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De uma forma bem simples, opt in é o consentimento explícito que uma pessoa dá para receber comunicações da sua empresa, seja por e-mail, WhatsApp ou outro canal. Pense nisso como um "aperto de mão digital": a pessoa autoriza ativamente o contato, e a sua mensagem passa a ser algo esperado e bem-vindo.

O que é opt in na prática?

Aperto de mãos digital com uma mão humana e outra pixelada, simbolizando um acordo online ou opt-in de e-mail.

O opt in vai muito além de um simples cadastro. Ele é a base do marketing de permissão. Em vez de interromper as pessoas com mensagens que elas não pediram, você começa um diálogo com quem realmente mostrou interesse no que sua empresa oferece.

Essa abordagem não só respeita a privacidade do usuário, como também fortalece a reputação da sua marca. Quando alguém preenche um formulário e marca uma caixinha de consentimento, essa pessoa está, na verdade, iniciando um relacionamento de confiança com você.

Por que o opt in é crucial para sua estratégia?

Implementar uma boa estratégia de opt in traz resultados que vão muito além de simplesmente aumentar sua lista de contatos. O impacto é direto na performance e até na segurança das suas campanhas.

  • Melhora a entregabilidade: Provedores como Gmail e Outlook dão preferência para remetentes cujas mensagens são abertas e clicadas. Com uma lista de contatos que deram opt in, suas taxas de engajamento disparam, mostrando para os provedores que seu conteúdo é relevante, não spam.
  • Aumenta a qualidade dos leads: Ao pedir o consentimento, você automaticamente filtra os curiosos e atrai pessoas que têm um interesse genuíno nas suas soluções. O resultado? Leads muito mais qualificados e com maior potencial de conversão no futuro.
  • Garante a conformidade legal: No Brasil, o opt in é o que garante que sua empresa esteja em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), evitando multas e problemas legais bem sérios.

O opt in é a peça-chave que transforma o marketing de interrupção em marketing de permissão. Ele garante que sua mensagem não seja apenas entregue, mas também esperada e valorizada por quem a recebe.

Sem um processo de opt in claro, o risco de suas mensagens caírem na caixa de spam é enorme. Para PMEs e startups que buscam previsibilidade no funil de vendas, gerenciar o consentimento é fundamental. Não à toa, 52% dos profissionais planejam investir em automação de e-mail e 48% focam em personalização para ter melhores resultados, acompanhando o crescimento do setor.

Para começar com o pé direito, é bom se familiarizar com os termos da área. Nosso glossário de email marketing é um ótimo ponto de partida.

O impacto direto de uma boa estratégia de opt in

Veja rapidamente como o opt in influencia positivamente as principais áreas do seu marketing.

Área de Impacto Benefício Direto
Relacionamento com o Cliente Constrói uma base de confiança e transparência desde o primeiro contato.
Taxas de Conversão Aumenta a probabilidade de vendas, pois os leads são mais qualificados.
Reputação da Marca Posiciona a empresa como ética e respeitosa com a privacidade do consumidor.
Análise de Dados Gera métricas mais precisas, pois o público engajado fornece dados mais fiéis.
ROI de Marketing Otimiza o investimento, focando esforços em um público que realmente quer ouvir você.

Em resumo, o opt in não é apenas uma formalidade técnica ou legal. É uma decisão estratégica que alinha suas ações de marketing com o que o consumidor moderno espera: respeito, relevância e um diálogo de mão dupla.

Single opt-in vs. double opt-in: qual o melhor para o seu negócio?

Na hora de criar seus formulários de captura, você vai se deparar com uma decisão fundamental: usar o método single opt-in ou o double opt-in? Essa escolha não é só um detalhe técnico. Ela afeta diretamente a qualidade da sua lista, a velocidade com que ela cresce e até a sua reputação como remetente de e-mails.

Ilustração mostrando a diferença entre o processo de single opt-in e double opt-in para inscrição em listas de e-mail.

Vamos pensar de forma simples. O single opt-in é o caminho mais curto: a pessoa preenche o formulário, clica em "enviar" e, pronto, já faz parte da sua lista. Sem nenhuma etapa extra.

