{"id":58978,"date":"2022-04-27T13:57:51","date_gmt":"2022-04-27T16:57:51","guid":{"rendered":"https:\/\/rockcontent.com\/br\/?p=58978"},"modified":"2025-09-18T18:42:21","modified_gmt":"2025-09-18T21:42:21","slug":"jam-session-beatriz-guarezi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/jam-session-beatriz-guarezi\/","title":{"rendered":"\u2018O segredo de uma boa newsletter est\u00e1 na consist\u00eancia, paci\u00eancia e qualidade em cada edi\u00e7\u00e3o\u2019, afirma editora da Bits to Brands"},"content":{"rendered":"<p>\u201cQuando foi a \u00faltima vez que voc\u00ea fez alguma coisa 100 ou 150 vezes?\u201d. Com essa indaga\u00e7\u00e3o, Beatriz Guarezi, editora da newsletter <a href=\"https:\/\/www.bitstobrands.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Bits to Brands<\/a> e Brand Manager na Liv Up, sustenta a import\u00e2ncia de ser consistente em nossas a\u00e7\u00f5es de Marketing.<\/p>\n<p>A Bits to Brands existe desde 2018 e hoje conta com cerca de 15 mil assinantes. \u00c9 uma newsletter focada em temas relacionados a branding, tecnologia e tend\u00eancias em marketing. J\u00e1 a Liv Up \u00e9 uma food tech brasileira que oferece alimentos naturais e saud\u00e1veis produzidos por produtores locais, unindo-os com os consumidores por meio de tecnologia.<\/p>\n<p>Guarezi participou da nossa Jam Session, s\u00e9rie de entrevistas com os maiores nomes do Marketing do Brasil e do mundo. No webinar, ela compartilhou seu conhecimento sobre cria\u00e7\u00e3o de conte\u00fados para newsletter e como gerar engajamento com E-mail Marketing.<\/p>\n<p>Segundo ela, mesmo que redes sociais como TikTok e Instagram estejam em alta e sejam o foco de Marketing de muitas empresas, conte\u00fados por e-mail t\u00eam benef\u00edcios \u00fanicos. Por meio de newsletters, \u00e9 poss\u00edvel criar um ambiente muito mais controlado e personalizado para sua audi\u00eancia, que escolheu estar ali para ter acesso aos seus conte\u00fados, afirma.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cA caixa de entrada tem o papel hoje de ser o lugar onde registramos as coisas mais importantes. Voc\u00ea abre com calma para ver o que chegou e se vale a pena a leitura ou n\u00e3o\u201d, analisa. Segundo ela, enquanto nas redes sociais somos levados a consumir conte\u00fado a partir dos algoritmos e pelo excesso de informa\u00e7\u00f5es, a newsletter prop\u00f5e um espa\u00e7o em que o leitor escolhe o momento ideal para ler.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, afirma, \u00e9 uma excelente oportunidade para criar um v\u00ednculo interessante com a audi\u00eancia. Para Guarezi, a newsletter cria um espa\u00e7o \u00edntimo entre marca e audi\u00eancia no meio do ambiente acelerado da internet. &#8220;Quanto mais acelerado e movimentado fica o universo das redes sociais, mais as pessoas gostam e priorizam a tranquilidade e a calma de saber que a newsletter vai estar no e-mail para quando elas quiserem abrir.\u201d<\/p>\n<p>Voc\u00ea pode conferir esses e outros insights sobre conte\u00fados para newsletter na entrevista completa. Beatriz ainda fala sobre principais estrat\u00e9gias para manter uma audi\u00eancia engajada, tend\u00eancias para 2022 e 2023, erros a se evitar e muito mais.<\/p>\n<p>Assista \u00e0 entrevista no v\u00eddeo abaixo ou leia a transcri\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-embed aligncenter is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\n<div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"#JamSession com Beatriz Guarezi - Conte\u00fados para Newsletter: Obtenha sucesso com seus e-mails\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Urb0l9-WfcI?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div>\n<\/figure>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Transcri\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p><strong>[Marina &#8211; Rock] Boa tarde, \u00e9 um prazer muito grande estar aqui com voc\u00eas! Meu nome \u00e9 Marina Cordeiro, sou gerente de Marketing na Rock Content e vamos come\u00e7ar mais um webin\u00e1rio da s\u00e9rie Content Experience &#8211; Jam Session. Esta Jam Session \u00e9 parte de uma s\u00e9rie de webin\u00e1rios onde entrevistamos especialistas do mercado sobre diversos temas, como Marketing, vendas, conte\u00fado, m\u00eddia paga e muito mais. Aqui nosso objetivo \u00e9 dar conselhos, compartilhar tend\u00eancias e as melhores pr\u00e1ticas para impulsionar as empresas em seus resultados.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Hoje, eu tenho uma especialista muito querida. A gente j\u00e1 teve a oportunidade de se conhecer pessoalmente e dividir lanches l\u00e1 em Belo Horizonte. E deixo aqui tamb\u00e9m meu abra\u00e7o para o Paulino, que fez essa ponte para a gente se conhecer. Ela, que \u00e9 nossa 15\u00aa convidada, mestre em Marketing internacional pelo International Business School, atua com <\/strong><strong><em>branding<\/em><\/strong><strong> desde 2013, \u00e9 <\/strong><strong><em>brand manager<\/em><\/strong><strong> da Liv Up desde 2020, professora na Tera, na PR3 e na Alura, ou seja, muito professora! Foi <\/strong><strong><em>senior brand strategy executive<\/em><\/strong><strong> da Ana Couto e \u00e9 reconhecida entre os top 10 palestrantes do RD Summit 2019, evento que eu acho que volta ao presencial este ano. Vai ser sucesso!<\/strong><\/p>\n<p><strong>Al\u00e9m disso, ela mant\u00e9m uma <\/strong><strong><em>newsletter<\/em><\/strong><strong> semanal desde 2018 que inspira mais de 15 mil profissionais, a Bits to Brands. Beatriz, seja muito bem vinda, estamos muito felizes de ter voc\u00ea aqui com a gente! <\/strong>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>[Beatriz Guarezi &#8211; Especialista] <\/strong>Que chique! N\u00e3o tenho nem roupa para essa introdu\u00e7\u00e3o <em>(risos)<\/em>. Obrigada! Eu adoro voc\u00eas e n\u00e3o canso de falar que \u00e9 sempre um prazer estar com a <strong>Rock Content<\/strong>. Felizmente n\u00e3o \u00e9 a primeira vez que estou em um evento de voc\u00eas. Lembro quando eu comecei a trabalhar com Marketing Digital, que eu lia muitos <em>e-books<\/em> da <strong>Rock <\/strong>sobre o que \u00e9 SEO, o que \u00e9 Marketing de Conte\u00fado\u2026 Eu fui muito usu\u00e1ria e consumidora dos conte\u00fados de voc\u00eas, ent\u00e3o \u00e9 um prazer poder contribuir com as pessoas que podem estar com as d\u00favidas que eu j\u00e1 tive ou at\u00e9 d\u00favidas novas conforme o mercado vai evoluindo.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>E nos vemos em Florian\u00f3polis para o <strong>RD Summit<\/strong> este ano!&nbsp;<\/p>\n<p><strong>[Marina &#8211; Rock] Voc\u00ea j\u00e1 est\u00e1 em Florian\u00f3polis?&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>[Beatriz Guarezi &#8211; Especialista]&nbsp; <\/strong>Eu estou! Eu sou de Florian\u00f3polis, mas moro em S\u00e3o Paulo, e estou esta semana de f\u00e9rias em Floripa. Estou muito animada para o <em>stand<\/em> da <strong>Rock <\/strong>no<strong> RD Summit<\/strong>, porque \u00e9 sempre o melhor <em>stand<\/em>, com as melhores camisetas\u2026 Quero ver o que voc\u00eas v\u00e3o aprontar esse ano!&nbsp;<\/p>\n<p><strong>[Marina &#8211; Rock] Agora a expectativa ficou grande, socorro! Mas a gente vai entregar, pode deixar.&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>[Beatriz Guarezi &#8211; Especialista] <\/strong>Se tem algu\u00e9m na live que j\u00e1 foi no <strong>RD Summit, <\/strong>sabe que as blusinhas da <strong>Rock Content<\/strong> s\u00e3o sempre um caos, todo mundo quer e chega no terceiro dia de evento as pessoas j\u00e1 est\u00e3o usando as camisetas que ganharam no primeiro e no segundo dia.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>[Marina &#8211; Rock] Todo mundo uniformizado! Bia, para a gente come\u00e7ar nossa conversa, eu queria que voc\u00ea falasse um pouco mais sobre a sua trajet\u00f3ria profissional para quem ainda n\u00e3o te conhece: como \u00e9 que foi esse come\u00e7o no mundo das marcas e como voc\u00ea chegou a criar uma <\/strong><strong><em>newsletter<\/em><\/strong><strong> sobre o assunto de <\/strong><strong><em>branding<\/em><\/strong><strong> e tecnologia.&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>[Beatriz Guarezi &#8211; Especialista] <\/strong>Eu fiz faculdade de administra\u00e7\u00e3o em Florian\u00f3polis e sempre soube dentro do universo da administra\u00e7\u00e3o que eu queria trabalhar com Marketing. Sempre foi o que eu mais gostei. Teve um momento que eu ca\u00ed na reflex\u00e3o de por que as pessoas compram o que elas compram, por que as coisas valem o que elas valem, e n\u00e3o tem como passar por essas perguntas sem olhar para marca. Eu achei isso muito interessante. A diferen\u00e7a entre uma camiseta custar X e custar 100X ou 1000X \u00e9 a marca. Ent\u00e3o, me perguntei: o que tem a\u00ed? Qual \u00e9 esta f\u00f3rmula, esta constru\u00e7\u00e3o? Foi assim que eu comecei. Ainda dentro da faculdade, j\u00e1 estava mergulhada nos livros, nas teorias, nos m\u00e9todos, e fiz meu TCC sobre <em>branding.<\/em><\/p>\n<p>Saindo da faculdade, eu fui para consultoria de <em>branding<\/em> em Floripa mesmo e passei quase dois anos fazendo o posicionamento e o reposicionamento para marcas aqui da regi\u00e3o. Depois, eu passei um ano nos EUA para fazer meu <em>master <\/em>na <strong>Hult<\/strong> e para me aprofundar um pouco mais em Marketing. Como eu tinha me formado em administra\u00e7\u00e3o e tinha ido trabalhar com consultoria, eu sentia um pouco a falta de mais conte\u00fado e l\u00e1 eu descobri o mundo m\u00e1gico da tecnologia.