importa para o seu negócio agora? A meta precisa estar alinhada aos objetivos maiores da empresa, como aumentar a receita.
  • T (Time-based – Temporal): Qual o prazo? Definir uma data, como "até o final do terceiro trimestre", cria um senso de urgência e organiza o planejamento.

Definir metas dessa forma muda o jogo. A gestão de campanhas de marketing deixa de ser um exercício de adivinhação e passa a ser uma ciência orientada por dados. Não é à toa que estudos mostram que empresas que definem metas claras têm 377% mais chances de relatar sucesso em suas campanhas.

Os três destinos principais de uma campanha

No marketing, toda campanha tem um destino principal. Cada um deles representa uma etapa diferente na jornada do seu cliente e precisa de métricas específicas para medir o sucesso.

  1. Awareness (Reconhecimento)
    O objetivo aqui é simples: fazer mais gente saber que sua marca existe. É o primeiro aperto de mão, o momento de apresentar sua solução para um público que ainda não te conhece. Perfeito para lançar um produto ou entrar em um novo mercado.

  2. Consideração (Geração de Leads)
    Aqui, o foco é transformar desconhecidos em contatos interessados (leads). Você já chamou a atenção, agora precisa aprofundar a relação, oferecendo algo de valor em troca do contato da pessoa, como um e-book, um webinar ou um teste gratuito.

  3. Conversão (Vendas)
    Este é o destino final: transformar leads em clientes. As campanhas de conversão são diretas, focadas em quem já demonstrou interesse e está perto de decidir a compra. O objetivo é um só: vender.

Cada campanha de marketing precisa ter um destino claro. Tentar fazer reconhecimento, gerar leads e vender, tudo ao mesmo tempo com a mesma mensagem, geralmente significa que você não vai fazer nada direito.

O painel de controle da sua campanha: os KPIs essenciais

Cada objetivo precisa de seus próprios Indicadores-Chave de Performance (KPIs) para você acompanhar o progresso. Pense neles como os instrumentos no painel do seu carro, mostrando se você está na direção certa e na velocidade ideal.

  • Para Awareness: Fique de olho em métricas como alcance (quantas pessoas únicas você impactou) e impressões (quantas vezes seu anúncio foi exibido).
  • Para Geração de Leads: Aqui, o Custo por Lead (CPL) e a Taxa de Conversão da Landing Page são seus melhores amigos.
  • Para Vendas: O Retorno sobre o Investimento em Publicidade (ROAS) e o Custo de Aquisição de Cliente (CAC) vão dizer se a campanha está dando lucro ou prejuízo.

Plataformas com CRM integrado, como o Pingback, são poderosas porque conectam cada ação de marketing diretamente a esses resultados. Você consegue enxergar o caminho completo do cliente, do primeiro clique no anúncio até a compra, provando o valor real das suas campanhas de marketing.

Para ir mais fundo, confira nosso artigo completo sobre como definir objetivos e métricas de marketing que realmente importam.

Escolhendo os canais certos para falar com seu público

Seu público não está em todos os lugares ao mesmo tempo, e suas campanhas de marketing também não deveriam estar. Tentar marcar presença em tudo que é rede social e canal é a receita perfeita para diluir seus esforços e queimar o orçamento sem resultado.

O segredo aqui é agir como um detetive: descobrir onde seus clientes ideais realmente passam o tempo, entender como eles conversam nesses espaços e, só então, montar sua estratégia para ir até eles.

Silhueta humana central com quatro peças de quebra-cabeça representando mídias sociais, e-mail, busca e aplicações web.

Cada canal tem sua própria "linguagem". O que funciona no Instagram pode ser um tiro no pé no LinkedIn, e uma abordagem de WhatsApp é totalmente diferente de uma estratégia de SEO. O sucesso não está em tratar esses canais como ilhas isoladas, mas como peças de um quebra-cabeça que, juntas, criam uma experiência fluida para o cliente.

A força de uma abordagem multicanal

Hoje, é raro um cliente interagir com uma marca em um único lugar antes de comprar. Ele pode ver um produto num anúncio do Instagram, jogar no Google para saber mais, assinar uma newsletter para pegar um desconto e, no final, tirar uma dúvida pelo WhatsApp. Cada ponto de contato ajuda a construir a confiança para a decisão final.

