{"id":45275,"date":"2016-07-18T00:00:00","date_gmt":"2016-07-18T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/rockcontent.com\/br\/talent-blog\/design-thinking\/"},"modified":"2025-09-13T23:37:04","modified_gmt":"2025-09-14T02:37:04","slug":"design-thinking","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/design-thinking\/","title":{"rendered":"Design Thinking: como implantar esta metodologia no dia a dia?"},"content":{"rendered":"\n<p dir=\"ltr\">Todo redator, no fundo, deseja resolver as d\u00favidas dos leitores do <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/criatividade\/\">jeito mais divertido e simples poss\u00edvel<\/a>. Todo mundo j\u00e1 leu algum texto que gerou entusiasmo do in\u00edcio ao fim, cujo tempo gasto na leitura sequer tenha sido notado, gerando o sentimento de esclarecimento sobre o assunto.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Textos como estes s\u00e3o pe\u00e7as raras no mar de informa\u00e7\u00e3o da internet. Por isso, quando provocam essa rea\u00e7\u00e3o no leitor, s\u00e3o indicadores de que a miss\u00e3o est\u00e1 sendo cumprida.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Mas ser\u00e1 que escrever um texto com essas caracter\u00edsticas \u00e9 t\u00e3o dif\u00edcil assim? Ou ser\u00e1 que \u00e9 uma desafio simples, \u201ca alguns toques no teclado\u201d de dist\u00e2ncia?<\/p>\n<p dir=\"ltr\">As opini\u00f5es sobre o assunto divergem, e os conselhos s\u00e3o quase sempre enviesados de forma a privilegiar determinado profissional ou produto.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Bem, com certeza <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/estudar-para-produzir-conteudo-para-blog\/\">o processo criativo n\u00e3o surge do impulso<\/a>, como um passe de m\u00e1gica.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Sabemos que at\u00e9 mesmo os mais inovadores artistas, desenhistas e escritores tinham l\u00e1 os seus passos b\u00e1sicos que os permitiam criar algo incomum e apaixonante!<\/p>\n<p dir=\"ltr\">E uma dessas personalidades, conhecida como Tim Brown, CEO da Ideo, nos contou seu segredo \u2013 quase infal\u00edvel \u2013 em 2009, quando lan\u00e7ou o livro \u201cDesign Thinking\u201d. Agora, resolvemos compartilh\u00e1-lo com voc\u00ea! Ficou curioso? Acompanhe o post e saiba mais!<\/p>\n<h2 dir=\"ltr\">Afinal, o que \u00e9 Design Thinking?<\/h2>\n<p dir=\"ltr\">Design Thinking \u00e9 uma abordagem que visa solucionar problemas por meio da percep\u00e7\u00e3o das rotinas coletivas. Ou seja, \u00e9 um trabalho que procura os pontos em que h\u00e1 empatia entre os envolvidos.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Ao se propor a resolu\u00e7\u00e3o de um problema, o m\u00e9todo Design Thinking busca formas de se tirar vantagens comuns para todos os interessados, desde clientes at\u00e9 investidores, colaboradores etc.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Diferentemente do que entendemos como um conceito metodol\u00f3gico, aplic\u00e1vel a v\u00e1rias situa\u00e7\u00f5es distintas, o Design Thinking n\u00e3o \u00e9 um processo linear. Apesar de existem etapas a serem cumpridas, n\u00e3o h\u00e1 uma l\u00f3gica que obrigue certos pontos a serem respondidos antes de outros.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Durante todo o exerc\u00edcio das pr\u00e1ticas sugeridas, busca-se a compreens\u00e3o cultural, comportamental e relacional de um conjunto de indiv\u00edduos com as barreiras enfrentadas em suas atividades di\u00e1rias.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Sendo assim, a premissa m\u00e1xima do Design Thinking \u00e9 identificar situa\u00e7\u00f5es limitantes, problemas n\u00e3o solucionados, entraves, dentre outras dificuldades rotineiras, para que produtos e servi\u00e7os possam ser criados de forma inovadora, leve e confort\u00e1vel!