&nbsp;<\/p>\n<p>Eu estava em Boston em 2015, ano que a <strong>Uber<\/strong> tinha acabado de chegar em S\u00e3o Paulo. Quando eu cheguei nos EUA, j\u00e1 tinha um monte de op\u00e7\u00e3o, como <strong>Uber, Lyft<\/strong>, etc. Ent\u00e3o, eu entrei num universo que me mostrou quanta coisa n\u00e3o existia em nossas vidas e ia come\u00e7ar a existir &#8211; e essas coisas se tornam marcas, se tornam palavras que a gente usa e fazem parte do nosso dia a dia.<\/p>\n<p>\u00c9 isso o que eu amo, \u00e9 essa disciplina que eu adoro, esta \u00e1rea que \u00e9 muito fascinante e pensei: isso vai fazer toda a diferen\u00e7a daqui a pouco, ent\u00e3o, \u00e9 aqui que eu quero morar. Foi esse o momento que eu tive de <em>branding<\/em> e tecnologia. Quando eu voltei para o Brasil, eu tive uma certa dificuldade de me encontrar profissionalmente nessa intersec\u00e7\u00e3o, porque, quando ia para o lado de tecnologia, as pessoas queriam profissionais de Marketing Digital. Est\u00e1vamos no auge do <em>inbound<\/em>, dessas metodologias de <em>growth<\/em>. Todo mundo se aprofundando e aprendendo e acho que as empresas de tecnologia estavam muito atr\u00e1s desse tipo de perfil. Ao mesmo tempo, tinha consultoria de <em>branding<\/em> que estava atendendo todo o tipo de cliente. Eu via essas disciplinas meio afastadas e, tentando me encontrar, eu acabei aceitando uma oportunidade na <a href=\"https:\/\/www.anacouto.com.br\/en\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Ana Couto<\/strong><\/a>, que foi onde eu passei dois anos fazendo consultoria para v\u00e1rias marcas muito legais, mas para<em> branding<\/em>.&nbsp;<\/p>\n<p>Passei esse tempo pensando em como eu gostava de tecnologia e como n\u00e3o existia um lugar para falar de <em>branding<\/em> e tecnologia misturados. A\u00ed me veio a ideia: \u201c<em>Se n\u00e3o existe, deixa eu criar<\/em>\u201d. E assim surgiu a <a href=\"https:\/\/www.bitstobrands.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Bits to Brands<\/strong><\/a>, que \u00e9 uma <em>newsletter <\/em>semanal come\u00e7ada do zero. Era eu comigo mesma. Escolhi a <em>newsletter<\/em> porque esse sempre foi meu jeito favorito de consumir conte\u00fado. Eu tenho muito <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/S%C3%ADndrome_de_FOMO\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>FOMO (fear of missing out<\/em>)<\/a>, estou sempre nas redes sociais, acompanhando tudo o tempo inteiro e nunca fico completamente atualizada.&nbsp;<\/p>\n<p>Eu assinava todas as <em>newsletters<\/em> dos profissionais que eu mais admirava e dos canais que eu mais confiava para me manter informada, ent\u00e3o, era um ambiente como esse que eu queria construir para as pessoas. Tr\u00eas anos depois, estamos aqui, com quase 15 mil assinantes, alunos, palestras, eventos, espalhando a palavra da <em>newsletter,<\/em> do conte\u00fado, do branding e da tecnologia. Acho que eu realmente consegui construir esse espa\u00e7o para o mercado e para mim mesma onde a gente realmente mistura os assuntos e explora essa intersec\u00e7\u00e3o do jeito que eu sempre quis fazer.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>[Marina &#8211; Rock] Muito bacana! E e-mail \u00e9 uma coisa m\u00e1gica. Quando eu cheguei na Rock, entrei como analista de E-mail Marketing, e na \u00e9poca, eu vim muito pelo frisson de querer uma experi\u00eancia de <\/strong><strong><em>startup<\/em><\/strong><strong> &#8211; como estavam todos falando desta empresa, eu queria participar e ver como \u00e9. Me inscrevi para duas vagas que eram a de analista de Marketing Digital, que depois vim a entender que seria para o time de <\/strong><strong><em>CS,<\/em><\/strong><strong> que ajuda as empresas\/clientes, e a de E-mail Marketing. Na \u00e9poca, para minha tristeza, me selecionaram para a de E-Mail marketing e eu pensava que ia ter que mandar <\/strong><strong><em>spam<\/em><\/strong><strong> para as pessoas! Como minha entrevista tinha sido maravilhosa e eu gostei muito da pessoa que seria minha gestora, acabei indo.&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>Quando eu aprendi de verdade o que seria um E-mail Marketing, uma <\/strong><strong><em>newsletter<\/em><\/strong><strong> de qualidade, eu percebi que tinha uma ideia completamente errada, pois tem muito valor, gera muito engajamento, \u00e9 muito m\u00e1gico. Voc\u00ea comentou que est\u00e1 desde 2018 com a Bits to Brands e cresceu sua base do 0 para 15 mil pessoas inscritas. Ao longo dessa trajet\u00f3ria, quais foram os seus aprendizados, como voc\u00ea analisa a mudan\u00e7a do canal de 2018 at\u00e9 2022, levando em considera\u00e7\u00e3o os impactos da pandemia tamb\u00e9m. Como voc\u00ea sentiu tudo isso?<\/strong><\/p>\n<p><strong>[Beatriz Guarezi &#8211; Especialista] <\/strong>Eu posso falar sobre dois grandes aprendizados que servem n\u00e3o s\u00f3 para minha trajet\u00f3ria, mas para quem est\u00e1 ouvindo a gente e que vai come\u00e7ar uma <em>newsletter<\/em>, est\u00e1 se desenvolvendo no Marketing Digital ou tem projetos e trabalha com qualquer tipo de canal.<\/p>\n<p>A primeira coisa que voc\u00ea aprende \u00e9 que o segredo de tudo est\u00e1 na consist\u00eancia. \u00c9 imposs\u00edvel fazer uma coisa uma vez, duas vezes, 10 vezes, 20 vezes e n\u00e3o sair diferente l\u00e1 na vig\u00e9sima primeira. No m\u00ednimo, voc\u00ea aprendeu e se desenvolveu durante o processo. Com sorte, dedica\u00e7\u00e3o e talento, vai ter conquistado uma audi\u00eancia e vai ter trazido pessoas com voc\u00ea nessa jornada. Para mim, uma li\u00e7\u00e3o muito chave dos \u00faltimos anos \u00e9 o poder que a constru\u00e7\u00e3o consistente, paciente e de qualidade de uma edi\u00e7\u00e3o de cada vez tem.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>[Marina &#8211; Rock] \u00c9 como um atleta que vai praticando sempre, com frequ\u00eancia, at\u00e9 que chega um grande campeonato e ele consegue uma performance incr\u00edvel. Aquilo n\u00e3o surge do dia para a noite, \u00e9 o resultado de muitos dias.&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>[Beatriz Guarezi &#8211; Especialista] <\/strong>Exatamente. E \u00e9 100% uma maratona e n\u00e3o os 100 metros rasos, aproveitando a sua met\u00e1fora. A <strong>Bits to Brands<\/strong> vai fazer 160 edi\u00e7\u00f5es, s\u00e3o 160 semanas.<\/p>\n<p>Quando eu completei 150 semanas, as pessoas falavam muito: \u201c<em>Quando foi a \u00faltima vez que voc\u00ea fez algo pela primeira vez?<\/em>\u201d. O come\u00e7ar, a motiva\u00e7\u00e3o, o <em>start<\/em>, o pulo \u00e9 muito importante. Mas e depois que voc\u00ea pula? Por que ningu\u00e9m glamouriza o <em>quando foi a \u00faltima vez que voc\u00ea fez alguma coisa 100 vezes? 150 vezes?<\/em>&nbsp; Ent\u00e3o eu acho que a consist\u00eancia \u00e9 uma li\u00e7\u00e3o, algo super importante para mim.<\/p>\n<p>A segunda coisa que eu aprendi nessa jornada \u00e9 que tem espa\u00e7o na internet pra todo mundo. \u00c0s vezes, ficamos muito pirados achando que o nicho est\u00e1 saturado, que j\u00e1 est\u00e3o falando do seu tema, que \u00e9 preciso fazer <strong>TikTok<\/strong> porque o <strong>Instagram<\/strong> n\u00e3o faz mais sentido, que \u00e9 preciso estar aqui e ali, que \u00e9 preciso muita coisa. Mas, na realidade, em 2018 quando eu criei um projeto de conte\u00fado, eu estava mandando e-mail para as pessoas.&nbsp;<\/p>\n<p>E em 2018, as pessoas j\u00e1 me falavam: &#8220;<em>Nossa, Bia, voc\u00ea vai mandar e-mail? E-mail \u00e9 t\u00e3o anos 90, quem manda e-mail?<\/em>\u201d Hoje, desde ano passado, na verdade, temos falado em <em>newsletter<\/em> muito mais naturalmente do que se falava h\u00e1 4 ou 5 anos. Isso era uma coisa que me dava medo. Eu pensava que podia estar criando no canal errado, despendendo um esfor\u00e7o, uma energia em um canal que n\u00e3o ia viralizar, que as pessoas n\u00e3o estavam usando, porque, na \u00e9poca, estava todo mundo criando perfil no <strong>Instagram<\/strong>.<\/p>\n<p>Hoje em dia, eu sinto que o jogo virou de certa forma, porque esse canal que eu escolhi &#8211; e n\u00e3o foi uma escolha estrat\u00e9gica, foi por afinidade &#8211; \u00e9 o mesmo que as pessoas est\u00e3o correndo atr\u00e1s, porque passaram muitos anos criando loucamente para o <strong>Instagram<\/strong> e perceberam que vivem num espa\u00e7o alugado. Enquanto a minha audi\u00eancia \u00e9 minha, a minha base est\u00e1 ali por causa de mim, em um ambiente que eu escolho quando escrevo e eles escolhem quando v\u00e3o ler, em uma coisa muito mais saud\u00e1vel e tranquila. N\u00e3o foi algo que eu previ h\u00e1 4 anos, mas minha dica \u00e9 criar o que voc\u00ea tiver afinidade em criar, onde voc\u00ea se sente mais confort\u00e1vel. Porque a qualidade e a consist\u00eancia voc\u00ea s\u00f3 consegue ter quando gosta de verdade do que est\u00e1 fazendo e \u00e9 isso que vai te levar a algum lugar.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>[Marina &#8211; Rock] \u00c9 engra\u00e7ado pensar que a <\/strong><strong><em>newsletter <\/em><\/strong><strong>vai passando por picos de interesse. H\u00e1 muito tempo na \u00e9poca da internet nascendo, as pessoas mandavam e-mail porque ter um site era uma coisa de outro mundo. Mas j\u00e1 era poss\u00edvel ter um endere\u00e7o de e-mail e se comunicar por ali. De repente, os sites ficaram mais acess\u00edveis e todo mundo achou que o e-mail morreu. Tinha not\u00edcia em jornal dizendo que E-mail Marketing tinha morrido. Agora o site saiu de cena novamente, o ouro est\u00e1 nas redes sociais &#8211; at\u00e9 perceberem que elas s\u00e3o do Mark Zuckerberg. N\u00e3o s\u00e3o exatamente nossas. E a\u00ed o pessoal lembrou que tinha esse canal l\u00e1 de tr\u00e1s que serve a esse prop\u00f3sito lindamente e fornece mais controle. Ent\u00e3o, o e-mail n\u00e3o morreu, est\u00e1 aqui mais uma prova, estamos aqui para confirmar isso.<\/strong><\/p>\n<p><strong>E aproveitando que a gente j\u00e1 falou um pouquinho do RD Summit, na sua palestra em 2019, voc\u00ea comentou que o e-mail \u00e9 a primeira rede social usada pelas pessoas.