Essa jornada toda picotada mostra por que uma estratégia multicanal é crucial. O comportamento do consumidor brasileiro, por exemplo, mudou da água para o vinho. Em 2019, só 6% das ofertas chegavam pelas redes sociais; hoje, esse número saltou para 57%. O cliente brasileiro usa, em média, 3,2 canais antes de fechar negócio. Campanhas que conectam esses pontos chegam a ter 7,8% de conversão, um resultado bem superior aos 2,3% de campanhas que usam um canal só. Descubra mais sobre esta nova era do consumo promocional no Brasil.

Conectando os pontos na prática

Vamos imaginar o lançamento de um novo curso online. Uma campanha multicanal bem amarrada funcionaria mais ou menos assim:

  1. Redes Sociais (Instagram): A campanha começa com Reels criativos, mostrando os benefícios do curso e quem é o instrutor. A meta aqui é despertar a curiosidade e gerar awareness.
  2. Mídia Paga (Google Ads): Anúncios de pesquisa são ativados para termos como "curso de marketing digital para iniciantes", capturando quem já está procurando ativamente por uma solução. O tráfego vai direto para uma landing page. Você pode aprender mais sobre os diferentes tipos de mídia e como usá-los.
  3. E-mail Marketing: Na landing page, o visitante baixa um e-book gratuito sobre o tema em troca do e-mail. Isso dá início a um fluxo de nutrição, onde ele recebe uma sequência de e-mails com dicas, depoimentos e, no final, uma oferta de lançamento.
  4. WhatsApp: Para os leads mais quentes (aqueles que abriram todos os e-mails, por exemplo), uma mensagem no WhatsApp pode convidar para um webinar ao vivo, onde as últimas dúvidas são respondidas e uma oferta exclusiva é revelada.

Essa integração cria uma conversa contínua, que acompanha o cliente na jornada dele em vez de interrompê-lo com mensagens que não fazem sentido juntas.

O melhor canal não é o que está na moda, mas aquele onde sua mensagem é recebida como uma conversa bem-vinda, e não como mais um ruído.

Como escolher seus canais de batalha

Para PMEs e startups com grana curta, priorizar é tudo. Em vez de se espalhar, foque em dois ou três canais principais onde você tem a maior chance de se conectar com seu público.

Para decidir, faça estas perguntas:

  • Onde meu público-alvo busca informação? Ele usa o Google, segue influenciadores no Instagram ou participa de grupos no LinkedIn?
  • Que tipo de conteúdo ele prefere? Vídeos curtos, textos profundos, infográficos ou mensagens rápidas?
  • Qual canal combina mais com meu produto? Um produto visual, como moda, brilha no Instagram e no Pinterest. Já um software B2B encontra seu espaço no LinkedIn e em blogs de nicho.

Escolher os canais certos não é uma decisão definitiva. É um processo contínuo de testar, medir e ajustar. O importante é começar com uma hipótese clara, rodar suas campanhas de marketing e usar os dados para refinar a estratégia, garantindo que cada real investido trabalhe a seu favor.

Tirando o cronograma e o orçamento do papel, sem dor de cabeça

Uma campanha de marketing de sucesso não acontece por acaso. Ela é o resultado de um bom e velho plano. Para transformar uma ideia genial em resultados de verdade, você precisa de duas coisas: um cronograma para organizar o passo a passo e um orçamento para fazer tudo acontecer.

Se você está em uma PME ou startup, sabe que cada centavo e cada minuto contam. É por isso que esse planejamento é ainda mais vital. Ele te tira da paralisia de pensar demais e do caos de fazer tudo ao mesmo tempo, garantindo que você saiba exatamente o que fazer, quando fazer e quanto pode investir em cada etapa.

As quatro fases que toda campanha de sucesso tem

Dividir sua campanha em fases lógicas deixa tudo mais simples e cria metas claras. Em vez de encarar um projeto gigante e assustador, você tem pequenas etapas, uma de cada vez. Para equipes enxutas, isso é uma mão na roda.