Já o double opt-in adiciona uma camada de segurança. Depois de preencher o formulário, o usuário recebe um e-mail automático pedindo para ele clicar em um link e confirmar que realmente quer se inscrever. Só depois desse clique é que o contato entra oficialmente na sua base.

As vantagens e desvantagens do single opt-in

Pense no single opt-in como uma troca de cartões de visita num evento. É rápido, direto e sem complicações. A grande vantagem aqui é a redução do atrito. Como não exige um passo a mais, a taxa de inscrição costuma ser maior, e sua lista cresce mais rápido.

Mas essa facilidade tem um preço. Esse método é muito mais vulnerável a erros de digitação, e-mails inválidos ou até inscrições feitas por robôs. O resultado? Taxas de bounce (e-mails que não são entregues) mais altas, o que pode manchar sua reputação de envio com os provedores de e-mail.

  • Prós: Crescimento acelerado da lista, menos barreiras para o usuário e um processo de cadastro super simples.
  • Contras: Maior chance de receber e-mails inválidos, qualidade geral dos leads mais baixa e o risco de prejudicar sua entregabilidade com muitos bounces.

Por que o double opt-in é mais seguro e eficaz

Agora, o double opt-in é como adicionar alguém no WhatsApp e essa pessoa te responder na hora, confirmando que salvou seu contato. É uma prova clara de interesse e, mais importante, garante que o e-mail informado é real e que o dono daquele endereço quer mesmo ouvir de você.

O double opt-in não é apenas uma boa prática de marketing; é uma estratégia de defesa. Ele blinda a reputação do seu domínio, melhora as taxas de entrega e constrói uma base de leads com engajamento comprovado desde o primeiro dia.

É verdade que o processo pode diminuir um pouco o volume total de novas inscrições, já que algumas pessoas esquecem de confirmar. No entanto, a qualidade dos leads que completam o processo compensa — e muito. Cada contato que passa pela dupla confirmação é um lead genuinamente interessado, com uma probabilidade muito maior de abrir seus e-mails e, eventualmente, comprar de você.

No Brasil, os resultados falam por si. Newsletters que usam um processo de opt-in bem estruturado chegam a ter um CTR de 5,71% e taxas de abertura de 48,31%. Isso é muito acima da média geral de 2,62% em cliques. Além disso, a LGPD exige um consentimento claro, e o double opt-in é a maneira mais robusta de provar que você o obteve. Não é à toa que 26,5% dos profissionais já usam a conversão via opt-in como uma métrica-chave. Você pode ver mais dados sobre o cenário do marketing no Brasil para entender o impacto.

Análise comparativa entre single e double opt-in

Para facilitar sua decisão, montamos um resumo prático para ajudar você a decidir qual método se encaixa melhor na sua estratégia.

Critério Single Opt-in Double Opt-in
Velocidade de Crescimento Rápido, ideal para quem busca volume. Mais lento, focado em crescimento sustentável.
Qualidade dos Leads Menor, com mais risco de erros e spam. Altíssima, com contatos verificados e engajados.
Taxas de Engajamento Tendem a ser mais baixas a longo prazo. Significativamente mais altas desde o início.
Proteção da Reputação Mais vulnerável a altas taxas de bounce. Forte proteção contra spam e e-mails inválidos.
Conformidade com a LGPD Suficiente, se bem documentado. Ideal, pois cria uma prova incontestável de consentimento.

Então, qual caminho seguir? Se o objetivo é capturar contatos rapidamente em uma situação específica, como um evento presencial, o single opt-in pode ser uma opção. Contudo, para construir uma estratégia de longo prazo, proteger sua reputação e estar totalmente alinhado à LGPD, o double opt-in é, sem dúvida, a escolha mais inteligente e segura.

Como garantir que seu marketing esteja de acordo com a LGPD

Entender o que é opt-in deixou de ser apenas uma boa prática de marketing para se tornar uma obrigação legal no Brasil. A chegada da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) mudou completamente as regras do jogo sobre como as empresas podem coletar, guardar e usar dados pessoais. E no centro de tudo isso está o consentimento.

Na prática, a LGPD é bem clara: o consentimento precisa ser livre, informado e inequívoco. Aquela velha prática de simplesmente pegar um e-mail e adicioná-lo a uma lista sem autorização expressa? Acabou. Agora, a permissão tem que ser explícita e, mais importante, você precisa ser capaz de provar que a recebeu. É aqui que o opt-in se torna seu maior aliado.

