{"id":2802,"date":"2019-12-23T00:00:00","date_gmt":"2019-12-23T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/rockcontent.com\/br\/2019\/12\/23\/as-eras-do-seo\/"},"modified":"2025-09-19T14:38:46","modified_gmt":"2025-09-19T17:38:46","slug":"as-eras-do-seo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/as-eras-do-seo\/","title":{"rendered":"Pr\u00e9-hist\u00f3ria, industrial, renascentista e iluminista: as quatro eras do SEO"},"content":{"rendered":"<p>Ao olhar o t\u00edtulo deste artigo, talvez voc\u00ea tenha se assustado: \u201cser\u00e1 que vou ter que voltar para as aulas de hist\u00f3ria da escola\u201d!? <\/p>\n<p>Calma, n\u00e3o \u00e9 bem isso! <\/p>\n<p>Estamos aqui para falar das quatro eras do <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/o-que-e-seo\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">SEO<\/a>, que podem ser divididas em quatro per\u00edodos: pr\u00e9-hist\u00f3ria, industrial, renascentista e iluminista.<\/p>\n<p>Essa retomada hist\u00f3rica mostra como se deu a <strong>evolu\u00e7\u00e3o do mercado de SEO at\u00e9 o momento que vivemos hoje<\/strong>, em que a intelig\u00eancia do algoritmo entende at\u00e9 as inten\u00e7\u00f5es de busca dos usu\u00e1rios e prev\u00ea seus comportamentos.<\/p>\n<p>At\u00e9 chegar a esse momento, por\u00e9m, as estrat\u00e9gias de otimiza\u00e7\u00e3o e a tecnologia do Google j\u00e1 mudaram bastante. Podemos perceber que essa evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 impulsionada por alguns fatores, como:<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>as mudan\u00e7as de tecnologia;<\/li>\n<li>as mudan\u00e7as no comportamento de busca;<\/li>\n<li>as pr\u00e1ticas de black hat.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Sempre que h\u00e1 mudan\u00e7as nesses fatores, h\u00e1 uma rea\u00e7\u00e3o dos buscadores para oferecer uma melhor experi\u00eancia ao usu\u00e1rio. A populariza\u00e7\u00e3o dos smartphones, por exemplo, mostrou ao Google que o <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/algoritmo-do-google\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">algoritmo de busca<\/a> deveria priorizar os sites responsivos nos resultados da busca. <\/p>\n<p>O uso de <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/keyword-stuffing\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"keyword stuffing (abre numa nova aba)\">keyword stuffing<\/a>, outro exemplo, fez com que os buscadores adotassem novos crit\u00e9rios de classifica\u00e7\u00e3o dos sites.<\/p>\n<p>E, sempre que o Google atualiza seu algoritmo, o mercado de SEO se movimenta para adaptar as estrat\u00e9gias ao que o buscador deseja. Se keyword stuffing n\u00e3o funciona mais, por exemplo, os sites precisam focar na produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fados relevantes com uma linguagem natural.<\/p>\n<p>S\u00e3o essas engrenagens que fazem o SEO evoluir e passar pelas quatro eras que vamos analisar neste artigo. Quer saber mais sobre a hist\u00f3ria da otimiza\u00e7\u00e3o para mecanismos de busca? Ent\u00e3o, acompanhe agora:<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A pr\u00e9-hist\u00f3ria do SEO: surgimento dos buscadores e do black hat<\/h2>\n<p>Era uma vez a World Wide Web. Criada na d\u00e9cada de 1990 por Tim Berners-Lee, ela consistia em uma cole\u00e7\u00e3o de documentos interligados por meio de links e URLs. Com o passar dos anos, ela passou a agregar milhares de p\u00e1ginas, com uma infinidade de informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Come\u00e7ava a\u00ed a pr\u00e9-hist\u00f3ria do SEO. \u00c0 medida que a quantidade de informa\u00e7\u00f5es na web aumentava, crescia tamb\u00e9m a <strong>necessidade de organizar as p\u00e1ginas no ambiente virtual<\/strong>. Afinal, elas se tornaram fonte de pesquisa para as pessoas no mundo inteiro.<\/p>\n<p>Com isso, surgiram os primeiros <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/site-de-busca\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">mecanismos de busca<\/a>. Eles organizavam as p\u00e1ginas na mesma l\u00f3gica de cat\u00e1logos impressos: em ordem alfab\u00e9tica ou por assunto. <\/p>\n<p>Enquanto a quantidade de links ainda era baixa, era f\u00e1cil um site aparecer por l\u00e1: bastava se cadastrar nos \u00edndices. Por\u00e9m, as coisas come\u00e7aram a ficar mais complexas quando a cria\u00e7\u00e3o de sites se popularizou.