&nbsp; Na sua opini\u00e3o, por que isso se mant\u00e9m at\u00e9 hoje?<\/strong><\/p>\n<p><strong>[Beatriz Guarezi &#8211; Especialista] <\/strong>Eu acho que o e-mail tem trocado de papel e de utilidade, mas eu brinco que o e-mail foi a primeira rede social porque era um ambiente onde a gente interagia. Quando eu estava no col\u00e9gio e at\u00e9 na faculdade, criava grupos de e-mail. Tinha o grupo da sala e era um grupo de e-mail. Eu trocava e-mail com as minhas amigas quando elas iam viajar, a gente escrevia cartas por e-mail em uma era pr\u00e9-<strong>Orkut<\/strong>. Os nossos ambientes de intera\u00e7\u00e3o e troca podem ter mudado, mas acho que a caixa de entrada permanece um espa\u00e7o que \u00e9 muito privado, muito seu. O seu e-mail \u00e9 a sua identidade na internet &#8211; para tudo voc\u00ea cadastra o e-mail. E a caixa de entrada tem o papel hoje de ser o lugar onde registramos as coisas mais importantes &#8211; n\u00e3o tem mais aquele papel de trocar mensagens r\u00e1pidas. \u00c9 um lugar que voc\u00ea abre com calma para ver o que chegou e se \u00e9 importante ou n\u00e3o.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Eu brinco muito sobre a rela\u00e7\u00e3o que as pessoas t\u00eam com o e-mail: \u00e9 s\u00f3 pensar assim, nos Stories, voc\u00ea est\u00e1 vendo fulano, ciclano, propaganda e assim por diante. Aquela propaganda faz parte da sua navega\u00e7\u00e3o, ela n\u00e3o incomoda &#8211; incomoda um pouco, mas faz parte do ambiente que voc\u00ea est\u00e1, ela n\u00e3o irrita. Quando voc\u00ea est\u00e1 na sua caixa de entrada e tem e-mail, e-mail, e-mail, spam ou uma pessoa desconhecida te mandando e-mail, aquilo provoca uma sensa\u00e7\u00e3o de invas\u00e3o, aquele pensamento: <em>\u201cO que isso est\u00e1 fazendo na minha caixa de entrada?<\/em>\u201d N\u00e3o sei voc\u00eas, mas eu sou muito assim. Detesto spam, detesto que adivinhem meu endere\u00e7o de e-mail, que me mandem e-mail que eu n\u00e3o pedi para receber, que vendam meu e-mail em uma lista. \u00c9 uma coisa que irrita a gente.<\/p>\n<p>E isso porque a caixa de entrada \u00e9 o nosso ambiente controlado na internet, n\u00f3s controlamos quem entra ou n\u00e3o, o que recebemos ou n\u00e3o. H\u00e1 esse senso de import\u00e2ncia, privacidade e organiza\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a nossa caixa de entrada que nenhum outro ambiente na internet tem.&nbsp;<\/p>\n<p>No in\u00edcio, ela tinha essa l\u00f3gica mais social de intera\u00e7\u00e3o e hoje tem essa l\u00f3gica mais de privacidade e organiza\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es que s\u00e3o mais importantes para cada um.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>[Marina &#8211; Rock] Super consigo me relacionar. Esses dias apareceu um e-mail em russo na minha caixa de entrada e fiquei pensando por onde estava andando meu e-mail! Algu\u00e9m cadastrou alguma coisa, digitaram errado e veio para mim &#8211; mas levei um susto!&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>Eu tenho uma caixinha escrito \u201cimportante\u201d no meu e-mail de quando eu fiz interc\u00e2mbio e mandava e-mails para os meus pais. Aquilo \u00e9 um di\u00e1rio vivo, \u00e9 s\u00f3 ir l\u00e1 que eu consigo ver tudo que escrevi e a resposta deles. \u00c9 realmente muito privado, por isso, quando chega algo em russo, a gente se assusta (risos).<\/strong><\/p>\n<p><strong>Uma coisa que percebemos falando de comportamento da internet \u00e9 que as coisas est\u00e3o ficando cada vez mais aceleradas. Com a pandemia, todo mundo voltou para o ambiente online. Acho que isso acelerou muito a aceita\u00e7\u00e3o das empresas tanto com o trabalho remoto como para ambientes online &#8211; eles viram que funciona e \u00e9 uma experi\u00eancia diferente. Isso est\u00e1 mudando a forma como a gente consome o conte\u00fado, estamos cada vez mais bombardeados &#8211; e se a pessoa sente <\/strong><strong><em>FOMO<\/em><\/strong><strong> como voc\u00ea falou, socorro &#8211; porque tem informa\u00e7\u00e3o vinda de todos os lados.&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>Como voc\u00ea acha que esse comportamento se reflete na maneira como as pessoas consomem as <\/strong><strong><em>newsletters<\/em><\/strong><strong>?<\/strong><\/p>\n<p><strong>[Beatriz Guarezi &#8211; Especialista]&nbsp; <\/strong>Eu acho que as <em>newsletters<\/em> v\u00eam na dire\u00e7\u00e3o oposta a isso tudo. Quanto mais excesso, mais barulho, mais <em>FOMO<\/em> sentimos nas outras redes sociais, mais aceitas s\u00e3o as <em>newsletters<\/em> como um lugar para consumir quem voc\u00ea quer consumir e quando voc\u00ea quer consumir. Eu, por exemplo, mando um e-mail toda quinta-feira de manh\u00e3, tenho uma rela\u00e7\u00e3o com minha audi\u00eancia de que toda quinta-feira de manh\u00e3 vai chegar um novo e-mail na caixa de entrada deles com a curadoria das principais coisas que aconteceram.&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c0s vezes, a pessoa segue v\u00e1rios perfis no <strong>Instagram<\/strong> e n\u00e3o consegue ver os conte\u00fados porque teve um problema, estava de f\u00e9rias ou n\u00e3o conseguiu acompanhar o <strong>Linkedin<\/strong>, o <strong>Twitter<\/strong>, mas n\u00e3o importa, porque uma vez por semana vai chegar uma sele\u00e7\u00e3o na caixa de entrada dela no hor\u00e1rio determinado. A <em>newsletter<\/em> n\u00e3o vai te pegar de surpresa e n\u00e3o \u00e9 o algoritmo que vai determinar se voc\u00ea recebe ou n\u00e3o o conte\u00fado naquela semana. N\u00e3o \u00e9 um conte\u00fado aleat\u00f3rio, eu tenho um compromisso com voc\u00ea, eu cumpro esse compromisso e voc\u00ea escolhe o momento da sua rotina que voc\u00ea quer dedicar a aten\u00e7\u00e3o para aquilo.<\/p>\n<p>Tem pessoas que leem a <em>newsletter<\/em> s\u00f3 no final de semana. Ent\u00e3o, ela chega na quinta-feira, fica guardada at\u00e9 o s\u00e1bado ou domingo quando a pessoa tem mais calma. Tem gente que me escreve &#8211; e acho isso muito legal &#8211; falando que passa um caf\u00e9 para ler a <em>newsletter<\/em>. \u00c9 um momento da pessoa, ela organiza a cabe\u00e7a e a rotina para quando ela vai consumir aquele tipo de conte\u00fado. Nenhuma outra rede social d\u00e1 esse privil\u00e9gio para a gente de ter somente a informa\u00e7\u00e3o que escolhemos, no ritmo que queremos consumir.&nbsp;<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, eu acho que, quanto mais acelerado, mais movimentado fica o universo das redes sociais, mais as pessoas gostam e priorizam essa tranquilidade e essa calma de saber que aquilo vai estar no e-mail para quando elas quiserem abrir.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>[Marina &#8211; Rock] Uma coisa que voc\u00ea falou que eu acho que \u00e9 a chave da sua <\/strong><strong><em>newsletter<\/em><\/strong><strong> e que faz com que ela seja uma das minhas favoritas \u00e9 \u201ccuradoria\u201d. No come\u00e7o do ano, eu sou bombardeada com as tend\u00eancias de Marketing para o ano novo e vou s\u00f3 arquivando porque sei que voc\u00ea vai compilar tudo em uma <\/strong><strong><em>newsletter<\/em><\/strong><strong> e eu n\u00e3o preciso ler todos os relat\u00f3rios. Muito obrigada por isso (risos).<\/strong><\/p>\n<p><strong>Eu queria que voc\u00ea falasse um pouquinho sobre como funciona a curadoria para fazer esse conte\u00fado que pode ser consumido sem essa pressa e sem esse tumulto.&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>[Beatriz Guarezi &#8211; Especialista] <\/strong>Eu presto esse servi\u00e7o para as pessoas de fato. Inclusive, estou fechando o relat\u00f3rio de tend\u00eancias de 2022 da <strong>Bits to Brands<\/strong> e ele n\u00e3o \u00e9 um exerc\u00edcio apenas de apostas minhas &#8211; eu leio pelo menos 25 dos principais relat\u00f3rios de tend\u00eancia que saem todo ano e dali eu vou escolhendo, vou ligando os pontos e vou construindo aquelas que dentro do nosso contexto fazem mais sentido.&nbsp;<\/p>\n<p>Isso j\u00e1 fala um pouco do meu processo de curadoria. Eu falo de tecnologia e <em>branding<\/em>. \u00c9 a origem da <strong>Bits to Brands<\/strong> e s\u00e3o as duas \u00e1reas que eu quis conectar. Desde a primeira edi\u00e7\u00e3o da <strong>Bits,<\/strong> eu fiz a escolha de que n\u00e3o queria falar sobre esses assuntos apartados em uma se\u00e7\u00e3o de <em>branding<\/em> e se\u00e7\u00e3o de tecnologia. Eu queria pescar coisas que fizessem sentido tanto para um lado quanto para o outro. Ent\u00e3o, minha curadoria vai muito por esse caminho: n\u00e3o vou falar sobre o lan\u00e7amento de um produto s\u00f3 porque est\u00e1 todo mundo falando. Eu quero que aquilo tenha relev\u00e2ncia para esses diferentes p\u00fablicos para que a pessoa consiga se relacionar com aquilo. N\u00e3o interessa de onde ela est\u00e1 partindo.&nbsp;<\/p>\n<p>Isso \u00e9 uma coisa que eu prezo muito na curadoria. E outra coisa que eu falo muito para meus alunos \u00e9 que a curadoria n\u00e3o pode ser uma atividade com hora marcada para fazer. Se voc\u00ea faz curadoria para a empresa, para sua pr\u00f3pria <em>newsletter<\/em> ou para o seu perfil, n\u00e3o existe o \u201c<em>das 9h \u00e0s 10h vou ler para selecionar o que vai entrar<\/em>\u201d. Eu estou sempre lendo coisas, consumindo coisas e o fato de ter colocado as principais fontes de curadoria dentro da minha presen\u00e7a digital muito naturalmente faz com que eu esteja sempre pescando coisas que v\u00e3o para a <strong>Bits<\/strong>.