O opt-in como sua prova legal

Pense no processo de opt-in como um aperto de mão digital, um contrato. Cada vez que uma pessoa marca uma caixinha ou clica em um link para confirmar o e-mail, ela está formalizando um acordo, dando a você permissão para entrar em contato. Esse registro é o seu documento.

O método double opt-in, em particular, é como ter uma testemunha assinando esse contrato. Aquele e-mail de confirmação é a prova definitiva de que o dono daquele endereço realmente pediu para entrar na sua lista. Se um dia sua empresa for questionada, esse registro é a evidência que você precisa para mostrar que agiu corretamente.

A LGPD não pune apenas quem usa dados sem permissão. Ela também penaliza quem não consegue provar que obteve essa permissão. O processo de opt-in é a sua maior garantia de que o consentimento foi dado por vontade própria e pode ser verificado a qualquer momento.

As consequências de ignorar essas regras são bem sérias. As multas aplicadas pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) podem chegar a 2% do faturamento da empresa, com um teto de R$ 50 milhões por infração.

Mas o prejuízo vai além do financeiro. O dano à reputação de uma marca pode ser devastador. Uma empresa que não respeita a privacidade dos seus clientes perde a confiança do público, e reconquistar essa confiança é muito mais difícil do que pagar qualquer multa.

Traduzindo a lei para a rotina do marketing

Se adequar à LGPD não precisa ser um bicho de sete cabeças. Na verdade, a lei nos força a fazer um marketing melhor: mais honesto, mais focado e, no fim das contas, mais eficaz. Adotar uma política de opt-in rigorosa significa que você vai construir uma base de contatos que realmente quer ouvir o que você tem a dizer.

Para garantir que sua operação esteja segura, siga estas dicas essenciais:

  • Seja transparente: Deixe claro no seu formulário para que os dados serão usados. Algo simples como: "para receber nossa newsletter semanal com dicas de marketing".
  • Nada de caixas pré-marcadas: A pessoa precisa fazer a ação de consentir. Não presuma que ela concorda.
  • Facilite a saída: O caminho para se descadastrar (opt-out) precisa ser tão fácil quanto o de se inscrever. Um link de "descadastro" visível em todas as comunicações é obrigatório.
  • Guarde tudo: Mantenha um registro de quando e como cada consentimento foi obtido. Isso inclui o texto exato que a pessoa viu e aceitou.

Ao seguir esses passos, você não só evita dores de cabeça com a lei, mas constrói uma relação de confiança com seu público. Para se aprofundar no assunto, confira nosso guia sobre como criar uma política de privacidade alinhada à LGPD.

Como criar formulários de opt-in que realmente convertem

Entender o que é opt-in e a sua importância legal é só o começo. Agora, vamos à parte prática: como convencer alguém a preencher o seu formulário? A resposta está em uma combinação fina entre design inteligente (UX) e um texto que convence (copywriting).

Pense no formulário de opt-in não como um simples coletor de e-mails, mas como o primeiro aperto de mão com seu futuro cliente. Se essa primeira impressão for confusa, lenta ou desinteressante, você perde a chance de começar um relacionamento.

Os princípios de UX para formulários que funcionam

A experiência do usuário (UX) é o alicerce de qualquer formulário que gera resultados. O objetivo é claro: eliminar qualquer obstáculo e tornar a inscrição um processo tão simples e rápido que a pessoa nem precise pensar para fazer.

Aqui estão os pilares de um bom design:

  • Menos é mais: Peça apenas o que é estritamente necessário. Na maioria das vezes, o e-mail já basta. Talvez o primeiro nome, para personalizar a comunicação. Cada campo a mais é um convite para a pessoa desistir no meio do caminho.
  • Design responsivo é obrigatório: Não tem negociação aqui. Seu formulário precisa ter uma aparência impecável e ser fácil de usar em qualquer tela, do desktop ao celular. Se o usuário tiver que dar zoom para acertar o campo no smartphone, ele vai simplesmente fechar a página.
  • Posicionamento estratégico: Onde você coloca o formulário faz toda a diferença. Pense em locais de alta visibilidade: no topo da página, ao final de um artigo de blog que acabou de resolver uma dúvida do leitor, ou até em um pop-up de saída bem pensado para capturar a atenção antes que a pessoa vá embora.