<\/p>\n<h2 dir=\"ltr\">E quais s\u00e3o as etapas do Design Thinking?<\/h2>\n<p dir=\"ltr\">O Design Thinking \u00e9 um processo de descoberta, onde a percep\u00e7\u00e3o precisa estar bastante agu\u00e7ada. Durante o exerc\u00edcio, \u00e9 preciso deixar os preconceitos de lado, assim como os estere\u00f3tipos e paradigmas.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Todo o conhecimento precisa ser exposto, analisado, criticado e revisto. Assim, ser\u00e1 poss\u00edvel sair de um lugar-comum e adentrar territ\u00f3rios novos. A seguir, veja como utiliz\u00e1-lo:<\/p>\n<h3 dir=\"ltr\">1. Deixe o tradicional e busque novos insights<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">\u00c9 bem mais f\u00e1cil pensar sob a \u00f3tica daquilo que j\u00e1 \u00e9 conhecido, certo? Portanto, nossa mente sempre nos levar\u00e1 ao caminho mais f\u00e1cil, dentro da nossa zona de conforto.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Entretanto, a ideia aqui \u00e9 justamente combater os mecanismos de incentivo \u00e0 acomoda\u00e7\u00e3o. Para isso, \u00e9 preciso questionar, buscar outro ponto de vista, refletir e contemplar um problema que buscamos resolver. Os t\u00e3o almejados insights surgem ao revolver esses pensamentos.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Entretanto, e a contempla\u00e7\u00e3o das ideias \u00e9 insuficiente para se encontrar&nbsp;a solu\u00e7\u00e3o para um problema. Esse ciclo deve ser acompanhado dos testes, de experi\u00eancia real do produto ou servi\u00e7o.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Afinal, as melhores descobertas surgem quando algu\u00e9m se prop\u00f5e a incorporar a dificuldade em seu dia a dia para, a partir da perspectiva de quem o vivencia, buscar novas respostas.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u00c0s vezes a gente subestima a for\u00e7a do desconforto, mas \u00e9 precisamente a\u00ed que moram algumas das sacadas mais inesperadas. A verdade \u00e9 que experimentar na pele o obst\u00e1culo (e nem sempre \u00e9 agrad\u00e1vel, convenhamos) muda a conex\u00e3o que criamos com as poss\u00edveis solu\u00e7\u00f5es. Quem nunca teve uma ideia decente no banho ou no \u00f4nibus, depois de um perrengue simples que ficou rondando o pensamento por dias?<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Nesse contexto, n\u00e3o tem muito segredo nem manual de instru\u00e7\u00f5es imbat\u00edvel \u2013 cada um constr\u00f3i sua pr\u00f3pria ponte entre problema e ideia, trope\u00e7ando aqui e ali. O bacana \u00e9 perceber que, quando a frustra\u00e7\u00e3o bate, talvez seja s\u00f3 o impulso para mexer em algo que parecia s\u00f3lido demais. Experimentar sem medo do rascunho feio ou do prot\u00f3tipo torto \u00e9 quase um rito de passagem pro novo aparecer.<\/p>\n<h3 dir=\"ltr\">2. Mapa Mental: o que n\u00e3o \u00e9 rec\u00f4ncavo e nem pode ser reconvexo<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">O trabalho do Design Thinking \u00e9 exercitar os dois hemisf\u00e9rios cerebrais,&nbsp;a fim de encontrar algo que n\u00e3o seja t\u00e3o comum e tradicional, nem t\u00e3o inovador que ainda n\u00e3o possa ser executado. \u00c9 preciso haver um equil\u00edbrio.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Mas como chegar a ele? A&nbsp;ideia \u00e9 trabalhar a reflex\u00e3o divergente, que \u00e9 aquela que busca solu\u00e7\u00f5es e alternativas de todos os tipos, das mais estruturadas \u00e0s menos l\u00f3gicas.