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Vamos ser diretos: um mapa da jornada do cliente nada mais é do que um desenho de cada passo que uma pessoa dá ao interagir com a sua empresa. Ele mostra tudo, desde o primeiro "oi" até o momento em que ela vira fã da sua marca. Pense nele como o roteiro de um filme, detalhando não só as ações, mas também o que o cliente está pensando e sentindo em cada cena.

Por que sua empresa precisa de um mapa da jornada do cliente

Deixar de lado a jornada do cliente é o mesmo que tentar dirigir em uma cidade desconhecida, à noite e sem GPS. Você pode até chegar lá, mas o caminho vai ser confuso, caro e cheio de estresse. O mapa da jornada funciona como esse GPS: ele ilumina o trajeto, mostrando onde você está acertando e, mais importante, onde estão os buracos que fazem você perder dinheiro.

Não importa se você tem uma startup de tecnologia ou um e-commerce de moda, entender essa jornada é o que separa quem acha que sabe o que o cliente quer de quem realmente sabe. É isso que transforma uma série de interações frias e sem conexão em uma conversa fluida e que gera valor de verdade.

Alinhando marketing e vendas de uma vez por todas

Na prática, o mapa da jornada vira a "língua oficial" entre os times de marketing e vendas. Quando o marketing entende as dores que fizeram um lead procurar ajuda, as campanhas se tornam infinitamente mais precisas. Já o time de vendas, sabendo exatamente como aquele cliente chegou até ele, consegue personalizar a conversa e aumentar muito as chances de fechar negócio.

  • Visão completa: Todo mundo, do estagiário ao CEO, passa a enxergar a empresa pelos olhos de quem realmente importa: o cliente.
  • Identificação de gargalos: O mapa expõe aqueles pontos de atrito que fazem as pessoas abandonarem o carrinho, desistirem de um cadastro ou cancelarem um serviço.
  • Otimização de recursos: Você para de gastar dinheiro com canais que não funcionam e foca o investimento nos momentos que realmente fazem a diferença na decisão de compra.

O grande segredo do mapa não é o desenho bonito na parede. É a mudança de chave na cabeça de todo mundo. A empresa para de se organizar em torno dos próprios departamentos e começa a se estruturar em volta da experiência do cliente.

Mapear a jornada aqui no Brasil, por exemplo, traz resultados que a gente vê no caixa. Estamos falando de uma redução de até 35% em custos operacionais que antes passavam despercebidos e um aumento de 28% na conversão de vendas.

Para times de marketing em startups que usam automação, isso se reflete em fluxos mais inteligentes. Eles conseguem capturar leads de vários lugares, usar IA para segmentá-los e disparar campanhas que realmente conversam com cada pessoa, o que pode aumentar a retenção em 25%.

Essa ferramenta é, sem dúvida, a base para qualquer automação que se preze, seja por e-mail ou WhatsApp. Sem entender a jornada, seus fluxos automáticos são só mais um barulho na caixa de entrada do cliente. Com o mapa, cada mensagem chega na hora certa, é relevante e ajuda a construir um relacionamento com clientes muito mais sólido.

Construindo seu primeiro mapa da jornada do cliente

Chegou a hora de colocar a teoria de lado e, finalmente, botar a mão na massa. Construir um mapa da jornada do cliente não é um exercício de adivinhação. Pelo contrário, é um trabalho de investigação que começa com uma base sólida de dados para entender quem realmente está do outro lado.

O objetivo aqui é simples: transformar suposições em perfis concretos e úteis. Em vez de inventar personas com base em achismos, vamos usar informações reais para dar vida a elas.

O ponto de partida: personas baseadas em dados

Uma persona eficaz é um retrato fiel dos seus melhores clientes, não uma criação fictícia. Para chegar lá, você precisa ir além do óbvio. Resista à tentação de criar perfis genéricos e foque em quem de fato interage com sua marca.

O lugar mais rico para encontrar essas informações, na maioria das vezes, já está dentro de casa: seu CRM. Dê uma olhada nos dados dos clientes que mais compram, naqueles com o maior Lifetime Value (LTV) ou nos que interagem com mais frequência.

Procure por padrões em:

  • Dados Demográficos: Cargo, setor da empresa, idade.
  • Comportamentais: Que tipo de e-mail eles abrem? Em quais links clicam? Quais páginas do seu site visitam repetidamente?
  • Histórico de Compras: Qual foi o primeiro produto que compraram? Com que frequência retornam?