A imagem abaixo mostra um ótimo exemplo de um formulário limpo e direto. Cada elemento foi colocado ali para facilitar a vida do usuário.

Repare como o foco é total na ação: um título claro, pouquíssimos campos e um botão (CTA) que salta aos olhos.

O poder do texto para gerar uma ação

Se o design constrói a estrada, o texto (ou copy) é a placa que convence a pessoa a seguir por ela. Um bom texto não só informa, ele cria desejo e mostra o valor da troca de forma imediata.

Um formulário de opt-in de sucesso responde, de cara, à pergunta do usuário: "O que eu ganho com isso?". Seu texto precisa deixar o benefício tão claro que digitar o e-mail pareça um excelente negócio.

Para escrever um texto que realmente funciona, foque nestes pontos:

  • CTAs (Chamadas para Ação) específicos: Fuja do genérico "Cadastrar". Use algo que reforce o benefício. Por exemplo: "Quero receber as dicas", "Baixar meu e-book agora" ou "Garantir meu cupom de 10%".
  • Consentimento transparente: Deixe claro o que a pessoa vai receber. Um texto simples como "Concordo em receber e-mails com novidades e ofertas" ao lado de uma caixinha de seleção não só cumpre as regras da LGPD, como também constrói confiança.
  • Ofereça uma isca digital de valor: A maneira mais eficiente de turbinar as inscrições é oferecer algo realmente útil em troca do contato. Pode ser um e-book, um webinar exclusivo, um template prático ou um cupom de desconto. O segredo é que o valor percebido da sua "isca" seja muito maior do que o "esforço" de fornecer os dados.

Otimizando cada um desses pontos — da simplicidade do design à clareza da sua oferta — você transforma um simples formulário em uma verdadeira máquina de gerar leads. Para se aprofundar no assunto, confira nosso guia completo sobre como montar um formulário para geração e conversão de leads e comece a aplicar as melhores táticas.

Automatizando seus fluxos de opt-in para escalar resultados

Depois que um visitante preenche o seu formulário, o verdadeiro trabalho começa. É aqui que a automação entra em campo para transformar um simples opt-in em uma experiência profissional e personalizada. Criar fluxos inteligentes não só economiza um tempo valioso da sua equipe, mas também acelera a jornada do lead pelo funil de vendas desde o primeiro segundo.

Pense nessa automação como uma linha de montagem bem azeitada. Cada etapa é desenhada para guiar o novo contato de forma fluida, garantindo que ele receba a informação certa na hora certa, sem que você precise intervir manualmente em cada nova inscrição.

Construindo seu fluxo de automação passo a passo

Tudo começa, claro, no formulário. A partir do momento em que o usuário clica em "enviar", uma sequência de ações programadas precisa ser disparada na hora.

  1. E-mail de confirmação (Double Opt-in): Se você está usando o método double opt-in, o primeiro disparo automático é o e-mail de confirmação. Esse e-mail precisa ser simples e direto, com um único objetivo: fazer a pessoa clicar no link para validar o endereço. Mantenha o texto limpo e o botão de confirmação bem destacado.
  2. Página de agradecimento otimizada: Após a confirmação (ou logo depois do envio, no caso do single opt-in), o usuário deve cair em uma página de agradecimento. Não desperdice esse espaço! Use-o para entregar o material prometido (como um e-book), sugerir um próximo passo (como seguir nas redes sociais) ou até apresentar um vídeo de boas-vindas.

A imagem abaixo mostra exatamente como a experiência do usuário, a copy e a conversão se conectam nesse processo inicial.

Fluxograma detalhando o processo de formulário em três etapas: UX (mouse), Copy (caneta) e Conversão (gráfico de barras), com setas indicando o fluxo.

Cada um desses pontos depende do outro para criar um caminho sem obstáculos, que realmente incentive a pessoa a finalizar a inscrição.

Nutrindo o lead desde o primeiro contato

Com o lead confirmado e na sua base, a automação continua trabalhando para construir um relacionamento. É aqui que você transforma o interesse inicial em engajamento de verdade.

