{"id":45365,"date":"2016-12-05T00:00:00","date_gmt":"2016-12-05T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/rockcontent.com\/br\/talent-blog\/morfologia\/"},"modified":"2025-09-13T22:55:37","modified_gmt":"2025-09-14T01:55:37","slug":"morfologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/morfologia\/","title":{"rendered":"6 dicas sobre morfologia que voc\u00ea nunca ouviu falar"},"content":{"rendered":"<p>Primeira pergunta para voc\u00ea que chegou a este post: <strong>voc\u00ea sabe o que \u00e9 morfologia<\/strong>? Se voc\u00ea clicou aqui justamente para saber o que significa essa palavra, n\u00f3s j\u00e1 vamos explicar. Mas antes, vamos propor uma reflex\u00e3o.<\/p>\n<p>Pense no trabalho de um mec\u00e2nico de autom\u00f3veis. Para fazer a manuten\u00e7\u00e3o de um carro, ele precisa conhecer todas as pe\u00e7as do ve\u00edculo e como elas funcionam. Quanto mais dom\u00ednio ele tiver, mais eficiente ser\u00e1 seu servi\u00e7o e mais satisfeitos ficar\u00e3o seus clientes.<\/p>\n<p>A mesma l\u00f3gica vale para o trabalho de um <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/como-se-tornar-um-redator-freelancer\/\">redator<\/a>. Ele precisa conhecer todas as \u201cpe\u00e7as\u201d que comp\u00f5em um texto para criar um conte\u00fado bem escrito e interessante que agrade ao leitor.<\/p>\n<p>E qual \u00e9 a principal pe\u00e7a de uma reda\u00e7\u00e3o? A palavra! \u00c9 disso que trata a morfologia: o <strong>estudo das palavras de acordo com suas <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/classes-gramaticais\/\" data-wplink-edit=\"true\">classes gramaticais<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p>Voc\u00ea, como redator, precisa dominar o portugu\u00eas, e a morfologia \u00e9 uma parte importante da nossa l\u00edngua. Ao entender as classes de palavras, voc\u00ea est\u00e1 instrumentalizado para criar <strong>textos mais ricos, corretos e interessantes<\/strong>.<\/p>\n<p>Mesmo que voc\u00ea j\u00e1 seja experiente, talvez a teoria n\u00e3o esteja t\u00e3o fresca na mem\u00f3ria para aplicar hoje nas suas tarefas. Por isso, criamos este post para lembrar tudo o que voc\u00ea aprendeu na escola!<\/p>\n<h2>Morfologia: as 10 classes de palavras da l\u00edngua portuguesa<\/h2>\n<p><a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/substantivos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Substantivo<\/a>, adjetivo, adv\u00e9rbio, artigo, numeral, pronome, verbo, preposi\u00e7\u00e3o, conjun\u00e7\u00e3o e interjei\u00e7\u00e3o: nesses 10 grupos, encaixam-se todas as palavras do portugu\u00eas.<\/p>\n<p>As classes gramaticais talvez sejam as primeiras li\u00e7\u00f5es que recebemos nas aulas de portugu\u00eas, pois elas servem de base para estudar todos os outros temas, como <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/sintaxe\/\">fun\u00e7\u00f5es sint\u00e1ticas<\/a> e <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/guia-de-como-usar-virgula\/\">pontua\u00e7\u00e3o<\/a>.