A estrutura que mais funciona na prática se divide em quatro momentos:

  1. Planejamento: É aqui que a mágica começa. Você vai definir seus objetivos (lembra dos SMART?), entender para quem está falando, escolher os canais certos e criar a mensagem principal.
  2. Mão na massa: Agora é hora de tirar as ideias do papel. Criar os posts, os vídeos, os e-mails, desenhar os anúncios, configurar as campanhas e agendar tudo.
  3. Otimização: A campanha está no ar? Ótimo, mas o trabalho não para. Agora é o momento de ficar de olho nos resultados em tempo real e fazer pequenos ajustes para melhorar o desempenho. Aquele anúncio não está indo bem? Pause. O outro está bombando? Aumente o investimento.
  4. Análise: Acabou a campanha. Respire fundo e mergulhe nos números. O que deu certo? O que foi um fiasco? O que aprendemos para a próxima? É aqui que você junta as lições mais valiosas.

Um bom planejamento não acaba na análise; ele usa o que aprendeu para começar o próximo ciclo de um jeito muito mais inteligente. Se quiser mergulhar fundo no assunto, temos um guia completo sobre como criar um planejamento de marketing do zero.

Como distribuir seu orçamento com inteligência

O orçamento é o combustível da sua campanha de marketing. Sem um controle claro, é muito fácil torrar dinheiro no canal errado ou ficar sem verba no meio do caminho. O segredo é alocar o dinheiro de forma estratégica, cobrindo tudo o que a campanha precisa.

Pense no seu orçamento como uma pizza. Cada fatia representa uma área da campanha. Se a fatia de anúncios for grande demais, pode faltar para criar um conteúdo que realmente chame a atenção, e vice-versa.

Uma divisão equilibrada geralmente cobre três grandes áreas:

  • Criação de Conteúdo: Aqui entram os custos com design, textos, produção de vídeo ou a contratação de freelancers. Um bom criativo é o que faz as pessoas pararem para te ouvir.
  • Mídia Paga: É o dinheiro que você investe para mostrar seu conteúdo para mais gente em canais como Google Ads, Instagram Ads ou LinkedIn Ads.
  • Ferramentas: Inclui o custo de plataformas de automação (como a Pingback!), ferramentas de análise, CRMs e outros softwares que facilitam a vida na hora de executar e medir os resultados.

E ter esse controle é fundamental. Para se ter uma ideia, o mercado de mídia no Brasil cresceu R$ 150 milhões só nos três primeiros meses do ano, um aumento de 3,14%, com o digital puxando a fila dos investimentos. Você pode ler mais sobre os investimentos em mídia no Brasil para entender o cenário.

A dica de ouro é: comece com um orçamento enxuto, teste os canais e, conforme os resultados forem aparecendo, mova o dinheiro para as estratégias que realmente trazem retorno. Essa abordagem ágil faz cada real investido valer muito mais.

Como automatizar campanhas para escalar seus resultados

Imagine conversar com cada lead de forma personalizada, no momento exato, sem precisar fazer tudo na mão, dia após dia. Isso não é um sonho distante, é automação de marketing. É como ter um membro extra na equipe, incansável, que permite escalar o impacto das suas campanhas e alcançar resultados de gente grande, mesmo com um time enxuto.

Fluxos automatizados são seus maiores aliados para economizar tempo, evitar falhas humanas e garantir que nenhuma oportunidade passe batida. Eles funcionam com base em uma lógica bem simples de "gatilho e ação": quando um usuário faz algo específico (o gatilho), o sistema dispara uma ou mais ações que você já programou.

Desvendando os fluxos automatizados na prática

Vamos tirar a automação do pedestal técnico e trazê-la para o dia a dia. A beleza da coisa toda está em criar jornadas que parecem ter sido pensadas individualmente para cada contato, mesmo que estejam rodando para centenas ou milhares de pessoas.