<\/p>\n<p>Para mim, o principal segredo \u00e9 que n\u00e3o \u00e9 uma atividade com hora marcada para ser feita. \u00c9 o jeito que eu existo na internet. Se tornou um h\u00e1bito e uma pr\u00e1tica para mim, \u00e9 isso que faz a diferen\u00e7a na hora de montar a <em>newsletter<\/em>. Quando chega a semana, eu j\u00e1 sei as coisas que v\u00e3o estar ali ou n\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>[Marina &#8211; Rock] Voc\u00ea vai pesquisando um pouquinho todo dia e quando chega a hora consolida o que estava absorvendo. E quando a gente fala de <\/strong><strong><em>newslette<\/em><\/strong><strong>r, ali\u00e1s, de E-mail Marketing como um todo, uma das coisas que eu escuto muito aqui na Rock como parte do time de Marketing \u00e9 que, muitas vezes, os clientes comentam que \u201c<\/strong><strong><em>ningu\u00e9m engaja comigo nesse neg\u00f3cio de E-mail Marketing<\/em><\/strong><strong>\u201d. Mas a pessoa mandou um e-mail esperando milh\u00f5es de reais surgirem como resposta a isso.&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>N\u00e3o \u00e9 assim que funciona. J\u00e1 falamos um pouquinho que precisa ter const\u00e2ncia e planejamento. Mas quais voc\u00ea considera que sejam as principais estrat\u00e9gias para manter uma audi\u00eancia engajada com o conte\u00fado da <\/strong><strong><em>newsletter<\/em><\/strong><strong>?<\/strong><\/p>\n<p><strong>[Beatriz Guarezi &#8211; Especialista] <\/strong>Eu amo essa coisa do \u201c<em>ningu\u00e9m engaja comigo<\/em>\u201d. Ela s\u00f3 perde para \u201c<em>minha taxa de abertura \u00e9 muito baixa, ningu\u00e9m abre meus e-mails<\/em>\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>De uma base de 20 mil <em>leads<\/em> do cliente, s\u00f3 2% abrem o e-mail, por exemplo, mas se voc\u00ea questionar de onde vieram aquelas pessoas, 5 mil vieram de um evento, 5 mil de um material rico, outros 10 mil de n\u00e3o sei onde, mas nenhum daquelas 20 mil pessoas pediu para assinar a sua <em>newsletter<\/em>.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, a <em>newsletter<\/em> chega na caixa de entrada sem eles terem pedido e o cliente acha ruim que eles n\u00e3o abriram. Uma coisa que \u00e9 muito importante na l\u00f3gica de E-mail Marketing como um todo, mas principalmente falando de <em>newsletter,<\/em> \u00e9 a permiss\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 o \u201c<em>eu quero receber esse conte\u00fado na minha caixa de entrada<\/em>\u201d. Parece \u00f3bvio, mas vemos uma quantidade de gente que cria um conte\u00fado muito bom, que d\u00e1 trabalho, que tem qualidade, mas que envia na caixa de entrada de uma pessoa que deixou o e-mail num pop-up gen\u00e9rico como \u201c<em>receba nossas atualiza\u00e7\u00f5es<\/em>\u201d &#8211; ela n\u00e3o sabe o que ela vai receber, quando vai receber, ela n\u00e3o te pediu explicitamente para receber aquilo ali.&nbsp;<\/p>\n<p>Uma coisa que faz a diferen\u00e7a \u00e9 escrever \u201c<em>receba atualiza\u00e7\u00f5es de Marketing de Conte\u00fado toda sexta-feira \u00e0s 10h da manh\u00e3 na sua caixa de entrada\u201d<\/em>. A\u00ed a pessoa deixa o e-mail dela ali e quando chega o e-mail na sexta-feira, a chance dela abrir e engajar com aquilo j\u00e1 \u00e9 muito maior do que se ela tivesse apenas recebido aquilo porque passou num <em>stand<\/em> da <strong>Rock<\/strong> no <strong>RD Summit<\/strong> e queria a blusinha, por exemplo.&nbsp;<\/p>\n<p>Meus alunos questionam que eles t\u00eam 20 mil <em>leads<\/em>, ent\u00e3o, estou dizendo que eles n\u00e3o podem falar com eles? Claro que podem, s\u00f3 que, quando for mandar uma newsletter para esses 20 mil <em>leads<\/em>, a primeira coisa a fazer \u00e9 perguntar: quer receber minha <em>newsletter<\/em>?&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9 importante enviar uma <em>newsletter<\/em> teste com duas op\u00e7\u00f5es: quer continuar recebendo, clique aqui OU n\u00e3o quer receber, clique aqui. Um expl\u00edcito sim ou n\u00e3o. \u00c9 poss\u00edvel enviar um convite especial, um teaser da <em>newsletter<\/em>, as cinco edi\u00e7\u00f5es mais interessantes dos \u00faltimos tempos, etc, mas essa pergunta faz com que a rela\u00e7\u00e3o comece com o p\u00e9 direito.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>A qualidade do engajamento das pessoas com sua <em>newsletter<\/em> come\u00e7a l\u00e1 no momento que eles depositam o e-mail para receber aquele conte\u00fado. Esta \u00e9 a primeira dica que eu quero deixar aqui.<\/p>\n<p>A segunda dica \u00e9 que a <em>newsletter<\/em> \u00e9 um espa\u00e7o de conte\u00fado. N\u00e3o \u00e9 necessariamente um espa\u00e7o de Marketing e vendas. Isso \u00e9 uma distin\u00e7\u00e3o importante para fazer na estrat\u00e9gia de E-mail Marketing e <em>newsletter<\/em>. Quando pensamos em E-mail Marketing, pensamos em r\u00e9guas de nutri\u00e7\u00e3o, em uma pessoa que te conhece superficialmente ou muito bem, que j\u00e1 comprou ou ainda n\u00e3o, que fez um carrinho, deixou um carrinho\u2026 Voc\u00ea sabe quem \u00e9 aquela pessoa na fila da sua base de <em>leads<\/em> e voc\u00ea vai colocando conte\u00fados e estrat\u00e9gias para fazer com que ela se torne consumidora. Isso \u00e9 E-mail Marketing e n\u00e3o tem absolutamente nada de errado com isso desde que essa pessoa tenha te fornecido o e-mail dela.&nbsp;<\/p>\n<p>Quando a gente fala de <em>newsletter<\/em>, temos frequ\u00eancia fixa, uma l\u00f3gica de conte\u00fado e atualiza\u00e7\u00e3o e n\u00e3o uma l\u00f3gica de vendas. Acho que \u00e9 a\u00ed que as pessoas se confundem um pouco e depois a culpa cai para as <em>newsletters<\/em>. N\u00e3o \u00e9! Com o E-mail Marketing, voc\u00ea n\u00e3o tem o compromisso de ter um hor\u00e1rio fixo na caixa de entrada das pessoas &#8211; pode ter, mas n\u00e3o \u00e9 obrigat\u00f3rio. Com a <em>newsletter,<\/em> n\u00e3o: existe esse compromisso, pois \u00e9 isso que cria um ritual na cabe\u00e7a da pessoa, como, por exemplo, passar um cafezinho nas quintas-feiras porque tem <strong>Bits to Brands<\/strong> na caixa de entrada. Ou quando \u00e9 quinta-feira e n\u00e3o tem <strong>Bits to Brands<\/strong> na caixa de entrada (como hoje que estou de f\u00e9rias), as pessoas sentem falta e se questionam: \u201cCad\u00ea a n<em>ewsletter<\/em> que elas queriam?\u201d Com o E-mail Marketing, n\u00e3o funciona assim.&nbsp;<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, com a <em>newsletter,<\/em> existe a frequ\u00eancia fixa e a entrega de conte\u00fado e atualiza\u00e7\u00e3o &#8211; n\u00e3o necessariamente sobre voc\u00ea, sobre as atualiza\u00e7\u00f5es do seu produto, da sua empresa, a n\u00e3o ser que voc\u00ea tenha clientes extremamente apaixonados.&nbsp;<\/p>\n<p>Eu acho que a <em>newsletter <\/em>\u00e9 um lugar para ser um pouco menos auto referente e buscar uma curadoria e conte\u00fados que v\u00e3o servir \u00e0quela pessoa, independente do interesse dela. Por exemplo: voc\u00ea trabalha com um software de RH, recrutamento e sele\u00e7\u00e3o, e o seu p\u00fablico \u00e9 de pessoas que trabalham com recursos humanos. Quais s\u00e3o os livros que aquelas pessoas podem ler? Quais s\u00e3o os artigos interessantes, as revistas de gest\u00e3o, as reportagens que passaram na TV, os v\u00eddeos no <strong>Youtube,<\/strong> as <strong>TED Talks<\/strong> que podem interessar? Pega essa internet toda e pensa o que pode ser muito \u00fatil e muito valioso para essas pessoas. A\u00ed, voc\u00ea entrega um pouquinho por semana.<\/p>\n<p>Tem um mundo de conte\u00fado na internet que essas pessoas n\u00e3o est\u00e3o dando conta de consumir. A <em>newsletter<\/em> \u00e9, de certa forma, uma presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o que fazemos para as pessoas atrav\u00e9s do conte\u00fado. O erro mora quando as marcas acham que a <em>newsletter<\/em> \u00e9 somente uma plataforma para gerar tr\u00e1fego para o pr\u00f3prio site, para gerar <em>download<\/em> para o pr\u00f3prio <em>e-book<\/em>, para gerar gente para o pr\u00f3prio evento. Isso pode ser parte da rela\u00e7\u00e3o semanal com as pessoas, mas se voc\u00ea ficar sendo auto referente, quantas vezes elas v\u00e3o querer realmente se atualizar sobre sua empresa? Com qual frequ\u00eancia elas v\u00e3o querer realmente saber sobre o que voc\u00eas publicaram? Ser\u00e1 que toda semana elas v\u00e3o estar interessadas na novidade do blog ou sei l\u00e1 o que? \u00c9 isso que a gente tem que come\u00e7ar a se questionar.&nbsp;<\/p>\n<p>Falei v\u00e1rias coisas, mas \u00e9 isso: primeiro, por onde come\u00e7ar essa rela\u00e7\u00e3o. Aquela pessoa pediu para receber a <em>newsletter<\/em>? Ela aceitou receber? Foi convidada a receber a<em> newsletter<\/em>? Se n\u00e3o, j\u00e1 pode ter alguma coisa errada e a culpa n\u00e3o \u00e9 da <em>newsletter.<\/em>&nbsp;<\/p>\n<p>Outra coisa \u00e9 o valor que voc\u00ea est\u00e1 entregando na caixa de entrada daquela pessoa na frequ\u00eancia prometida. Se voc\u00ea est\u00e1 ali s\u00f3 gerando tr\u00e1fego para o seu pr\u00f3prio site, blog ou eventos &#8211; ou se acha que vai envelopar como <em>newsletter<\/em> um tanto de CTA&nbsp; e um monte de gatilho para vendas -, ent\u00e3o, realmente, as pessoas v\u00e3o parar de se engajar.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>[Marina &#8211; Rock] Uma coisa que eu falo muito quando o pessoal vem com d\u00favidas \u00e9 que, antes de escrever um e-mail, seja <\/strong><strong><em>newsletter<\/em><\/strong><strong> ou E-mail Marketing, \u00e9 importante parar e pensar: voc\u00ea pegaria o telefone e ligaria para passar essa mesma informa\u00e7\u00e3o? Geralmente, o e-mail come\u00e7a: \u201c<\/strong><strong><em>N\u00f3s, que somos uma empresa maravilhosa, temos esse produto e tal tal tal.