Esses dados quantitativos são o esqueleto da sua persona. Agora, falta colocar "carne nos ossos", e isso vem com insights qualitativos. É hora de conversar com as pessoas. Uma boa conversa de 15 minutos com um cliente pode revelar muito mais do que semanas analisando planilhas.

Lembre-se, o objetivo não é criar um mapa para todo mundo. O mapa mais poderoso é aquele focado em uma persona específica, geralmente a que representa seu cliente ideal. Tentar agradar a todos ao mesmo tempo acaba criando uma experiência genérica que não encanta ninguém.

Listando cada ponto de contato

Com sua persona bem definida, o próximo passo é mapear cada interação que ela tem com sua empresa. Esses são os pontos de contato, ou touchpoints. É fundamental listar todos eles, dos mais óbvios aos mais sutis. Não deixe nada de fora.

Pense no processo de forma cronológica, desde o momento em que a pessoa nem sabe que sua empresa existe até se tornar uma defensora da marca.

  • Antes da compra (Descoberta e Consideração): Anúncios em redes sociais, posts de blog que ela encontra no Google, vídeos no YouTube, menções em podcasts, e-mails de um fluxo de nutrição, webinars.
  • Durante a compra (Decisão): A página do produto, o processo de checkout, uma conversa com um vendedor, o chat ao vivo no site, a solicitação de um orçamento.
  • Depois da compra (Serviço e Fidelização): O e-mail de confirmação do pedido, o processo de onboarding, o suporte técnico, as pesquisas de satisfação (NPS), programas de fidelidade, a comunidade de clientes.

E não se esqueça dos pontos de contato humanos! Uma ligação para o suporte ou uma conversa com um vendedor em um evento são interações tão importantes quanto as digitais.

Mapeando ações, pensamentos e emoções

Aqui está a alma do mapa da jornada. Para cada ponto de contato que você listou, você precisa se colocar no lugar da sua persona e responder a três perguntas cruciais:

  1. Ações: O que o cliente está fazendo, concretamente? (Ex: "Clicando num anúncio", "Preenchendo um formulário", "Adicionando um item ao carrinho").
  2. Pensamentos: O que está passando pela cabeça dele nesse momento? Quais dúvidas, perguntas ou objeções ele tem? (Ex: "Será que isso resolve mesmo meu problema?", "O frete vai ser muito caro?", "Nossa, que cadastro longo…").
  3. Emoções: Como ele está se sentindo? A experiência está gerando confiança, frustração, animação ou confusão? Use um espectro simples para começar: positivo, neutro ou negativo.

Coletar esses dados exige empatia e um pouco de investigação. Ferramentas como formulários de feedback e o uso de lead scoring para identificar comportamentos de interesse são ótimas para capturar essas informações em escala. Por exemplo, um lead que visita sua página de preços três vezes em uma semana provavelmente está num estado emocional de "ansiedade" ou "forte interesse". Isso é ouro.

Para um e-commerce, a frustração de um cliente ao ver que o cupom de desconto não funciona no checkout é um ponto de dor claríssimo. Para um negócio de assinatura, a confusão durante o onboarding pode gerar ansiedade e levar ao cancelamento. Identificar esses sentimentos é o que permite otimizar a experiência de verdade.

Esta imagem ajuda a visualizar as três fases principais que estruturam o caminho do cliente: Descoberta, Consideração e Decisão.

Fluxo de processo da jornada do cliente, mostrando as três etapas principais: Descobertira, Consideração e Decisón.

Como o infográfico mostra, o caminho do cliente é um processo sequencial. Cada etapa precisa ser cuidadosamente planejada para guiar a pessoa até o próximo passo de forma fluida e natural.

Identificando momentos da verdade e gargalos

Quando você preencher seu mapa com ações, pensamentos e emoções, dois tipos de pontos críticos vão saltar aos olhos:

  • Momentos da Verdade: São aquelas interações de altíssimo impacto que podem definir a percepção do cliente sobre sua marca, para o bem ou para o mal. Um atendimento excepcional no suporte ou um checkout sem nenhum atrito são exemplos perfeitos. São oportunidades de ouro para encantar.
  • Gargalos (Pontos de Dor): São os momentos de frustração, atrito ou confusão. Um site que demora para carregar, uma informação importante difícil de achar ou um formulário de contato que dá erro. Esses são os pontos que fazem você perder vendas.