<\/p>\n<p>Foi a\u00ed que um importante ator desse mercado entrou em cena: Larry Page e Sergey Brin lan\u00e7aram o Google em 1998. <\/p>\n<p>O buscador chegou ao mercado de buscas com uma inova\u00e7\u00e3o: o <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/o-que-e-pagerank\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">PageRank<\/a>, um algoritmo que classificava os sites com base em diferentes crit\u00e9rios para mostrar sempre os melhores resultados nos primeiros lugares.<\/p>\n<p>O mecanismo rastreava os links e indexava as p\u00e1ginas a partir de <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/o-que-sao-palavras-chave\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">palavras-chave<\/a> identificadas no seu c\u00f3digo e conte\u00fado. Depois, vinha o grande diferencial do algoritmo: <strong>o rankeamento do site baseado na sua rela\u00e7\u00e3o com outros sites da web<\/strong>.<\/p>\n<p>A l\u00f3gica era a mesma dos trabalhos acad\u00eamicos: quanto mais um autor \u00e9 referenciado, mais qualidade e credibilidade ele tem. Assim tamb\u00e9m era com as p\u00e1ginas: \u00e0 medida que recebem mais links, elas aumentam sua relev\u00e2ncia para os usu\u00e1rios.<\/p>\n<p>Assim, os sites come\u00e7aram a perceber quais estrat\u00e9gias deveriam adotar para aparecer nas primeiras posi\u00e7\u00f5es do Google. Dois fatores eram o foco nessa primeira era do SEO: <strong>palavras-chave e backlinks<\/strong>.<\/p>\n<p>O trabalho de <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/seo-tecnico\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">SEO t\u00e9cnico<\/a> era respons\u00e1vel por inserir o maior n\u00famero de palavras-chave poss\u00edvel nas <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/meta-tags\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">meta tags<\/a>, especialmente as meta keywords, que o Google considerava para a indexa\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, elas tamb\u00e9m entravam repetidamente no conte\u00fado da p\u00e1gina \u2014 inclusive com pr\u00e1ticas maliciosas, como o uso de palavras-chave na mesma cor do fundo da p\u00e1gina, o que s\u00f3 servia para ludibriar o rob\u00f4 do buscador.<\/p>\n<p>A busca por links externos tamb\u00e9m abrangia algumas pr\u00e1ticas um tanto question\u00e1veis. Alguns <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/backlinks\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"backlinks (abre numa nova aba)\">backlinks<\/a> surgiam naturalmente, porque o conte\u00fado da p\u00e1gina era bom e merecia ser referenciado. <\/p>\n<p>Mais comum, por\u00e9m, era colocar links em todos os lugares poss\u00edveis, como diret\u00f3rios de sites e caixas de coment\u00e1rios de blogs e portais de not\u00edcias, mesmo quando eles n\u00e3o tinham qualquer relev\u00e2ncia naquele espa\u00e7o. <\/p>\n<p>Outra pr\u00e1tica mais ousada era a cria\u00e7\u00e3o de \u201cfazendas de links\u201d (link farms), que n\u00e3o tinham outro conte\u00fado sen\u00e3o links para outras p\u00e1ginas.<\/p>\n<p>Ao perceber essas pr\u00e1ticas, o Google reagiu. Assim, a pr\u00e9-hist\u00f3ria do SEO estava com os dias contados.<\/p>\n[rock-convert-cta id=&#8221;64302&#8243;]\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A era industrial do SEO: guinada para uma busca mais personalizada<\/h2>\n<p>A era <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/industria-4-0\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">industrial<\/a> do SEO come\u00e7a marcada pelas rea\u00e7\u00f5es do Google ao <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/black-hat\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">black hat<\/a>, na inten\u00e7\u00e3o de qualificar o sistema de indexa\u00e7\u00e3o e rankeamento.