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Criar um dashboard é, na prática, traduzir uma montanha de dados brutos em uma visão clara e acionável para o seu negócio. É um processo que passa por definir objetivos claros, conectar as fontes de dados certas, escolher as visualizações mais intuitivas e, por fim, montar tudo em uma ferramenta que agilize a tomada de decisão.

Por que um bom dashboard é a sala de comando do seu negócio

A verdade é que muitos times de marketing e vendas operam às cegas, sem ter a menor ideia do retorno real de suas ações. Os dados estão espalhados por todo lado: formulários no site, planilhas, o CRM, campanhas de WhatsApp… e a equipe se desdobra para tentar conectar os pontos.

Um dashboard bem pensado age como um GPS para a empresa. Ele mostra exatamente onde você está e aponta o melhor caminho para chegar ao seu destino.

Imagine só poder juntar as informações do seu funil de vendas com os custos de cada campanha, tudo no mesmo lugar. Essa visão centralizada te ajuda a responder perguntas cruciais em segundos:

  • Quais canais estão trazendo receita de verdade, e não só cliques?
  • Onde estão os gargalos que emperram o ciclo de vendas?
  • Qual é o ROI real de cada iniciativa de marketing?

A falta de processos organizados é um problema sério no mercado. Uma pesquisa do Panorama de Marketing 2023 mostrou que 44% dos profissionais de marketing admitem não ter rotinas bem definidas. O resultado disso? 75% das empresas brasileiras não bateram suas metas em 2022.

Um dashboard de verdade não é só um painel cheio de gráficos bonitos. É a ferramenta que traduz dados complexos em decisões inteligentes e rápidas, tirando a sua gestão do modo "apagar incêndio" e levando para o modo proativo.

A ponte entre dados e resultados

O objetivo de aprender como fazer um dashboard não é só para gerar mais um relatório. A ideia é construir uma ferramenta de gestão estratégica, que coloca os times de marketing e vendas na mesma página, olhando para as mesmas métricas. Isso acaba com aquele desalinhamento clássico que freia o crescimento de tanta empresa.

Quando um vendedor sabe de qual campanha veio aquele lead superqualificado, a abordagem dele se torna muito mais certeira. Do outro lado, quando o marketing percebe quais tipos de leads fecham negócio mais rápido, o investimento em mídia fica muito mais inteligente. Essa é a essência do business intelligence na prática. Se quiser se aprofundar, explore nosso guia completo sobre business intelligence para aplicar esses conceitos.

No fim das contas, um dashboard não é um luxo. É uma peça fundamental para escalar os resultados sem aumentar a bagunça. Ele traz clareza e controle, permitindo que sua equipe foque no que realmente importa: crescer de forma sustentável e previsível.

Planejando seu dashboard com foco em perguntas de negócio

Antes de mais nada, vamos esquecer as ferramentas e os gráficos por um instante. A tentação de pular direto para a construção é grande, eu sei, mas o segredo de um dashboard que realmente funciona começa bem antes, com uma etapa que muita gente ignora: fazer as perguntas certas.

Um dashboard poderoso não é um amontoado de dados; é uma máquina de responder perguntas. A mudança de chave está em pensar menos em "quero ver o tráfego do site" e mais em "como podemos reduzir nosso Custo de Aquisição de Cliente (CAC) em 15% no próximo trimestre?". Essa simples troca de perspectiva já eleva o dashboard de um relatório passivo para uma ferramenta de gestão ativa.

Um diagrama de fluxo mostrando um processo de três etapas para a utilidade de um dashboard: Dados, Decisão e Resultados, com ícones.

Como o fluxo acima mostra, tudo se resume a transformar dados brutos em decisões inteligentes que geram resultados reais para o negócio.

Traduzindo objetivos em KPIs que importam

Com um objetivo de negócio bem definido, o próximo passo é traduzi-lo em Key Performance Indicators (KPIs). É aqui que separamos o joio do trigo: deixamos de lado as métricas de vaidade, como likes e visualizações, e focamos naquilo que realmente mexe o ponteiro da receita.