Vamos a um exemplo prático de um negócio de assinatura (SaaS):

Etapa da Jornada Ação do Cliente Emoção (Ponto de Dor) Gargalo Identificado
Onboarding Tenta configurar a primeira automação Frustração, confusão A interface não é nada intuitiva para novatos.
Uso Contínuo Procura por uma funcionalidade específica Impaciência A documentação de ajuda é confusa e difícil de navegar.
Suporte Abre um ticket de suporte Ansiedade O tempo de resposta inicial é superior a 24 horas.

Com essa clareza, você não está mais trabalhando no escuro. Você tem um diagnóstico preciso de onde a experiência do cliente está quebrando e, o mais importante, um roteiro claro de onde concentrar seus esforços. Para quem busca inovação, aplicar conceitos de Design Thinking para revolucionar a empresa a partir dos insights do mapa é um caminho poderoso.

Como validar seu mapa com dados reais

Um mapa da jornada do cliente criado só com base em suposições é, na melhor das hipóteses, ficção criativa. Para que ele se torne uma ferramenta de verdade, que realmente guia suas decisões, você precisa transformá-lo de uma coleção de hipóteses para um ativo vivo, validado por dados.

É aqui que os números e as conversas entram em cena. O objetivo não é complicar, mas sim trazer clareza para confirmar (ou derrubar) cada ponto que você desenhou no mapa.

Visualização de dados para validação, incluindo heatmap, gráficos, avaliações de usuários e interações.

Validar o mapa é o que transforma um "achismo" em um diagnóstico preciso do seu negócio. A ideia é cruzar diferentes fontes de informação para enxergar a realidade por trás de cada etapa da jornada.

Cruzando dados quantitativos e qualitativos

A mágica da validação acontece quando você junta dois tipos de dados: o "o quê" (quantitativo) e o "porquê" (qualitativo). Um não funciona sem o outro. Os números mostram onde o problema está, enquanto as conversas explicam por que ele acontece.

Fontes de dados quantitativos (O Quê):

  • Google Analytics: Dê uma olhada nas taxas de rejeição em páginas importantes, no tempo que as pessoas passam em cada etapa e, principalmente, nas taxas de abandono em funis de conversão, como o checkout. Se o seu mapa aponta um problema na página de preços, uma alta taxa de saída ali é a primeira prova.
  • Mapas de Calor (Heatmaps): Ferramentas como o Hotjar ou o Clarity mostram exatamente onde os usuários clicam e até onde rolam a página. Se ninguém está clicando no seu principal botão de ação, você tem uma prova visual do gargalo.
  • Dados do CRM: Seu CRM é uma verdadeira mina de ouro. Analise quanto tempo um lead leva para ir de uma etapa a outra ou descubra em qual estágio a maioria das oportunidades é perdida.

Analisar dados é fundamental, e ter uma base sólida faz toda a diferença. Para te ajudar com isso, vale a pena ler nosso guia detalhado sobre como utilizar o Google Analytics para tirar insights práticos.

Fontes de dados qualitativos (O Porquê):

  • Entrevistas com clientes: Chame para um papo tanto clientes novos (que acabaram de passar pela jornada) quanto os antigos (que já são fiéis). Pergunte sobre as frustrações, os momentos em que quase desistiram. Uma conversa de 20 minutos pode revelar mais do que semanas analisando planilhas.
  • Pesquisas de satisfação (NPS e CSAT): Envie pesquisas curtas em momentos-chave da jornada. Um CSAT (Customer Satisfaction Score) baixo logo depois de usar uma nova funcionalidade ou um NPS (Net Promoter Score) que cai após o contato com o suporte são sinais claros de dor.
  • Análise de tickets de suporte: Leia o que seus clientes estão falando com a equipe de suporte. Quais são as dúvidas e reclamações mais comuns? Elas quase sempre apontam para falhas de comunicação ou problemas no produto que seu mapa precisa refletir.

Validando um ponto de dor na prática

Vamos imaginar um cenário bem comum. Seu mapa da jornada do cliente sugere que, no seu e-commerce, os usuários se frustram durante o checkout por causa de custos de frete inesperados. Como ter certeza disso?

  1. Dado Quantitativo: Você abre o Google Analytics e vê que a taxa de abandono de carrinho na etapa de cálculo de frete é de 75%, bem acima da média do setor. Opa, um alerta.
  2. Dado Qualitativo 1: Depois, você olha os mapas de calor e percebe que os usuários hesitam, movendo o mouse várias vezes entre o valor do frete e o botão de "voltar".
  3. Dado Qualitativo 2: Para fechar, você entrevista três clientes que abandonaram o carrinho. Dois deles dizem a mesma coisa: "O frete era quase o preço do produto, me senti enganado".