<\/em><\/strong><strong>\u201d&nbsp; Mas este e-mail foi escrito para a empresa e n\u00e3o para mim, porque ele s\u00f3 quer falar da empresa. O e-mail tem que ser escrito pensando no que aquela pessoa vai gostar ou n\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 aquilo que voc\u00ea gosta de falar sobre si. \u00c0s vezes, acontece algo legal e vem a ideia de mandar para todos da base de contatos um e-mail avisando, por exemplo, que nossa empresa ganhou a premia\u00e7\u00e3o XYZ. Mas voc\u00ea pegaria o telefone para dizer que ganhou o pr\u00eamio XYZ? A pessoa do outro lado provavelmente dir\u00e1: \u201c<\/strong><strong><em>M\u00e3o sabia, parab\u00e9ns.<\/em><\/strong><strong>&#8221; E a\u00ed fica aquela conversa esquisita. Por e-mail, \u00e9 exatamente a mesma coisa, porque estamos tentando comunicar uma coisa que n\u00e3o \u00e9 do interesse do outro lado.&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00c9 diferente quando voc\u00ea fala ou faz um servi\u00e7o para a audi\u00eancia. Por exemplo, eu falei que n\u00e3o estou preocupada com os relat\u00f3rios do ano porque sei que a Bits to Brands vai fazer uma curadoria e explicar de onde veio a informa\u00e7\u00e3o. Caso eu queira mais detalhes, posso ir na fonte e acompanhar por l\u00e1 tamb\u00e9m, \u00e9 completamente diferente. J\u00e1 que voc\u00ea est\u00e1 me fazendo esse favor &#8211; eu estou aguardando, Bia -,&nbsp; \u00e9 exatamente esse o modo como a gente tem que pensar.&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>[Beatriz Guarezi &#8211; Especialista] <\/strong>Exato. Eu acho que esse \u00e9 o papel do Marketing de Conte\u00fado dentro de uma estrat\u00e9gia e a <em>newsletter <\/em>\u00e9 um canal que simboliza muito isso, pois \u00e9 um lugar onde estamos apenas ajudando a pessoa &#8211; vamos entregando, entregando e entregando e \u00e9 assim que vamos conquistando a confian\u00e7a, ficando cada vez mais presente na cabe\u00e7a das pessoas. De novo, n\u00e3o vamos enviar uma <em>newsletter<\/em> para faturar uma meta de vendas, ela n\u00e3o serve para isso.&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9 preciso pensar em um universo onde voc\u00ea ou sua marca n\u00e3o publicam conte\u00fado e as pessoas sentem falta disso &#8211; \u00e9 poss\u00edvel e esse universo est\u00e1 ali na caixa de entrada. \u00c9 a l\u00f3gica que se constr\u00f3i quando se faz bem feito. Ent\u00e3o, \u00e9 s\u00f3 ajustar um pouco os objetivos e as expectativas, mas tendo isso ajustado, eu acho que tem muito valor para ser criado e trocado ali dentro.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p><strong>[Marina &#8211; Rock] Excelente troca! Outra coisa que me deixa em alerta \u00e9 que as pessoas querem mandar e-mail, mas n\u00e3o querem responder. Eu estou sempre de olho com a galera do meu time. Se eu tenho o direito de mandar e-mail para qualquer pessoa, aquela pessoa tem que ter o direito de me responder. N\u00e3o me venha com o <\/strong><strong><em>no-reply<\/em><\/strong><strong>. Quando eu vejo escrito <\/strong><strong><em>no-reply,<\/em><\/strong><strong> \u00e9 descadastro na hora, por que s\u00f3 um lado pode falar? Assim n\u00e3o.&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>E eu queria saber com voc\u00ea: as pessoas respondem muito, voc\u00ea responde a elas, como funciona?<\/strong><\/p>\n<p><strong>[Beatriz Guarezi &#8211; Especialista] <\/strong>Tem uma m\u00e1gica que acontece que as pessoas me mandam muitos e-mails e \u00e9 muito especial. Apesar da minha <em>newsletter <\/em>ter o nome <strong>Bits to Brands<\/strong> e ter uma tem\u00e1tica, eu assino com meu nome, as pessoas sabem que est\u00e3o recebendo um e-mail que fui eu quem escrevi, sempre foi assim. Tamb\u00e9m n\u00e3o foi uma decis\u00e3o estrat\u00e9gica, era s\u00f3 a forma como eu queria fazer, mas hoje eu vejo o quanto isso estreita a minha rela\u00e7\u00e3o com a audi\u00eancia. Um exemplo muito simples que posso te dar \u00e9: eu escrevo como Beatriz Guarezi, nome e sobrenome no remetente e assino os e-mails como Beatriz. Em in\u00fameros e-mails, as pessoas escrevem para mim e dizem: \u201c<em>Oi, Bia<\/em>\u201d. E eu nem conhe\u00e7o essas pessoas, mas elas sentem que me conhecem. Isso \u00e9 muito legal porque a <em>newsletter<\/em> tem esse qu\u00ea de pessoalidade que, se voc\u00ea ler uma, duas, tr\u00eas vezes, j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel come\u00e7ar a entender o meu estilo, as coisas que eu gosto, o que eu seleciono\u2026 Vamos criando uma rela\u00e7\u00e3o muito pr\u00f3xima e isso \u00e9 uma coisa que eu recomendo dependendo da empresa e do tipo de estrat\u00e9gia.&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9 interessante ter uma pessoa que personifique aquilo ou criar uma linguagem pr\u00f3pria, uma certa informalidade, pois o e-mail tem tamb\u00e9m esse lado &#8211; voc\u00ea mesma falou, Marina, que a gente trocava e-mail com quem gostava no in\u00edcio da internet &#8211; existe essa coisa de uma pessoa escrevendo para outra. Pessoalizar um pouco n\u00e3o \u00e9 nada mal e as pessoas respondem muito bem a isso. Eu tenho vivido este tipo de troca h\u00e1 mais de 3 anos e tem sido sempre muito legal.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>[Marina &#8211; Rock]&nbsp; Bacana! Ent\u00e3o, pessoal, assinem a Bits to Brands e respondam o e-mail da Bia para ver se ela responde mesmo que voc\u00eas v\u00e3o descobrir mais.&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>[Beatriz Guarezi &#8211; Especialista] <\/strong>\u00c0s vezes, melhor dizendo quase sempre, eu demoro para responder. A <strong>Bits<\/strong> \u00e9 meu projeto pessoal, mas eu tenho minha carreira em paralelo. Ent\u00e3o, pensa que eu tenho minha caixa de entrada pessoal, minha caixa do trabalho, a caixa da <strong>Bits<\/strong>, as mensagens do <strong>Instagram<\/strong> pessoal, as mensagens do <strong>Instagram<\/strong> da <strong>Bits<\/strong>, as mensagens do <strong>LinkedIn<\/strong>, meu <strong>Whatsapp<\/strong>, <strong>Twitter<\/strong> &#8211; s\u00e3o 8 caixas de entrada diferentes e apenas uma Beatriz. Eu \u00e0s vezes, demoro para responder por quest\u00f5es de sa\u00fade mental, n\u00e3o consigo estar ali o tempo todo, mas eu sempre respondo, sempre.&nbsp;<\/p>\n<p>Caso algu\u00e9m aqui nesta live esteja pensando que \u201c<em>ela n\u00e3o responde, eu escrevi em janeiro e ela n\u00e3o responde<\/em>\u201d, eu juro, eu sempre chego l\u00e1. \u00c0s vezes, eu s\u00f3 demoro um pouquinho (risos).<\/p>\n<p><strong>[Marina &#8211; Rock] Galera, estamos quase chegando ao final da <\/strong><strong><em>live<\/em><\/strong><strong>, quem tiver d\u00favidas pode mandar no chat. Inclusive, se voc\u00eas tiverem sugest\u00f5es, podem colocar no chat as <\/strong><strong><em>newsletter<\/em><\/strong><strong> favoritas de voc\u00eas. Eu amo trocar figurinha de <\/strong><strong><em>newsletter<\/em><\/strong><strong>, \u00e9 legal para a gente ir conhecendo o que cada um gosta.&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>Mas antes de passarmos para as perguntas da audi\u00eancia, eu queria saber um pouquinho sobre o que voc\u00ea acha de tend\u00eancias para <\/strong><strong><em>newsletter<\/em><\/strong><strong>. O que voc\u00ea acha que vai come\u00e7ar a crescer muito mais agora em 2022 e 2023, o que podemos esperar para este canal?<\/strong><\/p>\n<p><strong>[Beatriz Guarezi &#8211; Especialista]&nbsp; <\/strong>A<strong> <\/strong><em>newsletter<\/em> por si s\u00f3 representa uma tend\u00eancia nos \u00faltimos tempos, temos visto que os pedidos para \u201c<em>assinar newsletter\u201d<\/em> t\u00eam crescido muito. Eu brinco que o &#8220;<em>assine minha newsletter<\/em>\u201d \u00e9 o novo \u201c<em>arrasta para cima<\/em>\u201d. Tanto porque o arrasta para cima n\u00e3o existe mais, quanto porque tem cada vez mais <em>newsletters <\/em>criadas em diferentes nichos e tamanhos convidando as pessoas para essa troca mais \u00edntima na caixa de entrada.&nbsp;<\/p>\n<p>H\u00e1 algum tempo, eu assinei a <em>newsletter<\/em> da <strong>Dua Lipa<\/strong> &#8211; inclusive, se algu\u00e9m n\u00e3o sabia, a <strong>Dua Lipa<\/strong> tem uma <em>newsletter<\/em> onde ela faz uma curadoria e comenta um pouco sobre o lugar onde est\u00e1, recomenda restaurantes, \u00e9 super legal. Pensa: voc\u00ea est\u00e1 ali recebendo uma cartinha da <strong>Dua Lipa<\/strong> por e-mail. Eu nem sou f\u00e3 e estou l\u00e1 observando, pensa como n\u00e3o \u00e9 legal para os f\u00e3s. Fica a dica.&nbsp;<\/p>\n<p>O <strong>Tiago Leifert <\/strong>saiu do <strong>Big Brother<\/strong> e come\u00e7ou a escrever uma <strong>newsletter. <\/strong>Acho que temos visto uma tend\u00eancia da <em>newsletter<\/em> se oficializar como um espa\u00e7o para estar mais perto das pessoas. N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 aquele <em>stories<\/em> feito para viralizar, para milhares de pessoas ao mesmo tempo. O e-mail \u00e9 algo feito somente para quem assinou, para aquele clube de pessoas.<\/p>\n<p>Existem duas tend\u00eancias que eu acho que vale a pena explorar dentro dessa plataforma. A primeira \u00e9 a quest\u00e3o das recomenda\u00e7\u00f5es. A <strong>Bits to Brands<\/strong> cresceu organicamente, eu nunca investi em m\u00eddia paga para ter assinantes, foi uma pessoa recomendando para outra. Mas hoje em dia, j\u00e1 existem estrat\u00e9gias para potencializar a recomenda\u00e7\u00e3o que \u00e9 atrav\u00e9s de recompensas.&nbsp;<\/p>\n<p>A <em>newsletter<\/em> pioneira nisso foi o <strong>Morning Brew<\/strong>, uma das maiores <em>newsletters<\/em> do mundo, e o pessoal do <strong>The News<\/strong> importou essa ideia. Quem assina sabe. Quanto mais amigos voc\u00ea recomenda, mais brindes voc\u00ea ganha e, com isso, eles est\u00e3o escalando absurdamente a <em>newsletter <\/em>deles. Acho uma estrat\u00e9gia super inteligente de <em>member get member,<\/em> n\u00e3o s\u00f3 para <em>newsletter,<\/em> mas tamb\u00e9m para todo tipo de produto ou servi\u00e7o que as pessoas puderem recomendar umas para as outras.