&nbsp;<\/p>\n<p>O buscador adotou <strong>medidas contra as pr\u00e1ticas maliciosas que prejudicam a experi\u00eancia do usu\u00e1rio<\/strong>. Keyword stuffing (excesso de palavras-chave) e link farms (fazendas de links), por exemplo, foram combatidos com atualiza\u00e7\u00f5es no algoritmo, que penalizaram os sites que adotavam essas pr\u00e1ticas.<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img data-opt-id=564991095  fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/cb:AiM1.588\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/f:best\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/main-qimg-bce9dd3715038822166404f38d6fb82f.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-44121\" \/><figcaption><em> Fonte: <\/em><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.quora.com\/What-is-%E2%80%98Keyword-Stuffing-%E2%80%99-in-SEO\" target=\"_blank\"><em>Quora<\/em><\/a><em> <\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>Al\u00e9m disso, o Google qualificou o PageRank. Agora, em vez de considerar apenas a quantidade de backlinks que uma p\u00e1gina recebia, ela passou a analisar tamb\u00e9m a sua qualidade. <\/p>\n<p>Portanto, n\u00e3o adiantava mais conseguir o maior n\u00famero poss\u00edvel de backlinks \u2014 era preciso busc\u00e1-los em sites de qualidade, com autoridade, conte\u00fado relevante e a confian\u00e7a do Google.<\/p>\n<p>Com essas mudan\u00e7as, os sites precisaram se adaptar. O SEO n\u00e3o focava mais no excesso de palavras-chave ou no uso de meta keywords (que logo deixariam de ser um dos <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/fatores-de-rankeamento-do-google\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">fatores de rankeamento<\/a>).<\/p>\n<p>O SEO deixava de ser t\u00e3o t\u00e9cnico e passava a <strong>focar na produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fados relevantes para o p\u00fablico<\/strong>. Os conte\u00fados, ent\u00e3o, passaram a ser produzidos em \u201cescala industrial\u201d e se proliferaram \u2014 em muitos casos, sem qualquer planejamento ou prop\u00f3sito.<\/p>\n<p>Apesar da produ\u00e7\u00e3o desenfreada, come\u00e7ava assim um primeiro movimento das estrat\u00e9gias de SEO focadas nos usu\u00e1rios. Afinal, \u00e9 para atender as necessidades deles \u2014 e n\u00e3o dos rob\u00f4s de busca \u2014 que os sites existem.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a busca por links externos passou a ser direcionada pela qualidade, n\u00e3o mais pela quantidade. Assim, os sites procuravam produzir conte\u00fados relevantes que merecessem ser linkados, al\u00e9m de criar parcerias com outros sites confi\u00e1veis para gerar backlinks.<\/p>\n<p>As mudan\u00e7as da era industrial entram tamb\u00e9m no contexto de uma transforma\u00e7\u00e3o no comportamento dos usu\u00e1rios. Em uma \u00e9poca em que a web se populariza e os ve\u00edculos tradicionais de comunica\u00e7\u00e3o se retraem, o conte\u00fado online ganha for\u00e7a.<\/p>\n<p>Cada vez mais as pessoas usam a internet para pesquisar informa\u00e7\u00f5es, consumir conte\u00fados em texto, foto e v\u00eddeo e se relacionar com outras pessoas. Por isso, os sites passam a entregar <strong>conte\u00fados mais qualificados, que informam, educam ou entret\u00eam o p\u00fablico<\/strong>. <\/p>\n<p>Os mecanismos de busca tamb\u00e9m passam a ser cada vez mais usados, como um or\u00e1culo que responde as d\u00favidas do dia a dia.<\/p>\n<p>De olho nesses novos comportamentos, o Google d\u00e1 os primeiros passos na transforma\u00e7\u00e3o da busca em algo individual e personalizado. O usu\u00e1rio que buscasse por um restaurante, por exemplo, veria resultados adequados \u00e0 sua localiza\u00e7\u00e3o e ao seu hist\u00f3rico de buscas e de navega\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Afinal, os resultados que s\u00e3o mais importantes para ele (e aparecem nas primeiras posi\u00e7\u00f5es) podem n\u00e3o ser para outro usu\u00e1rio.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o Google adota o conceito de busca universal: qualquer conte\u00fado que estivesse na web poderia ser encontrado ali, independentemente do seu formato. <\/p>\n<p>Assim, a busca passou a apresentar resultados do Google Imagens, Google Not\u00edcias, Google Acad\u00eamico, YouTube, Google Maps, Google Shopping, entre outras verticais do buscador.