Vamos voltar ao nosso exemplo de reduzir o CAC. Para um objetivo como esse, os KPIs que importam poderiam ser:

  • Custo por Lead (CPL) por canal: Para saber onde o dinheiro está sendo mais bem investido.
  • Taxa de conversão de MQL para SQL: Ajuda a medir a qualidade dos leads que marketing está entregando para vendas.
  • Ciclo de vendas: Mostra quanto tempo o dinheiro investido leva para voltar como receita.

Se o foco muda para aumentar a taxa de conversão de MQL para SQL, as perguntas também mudam. Passamos a nos questionar: "Qual canal de marketing está trazendo os leads mais qualificados?" ou "Quanto tempo vendas está demorando para entrar em contato com um novo MQL?". Cada pergunta dessas aponta para um KPI específico.

Se quiser mergulhar de cabeça nesse assunto, temos um guia completo sobre como definir objetivos e métricas que realmente fazem a diferença.

Para facilitar esse processo, criamos uma tabela que conecta objetivos comuns de negócio aos KPIs que ajudam a respondê-los.

Definição de KPIs por Objetivo de Negócio

Objetivo de Negócio KPIs de Marketing KPIs de Vendas Pergunta que o KPI Responde
Aumentar a geração de leads CPL por canal, Taxa de conversão da landing page Nº de MQLs gerados, Taxa de MQL para SQL "Qual canal está trazendo mais leads e a que custo?"
Reduzir o Custo de Aquisição (CAC) CPL, ROAS (Retorno do Investimento em Anúncios) Custo por reunião agendada, Ciclo de vendas "Estamos investindo nosso dinheiro de forma eficiente?"
Aumentar o ticket médio Conteúdo consumido por clientes de maior valor Valor médio do contrato, Taxa de upsell/cross-sell "O que leva os clientes a gastarem mais conosco?"
Melhorar a retenção de clientes Taxa de Churn, Net Promoter Score (NPS) Taxa de renovação, Lifetime Value (LTV) "Nossos clientes estão satisfeitos e permanecendo conosco?"

Lembre-se, a tabela é um ponto de partida. O ideal é customizá-la para a realidade da sua empresa.

A visão certa para a pessoa certa

Um dos erros mais clássicos que vejo por aí é tentar criar um único dashboard "mestre" para toda a empresa. A verdade é que cada time, cada pessoa, tem necessidades e perguntas diferentes. Um bom dashboard é como um canivete suíço: tem a lâmina certa para cada função.

O CEO, por exemplo, não quer saber da taxa de cliques de um anúncio no Facebook. Ele precisa de uma visão do helicóptero, com KPIs como Receita Recorrente Mensal (MRR), CAC e Lifetime Value (LTV). O foco dele é a saúde do negócio a longo prazo.

Já o analista de marketing vive nos detalhes. Ele precisa de granularidade para otimizar campanhas em tempo real, olhando para métricas como:

  • Custo por Clique (CPC)
  • Taxa de Conversão da Landing Page
  • Número de Leads Gerados por Canal

Enquanto isso, um SDR (o profissional de pré-vendas) precisa de um painel que guie suas atividades diárias. As perguntas dele são diretas: "Quantas ligações preciso fazer hoje para bater a meta?" ou "Quais leads na minha lista estão mais engajados?". Seus KPIs são taxa de abertura de e-mails, número de reuniões agendadas e taxa de conversão de contato para oportunidade.

A regra de ouro é esta: se um gráfico não ajuda alguém a tomar uma decisão melhor ou mais rápido, ele não tem lugar no dashboard dessa pessoa. Menos é, quase sempre, mais.

Antes de construir qualquer coisa, mapeie quem vai usar o dashboard e liste as 3 a 5 perguntas mais importantes que cada um precisa responder. Essa abordagem, centrada nas pessoas e nas suas dúvidas, é a garantia de que você vai criar uma ferramenta útil e que será usada todos os dias, e não apenas mais um relatório esquecido em uma aba do navegador.

Conectando as fontes para ter dados confiáveis

Com o plano do seu dashboard em mãos, agora é hora de ir atrás dos dados. E aqui mora um ponto crucial: um dashboard só vale a pena se a informação que ele mostra for 100% confiável. Pense bem, um painel com dados errados é muito pior do que não ter painel nenhum, porque ele te leva a tomar decisões que podem custar caro.

O grande desafio? Os dados raramente moram todos no mesmo lugar.