Bingo! Com essas três fontes, sua hipótese deixou de ser um chute. Agora você tem uma certeza: o custo do frete é um grande ponto de dor que está matando suas vendas. A solução? Talvez oferecer frete grátis acima de um certo valor ou ser mais transparente sobre os custos desde o início.

Esse processo é vital para se destacar. No Brasil, o e-commerce movimentou incríveis 27 bilhões de dólares, o que nos coloca como o 5º maior mercado do mundo. Mesmo assim, estima-se que 70% das oportunidades se percam em gargalos que ninguém vê. Mapear e validar esses pontos permite identificar os problemas, podendo reduzir a perda de clientes (churn) em até 25%, segundo dados do Sebrae sobre a jornada do cliente.

Ao fazer isso, seu mapa deixa de ser só um pôster bonito na parede e se transforma no verdadeiro guia estratégico da sua empresa. Um documento vivo, preciso e que gera resultados.

Do mapa à ação: como a automação transforma insights em resultados

Um mapa da jornada do cliente bem-feito é como um raio-X detalhado do seu negócio. Ele aponta com precisão onde a experiência do cliente está falhando ou perdendo força. Mas, vamos ser sinceros: um diagnóstico, por si só, nunca curou ninguém. A verdadeira virada de chave acontece quando você usa esses insights para criar soluções reais e que rodam no piloto automático.

É aqui que a automação entra em campo. Ela transforma seu mapa de um documento estático, que fica na gaveta, em um motor de crescimento dinâmico e inteligente. A lógica é simples: para cada ponto de dor que você identificou, precisa existir uma ação automatizada para resolvê-lo.

Diagrama ilustrando a jornada do cliente com CRM, automação, pontuação de leads e canais de comunicação.

Conecte seus pipelines de CRM à jornada real do cliente

Uma das formas mais práticas de tirar o mapa do papel é alinhar os pipelines do seu CRM (seja de marketing ou vendas) com as etapas que o cliente realmente vive. Diga adeus a estágios genéricos como "Contato" ou "Proposta enviada".

Em vez disso, pense em fases que refletem a perspectiva do cliente, como "Descobrindo a solução", "Avaliando opções" ou "Pronto para decidir". Essa mudança de mentalidade coloca a jornada do cliente no centro da sua operação. Cada vez que um lead avança no pipeline, você sabe que ele também deu um passo na jornada, e as automações certas são disparadas para ajudá-lo naquele momento.

Por exemplo, quando um cliente chega na etapa "Avaliando opções", um fluxo automático pode:

  • Enviar um e-mail com um estudo de caso de um cliente do mesmo setor.
  • Disparar uma mensagem no WhatsApp perguntando se ele gostaria de ver uma demonstração rápida.
  • Alertar o vendedor responsável para fazer uma ligação pessoal e tirar dúvidas.

Resolvendo os gargalos da jornada com automação

Agora, vamos à parte prática: transformar os problemas que o mapa revelou em soluções automatizadas. Cada gargalo é, na verdade, uma baita oportunidade de criar uma experiência melhor e mais eficiente.

Imagine que seu mapa mostrou um problema sério no onboarding de novos usuários do seu software. As pessoas se cadastram, mas muitas não terminam as configurações iniciais. Elas simplesmente se sentem perdidas e desistem.

A solução aqui não é contratar mais gente para ligar para cada novo usuário. É construir um fluxo de onboarding automatizado que educa, guia e engaja na hora certa, usando os canais que o cliente prefere.

Nesse cenário, assim que o usuário se cadastra (esse é o gatilho), um fluxo de automação entra em ação:

  1. Imediatamente: Ele recebe um e-mail de boas-vindas com um vídeo curto de "primeiros passos". Simples e direto.
  2. Depois de 24 horas: O sistema verifica se o usuário completou a primeira tarefa essencial. Se não, uma mensagem de WhatsApp é enviada: "Olá, [Nome]! Vi que você ainda não configurou sua integração. Precisa de uma ajudinha? 😊"
  3. Após 3 dias: Se a tarefa ainda estiver pendente, o sistema cria um alerta no CRM para um especialista de sucesso do cliente entrar em contato.

Com isso, um ponto de alta frustração se transforma em uma experiência de suporte proativa e multicanal. O resultado? As taxas de ativação de novos usuários disparam.