Aqui estão alguns fluxos que você pode configurar hoje mesmo:

  • Fluxo de Boas-vindas: Alguém se cadastrou na sua newsletter? Ótimo! Um e-mail de boas-vindas é enviado na hora. É a sua chance de ouro para causar uma primeira impressão marcante, apresentar a sua marca e indicar os próximos passos.
  • Nutrição de Leads: Um contato baixou um e-book sobre "gestão financeira para PMEs". Perfeito. Você pode criar um fluxo que, nos dias seguintes, envia uma sequência de 3 e-mails com conteúdos complementares, um convite para um webinar sobre o tema e, por fim, uma oferta do seu software de finanças.
  • Reativação de Clientes: Notou que alguns clientes não compram há mais de 6 meses? Um gatilho pode identificar essa galera e disparar uma campanha automática com um cupom de desconto especial para trazê-los de volta.

O grande poder da automação é que você configura essas jornadas uma única vez. Depois, elas rodam no piloto automático, nutrindo, engajando e convertendo contatos 24 horas por dia, 7 dias por semana.

O processo de uma campanha fica muito mais ágil. Depois de um bom planejamento, a automação entra em cena para acelerar a execução e, de quebra, alimentar a análise com dados consistentes.

Fluxograma do processo de campanha com três etapas: Planejamento, Execução e Análise, representadas por ícones.

Como o fluxograma mostra, o planejamento continua sendo a base de tudo. A diferença é que a execução se torna muito mais eficiente e a análise, mais rica.

Os gatilhos e ações que movem sua campanha

A mágica acontece quando você combina os gatilhos (o que o usuário fez) com as ações (o que sua ferramenta faz em resposta). Com uma plataforma como a Pingback, você cria combinações poderosas para gerenciar suas campanhas de marketing.

Exemplos de Gatilhos (O que aconteceu):

  • Um lead preencheu o formulário de contato no seu site.
  • A pessoa clicou em um link específico do seu último e-mail.
  • Um lead atingiu uma pontuação alta no lead scoring.
  • O cliente adicionou produtos ao carrinho, mas não finalizou a compra.

Exemplos de Ações (O que fazer a seguir):

  • Enviar um e-mail personalizado ou uma mensagem via WhatsApp.
  • Adicionar o contato a uma lista segmentada (ex: "interessados no produto X").
  • Notificar um vendedor no CRM para que ele entre em contato.
  • Mudar o estágio desse lead no funil de vendas.

É essa capacidade de resposta imediata e contextual que faz toda a diferença. Para mergulhar de cabeça no assunto, confira nosso guia completo sobre automação de marketing e vendas e veja como aplicar tudo isso na sua operação.

Automação não é sobre disparar mensagens em massa. É sobre ter conversas individuais em escala, garantindo que cada cliente receba a mensagem certa, na hora certa.

E os números não mentem. No Brasil, o retorno sobre o investimento em automação já é impressionante: valores entre R$5 mil e R$15 mil podem gerar um retorno médio de 412% em apenas 12 meses. E-mails personalizados, que são a base da automação, chegam a converter 3,2 vezes mais que mensagens genéricas.

Ao automatizar o trabalho repetitivo, sua equipe ganha fôlego para focar no que realmente importa: a estratégia. Em vez de passar horas enviando e-mails um por um, o time pode analisar dados, criar conteúdos melhores e planejar as próximas grandes campanhas. A mensagem é clara: automação é o caminho mais curto para escalar seus resultados.

Analisando dados para otimizar suas futuras campanhas

Muita gente pensa que uma campanha de marketing acaba quando o último anúncio sai do ar. Na verdade, é aí que a mágica acontece. Os dados que você coletou são um verdadeiro mapa do tesouro, mostrando o que deu certo, o que deu errado e como fazer muito melhor da próxima vez.

Pense assim: lançar uma campanha é como testar uma teoria. O título do e-mail, a imagem do anúncio, a cor do botão de compra… cada detalhe é uma pergunta que você faz ao seu público. As métricas são as respostas diretas que eles te dão.

Transformando métricas em insights práticos

Ignorar a análise de dados é o mesmo que dirigir olhando só pelo retrovisor. Você sabe onde esteve, mas não faz ideia para onde está indo. O segredo é transformar números em ações práticas que vão turbinar suas futuras campanhas de marketing.