&nbsp;<\/p>\n<p>A segunda coisa \u00e9 essa l\u00f3gica de comunidade, de olhar os assinantes da sua <em>newsletter <\/em>como um conjunto de pessoas que t\u00eam um interesse em comum e n\u00e3o s\u00f3 como sua audi\u00eancia. N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 seu para eles, mas como eles conseguem trocar uns com os outros?<\/p>\n<p>Uma coisa que eu j\u00e1 testei v\u00e1rias vezes na pr\u00f3pria <strong>Bits<\/strong> \u00e9 abrir espa\u00e7o para os assinantes dentro da <em>newsletter<\/em>: como as pessoas podem conhecer umas \u00e0s outras no ecossistema da <strong>Bits to Brands<\/strong>. \u00c9 uma tend\u00eancia para todos os canais quando a gente fala em comunidade, vou, inclusive, falar de comunidade no relat\u00f3rio<em> <\/em>de tend\u00eancias da <strong>Bits to Brands<\/strong>, mas a <em>newsletter <\/em>\u00e9 um lugar bem legal para explorar isso tamb\u00e9m.<\/p>\n<p><strong>[Marina &#8211; Rock] Legal. Essa estrat\u00e9gia de <\/strong><strong><em>member get member<\/em><\/strong><strong> \u00e9 sucesso absoluto em todo lugar. H\u00e1 muito tempo, eu assinava a The Hustle, que foi comprada pela HubSpot, e eu pirava que ia ganhar os adesivos da The Hustle porque indiquei para todo mundo do Marketing da Rock. Tinham camisetas tamb\u00e9m, mas eles entregavam somente nos EUA, a\u00ed complicou. E ainda tinha uma pontua\u00e7\u00e3o dizendo h\u00e1 quantos dias eu estava abrindo a <\/strong><strong><em>news<\/em><\/strong><strong>. Era gamifica\u00e7\u00e3o e engajamento.&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>[Beatriz Guarezi &#8211; Especialista]&nbsp; <\/strong>Inclusive, a <strong>Rock Content<\/strong> demorou para distribuir as blusinhas do <strong>RD Summit<\/strong> para as pessoas que mais baixam, compartilham e recomendam o conte\u00fado de voc\u00eas. Fica essa estrat\u00e9gia!&nbsp;<\/p>\n<p><strong>[Marina &#8211; Rock] Vou promover uma coisa no final do webin\u00e1rio, quem sabe se alinha com isso. Produ\u00e7\u00e3o, vai conferindo a\u00ed o estoque de blusinhas (risos).<\/strong><\/p>\n<p><strong>[Beatriz Guarezi &#8211; Especialista]&nbsp; <\/strong>A\u00ed, voc\u00eas mandam pra minha casa pra me agradecer pela ideia (risos)<\/p>\n<p><strong>[Marina &#8211; Rock] Pode deixar! Bom, a outra pergunta que eu ia fazer, acho que voc\u00ea j\u00e1 respondeu, era como crescer a base. Acho que voc\u00ea j\u00e1 comentou que as pessoas foram recomendando umas \u00e0s outras, mas acho que a sua presen\u00e7a em diversas m\u00eddias tamb\u00e9m ajudou a ampliar o alcance da Bits. Olha, gente, d\u00e1 para crescer uma <\/strong><strong><em>newsletter<\/em><\/strong><strong> sem o investimento em m\u00eddia paga, mas tamb\u00e9m tudo bem se voc\u00ea quiser investir, n\u00e3o tem problema. A Rock \u00e9 muito escola <\/strong><strong><em>inbound<\/em><\/strong><strong>, mas n\u00e3o temos nada contra a m\u00eddia paga.&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>Vou passar para as perguntas da galera que o chat est\u00e1 bombando. Vou come\u00e7ar pela Laize. Quais erros n\u00e3o devemos cometer quando lan\u00e7amos uma <\/strong><strong><em>newsletter<\/em><\/strong><strong>?<\/strong><\/p>\n<p><strong>[Beatriz Guarezi &#8211; Especialista] <\/strong>Acho que a gente falou um pouco disso durante nosso papo: \u00e9 voc\u00ea n\u00e3o confundir uma <em>newsletter<\/em> com o restante de sua estrat\u00e9gia de E-mail Marketing. Deixa sua estrat\u00e9gia de E-mail Marketing rolar com as r\u00e9guas, conte\u00fados, <em>call to actions<\/em>, gatilhos, promo\u00e7\u00f5es, descontos, e etc, deixa ela ser feliz e cheia de resultados. Trate sua <em>newsletter<\/em> como um canal de conte\u00fado. D\u00ea esta aten\u00e7\u00e3o especial para ela e garanta que voc\u00ea tem n\u00e3o s\u00f3 a permiss\u00e3o, mas o desejo expl\u00edcito daquela pessoa de receber aquele conte\u00fado.<\/p>\n<p>Aquele exemplo que a gente deu: voc\u00ea tem uma base de 20 mil pessoas. Mas se aquelas pessoas n\u00e3o pediram a <em>newsletter<\/em>, voc\u00ea investiu tempo, cuidado e curadoria em um conte\u00fado que a pessoa nem entendeu porque est\u00e1 recebendo e com o qual ela nem vai se engajar. Use as 20 mil pessoas como o primeiro passo para construir a base e envie uma edi\u00e7\u00e3o especial. Dessas 20 mil, se 200 pedirem para receber, tudo bem, come\u00e7a com elas. Depois, segue convidando a base que voc\u00ea j\u00e1 tem e confia na qualidade do conte\u00fado, na const\u00e2ncia, para que essas 200 possam ir recomendando para outras pessoas e assim ir crescendo.<\/p>\n<p>Come\u00e7ar a tratar <em>newsletter<\/em> como <em>newsletter<\/em> e n\u00e3o como E-mail Marketing para garantir que todas as pessoas que est\u00e3o recebendo, por mais que comece um pouco mais devagar, que sejam pessoas que querem receber seu conte\u00fado. Depois, isso faz diferen\u00e7a na taxa de abertura, no engajamento, nas recomenda\u00e7\u00f5es e assim vai.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>[Marina &#8211; Rock] Inclusive a pergunta da Laize me deu uma ideia: erros. Quem trabalha com E-mail Marketing est\u00e1 ciente que vai errar. Este \u00e9 o primeiro aprendizado que eu passo para quem \u00e9 novo no meu time: \u201c<\/strong><strong><em>Oi, seja bem-vindo, voc\u00ea vai mandar um e-mail errado. N\u00e3o precisa se desesperar, nem ter ansiedade, \u00e9 normal, todo mundo erra.<\/em><\/strong><strong>\u201d Mas eu n\u00e3o me lembro de ter recebido uma errata da Bits to Brands. Como voc\u00ea faz, termina a edi\u00e7\u00e3o respira um dia e revisa depois, qual \u00e9 o seu processo?<\/strong><\/p>\n<p><strong>[Beatriz Guarezi &#8211; Especialista] <\/strong>Vai rolar uma <em>exposed party<\/em> agora porque eu nunca falei sobre isso em p\u00fablico, mas o meu processo \u00e9 muito mais ca\u00f3tico do que eu gostaria. Muitas vezes eu termino a <em>newsletter <\/em>\u00e0s 2h da manh\u00e3 e agendo para chegar nas pessoas \u00e0s 8h do dia seguinte. Eu mesma escrevo, reviso, testo os links, fa\u00e7o um ritualzinho e vou dormir.&nbsp;<\/p>\n<p>Geralmente eu termino as <strong>Bits<\/strong> nas quartas-feiras \u00e0 noite, tem dias que mais cedo, tem dias que mais tarde. Depende de como est\u00e1 a semana. \u00c0s vezes, eu deito na cama e fico pensando se tem alguma coisa que eu perdi. Eu me levanto da cama, reviso mais uma vez e deito de novo.&nbsp;<\/p>\n<p>Tem tr\u00eas coisas que eu sempre fico muito atenta. A primeira \u00e9 a numera\u00e7\u00e3o: vou completar 160 edi\u00e7\u00f5es e nunca numerei errado, mas estou esperando o dia que isso vai acontecer; a segunda \u00e9 o hor\u00e1rio &#8211; uma coisa que eu j\u00e1 errei foi isso, pois eu mando em plataformas americanas e eles tem o <em>am<\/em> e o <em>pm<\/em>, ent\u00e3o, tem uma ou outra edi\u00e7\u00e3o que foi em hor\u00e1rio errado, porque eu agendei errado; e a terceira coisa \u00e9 sempre testar os links. Eu sempre clico em tudo para garantir que n\u00e3o tem nada quebrado.&nbsp;<\/p>\n<p>Por enquanto tivemos sucesso. Temos m\u00e9todo? N\u00e3o temos m\u00e9todo.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>[Marina &#8211; Rock] Boa! Esse processo de testar \u00e9 fundamental. Eu sempre digo que tem que clicar em tudo, at\u00e9 no link de social do final para ver se est\u00e1 tudo certo. Mas se for algo errado, respira, ningu\u00e9m vai morrer, passamos uma errata e tranquilo, segue o jogo.&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>Vamos agora para a pergunta da Mari Valad\u00e3o: Oi, Bia! Conte\u00fados que s\u00e3o uma lista de not\u00edcias onde, para saber mais, precisa clicar em links ainda s\u00e3o eficientes (quando a <\/strong><strong><em>newsletter<\/em><\/strong><strong> \u00e9 um compilado de links de not\u00edcias para saber mais) ou \u00e9 mais eficaz fazer um \u00fanico conte\u00fado mais robusto direto na newsletter?<\/strong><\/p>\n<p><strong>[Beatriz Guarezi &#8211; Especialista] <\/strong>Vamos l\u00e1. Eu dou uma aula de <em>newsletter<\/em> onde eu passo no detalhe por esse tipo de assunto e eu vou abrir turmas para o m\u00eas de abril e maio, ent\u00e3o, assinem a <strong>Bits to Brands<\/strong> que eu vou anunciar por l\u00e1. Mas por que eu estou fazendo <em>merchan<\/em> da minha<em> masterclass<\/em>? Porque isso que voc\u00ea perguntou vai muito de acordo com a proposta de valor da sua <em>newsletter<\/em>. O que vai determinar a quantidade de conte\u00fado, a quantidade de links, a profundidade\u2026 Existe <em>newsletter<\/em>, por exemplo, onde o prop\u00f3sito \u00e9 atualizar, as pessoas assinam pelos updates, ent\u00e3o se essa <em>newsletter<\/em> tiver muito texto, reflex\u00e3o e etc, ela n\u00e3o vai estar cumprindo o que prometeu, que \u00e9 atualizar. Para esse tipo de proposta, pode ser uma s\u00e9rie de links onde a pessoa vai sabendo o contexto que aquilo aconteceu e se aprofunda se quiser.&nbsp;<\/p>\n<p>Tem <em>newsletter<\/em> que cumpre a proposta de desenvolvimento pessoal e profissional. Eu assino por exemplo a <em>newsletter<\/em> da <strong>Esther Perel,<\/strong> ela \u00e9 uma terapeuta especialista em relacionamentos. Recomendo a quem se interessar que veja as <strong>TED<\/strong>s dela. Ela manda a <em>newsletter <\/em>uma vez por m\u00eas como uma carta sobre um tema espec\u00edfico, como uma reflex\u00e3o sobre relacionamentos. Ali, n\u00e3o faz o m\u00ednimo sentido a <strong>Esther Perel<\/strong> me mandar uma lista com 10 links. Eu quero saber o que ela acha, quero ver ela elaborando sobre o assunto.