Usando lead scoring com IA para agir no momento certo

Outro problema clássico que os mapas de jornada revelam: muitos leads qualificados "esfriam" porque o time de vendas demora a agir. Eles demonstram interesse, mas, quando o vendedor finalmente liga, o timing já passou.

O lead scoring com inteligência artificial é a arma secreta para resolver isso. Em vez de tratar todos os leads como iguais, o sistema atribui pontos com base em ações que indicam interesse real – ações que o seu mapa já mostrou que são importantes.

  • Visitou a página de preços? +10 pontos.
  • Baixou um guia sobre como resolver um problema específico? +15 pontos.
  • Abriu os 3 últimos e-mails da sua campanha? +5 pontos.

Quando um lead atinge uma pontuação definida (por exemplo, 50 pontos), ele se torna um "Marketing Qualified Lead" (MQL). Naquele exato instante, uma automação pode notificar o vendedor no Slack ou criar uma tarefa de alta prioridade no CRM. A abordagem acontece no pico do interesse, e a chance de fechar negócio aumenta absurdamente.

Para mergulhar mais fundo nesse universo, confira nosso guia completo sobre automação de marketing e vendas.

Resolvendo problemas da jornada com automação

Para deixar tudo ainda mais claro, veja esta tabela que conecta problemas comuns, identificados no mapa, com soluções práticas de automação e as métricas para você ficar de olho.

Problema Comum no Mapa Solução com Automação Inteligente Métrica de Sucesso para Acompanhar
Abandono de carrinho no e-commerce Criar um fluxo de 3 e-mails e 1 WhatsApp com gatilhos de tempo para lembrar o cliente e oferecer um incentivo. Taxa de recuperação de carrinhos abandonados.
Leads demoram para serem contatados Implementar lead scoring com IA para notificar vendedores em tempo real quando um lead atingir o status de "quente". Tempo médio de resposta ao lead (Lead Response Time).
Baixa ativação de novos usuários (onboarding) Desenvolver uma régua de comunicação multicanal (e-mail + WhatsApp) que guia o usuário pelas tarefas iniciais. Percentual de usuários que completam as ações-chave na primeira semana.
Clientes inativos há mais de 90 dias Disparar uma campanha de reengajamento automática com uma oferta especial ou pesquisa de feedback para entender o motivo da inatividade. Taxa de reativação de clientes.

Ao traduzir cada insight do seu mapa em um fluxo de automação, você constrói um sistema que não só melhora a vida do seu cliente, mas também gera receita de forma previsível e escalável.

O mapa da jornada do cliente deixa de ser um exercício teórico para se tornar o cérebro por trás de uma operação de marketing e vendas muito mais inteligente.

As métricas que realmente medem o sucesso da jornada

Ok, você desenhou, validou e até automatizou o seu mapa da jornada do cliente. O trabalho foi intenso. Mas a pergunta que não quer calar é: e aí, está funcionando? A resposta, pode ter certeza, não está nas métricas de vaidade, como curtidas ou pageviews.

O sucesso de verdade aparece nos indicadores que mexem com o caixa da sua empresa. A grande virada de chave é abandonar a superficialidade e focar no que realmente importa, conectando cada ação do mapa a um resultado concreto no seu dashboard. É isso que separa quem apenas faz marketing de quem gera crescimento de verdade.

Conectando a jornada às métricas de negócio

Indicadores como Custo de Aquisição de Cliente (CAC), Lifetime Value (LTV) e Net Promoter Score (NPS) são o verdadeiro termômetro da sua estratégia. Eles não são só números soltos; são o reflexo direto da experiência que você entrega em cada ponto de contato que mapeou.

Um mapa bem executado tem que, obrigatoriamente, mexer nesses três ponteiros.

  • CAC (Custo de Aquisição de Cliente): Basicamente, quanto você gasta para trazer um novo cliente para dentro de casa. Um mapa bem pensado mostra os canais mais baratos e os gargalos que estão inflando esse custo, abrindo caminho para uma aquisição mais inteligente e econômica.
  • LTV (Lifetime Value): É a grana que um cliente deixa com você durante todo o tempo de relacionamento. Uma jornada fluida, com um onboarding que acolhe e um suporte que resolve, faz o cliente ficar mais tempo e gastar mais. Simples assim.
  • NPS (Net Promoter Score): Mede o quanto seus clientes estão dispostos a te indicar para amigos e familiares. Quando você usa o mapa para resolver frustrações e criar momentos "uau", essa nota sobe e você ganha um exército de promotores da sua marca.