É só olhar para o dia a dia de qualquer time de marketing ou growth:

  • Dados de tráfego, como sessões e usuários, estão no Google Analytics.
  • Leads e oportunidades comerciais vivem em um CRM como o da Pingback.
  • Custos e impressões de campanhas vêm do Google Ads e Meta Ads.
  • Informações de engajamento, como abertura de e-mails, estão em plataformas de automação.

Cada uma dessas ferramentas conta um pedaço da história. Nossa missão, então, é juntar todas essas peças para enxergar a jornada completa do cliente, desde o primeiro clique em um anúncio até ele se tornar um cliente fiel.

Diagrama de fluxo de trabalho mostrando navegador, bancos de dados, nuvem, CRM, plataformas de anúncios e automação interconectados.

Unificando os silos de informação

Ter dados espalhados por todo lado é um problema mais comum do que parece. Uma pesquisa recente mostrou que apenas 1 em cada 4 profissionais de marketing brasileiros tem seus dados totalmente integrados. Isso quer dizer que a imensa maioria ainda precisa caçar informações em planilhas e sistemas diferentes, o que torna quase impossível calcular um ROI de verdade.

As equipes que conseguem superar essa barreira e centralizar seus dados ganham uma vantagem competitiva enorme. Elas tomam decisões mais rápidas e com muito mais segurança.

Para conectar suas fontes, existem alguns caminhos bem práticos, que variam conforme a sua operação e as ferramentas que você usa.

  • Integrações nativas: Muitas plataformas já "conversam" entre si. Um CRM que se integra de forma nativa com sua ferramenta de automação de marketing é o cenário ideal. É a solução mais simples e segura, porque o próprio desenvolvedor garante que a conexão funcione perfeitamente.

  • Uso de APIs (Application Programming Interface): Quando não existe uma integração pronta, as APIs entram em cena. Elas funcionam como pontes que permitem que sistemas diferentes troquem informações de forma programada e segura. Exige um pouco mais de conhecimento técnico, mas a flexibilidade é total.

  • Ferramentas de automação "ponte": Plataformas como Zapier ou Make são verdadeiros canivetes suíços. Elas conectam milhares de apps sem que você precise escrever uma linha de código. Você pode, por exemplo, criar uma automação que envia cada novo lead do Facebook Lead Ads direto para o seu CRM e para uma planilha no Google Sheets.

A consistência é a chave do jogo. Não basta só conectar as fontes; os dados precisam "conversar" entre si. Um erro clássico é ter nomes de campanhas diferentes no Google Ads e no CRM. Isso quebra toda a sua capacidade de rastrear a jornada do lead do início ao fim.

Garantindo a qualidade dos dados na origem

A qualidade do seu dashboard começa muito antes, lá na coleta. Padronizar a forma como você registra as informações evita uma série de dores de cabeça lá na frente.

Uma das práticas mais importantes para times de marketing é o uso correto dos parâmetros UTM. Eles são como etiquetas que você coloca nos seus links para saber exatamente de onde veio cada visitante: qual campanha, qual anúncio, qual palavra-chave. Se você não usa UTMs ou usa de forma bagunçada, seu Google Analytics vira terra de ninguém, e fica impossível saber o que realmente funciona.

É um passo simples, mas com um impacto gigantesco na confiança dos seus relatórios. Para dominar a técnica, confira nosso guia sobre como usar os parâmetros UTM do Google Analytics e comece a organizar seus dados desde o início.

Outro ponto fundamental é a higiene do CRM. Contatos duplicados, informações de empresas desatualizadas ou campos preenchidos de qualquer jeito podem distorcer completamente suas métricas de vendas. Crie processos claros com a equipe comercial para manter a base de dados sempre limpa e organizada.

Investir tempo para mapear, conectar e padronizar suas fontes de dados é construir a fundação sólida que seu dashboard precisa. Sem essa etapa, todo o trabalho de montar gráficos bonitos perde o valor, pois estará baseado em informações furadas. Lembre-se, o objetivo é criar uma única fonte da verdade para a empresa inteira.

Dando vida aos dados: escolhendo as visualizações e ferramentas certas

Agora que os objetivos estão traçados e as fontes de dados mapeadas, entramos na parte mais visual do processo. É aqui que os números frios começam a contar uma história, transformando planilhas e bancos de dados em insights que qualquer pessoa da equipe consegue entender num piscar de olhos.