&nbsp;<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, \u00e9 muito sobre o que voc\u00ea se prop\u00f5e a entregar para as pessoas, n\u00e3o tem f\u00f3rmula exata. No meu caso, por exemplo, eu tenho uma mescla. Eu exploro um tema com um pouco mais de profundidade, que vira um texto de 5 ou 6 par\u00e1grafos &#8211;&nbsp; eu tento n\u00e3o escrever muito &#8211; e dali em diante \u00e9 curadoria. Eu escolho uma a\u00e7\u00e3o, uma coisa interessante, inspiradora, eu mando uma s\u00e9rie de links mais curtinhos e eu dou uma dica mais aleat\u00f3ria de entretenimento ou conte\u00fado para as pessoas. Vai muito do que voc\u00ea quer consumir e do que se prop\u00f5e a entregar para as pessoas, mas n\u00e3o tem f\u00f3rmula errada n\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>[Marina &#8211; Rock] Agora vamos para a pergunta da Gabriela. Os assuntos da <\/strong><strong><em>newsletter<\/em><\/strong><strong> devem ser necessariamente iguais aos posts do site, por exemplo? Como escolher os melhores t\u00f3picos e chamar a aten\u00e7\u00e3o para o clique?<\/strong><\/p>\n<p><strong>[Beatriz Guarezi &#8211; Especialista] <\/strong>Eu acho que, se voc\u00ea tem um site ou um blog onde segue uma editoria espec\u00edfica, sua <em>newsletter<\/em> tem que ser parte dessa estrat\u00e9gia de conte\u00fado numa continuidade. Qual \u00e9 a liberdade que a <em>newsletter<\/em> te d\u00e1?<\/p>\n<p>A quest\u00e3o da curadoria. \u00c0s vezes, no seu site ou no seu blog, voc\u00ea vai escrever textos inteiros sobre um ou outro tema por quest\u00f5es de SEO, por quest\u00f5es de educa\u00e7\u00e3o da audi\u00eancia, por quest\u00f5es de lideran\u00e7a de pensamento\u2026 Agora, na <em>newsletter,<\/em> voc\u00ea pode trabalhar nas editorias os t\u00f3picos que j\u00e1 trabalha no seu site ou blog com complementos e \u00e9 a\u00ed que entra a curadoria: voc\u00ea vai complementando aquilo com coisas interessantes que se relacionam com aquele texto.&nbsp;<\/p>\n<p>O que eu n\u00e3o recomendaria \u00e9 voc\u00ea fazer uma <em>newsletter<\/em> 100% somente sobre coisas que voc\u00ea escreveu. Eu acho que tem muito espa\u00e7o para servir a comunidade e a sua audi\u00eancia, construir outros tipos de pontos em comum, humanizar a empresa.&nbsp;<\/p>\n<p>Se decidir compartilhar os conte\u00fados do seu blog, complemente com o livro que o seu especialista est\u00e1 lendo na semana, com o <strong>TED Talk<\/strong> que vai ajudar na carreira do seu <em>lead<\/em>, um evento no setor que ele pode aproveitar, trazer uma empresa parceira para trazer algum benef\u00edcio, etc. Enfim, pensar em coisas que voc\u00ea pode variar um pouco para n\u00e3o ficar s\u00f3 no seu pr\u00f3prio site\/blog e aproveitar a oportunidade para oferecer um pouco de curadoria. Mas em termos de temas e editorias, eu manteria o que voc\u00ea j\u00e1 faz para sua marca como um todo.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>[Marina &#8211; Rock]&nbsp; Tem uma pessoa aqui que n\u00e3o escreveu o nome, escreveu \u201c<\/strong><strong><em>foi minha mentora no Tera.<\/em><\/strong><strong>\u201d Provavelmente, \u00e9 algu\u00e9m que j\u00e1 foi seu aluno. A pergunta \u00e9: \u201cBia, voc\u00ea acha que a <\/strong><strong><em>newsletter<\/em><\/strong><strong> pode ser um espa\u00e7o legal para fazer pesquisas ou pedir sugest\u00f5es e <\/strong><strong><em>feedbacks<\/em><\/strong><strong> entre os assinantes como forma de ampliar a comunica\u00e7\u00e3o entre marca e empresa?\u201d&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>[Beatriz Guarezi &#8211; Especialista] <\/strong>Acho que pode ser super, ela tem esse potencial de troca um a um que n\u00e3o deve ser subestimado. Eu, inclusive, fa\u00e7o pesquisa todo ano com meus assinantes. Eu mando um formul\u00e1rio para saber qual o valor que as pessoas tiram da <strong>Bits to Brands<\/strong>, por que elas est\u00e3o ali, o que elas mais gostam, o que menos gostam, o que elas querem comentar, e com base nesse <em>feedback<\/em> eu vou sempre evoluindo a <em>newsletter<\/em>. Ent\u00e3o, n\u00e3o vejo nenhum problema, muito pelo contr\u00e1rio &#8211; \u00e9 poss\u00edvel tornar a <em>newsletter<\/em> esse espa\u00e7o de relacionamento mais estreito e convidar as pessoas para comentar, responder, se fazerem ouvir.&nbsp;<\/p>\n<p>Mas \u00e9 o que a Mari comentou: voc\u00ea tem que responder tamb\u00e9m. Tem que ser uma via de m\u00e3o dupla. Se voc\u00ea pede opini\u00e3o para a pessoa e ela vai te escrever um e-mail sobre aquilo, garanta que h\u00e1 uma estrat\u00e9gia de dar algo em troca por isso: seja responder aquele e-mail, seja enviar um conte\u00fado exclusivo &#8211; j\u00e1 que voc\u00ea sabe que ela gosta do conte\u00fado da sua empresa &#8211; enfim, tentar pensar em uma rec\u00edproca.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>[Marina &#8211; Rock] Eu acho que ajuda bastante quando a gente explica o motivo da pesquisa. Por exemplo, um formul\u00e1rio que vai demorar 5 ou 10 min para responder e, hoje em dia, \u201c<\/strong><strong><em>time is money<\/em><\/strong><strong>\u201d, ent\u00e3o, \u00e9 interessante explicar para sua base o que voc\u00ea precisa, o que est\u00e1 tentando entender, assim, a pessoa j\u00e1 entende qual o prop\u00f3sito. Se ela gostar da <\/strong><strong><em>newsletter,<\/em><\/strong><strong> ela consegue dar 5 ou 10 min do tempo dela porque faz sentido. Assim a gente consegue ajuda.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Refor\u00e7ando: \u00e9 s\u00f3 deixar bem claro porque voc\u00ea quer essas informa\u00e7\u00f5es e depois dar um retorno para as pessoas sobre os resultados. Por exemplo: \u201c<\/strong><strong><em>Com a pesquisa, descobrimos que nossa audi\u00eancia \u00e9 feita por x, y, e z; tantos s\u00e3o de S\u00e3o Paulo, vamos virar uma comunidade?<\/em><\/strong><strong>\u201d Uma coisa puxa a outra.<\/strong><\/p>\n<p><strong>E, para finalizar, pois estamos quase batendo o nosso tempo, Douglas perguntou: \u201cQueria saber como uma empresa conseguiria rentabilizar uma <\/strong><strong><em>newsletter<\/em><\/strong><strong>?\u201d<\/strong><\/p>\n<p><strong>[Beatriz Guarezi &#8211; Especialista] <\/strong>Existem diferentes maneiras de voc\u00ea rentabilizar uma <em>newsletter<\/em>. Algumas das principais s\u00e3o:&nbsp;<\/p>\n<p>1- aproveitar a base, a comunidade interessada no seu conte\u00fado para vender outros tipos de conte\u00fado. No meu caso, por exemplo, eu tenho uma audi\u00eancia que curte meu conte\u00fado, minha curadoria. O que eu fiz? Criei <em>masterclasses<\/em>, estruturei o meu modelo de pensar curadoria de conte\u00fado, meu modo de fazer a <em>newsletter <\/em>e comecei a vender isso para as pessoas.&nbsp;<\/p>\n<p>Voc\u00ea pode usar a newsletter como divulga\u00e7\u00e3o para produtos que fa\u00e7am sentido para aquela audi\u00eancia. Ent\u00e3o, isso \u00e9 uma maneira de rentabilizar.&nbsp;<\/p>\n<p>2- Outra maneira \u00e9 cobrar por assinatura. Tem plataformas pr\u00f3prias para isso. Voc\u00ea pode ter uma <em>newsletter<\/em> gratuita, uma paga ou o modelo \u201c<em>freemium<\/em>\u201d, por exemplo: uma <em>newsletter<\/em> semanal que, para receber toda semana, \u00e9 preciso pagar a assinatura e voc\u00ea pode receber uma vers\u00e3o gratuita uma vez por m\u00eas. Eu assino criadores de conte\u00fado que fazem isso. Para voc\u00ea ter acesso ao conte\u00fado deles como um todo, \u00e9 preciso pagar a assinatura. Sen\u00e3o, voc\u00ea tem acesso s\u00f3 a um peda\u00e7o.&nbsp;<\/p>\n<p>O contr\u00e1rio tamb\u00e9m \u00e9 verdadeiro. Voc\u00ea pode ter no seu modelo gr\u00e1tis uma const\u00e2ncia semanal, mas se a pessoa quiser receber uma edi\u00e7\u00e3o especial, diferente, mais aprofundada, ai ela paga a assinatura.&nbsp;<\/p>\n<p>3- Rentabilizar \u00e9 criar produtos para a audi\u00eancia da <em>newsletter<\/em>, cobrar assinatura e a terceira coisa \u00e9 usar a <em>newsletter<\/em> como plataforma de m\u00eddia, o que eu tenho explorado um pouco na <strong>Bits to Brands<\/strong> recentemente. Mas a grande refer\u00eancia disso hoje no Brasil \u00e9 o pessoal da <strong>AdNews<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n<p>Basicamente, \u00e9 colocar um espa\u00e7o de anunciante dentro da sua <em>newsletter<\/em>. Qual a quest\u00e3o aqui? Voc\u00ea n\u00e3o vai simplesmente jogar um <em>banner<\/em> dentro da <em>newsletter<\/em>, porque assim voc\u00ea est\u00e1 usando errado a plataforma.&nbsp;<\/p>\n<p>Se estamos em um lugar onde a pessoa passa um caf\u00e9, dedica a aten\u00e7\u00e3o, abre o que voc\u00ea tem a dizer, ao come\u00e7ar a poluir isso com muito Marketing, perdemos a rela\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a. Ent\u00e3o, como inserir marcas ali dentro que v\u00e3o se beneficiar do contato com sua audi\u00eancia \u00e9 uma coisa que vale ser pensada, mas que \u00e9 uma forma bem interessante de rentabilizar.&nbsp;<\/p>\n<p>Eu, por exemplo, tenho explorado o modelo que \u00e9 um an\u00fancio, uma se\u00e7\u00e3o anunciar patrocinada, onde tenho um an\u00fancio que fa\u00e7o quest\u00e3o de escrever do meu jeito, no meu tom e isso j\u00e1 \u00e9 avisado para as marcas que chegam para conversar comigo: eu vou escrever e eles v\u00e3o aprovar, mas vai ficar do meu jeito essa recomenda\u00e7\u00e3o,<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m estou come\u00e7ando a trabalhar com <em>branded content<\/em>. Ao inv\u00e9s de colocar um <em>publi<\/em> no meio da <em>newsletter<\/em>, eu fa\u00e7o toda a <em>newsletter<\/em> na tem\u00e1tica daquela marca e coloco \u201c<em>esta newsletter \u00e9 um oferecimento da marca tal<\/em>.\u201d&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>A minha \u00faltima <em>newsletter<\/em> foi o oferecimento de uma marca e foi super legal porque eu pedi a liberdade criativa: \u201c<em>\u00c9 sobre isso que voc\u00eas querem falar? Legal, deixa eu escrever do meu jeito para conectar com a minha audi\u00eancia.