<\/p>\n<p>Os buscadores estavam preparados, ent\u00e3o, para <strong>apresentar resultados mais personalizados e diversificados<\/strong> e, assim, entregar as melhores respostas para cada pessoa.<\/p>\n<p>A era industrial do SEO, portanto, representou uma guinada do SEO t\u00e9cnico e das pr\u00e1ticas de black hat para as estrat\u00e9gias focadas nos usu\u00e1rios. Mas elas ainda tinham muito a evoluir.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A era renascentista do SEO: foco na experi\u00eancia do usu\u00e1rio<\/h2>\n<p>Se a era industrial foi uma guinada para uma busca mais personalizada, a era renascentista representa um amadurecimento do olhar para o usu\u00e1rio com foco na sua experi\u00eancia completa de busca.<\/p>\n<p>Os usu\u00e1rios ficaram mais exigentes com os sites e com os buscadores. A web j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 algo novo: eles j\u00e1 est\u00e3o habituados a navegar pelas p\u00e1ginas, interagir nas <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/tudo-sobre-redes-sociais\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">redes sociais<\/a> e buscar qualquer informa\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Agora, eles querem respostas r\u00e1pidas e exatas para o que procuram, e o Google j\u00e1 se tornou um assistente pessoal para auxiliar em qualquer d\u00favida.<\/p>\n<p>Nesse contexto, o buscador inicia alguns movimentos para <strong>fornecer respostas mais r\u00e1pidas<\/strong>. O Google Suggest, por exemplo, surgiu para ajudar os usu\u00e1rios a definir a palavra-chave que est\u00e3o buscando. <\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img data-opt-id=292368136  fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/cb:AiM1.588\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/f:best\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/Screenshot_83.png\" alt=\"Google Suggest\" class=\"wp-image-44122\" \/><\/figure>\n<\/div>\n<p>O Google Instant passou a exibir os resultados enquanto o usu\u00e1rio digitava o termo de busca, e o Knowledge Graph entregava respostas prontas ali mesmo na SERP.<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img data-opt-id=1090024225  fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/cb:AiM1.588\/w:1024\/h:498\/q:mauto\/f:best\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/Screenshot_84-1024x498.png\" alt=\"Knowledge Graph\" class=\"wp-image-44123\" \/><\/figure>\n<\/div>\n<p>Outras iniciativas do Google marcaram tamb\u00e9m a era renascentista do SEO: a defini\u00e7\u00e3o da velocidade e da <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/site-responsivo-para-o-google\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">responsividade<\/a> das p\u00e1ginas como fatores de rankeamento. <\/p>\n<p>Afinal, se os usu\u00e1rios est\u00e3o t\u00e3o exigentes, eles precisam encontrar rapidamente o que desejam nos sites e navegar facilmente em qualquer dispositivo, especialmente nos smartphones, que se popularizaram.<\/p>\n<p>A inten\u00e7\u00e3o do Google, com essas medidas, \u00e9 <strong>melhorar a experi\u00eancia de busca dos usu\u00e1rios<\/strong>. O buscador quer que eles encontrem rapidamente as melhores respostas para o que buscam, independentemente se, para isso, ter\u00e3o que acessar um site ou n\u00e3o.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, o desafio estava lan\u00e7ado para os sites e suas estrat\u00e9gias de SEO. N\u00e3o bastava mais pensar em SEO t\u00e9cnico, conte\u00fados relevantes e link building \u2014 era preciso pensar em tudo isso junto para construir a melhor <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/experiencia-do-usuario\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">experi\u00eancia para o usu\u00e1rio<\/a> nas p\u00e1ginas do site.<\/p>\n<p>Para a estrutura, os sites precisaram melhorar a velocidade das p\u00e1ginas, criar sites responsivos, usar URLs amig\u00e1veis, investir em usabilidade e adotar uma arquitetura de navega\u00e7\u00e3o simples e l\u00f3gica.