  • Segmentação automática: Com base na origem do lead (por exemplo, qual formulário ele preencheu), a automação pode adicioná-lo a listas específicas. Alguém que baixou um guia sobre "marketing para iniciantes" vai para uma lista diferente de quem pediu um orçamento. Isso permite uma comunicação muito mais relevante.
  • Sequência de boas-vindas: Assim que a confirmação acontece, dispare uma sequência de 2 a 3 e-mails de boas-vindas. O primeiro pode se apresentar e entregar o valor prometido. O segundo, compartilhar seu melhor conteúdo. O terceiro pode fazer uma pergunta para incentivar uma resposta e começar um diálogo.
  • Integração com o CRM: O passo final é garantir que esse novo lead, com todas as informações de origem e tags, seja enviado automaticamente para o seu CRM. Isso alinha marketing e vendas, garantindo que o time comercial tenha todo o contexto necessário quando for abordar o lead.

Automação não é sobre enviar e-mails em massa. É sobre criar uma experiência individual em escala, fazendo com que cada novo lead se sinta único e compreendido desde o primeiro momento.

Ao automatizar esses fluxos, você garante consistência e profissionalismo, além de ser muito mais eficiente. Para quem usa plataformas como a RD Station, por exemplo, configurar esses gatilhos é um processo bem intuitivo. Se quiser um guia detalhado, aprenda mais sobre como fazer e-mail marketing no RD Station em nosso artigo completo sobre o tema.

No fim das contas, é essa estrutura bem montada que permite escalar seus resultados sem perder a qualidade no relacionamento.

Dúvidas frequentes sobre opt-in

Mesmo com tudo claro, sempre pintam algumas dúvidas na hora de colocar o opt-in para rodar. Separei aqui as perguntas que mais ouço no dia a dia para te ajudar a resolver qualquer questão prática que apareça.

Preciso de um novo opt-in para os meus contatos antigos?

A resposta curta é: muito provavelmente, sim. A LGPD é clara: você precisa ter como provar que a pessoa deu o consentimento. Se você não tem um registro de como e quando conseguiu a permissão daquela sua base mais antiga, o caminho mais seguro é fazer uma campanha de reengajamento.

Pense nisso como um convite para eles renovarem os votos com a sua marca. Além de deixar tudo nos conformes com a lei, essa é uma ótima oportunidade de limpar sua lista e garantir que você está falando apenas com quem realmente quer te ouvir.

Comprar listas de e-mail ainda é uma boa ideia?

Definitivamente não. Além de ser uma prática que vai totalmente contra a LGPD, comprar listas de e-mail é um tiro no pé para a sua estratégia de marketing. São pessoas que nunca ouviram falar de você e não pediram para receber seus e-mails, o que significa que as chances de marcarem suas mensagens como spam são altíssimas.

Comprar listas é a receita perfeita para destruir a reputação do seu domínio de envio. Quando isso acontece, nem os e-mails para quem realmente deu opt-in chegam mais na caixa de entrada. É um prejuízo enorme para toda a operação.

E o opt-in para canais como o WhatsApp, como funciona?

A lógica é a mesma do e-mail: a pessoa precisa dizer, de forma clara e direta, que topa receber suas mensagens por ali.

Você pode conseguir essa permissão de algumas maneiras bem práticas:

  • Checkbox em um formulário: Algo como "Quero receber novidades e ofertas pelo WhatsApp". Simples e direto.
  • QR Code na sua loja ou site: Um código que, ao ser lido, já abre uma conversa com uma mensagem de confirmação.
  • Botão no site: Um Call-to-Action claro, como "Fale com a gente no WhatsApp", que mostra a intenção de iniciar um papo.

O segredo é sempre guardar a prova desse consentimento e, claro, oferecer um jeito fácil para a pessoa sair da lista quando quiser.

Qual a diferença entre opt-in e opt-out?

São os dois lados da mesma moeda, e ambos são cruciais. O opt-in é quando a pessoa te dá o "sim", a permissão para iniciar a conversa. É a porta de entrada.

Já o opt-out é o momento do "não, obrigado", quando ela decide retirar o consentimento e se descadastrar. Tanto a lei quanto as boas práticas de marketing mandam que o caminho para sair seja tão simples quanto foi para entrar. Por isso, aquele link de "descadastro" bem visível no final de cada mensagem é indispensável.


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