A escolha do gráfico certo para cada KPI não é só um detalhe de design. É o que separa um dashboard útil de um painel confuso e ignorado. Pense que cada tipo de visualização tem um superpoder diferente, feito para responder a um tipo específico de pergunta.

Esboço de um navegador web com um dashboard de análise de dados, gráficos e uma lupa, simbolizando insights.

A visualização certa para cada história

O segredo é simples: pense na pergunta que o seu KPI está tentando responder. A resposta para "como nosso tráfego evoluiu no último trimestre?" pede um tipo de gráfico completamente diferente da resposta para "qual canal trouxe mais leads qualificados?".

Vamos descomplicar isso na prática:

  • Gráficos de Linha: São os contadores de histórias do tempo. Perfeitos para mostrar tendências e a evolução de uma métrica. Quer ver o crescimento de leads mês a mês? Ou a variação do Custo por Aquisição (CAC) ao longo do ano? O gráfico de linha conecta os pontos e mostra de forma clara se você está progredindo, estagnado ou em queda.

  • Gráficos de Barras (ou Colunas): Imbatíveis para fazer comparações diretas. Eles são ideais para comparar o desempenho de diferentes canais de marketing, a performance de vendedores ou a quantidade de MQLs gerados por cada campanha. A altura de cada barra torna a comparação visualmente óbvia.

  • Gráficos de Pizza ou Rosca: Use com moderação! A única função deles é mostrar a composição de um todo, como a porcentagem de leads por origem (orgânico, pago, social, etc.). Se você tiver mais de 4 ou 5 "fatias", o gráfico já fica poluído. Nesses casos, um gráfico de barras costuma funcionar muito melhor.

  • Gráficos de Funil: Essenciais para visualizar qualquer processo com etapas, como o funil de vendas. Eles mostram de forma cristalina as taxas de conversão de uma fase para outra, ajudando a identificar na hora onde estão os maiores gargalos — por exemplo, na passagem de MQL para SQL.

  • Mapas de Calor e Tabelas com Formatação Condicional: Ótimos para destacar o que importa em meio a um grande volume de dados. Imagine uma tabela que mostra a performance de 50 anúncios diferentes. Usar cores (vermelho, amarelo e verde) ajuda a identificar na hora quais campanhas precisam de atenção urgente.

Lembre-se: a simplicidade é sua maior aliada. Um dashboard eficaz é aquele que, com uma olhada de 30 segundos, já entrega os pontos mais importantes. Se alguém precisar de um manual para entender o que está acontecendo, você provavelmente complicou demais.

As principais ferramentas do mercado

Com a clareza sobre quais visualizações usar, a próxima pergunta é: onde construir tudo isso? O mercado de ferramentas de Business Intelligence (BI) é enorme, mas algumas plataformas se destacam pela popularidade e flexibilidade.

Entender qual delas se encaixa melhor no seu time, no seu orçamento e na complexidade técnica que você precisa é um passo fundamental. Para ajudar nessa decisão, montamos um comparativo rápido e direto das principais opções.

Comparativo de Ferramentas de Dashboard

Aqui está uma análise das principais ferramentas de BI, com foco em facilidade de uso, integrações, custo e para quem cada uma é mais indicada.

Ferramenta Ideal Para Facilidade de Uso Principais Integrações Modelo de Preço
Google Looker Studio Times de marketing e PMEs que usam o ecossistema Google. Alta (Interface "arrasta e solta", muito intuitiva). Nativa com Google Analytics, Ads, Sheets, BigQuery. Gratuito
Microsoft Power BI Empresas que já utilizam o ecossistema Microsoft (Excel, Azure). Média (Mais poderoso, mas com uma curva de aprendizado maior). Excel, SQL Server, Azure, além de centenas de outros conectores. Gratuito com limitações; planos Pro pagos.
Tableau Grandes corporações e analistas de dados que precisam de visualizações complexas. Baixa (Extremamente poderoso, mas requer conhecimento técnico). Quase todas as fontes de dados imagináveis, de planilhas a bancos de dados complexos. Premium (planos por usuário).