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Depois que todas elas tiverem sido concebidas, \u00e9 hora de usar o pensamento convergente para tornar as ideias \u201creais\u201d, isto \u00e9, execut\u00e1veis com os materiais e tecnologias j\u00e1 dispon\u00edveis \u00e0 modelagem humana.<\/p>\n<h3 dir=\"ltr\">3. Prototipagem: est\u00e1 bom, mas sempre pode melhorar<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">O prot\u00f3tipo permite que a ideia seja testada na pr\u00e1tica, para que as funcionalidades sejam postas \u00e0 prova e possam responder: o motivo pelo qual ele foi criado soluciona realmente um problema? \u00c9 poss\u00edvel fazer melhorias e encontrar novas solu\u00e7\u00f5es para aprimor\u00e1-lo ainda mais?<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Ao contr\u00e1rio do que muitos podem pensar, um prot\u00f3tipo n\u00e3o \u00e9, necessariamente, feito com materiais caros e com muita similaridade ao que se pretende que seja o produto final. Na verdade, o&nbsp;objetivo de sua cria\u00e7\u00e3o \u00e9 a de proporcionar o aperfei\u00e7oamento de uma ideia.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Portanto, n\u00e3o importa como ele ser\u00e1 feito, mas sim que ele ataque o&nbsp;problema desde o in\u00edcio.<\/p>\n<h3 dir=\"ltr\">4. Pensamento interativo: arrumando a casa<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">Mais uma vez&nbsp;a desconstru\u00e7\u00e3o ser\u00e1 a maior aliada do Design Thinking. Agora, \u00e9 chegado o momento de explorar ideias diversas, de forma a buscar na desordem, nas rela\u00e7\u00f5es n\u00e3o lineares, padr\u00f5es que possam vir a ser fragmentados. Isso pode ser aplicado sucessivamente,&nbsp;at\u00e9 que cada uma dessas rela\u00e7\u00f5es&nbsp;se sobressaia,&nbsp;apontando&nbsp;caminhos para a estrutura\u00e7\u00e3o de algo verdadeiramente funcional.<\/p>\n<h3 dir=\"ltr\">5. Seja a \u201cm\u00e3e\u201d de uma ideia<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">Grande parte dos produtos e servi\u00e7os inovadores surgiram informalmente, em situa\u00e7\u00f5es de livre pensamento. Por isso, \u00e9 importante ter&nbsp;uma forma&nbsp;simples de anotar e guardar suas ideias, podem ser seus post-its, caderninho&nbsp;ou&nbsp;smartphone. Anotar palavras, desenhar uma imagem mental daquilo que est\u00e1 rondando o pensamento \u00e9 uma forma bastante eficaz de encontrar solu\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h2 dir=\"ltr\">Design Thinking e Marketing Digital: ao infinito e al\u00e9m!<\/h2>\n<p dir=\"ltr\">Quando somos pressionados a desenvolver algo novo, dificilmente a ideia criativa vem na hora. Mas com a utiliza\u00e7\u00e3o da&nbsp;t\u00e9cnica, fica muito mais f\u00e1cil sair da in\u00e9rcia&nbsp;e pensar de um jeito diferente.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O Design Thinking pode \u2013 e deve \u2013 ser utilizado no campo digital, tanto para a produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado quanto para encontrar novas formas de ajudar os clientes. \u00c9 recomendado que, para conseguir resultados promissores, os seguintes valores sejam respeitados:<\/p>\n<ul>\n<li dir=\"ltr\">\n<p dir=\"ltr\">Tenha empatia;<\/p>\n<\/li>\n<li dir=\"ltr\">\n<p dir=\"ltr\">Seja colaborativo;<\/p>\n<\/li>\n<li dir=\"ltr\">\n<p dir=\"ltr\">Experimente;<\/p>\n<\/li>\n<li dir=\"ltr\">\n<p dir=\"ltr\">Comece agora!<\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p dir=\"ltr\">Al\u00e9m de exercer diariamente as sugest\u00f5es acima, \u00e9 preciso conectar-se aos est\u00edmulos certos e saber retirar deles aquilo que \u00e9 bom para cada \u00e1rea da vida.