<\/p>\n<p>Vamos, ent\u00e3o, relembrar cada uma delas:<\/p>\n<h3>Substantivo<\/h3>\n<p>Palavras que <strong>nomeiam<\/strong> seres, objetos, lugares, a\u00e7\u00f5es, sentimentos e qualidades. Essa \u00e9 uma classe ampla, que varia em g\u00eanero (masculino e feminino), n\u00famero (singular e plural) e grau (aumentativo e diminutivo). Existem diferentes classifica\u00e7\u00f5es para os substantivos:<\/p>\n<ul>\n<li>Pr\u00f3prio X Comum \u2013 ex.: Recife X cidade;<\/li>\n<li>Concreto X Abstrato \u2013 ex.: comida X fome;<\/li>\n<li>Primitivo X Derivado \u2013 ex.: livro X livreiro;<\/li>\n<li>Simples X Composto \u2013 ex.: chuva X guarda-chuva;<\/li>\n<li>Coletivo X N\u00e3o coletivo \u2013 ex.: plateia X espectador.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Adjetivo<\/h3>\n<p>Palavras que <strong>caracterizam<\/strong> ou atribuem qualidades aos substantivos. Variam sempre em n\u00famero e grau (mas nem sempre em g\u00eanero), de acordo com a varia\u00e7\u00e3o do substantivo. Veja as classifica\u00e7\u00f5es dos adjetivos:<\/p>\n<ul>\n<li>Primitivo X Derivado \u2013 ex.: bom X bondoso;<\/li>\n<li>Simples X Composto \u2013 ex.: verde X verde-claro;<\/li>\n<li>Restritivo X Explicativo \u2013 ex.: aluno dedicado X neve fria;<\/li>\n<li>Uniforme X Biforme \u2013 ex.: feliz X bonito(a);<\/li>\n<li>P\u00e1trio ou gent\u00edlico \u2013 ex.: holand\u00eas, paulista.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Adv\u00e9rbio<\/h3>\n<p>Palavras que <strong>expressam<\/strong> tempo, modo ou lugar, referindo-se a adjetivos, verbos e outros adv\u00e9rbios (nunca a substantivos). Adv\u00e9rbios nunca s\u00e3o vari\u00e1veis. Veja as classifica\u00e7\u00f5es e exemplos dessa classe:<\/p>\n<ul>\n<li>De tempo \u2013 ex.: amanh\u00e3, agora, j\u00e1;<\/li>\n<li>De lugar \u2013 ex.: aqui, l\u00e1, dentro, longe;<\/li>\n<li>De modo \u2013 ex.: mal, rapidamente, felizmente;<\/li>\n<li>De intensidade \u2013 ex.: muito, pouco, mais, tanto;<\/li>\n<li>De d\u00favida \u2013 ex.: talvez, provavelmente;<\/li>\n<li>De afirma\u00e7\u00e3o \u2013 ex.: sim, certamente, realmente;<\/li>\n<li>De nega\u00e7\u00e3o \u2013 ex.: n\u00e3o, tampouco;<\/li>\n<li>De interroga\u00e7\u00e3o \u2013 ex.: onde, quando, como, por que.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Artigo<\/h3>\n<p>Palavras que <strong>antecedem<\/strong> os substantivos e variam apenas em g\u00eanero e n\u00famero. Existem apenas dois tipos de artigo, que determinam (definido) ou generalizam (indefinido) as palavras que acompanham. Veja:<\/p>\n<ul>\n<li>Definido: o, a, os, as;<\/li>\n<li>Indefinido: um, uma, uns, umas.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Numeral<\/h3>\n<p>Palavras <strong>relacionadas a n\u00fameros<\/strong>, que se referem a substantivos. Conhe\u00e7a as classifica\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<ul>\n<li>Cardinal \u2013 ex.: dois;<\/li>\n<li>Ordinal \u2013 ex.: segundo;<\/li>\n<li>Fracion\u00e1rio \u2013 ex.: metade;<\/li>\n<li>Coletivo \u2013 ex.: d\u00fazia;<\/li>\n<li>Multiplicativo \u2013 ex.: dobro.