<\/p>\n<p>Os conte\u00fados se tornaram mais planejados e estrat\u00e9gicos. Eles passaram a ser orientados pelas d\u00favidas do p\u00fablico, com palavras-chave que os usu\u00e1rios realmente usariam para tirar suas d\u00favidas (\u201ccomo fazer&#8230;\u201d, \u201co que \u00e9&#8230;\u201d), inclusive com <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/palavras-chave-long-tail\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">termos de cauda longa<\/a> para fugir da concorr\u00eancia.<\/p>\n<p>O link building deixou de olhar apenas para quantidade e qualidade de backlinks para estabelecer parcerias com sites dentro do mesmo mercado, que fossem relevantes para o p\u00fablico.<\/p>\n<p>Mas, mais que ter um site bem estruturado, criar bons conte\u00fados e ter bons backlinks, <strong>os sites precisavam oferecer tudo isso em uma experi\u00eancia positiva para o usu\u00e1rio<\/strong>. Essa \u00e9 a marca da era renascentista do SEO.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A era iluminista do SEO: dados e intelig\u00eancia artificial<\/h2>\n<p>Enfim, chegamos ao iluminismo do SEO \u2014 a era da raz\u00e3o acima da f\u00e9, dos dados acima dos achismos e da <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/inteligencia-artificial\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">intelig\u00eancia das m\u00e1quinas<\/a> acima das cren\u00e7as humanas.<\/p>\n<p>O foco continua sendo o usu\u00e1rio. Oferecer a melhor experi\u00eancia de busca, com respostas r\u00e1pidas e precisas, \u00e9 o grande objetivo do Google e dos sites. Portanto, a evolu\u00e7\u00e3o do SEO caminha no sentido de melhorar continuamente essa experi\u00eancia.<\/p>\n<p>E a tecnologia est\u00e1 a\u00ed para isso. O buscador j\u00e1 adotou <strong>solu\u00e7\u00f5es de intelig\u00eancia artificial no seu algoritmo<\/strong> para, por exemplo, <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/bert\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">entender a linguagem humana<\/a> nos conte\u00fados dos sites e nos termos de busca. <\/p>\n<p>A intelig\u00eancia das m\u00e1quinas tamb\u00e9m \u00e9 capaz de prever comportamentos de busca e aprender quais s\u00e3o os resultados mais relevantes para cada pessoa.<\/p>\n<p>Isso aumenta a necessidade de os sites trabalharem com a <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/semantica-no-marketing-digital\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">linguagem sem\u00e2ntica<\/a>. O que isso significa? Se o Google \u00e9 capaz de entender a linguagem humana, ele entende os significados e os contextos dos termos. <\/p>\n<p>Por isso, os sites podem (e devem!) usar uma linguagem natural, com sin\u00f4nimos e palavras relacionadas \u2014 n\u00e3o mais a palavra-chave exata repetidamente \u2014, que tornem a leitura mais agrad\u00e1vel para o visitante do site.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/big-data\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">big data<\/a> \u00e9 outra marca importante da era iluminista do SEO. A quantidade de dados gerados atualmente \u00e9 enorme e pode ajudar os sites a criarem estrat\u00e9gias mais precisas.<\/p>\n<p>Foi-se o tempo em que n\u00e3o se sabia qual tipo de conte\u00fado era capaz de engajar mais ou gerar mais leads, por exemplo. Hoje basta abrir o <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/google-analytics\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">Google Analytics<\/a> e o Google Search Console (entre outras v\u00e1rias ferramentas de analytics e SEO) para saber isso.<\/p>\n<p>Com esses dados, voc\u00ea n\u00e3o d\u00e1 mais tiros no escuro. Essas ferramentas d\u00e3o v\u00e1rios insights sobre quais caminhos as estrat\u00e9gias de SEO devem tomar, quais palavras-chave devem ser usadas e como tornar as p\u00e1ginas mais eficientes para o neg\u00f3cio. <\/p>\n<p>Portanto, <strong>a tomada de decis\u00f5es n\u00e3o deve mais ser baseada em achismos<\/strong> enquanto os dados fornecem informa\u00e7\u00f5es precisas.<\/p>\n<p>Nessa era, o mercado de SEO j\u00e1 amadureceu bastante. Black hat ainda existe? Sim. Produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado desenfreada e sem prop\u00f3sito ainda existe? Sim. Mas cada vez mais os sites percebem a import\u00e2ncia da experi\u00eancia do usu\u00e1rio. <\/p>\n<p>Agora, a intelig\u00eancia artificial e o big data v\u00eam para qualificar ainda mais as estrat\u00e9gias para atender a essa demanda.