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">E n\u00e3o estamos falando aqui apenas de Mozart, de Tolst\u00f3i, de museus europeus, n\u00e3o! O Design Thinking \u00e9 bastante favorecido no pagode, no Game of Thrones e no jogo de futebol do seu time do cora\u00e7\u00e3o no domingo \u00e0 tarde. Quer ver?<\/p>\n<h3 dir=\"ltr\">1. Refer\u00eancias sempre ajudam<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">Muitas pessoas utilizam o termo &#8220;cultura in\u00fatil&#8221; para se referir aos conhecimentos que n\u00e3o tem utilidade pr\u00e1tica. Infelizmente, \u00e9 comum que pessoas considerem in\u00fatil a cultura que n\u00e3o se relaciona com o trabalho.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Esse h\u00e1bito \u00e9, para o Design Thinking, um equ\u00edvoco. Na verdade, adquirir novas culturas e conhecimentos distantes s\u00e3o muito bons pra estimular as conex\u00f5es cerebrais, facilitando a visualiza\u00e7\u00e3o de novas solu\u00e7\u00f5es, ainda que inconscientemente.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Por exemplo, voc\u00ea sabe como as ci\u00eancias econ\u00f4micas podem mudar a forma como as pessoas avaliam os vinhos?<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Juntando duas ideias&nbsp;aparentemente distantes, indiv\u00edduos t\u00eam desenvolvido&nbsp;m\u00e9todos de <a href=\"https:\/\/www.wine-economics.org\/workingpapers\/AAWE_WP04.pdf\">analisar dados, verificar padr\u00f5es e aplicar o c\u00e1lculo econ\u00f4mico&nbsp;a fim de&nbsp;prever as melhores safras<\/a>.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Essas t\u00e9cnicas, criadas recentemente, substituem a tradicional avalia\u00e7\u00e3o feita por experimentadores, cujas opini\u00f5es subjetivas (e frequentemente enviesadas) contribuem&nbsp;para a defini\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os de um mercado bilion\u00e1rio.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Assim, o&nbsp;que era cultura in\u00fatil serviu de alicerce para&nbsp;uma ideia inovadora. Hoje existe, inclusive, uma nova classe de avaliadores de vinhos, chamado <em>wine economists<\/em>.<\/p>\n<h3 dir=\"ltr\">2. Ligue os pontos e veja o desenho<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">Voc\u00ea se lembra daquele joguinho infantil chamado liga-pontos?&nbsp;Pois bem, o Design Thinking pode ser pensado da mesma forma aqui. Para que o desenho de&nbsp;seu projeto se materialize, \u00e9 necess\u00e1rio que exista algu\u00e9m que entenda do assunto, um grupo&nbsp;que possua um problema e alguns conhecimentos preexistentes sobre a quest\u00e3o.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A partir da\u00ed, \u00e9 necess\u00e1rio ligar os pontos como fizeram Chad Hurley e Steve Chen que, cansados de ter que anexar v\u00eddeos por e-mail, criaram o Youtube.<\/p>\n<h3 dir=\"ltr\">3. Estude sobre tudo<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">Conhecimento nunca \u00e9 demais. As melhores e mais divergentes conex\u00f5es surgem de refer\u00eancias m\u00faltiplas&nbsp;que, \u00e0 primeira vista, podem n\u00e3o fazer&nbsp;sentido.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Logo, quanto mais voc\u00ea estiver aberto a todo tipo de cultura, de ideias e de refer\u00eancias, mais f\u00e1cil ser\u00e1 para o seu c\u00e9rebro fazer novas conex\u00f5es. Portanto, aprenda tudo o que estiver a sua disposi\u00e7\u00e3o!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Todo redator, no fundo, deseja resolver as d\u00favidas dos leitores do jeito mais divertido e simples poss\u00edvel. Todo mundo j\u00e1 leu algum texto que gerou entusiasmo do in\u00edcio ao fim, cujo tempo gasto na leitura sequer tenha sido notado, gerando o sentimento de esclarecimento sobre o assunto. 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