<\/em>\u201d.Foi um sucesso absoluto, a taxa de abertura foi \u00f3tima, as pessoas compartilharam muito, falaram muito sobre o assunto e eu acho que foi bom para a marca e para mim tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>Sobre rentabilizar: \u00e9 voc\u00ea pensar em como criar produtos para aquela audi\u00eancia, como voc\u00ea pode cobrar assinatura, pelo que voc\u00ea pode cobrar assinatura, e por fim, pensar a <em>newsletter<\/em> como plataforma de m\u00eddia trazendo marcas que queiram se conectar com sua audi\u00eancia.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>[Marina &#8211; Rock] Muito bom, deu a chave, o segredo do sucesso. Galera, falamos tanto de <em>newsletter<\/em> que j\u00e1 vamos seguir a escola Bia Guarezi de lan\u00e7amento e eu gostaria de convidar voc\u00eas: a Rock Content vai lan\u00e7ar sua <em>newsletter<\/em> interativa na pr\u00f3xima segunda-feira. Se voc\u00ea n\u00e3o sabe o que \u00e9 conte\u00fado interativo, a equipe vai colocar um link no chat para aprender um pouco mais, mas conte\u00fado interativo \u00e9 aquele que permite que sua audi\u00eancia participe da constru\u00e7\u00e3o de conte\u00fad, e que voc\u00ea, como profissional de Marketing, capture alguns dados que s\u00e3o relevantes para sua estrat\u00e9gia. Estamos lan\u00e7ando a <\/strong><a href=\"https:\/\/interactive.rockcontent.com\/br\/thebeat\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>The Beat<\/strong><\/a><strong>. J\u00e1 est\u00e1 rodando nos Estados Unidos e agora estamos trazendo para o Brasil. Quem tiver interesse, aqui embaixo na p\u00e1gina j\u00e1 tem um formul\u00e1rio. Ent\u00e3o, se inscrevam para receber nossa <em>newsletter<\/em>, queremos todo mundo abrindo, taxa de abertura l\u00e1 em cima, j\u00e1 que todo mundo pediu pra receber a <em>newsletter<\/em> e n\u00e3o vai receber de qualquer forma.&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>Queria tamb\u00e9m agradecer a sua presen\u00e7a, Bia, foi um papo maravilhoso e eu deixo aberto para voc\u00ea fazer o seu <\/strong><strong><em>merchan<\/em><\/strong><strong>.<\/strong><\/p>\n<p><strong>[Beatriz Guarezi &#8211; Especialista]&nbsp; <\/strong>Maravilhoso! Inclusive j\u00e1 estou curiosa para saber o que \u00e9 uma <em>newsletter<\/em> interativa e porque eu n\u00e3o sou uma <em>newsletter<\/em> interativa ainda! J\u00e1 vou assinar para descobrir mais sobre o que \u00e9 isso (risos).<\/p>\n<p>Quero convidar tamb\u00e9m as pessoas que est\u00e3o interessadas em <em>newsletter<\/em> e E-mail Marketing para participar da minha pr\u00f3xima <em>masterclass<\/em>. S\u00e3o 6h de conte\u00fado onde a gente fala do in\u00edcio, meio e fim, vamos da proposta de valor at\u00e9 estrat\u00e9gias de rentabiliza\u00e7\u00e3o. Vou abrir as pr\u00f3ximas turmas nas pr\u00f3ximas semanas e todas as informa\u00e7\u00f5es v\u00e3o sempre estar na <strong>Bits to Brands<\/strong> que tamb\u00e9m chega na sua caixa de entrada toda semana com tend\u00eancias de comportamento e tecnologia para marcas. A gente faz uma salada maravilhosa de cultura pop, entretenimento, <em>branding<\/em>, tecnologia, conte\u00fado, tend\u00eancias. Convido todos voc\u00eas a fazerem parte da minha comunidade. N\u00e3o s\u00f3 a aprenderem mais sobre <em>newsletter<\/em>, mas tamb\u00e9m a trocarem conte\u00fado comigo &#8211; estou dispon\u00edvel nos meus canais no <a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/in\/beatrizguarezi\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>LinkedIn<\/strong><\/a><strong> <\/strong>e no <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/beatrizguarezi\/?hl=en\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Instagram<\/strong><\/a> caso tenham d\u00favidas ou interesse em saber mais sobre como trabalhar an\u00fancios na <strong>Bits to Brands<\/strong> para a empresa de voc\u00eas, \u00e9 s\u00f3 chamar. Mandem <em>jobs<\/em>, estamos explorando tamb\u00e9m essas possibilidades.&nbsp;<\/p>\n<p>Foi um prazer estar aqui com voc\u00eas, muito obrigada pelo convite!<\/p>\n<p><strong>[Marina &#8211; Rock] Muito obrigada a todos que participaram, que mandaram d\u00favidas, que v\u00e3o se inscrever em todas as <\/strong><strong><em>newsletters<\/em><\/strong><strong>. Uma boa semana para todo mundo! At\u00e9 mais!&nbsp;<\/strong><\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conte\u00fado Extra<\/h2>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Muito al\u00e9m de um produto, uma marca: Rock in Rio<\/h3>\n<p>Quais os principais ensinamentos e inspira\u00e7\u00f5es que a marca Rock in Rio pode trazer para os estudos em branding? Isso \u00e9 o que Beatriz respondeu em sua monografia no Centro de Ci\u00eancias da Administra\u00e7\u00e3o e Socioecon\u00f4micas (Esag) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc).<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img data-opt-id=764066166  fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh4.googleusercontent.com\/c7GC2UFafDwt94FiBwQ2iJ6f3JxbcHtqbm0ihS1GL8hCdM_5TxdIRs33GhK1Cl1nnefw8RpCpB0N3u0U5bryw4nRPa7Owps-kTjBxRI7phLJtvG_lO6y2TA6WunVVERVCA9Y8z28\" alt=\"\"\/><\/figure>\n<\/div>\n<p>No trabalho, ela analisa diversos conceitos ligados a Marketing, marca, consumidores e comunica\u00e7\u00e3o e relaciona esses elementos \u00e0 marca Rock in Rio a fim de realizar uma an\u00e1lise cr\u00edtica do comportamento da marca.<\/p>\n<p>Para quem quiser conferir o trabalho completo, ele est\u00e1 <a href=\"https:\/\/sistemabu.udesc.br\/pergamumweb\/vinculos\/000005\/000005cc.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">dispon\u00edvel no site da biblioteca da Udesc<\/a>.<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Tend\u00eancias de comportamento e tecnologia para 2022<\/h3>\n<p>A Bits to Brands, gerenciada por Beatriz, construiu um grande relat\u00f3rio de tend\u00eancias sobre marketing digital para 2022. S\u00e3o 35 p\u00e1ginas de conte\u00fado, divididas em cinco grandes tend\u00eancias para este ano. S\u00e3o elas: TikTok, comunidade, entretenimento de marca, influ\u00eancia genu\u00edna e valor virtual.<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img data-opt-id=608546114  fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh4.googleusercontent.com\/tpdJgYL3Ej9ANM1Zq3wuF-2HhDXM_nE9qR5QdEC-Z1pRBQctfKnL3yYc9CU-Qrt1B1I7XjHCUPvTI6ur3C6DVQWgsAcjokNO3zfxba5yNb2s2MgGhEo3aBIKSuhJFDlHLza_QlCQ\" alt=\"\"\/><\/figure>\n<\/div>\n<p>Para visualizar o documento completo, basta <a href=\"https:\/\/www.bitstobrands.com\/tendencias-2022\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">clicar aqui<\/a> e se inscrever na newsletter!<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">R\u00e9guas ou fluxos de nutri\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Durante sua entrevista, Beatriz frisou diversas vezes a import\u00e2ncia da r\u00e9gua de nutri\u00e7\u00e3o (ou fluxo de nutri\u00e7\u00e3o) para newsletters e E-mail Marketing. Esses fluxos s\u00e3o sequ\u00eancias de email enviadas para uma base com diversos objetivos, seja para melhorar o relacionamento com clientes, reten\u00e7\u00e3o, gera\u00e7\u00e3o de vendas entre outros.<\/p>\n<p>Aqui no blog, nossa Supervisora de Marketing Marina Cordeiro (que entrevistou a Beatriz nessa Jam Session) j\u00e1 escreveu sobre <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/como-fazer-um-fluxo-de-nutricao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">como criar um fluxo de nutri\u00e7\u00e3o<\/a> e tamb\u00e9m como <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/o-que-e-lead\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">transformar visitantes em leads e nutri-los com email marketing<\/a>. Vale a pena a leitura!<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Inscreva-se na The Beat, a newsletter da Rock Content!<\/h3>\n<p>Como dito durante a conversa, a <strong>Rock Content<\/strong> lan\u00e7ou uma newsletter interativa e semanal com tudo de mais importante sobre o mundo do Marketing Digital, a <strong>The Beat<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>Toda segunda-feira<\/strong>, na sua caixa de e-mail, voc\u00ea pode receber as principais tend\u00eancias da nossa \u00e1rea analisadas pelo time que mais entende de Marketing de Conte\u00fado no Brasil: a <strong>Rock Content<\/strong>, \u00e9 claro!<\/p>\n<p>Como? Aqui, s\u00f3 trabalhamos com permiss\u00e3o. \u00c9 s\u00f3 se inscrever. Bora?<\/p>\n<p><script src=\"https:\/\/ionfiles.scribblecdn.net\/scripts\/ionizer-1.3.min.js\" data-ion-embed-hash=\"eyJ1cmwiOiIvL2ludGVyYWN0aXZlLnJvY2tjb250ZW50LmNvbS9ici90aGViZWF0LWJhbm5lcj9faW9uX3RhcmdldD1lbWJlZC0xLjAiLCJpZCI6Il9pb25faW9uaXplcl8xNjQ3NjA0MDIwMjEwIiwiYXBwZW5kUXVlcnkiOmZhbHNlfQ==\"><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cQuando foi a \u00faltima vez que voc\u00ea fez alguma coisa 100 ou 150 vezes?\u201d. Com essa indaga\u00e7\u00e3o, Beatriz Guarezi, editora da newsletter Bits to Brands e Brand Manager na Liv Up, sustenta a import\u00e2ncia de ser consistente em nossas a\u00e7\u00f5es de Marketing. A Bits to Brands existe desde 2018 e hoje conta com cerca de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":58984,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":true,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[31],"tags":[],"class_list":["post-58978","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-everybody-writes"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.3.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>\u2018O segredo de uma boa newsletter est\u00e1 na consist\u00eancia, paci\u00eancia e qualidade em cada edi\u00e7\u00e3o\u2019, afirma editora da Bits to Brands<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Nesta entrevista, Beatriz Guarezi, editora da Bits to Brands explica como criar bons conte\u00fados para newsletter. 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