O poder do mapa não é só apontar o que está errado. É te dar a clareza para definir metas concretas, como: "Vamos diminuir o CAC em 15% nos próximos 6 meses, ajustando a nutrição de leads na fase de consideração".

O impacto da automação nos seus KPIs

É aqui que a automação entra em campo para ser sua melhor jogadora. Cada fluxo automatizado criado a partir do mapa precisa ter um objetivo claro: melhorar um desses indicadores.

Pense num cenário real: seu mapa mostra que muita gente cancela a assinatura no primeiro mês (o famoso churn, que destrói o LTV). Investigando, você descobre que o problema é um onboarding confuso.

A solução? Você cria um fluxo de automação com e-mails e mensagens no WhatsApp para guiar o novo cliente passo a passo. O resultado? A taxa de ativação de novas contas sobe 30% e o churn do primeiro mês cai pela metade. Pronto, agora você tem números para provar o retorno do seu investimento em experiência do cliente.

A jornada do consumidor no Brasil está cada vez mais fragmentada. A gente sabe que comportamentos como streaming, scrolling, searching e shopping se misturam em 85% das interações das pessoas. Isso torna o trabalho de mapear ainda mais desafiador e exige ajustes constantes para entregar valor em cada etapa. Para se aprofundar, vale conferir as recomendações do Google sobre o tema.

No final do dia, usar o mapa como seu guia transforma a gestão da experiência do cliente. Ela deixa de ser vista como um centro de custo e se torna um centro de lucro, provando com dados que investir na jornada é, sem rodeios, investir no crescimento do negócio.

Dúvidas comuns sobre o mapa da jornada do cliente

É normal surgirem dúvidas quando chega a hora de colocar a mão na massa e desenhar o mapa da jornada do cliente. Vamos responder às perguntas mais frequentes para que você possa criar o seu com mais confiança e, principalmente, transformar esse mapa em uma ferramenta que realmente gera resultados.

Com que frequência eu preciso atualizar o mapa da jornada?

Pense no seu mapa como um organismo vivo, não como uma foto antiga na parede. O ideal é revisitá-lo a cada 6 a 12 meses para ter certeza de que ele continua fazendo sentido.

Mas, atenção: mudanças importantes no seu negócio pedem uma atualização imediata. Lançou um produto novo? Mudou completamente o processo de onboarding? Percebeu um novo padrão de reclamações nos tickets de suporte? Tudo isso é motivo para abrir o mapa e ajustar o que for preciso. Ele precisa sempre refletir a experiência real do seu cliente, hoje.

Mapa da jornada do cliente e funil de vendas não são a mesma coisa?

Essa confusão é super comum, mas a diferença é gigantesca. O funil de vendas olha para o processo do ponto de vista da sua empresa. É um caminho mais reto e simples, focado em levar um lead da descoberta até a compra, com aquelas etapas clássicas de topo, meio e fundo.

Já o mapa da jornada do cliente vira a câmera para o outro lado. O foco é 100% no cliente. Por isso, ele é muito mais rico, detalhado e, o mais importante, empático.

O mapa não mostra só o que o cliente faz, mas também o que ele pensa, sente e onde ele interage com a sua marca — antes, durante e muito depois da venda. Ele abraça toda a parte de uso do produto e fidelização, algo que o funil de vendas tradicional deixa totalmente de lado.

E se eu ainda não tiver muitos dados? Posso criar um mapa mesmo assim?

Pode e deve! Se você não tem um mar de dados, não tem problema. O seu primeiro passo será criar um mapa da jornada baseado em hipóteses. Comece com o que você já sabe: use dados de mercado, dê uma espiada no que os concorrentes estão fazendo e, claro, converse com sua equipe de vendas e suporte.

Encare essa primeira versão como um rascunho, um ponto de partida. A partir daí, sua prioridade número um é começar a coletar dados reais para validar (ou corrigir) essas suposições o quanto antes.

  • Converse com seus primeiros clientes: Uma chamada de 15 minutos pode te dar insights que você nem imaginava.
  • Use o básico de análise: Instale o Google Analytics para ver como as pessoas se comportam no seu site.
  • Faça pesquisas simples: Um formulário de feedback logo após a compra já é uma mina de ouro.

O segredo é começar pequeno, com o que você tem em mãos. O mapa vai evoluir junto com o crescimento da sua base de clientes e do seu volume de dados. O importante é não deixar a busca pelo "mapa perfeito" impedir você de dar o primeiro passo.


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