<\/p>\n[rock-convert-cta id=&#8221;64302&#8243;]\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O futuro do SEO: jornadas de busca, descobertas e pesquisa visual<\/h2>\n<p>Agora, fica a pergunta: qual ser\u00e1 a pr\u00f3xima era do SEO? Um mercado em constante transforma\u00e7\u00e3o n\u00e3o vai parar de evoluir. Novas tecnologias, novas mudan\u00e7as de comportamento e novas estrat\u00e9gias de otimiza\u00e7\u00e3o v\u00e3o surgir para caracterizar uma nova era.<\/p>\n<p>Para entender o que vem por a\u00ed, \u00e9 interessante analisar o que o pr\u00f3prio Google falou, em seu <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/google-20-anos\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">anivers\u00e1rio de 20 anos<\/a>, sobre o futuro das pesquisas.<\/p>\n<p>Primeiramente, o buscador prev\u00ea uma mudan\u00e7a de \u201crespostas\u201d para \u201cjornadas de busca\u201d. Isso parte da compreens\u00e3o de que <strong>uma busca acontece sempre dentro de um contexto<\/strong>, que o buscador chama de jornada.<\/p>\n<p>\u00c9 isso que acontece, por exemplo, quando um aluno est\u00e1 estudando para uma prova e faz v\u00e1rias pesquisas. Assim, o acesso r\u00e1pido a buscas recentes de assuntos relacionados \u00e9 um exemplo de como o Google pretende atender a essa demanda.<\/p>\n<p>O Google tamb\u00e9m prev\u00ea a mudan\u00e7a das consultas para as descobertas, ou seja, para <strong>uma forma de encontrar respostas mesmo sem consultas<\/strong>. Por meio da intelig\u00eancia artificial, o buscador pode ser capaz de entender os interesses dos usu\u00e1rios, prever as suas buscas e sugerir respostas para perguntas que ele sequer fez ainda.<\/p>\n<p>Por fim, o Google prev\u00ea ainda uma <strong>mudan\u00e7a do texto para uma forma mais visual de fazer buscas<\/strong>. <\/p>\n<p>O buscador anunciou que est\u00e1 redesenhando o Google Imagens para ajudar os usu\u00e1rios a encontrarem informa\u00e7\u00f5es mais facilmente, apenas usando imagens, sem necessidade de digitar um termo de busca.<\/p>\n<p>Portanto, uma nova era do SEO pode estar se desenhando por esse caminho.<\/p>\n<p>Enfim, gostou de conhecer as quatro eras do SEO que contam a hist\u00f3ria desse mercado? Ao saber tudo o que os buscadores e os profissionais de SEO passaram nos \u00faltimos anos, voc\u00ea consegue tomar melhores decis\u00f5es nas suas estrat\u00e9gias atuais.<\/p>\n<p>E vale ressaltar: SEO est\u00e1 em constante evolu\u00e7\u00e3o. N\u00e3o pense que vamos ficar para sempre na era iluminista: basta surgir uma nova tecnologia ou acontecer uma mudan\u00e7a de comportamento para que o mercado se movimente. E voc\u00ea precisa estar sempre de olho para atualizar suas estrat\u00e9gias!<\/p>\n<p>Agora, se voc\u00ea quer entender melhor como fazer SEO na era atual, leia o nosso <a href=\"https:\/\/materiais.rockcontent.com\/guia-seo-rockcontent\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">guia completo de SEO<\/a> para conquistar as melhores posi\u00e7\u00f5es do Google!<\/p>\n[rock-convert-cta id=&#8221;34960&#8243;]\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As quatro eras do SEO \u2014 pr\u00e9-hist\u00f3ria, industrial, renascentista e iluminista \u2014 mostram como o mercado j\u00e1 evoluiu desde o surgimento dos primeiros buscadores. Neste artigo, voc\u00ea vai entender as transforma\u00e7\u00f5es que marcaram a trajet\u00f3ria das estrat\u00e9gias de otimiza\u00e7\u00e3o para mecanismos de busca.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":20993,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-2802","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-seo"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.3.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>As eras do SEO: pr\u00e9-hist\u00f3ria, industrial, renascentista e iluminismo<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Voc\u00ea j\u00e1 percebeu como o mercado de SEO mudou com o passar dos anos? 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