A escolha não precisa ser um drama. Se você está começando, o Looker Studio (antigo Data Studio) é quase sempre a melhor porta de entrada. É gratuito, poderoso e se integra perfeitamente com as ferramentas que a maioria dos times de marketing já usa no dia a dia.

Uma alternativa ágil: os dashboards nativos

Além das ferramentas de BI dedicadas, uma abordagem cada vez mais comum é usar os dashboards que já vêm prontos em plataformas de automação e CRM. Ferramentas como a Pingback, por exemplo, já oferecem painéis que centralizam as informações mais cruciais de marketing e vendas.

A grande vantagem aqui é a agilidade. Em vez de gastar semanas conectando fontes e construindo tudo do zero, você já tem uma visão unificada dos seus leads, campanhas e resultados de vendas pronta para usar.

Essa opção é um atalho inteligente, especialmente para equipes que precisam de velocidade e não têm um analista de dados dedicado. Você abre mão da personalização extrema de um Power BI, mas ganha um tempo precioso e mais foco, já que os KPIs mais relevantes para a operação já vêm pré-configurados.

Ao combinar a teoria das visualizações com a escolha pragmática da ferramenta, você estará no caminho certo para criar um dashboard que não apenas informa, mas impulsiona decisões inteligentes. Para quem trabalha em agências, saber aplicar o BI na prática é um baita diferencial. Se quiser se aprofundar, veja como usar BI na sua agência de publicidade e comece a transformar dados em projetos de sucesso para seus clientes.

Mantendo seu dashboard vivo e relevante para a equipe

A parte técnica já ficou para trás. O verdadeiro desafio é transformar seu dashboard numa ferramenta do dia a dia, usada para orientar decisões e não esquecida em uma pasta digital.

Não adianta disparar um e-mail com o link e esperar que todos se familiarizem sozinhos. Agende uma apresentação ao time, destacando não apenas o que cada gráfico mostra, mas por que aquele indicador faz diferença nos objetivos atuais. Conecte as visualizações com metas que o time já entende — isso gera engajamento imediato.

Validando a confiança nos dados

Antes de tudo, organize uma fase de testes focada em precisão e clareza.

  • Validação de dados: escolha KPIs-chave, como leads gerados no mês e receita por campanha, e compare cada valor com as fontes originais (CRM, Google Analytics etc.). Qualquer desvio, por menor que seja, precisa de investigação.
  • Teste de usabilidade: convide pessoas de diferentes áreas — o vendedor que faz follow-up, o analista que corre relatórios e o gestor que define prioridades — e peça para responderem perguntas específicas usando só o dashboard. Observe onde elas travam. Isso revela pontos de melhoria na interface.

A confiança é a moeda mais valiosa em qualquer projeto de BI. Se surgir um erro nos dados, a credibilidade do painel inteiro pode ruir.

Criando uma cultura orientada por dados

Um dashboard não muda a cultura de uma hora para a outra. É preciso incorporá-lo nas rotinas já existentes.

Nas reuniões semanais, abra o painel ao vivo em vez de mostrar slides estáticos. Quando alguém questionar a performance, encoraje o time a dizer: “Vamos conferir no dashboard”. Aos poucos, as decisões deixam de ser baseadas em palpites e passam a se apoiar em evidências concretas.

Um dashboard de sucesso não é medido pela complexidade de seus gráficos, mas pela frequência com que ele é usado para responder perguntas importantes e provocar ações inteligentes.

Manutenção contínua e evolução

Pense no seu dashboard como um organismo vivo. Sem cuidado, ele envelhece e perde relevância.

No Brasil, 50,9% das empresas já investem parte significativa do faturamento em tecnologias de marketing digital. Um painel eficiente justifica esse gasto, ajudando você a alocar orçamento de forma mais inteligente para maximizar o ROI. Para entender melhor o cenário, confira outras estatísticas de marketing digital e seus impactos.

Para manter seu dashboard alinhado às necessidades:

  • Monitoramento das conexões: verifique com regularidade se as integrações continuam ativas e entregando dados sem falhas.
  • Coleta de feedback: crie um canal simples (pode ser um grupo no chat da empresa) para sugestões e reportes de problemas.
  • Revisão estratégica: a cada trimestre, avalie se os KPIs ainda fazem sentido ou se novas iniciativas precisam de métricas dedicadas.