Para começar, foque em alguns pontos-chave:

  • Testes A/B: Nunca presuma que você sabe o que funciona. Teste! Crie duas versões de um título de e-mail ou de um anúncio e veja qual delas gera a melhor CTR (Taxa de Cliques). Às vezes, uma pequena mudança na chamada para ação pode dobrar seus resultados.
  • Análise de Conversão: Sua landing page está transformando visitantes em leads? Se a taxa de conversão estiver baixa, talvez a mensagem não esteja clara ou a oferta não seja tão irresistível quanto você imaginava. É hora de investigar.
  • Custo por Aquisição (CPA e CPL): Ficar de olho no Custo por Lead (CPL) e no Custo por Aquisição (CPA) é essencial para saber se seu dinheiro está sendo bem investido. Se um canal está trazendo leads muito caros, talvez seja o momento de mover essa verba para um canal que traga um retorno melhor.

Cada campanha, mesmo aquela que não bate 100% da meta, deixa um legado de aprendizado. O verdadeiro fracasso é não aprender nada com os dados que você coletou.

Esse processo todo cria um ciclo de melhoria que não para. Você planeja, executa, mede, aprende e otimiza a próxima rodada. Isso é marketing orientado a dados na prática: tomar decisões com base em fatos, não em “achismos”.

O ciclo de melhoria contínua

Imagine esse ciclo como uma escada. Cada campanha é um degrau que te leva para mais perto do topo, usando o aprendizado do degrau anterior para dar o próximo passo com mais segurança.

  1. Planeje: Defina seus objetivos e KPIs usando o que você aprendeu nas últimas campanhas.
  2. Execute: Coloque a campanha no ar, dando preferência aos elementos que já provaram funcionar.
  3. Meça: Acompanhe os dados em tempo real. Não espere a campanha acabar para ver os resultados.
  4. Aprenda: Identifique os padrões. O que bombou? O que flopou? Tente entender o porquê.
  5. Otimize: Use tudo o que você descobriu para refinar sua estratégia e dar início a um novo ciclo, só que agora muito mais inteligente.

Quando você adota essa mentalidade, as campanhas deixam de ser eventos isolados e se tornam parte de uma jornada de crescimento. Cada passo é uma chance de ser melhor do que antes.

Dúvidas comuns sobre campanhas de marketing

É super normal ter um monte de perguntas quando se começa a mergulhar no mundo das campanhas de marketing. Para te ajudar a clarear as ideias, separamos as dúvidas mais comuns e respondemos de forma bem direta.

Quanto eu preciso investir para começar?

Não existe um número mágico aqui. O valor ideal vai depender totalmente dos seus objetivos, do seu mercado e, claro, de onde você vai anunciar. Para pequenas e médias empresas, a dica de ouro é começar pequeno. Foco total nos canais que parecem mais promissores e um orçamento que não te deixe no vermelho.

Conforme os primeiros resultados positivos forem surgindo, aí sim você começa a injetar mais dinheiro, mas de forma inteligente. O mais importante é ter um Custo de Aquisição de Cliente (CAC) bem definido e garantir que seu Retorno sobre o Investimento (ROI) esteja sempre valendo a pena.

Qual a diferença entre uma campanha e o marketing do dia a dia?

Pense assim: uma campanha de marketing é como uma festa de lançamento. Ela tem data para começar e terminar, com um objetivo bem específico, como divulgar um produto novo. Já o marketing contínuo, que a gente chama de always-on, são aquelas ações que nunca param. É o seu trabalho de SEO, as postagens nas redes sociais, o relacionamento com a base de clientes.

Uma campanha gera picos de atenção e resultados, enquanto o marketing contínuo constrói a base sólida da sua marca no longo prazo. Um não vive sem o outro; eles se completam.

Como eu sei que uma campanha para divulgar minha marca deu certo?

Medir o reconhecimento de marca (ou awareness) é um pouco mais subjetivo do que contar vendas diretas, mas é totalmente possível. Fique de olho nestes indicadores:

  • Alcance: Quantas pessoas diferentes foram impactadas pela sua campanha?
  • Impressões: Quantas vezes seu anúncio ou post foi visto no total?
  • Engajamento: A galera curtiu, comentou, salvou, compartilhou?

Mas o sinal mais claro de que a coisa engrenou é quando você percebe um aumento nas buscas diretas pelo nome da sua empresa no Google. Isso mostra que as pessoas não só viram sua marca, mas lembraram dela e foram atrás por conta própria.


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