Com esses cuidados, seu esforço em como fazer um dashboard não será em vão. Ele vai crescer junto com o negócio, oferecendo insights valiosos sempre que o time mais precisar.

Dúvidas comuns (e respostas diretas) sobre a criação de dashboards

Depois de mergulhar em todo o processo de como fazer um dashboard, é normal que algumas perguntas práticas fiquem no ar. Pense nesta seção como uma conversa de corredor, onde resolvemos aquelas dúvidas que sempre aparecem na hora de colocar a mão na massa.

Compilei aqui as perguntas que mais ouço de equipes de marketing e vendas quando estão montando seus primeiros painéis. A ideia é te dar a confiança que faltava para tirar seu projeto do papel.

Preciso ser programador para construir um dashboard?

Não, de jeito nenhum. Embora saber programar ajude (e muito!) a personalizar as coisas, a verdade é que as melhores ferramentas do mercado hoje são feitas para quem não entende de código.

Plataformas como o Google Looker Studio ou o Microsoft Power BI funcionam com um sistema de "arrastar e soltar". Você basicamente clica para conectar suas fontes de dados, escolhe os gráficos que fazem sentido e monta seu painel visualmente. O conhecimento mais importante aqui não é técnico, mas sim de negócio: entender a lógica por trás dos dados e, principalmente, quais perguntas o dashboard precisa responder.

Qual é o maior erro que as pessoas cometem ao criar um dashboard?

Disparado, o erro mais comum é a poluição visual. É a tentação de querer colocar todas as métricas possíveis em uma única tela. O resultado? Um painel caótico, cheio de gráficos e números que mais confundem do que explicam qualquer coisa.

Para fugir dessa cilada, a palavra-chave é foco. Antes de começar, defina de três a cinco perguntas centrais que o dashboard precisa responder. Todo o resto é secundário. Lembre-se também de criar painéis diferentes para públicos diferentes. O CEO não precisa ver os mesmos detalhes que o analista de mídia paga.

Um bom dashboard não é o que tem mais dados, mas o que entrega o insight certo, para a pessoa certa, no tempo mais curto possível. Menos, quase sempre, é mais.

Como garantir que meu time realmente vá usar o dashboard que eu criei?

Um dashboard incrível que ninguém usa é só um monte de gráficos bonitos. O segredo para a equipe abraçar a ferramenta é simples: envolva todo mundo desde o começo.

Não construa o painel sozinho e depois o apresente como uma grande novidade. Chame os futuros usuários para a fase de planejamento. Pergunte diretamente: "Que informação facilitaria seu dia a dia?" ou "Quais dados te ajudariam a tomar decisões melhores?". Quando as pessoas sentem que aquilo foi feito para resolver um problema delas, a adoção é quase automática.

Outra dica de ouro: transforme o dashboard na estrela das reuniões. Comece os encontros semanais de resultados abrindo o painel e discutindo os números a partir dele. Quando o dashboard vira a fonte oficial da verdade, seu uso se torna um hábito.

De quanto em quanto tempo preciso atualizar os dados?

Essa é uma ótima pergunta, e a resposta é: depende. A frequência de atualização está ligada diretamente à velocidade com que você precisa agir sobre aquela informação.

Pense no ritmo da sua operação:

  • Pulso do dia a dia: Métricas como leads gerados, vendas do dia ou tráfego no site precisam ser vistas em tempo real ou, no mínimo, diariamente. Elas guiam as ações imediatas.
  • Ajuste de rota: Indicadores como Custo por Lead (CPL) por canal ou a taxa de conversão do funil podem ser atualizados semanalmente. Eles te ajudam a otimizar campanhas e estratégias no médio prazo.
  • Visão do todo: Métricas mais estratégicas, como Custo de Aquisição de Clientes (CAC) e Lifetime Value (LTV), são analisadas mensalmente ou trimestralmente. Elas informam as grandes decisões e o planejamento de longo prazo.

Saber como fazer um dashboard é um passo gigante para escalar seu negócio. Mas ter a ferramenta certa acelera (e muito) esse caminho. Na Pingback, por exemplo, você já encontra um CRM com dashboards prontos que unificam seus dados de marketing e vendas, liberando seu tempo para focar na estratégia, e não em planilhas.

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