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Pronome<\/h3>\n<p>Palavras que <strong>acompanham ou substituem<\/strong> nomes (substantivos). Conhe\u00e7a todos os pronomes:<\/p>\n<ul>\n<li>Pessoais: eu, tu, ele, n\u00f3s, v\u00f3s, eles, me, te, nos, vos, o(s), a(s), lhe(s);<\/li>\n<li>Demonstrativos: esse(a), este(a), aquele(a), isso, isto, aquilo;<\/li>\n<li>Possessivos: meu, teu, seu, dele, nosso, vosso, deles;<\/li>\n<li>Indefinidos: algum(ns), v\u00e1rios, muitos, cada;<\/li>\n<li>Relativos: quem, que, o(a) qual, quando, cujo;<\/li>\n<li>Interrogativos: quem, quantos, que;<\/li>\n<li>De tratamento: Vossa Alteza, Vossa Excel\u00eancia.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Verbo<\/h3>\n<p>Palavras que exprimem <strong>a\u00e7\u00e3o, estado, fato ou fen\u00f4meno da natureza<\/strong>. Os verbos t\u00eam muitas varia\u00e7\u00f5es: pessoa (primeira, segunda e terceira), n\u00famero (singular e plural), tempo (presente, passado e futuro), modo (indicativo, subjuntivo e imperativo) e voz (ativa, passiva e reflexiva).<\/p>\n<p>Veja alguns exemplos:<\/p>\n<ul>\n<li>A\u00e7\u00e3o \u2013 ex.: Clara passeava com o c\u00e3o. (modo indicativo no pret\u00e9rito imperfeito);<\/li>\n<li>Estado \u2013 ex.: O c\u00e3o ficou animado. (modo indicativo no pret\u00e9rito perfeito);<\/li>\n<li>Fen\u00f4meno da natureza \u2013 ex.: Talvez chova durante o passeio. (modo subjuntivo no presente).<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Preposi\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Palavras que <strong>conectam<\/strong> <strong>dois elementos<\/strong> de uma ora\u00e7\u00e3o. Provavelmente na escola voc\u00ea teve que decorar v\u00e1rias delas, ent\u00e3o vamos ver se voc\u00ea se lembra das principais:<\/p>\n<ul>\n<li>a, ante, ap\u00f3s, com, contra, de, desde, em, entre, para, perante, por, sem, sob, sobre \u2013 ex.: Iremos at\u00e9 o rio para caminhar sobre a ponte com os amigos.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Se pararmos para pensar, na fala cotidiana, nem sempre nos atentamos \u00e0 escolha certa das preposi\u00e7\u00f5es. Ali\u00e1s, \u00e9 f\u00e1cil escorregar, especialmente quando se est\u00e1 escrevendo algo mais informal ou numa conversa r\u00e1pida pelo WhatsApp. Mas quando se trata de texto bem escrito, vale pausar, reler devagar e ver se aquela constru\u00e7\u00e3o faz sentido na frase toda.<\/p>\n<p>Muitos leitores nem notam quando algo fica estranho por conta de uma preposi\u00e7\u00e3o fora de lugar, mas pode apostar que o texto perde em clareza e at\u00e9 credibilidade. Vira e mexe algu\u00e9m nota uma frase confusa no meio do par\u00e1grafo e fica aquela sensa\u00e7\u00e3o de que o redator foi r\u00e1pido demais ou deixou passar. Ent\u00e3o, se der d\u00favida, consulta uma fonte confi\u00e1vel ou tenta outra formula\u00e7\u00e3o. Costuma funcionar.<\/p>\n<h3>Conjun\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Palavras que <strong>conectam duas ora\u00e7\u00f5es<\/strong>. Voc\u00ea provavelmente tamb\u00e9m teve que decorar v\u00e1rias delas nos estudos sobre ora\u00e7\u00f5es nas aulas de portugu\u00eas. Vamos relembrar:<\/p>\n<ul>\n<li>Coordenativa aditiva \u2013 ex.: N\u00e3o quero saber de bagun\u00e7ar, nem fazer barulho.<\/li>\n<li>Coordenativa adversativa \u2013 ex.: Voc\u00eas s\u00e3o bagunceiros, mas merecem um abra\u00e7o.<\/li>\n<li>Coordenativa alternativa \u2013 ex.: Ou voc\u00eas param, ou chamarei seus pais.<\/li>\n<li>Coordenativa conclusiva \u2013 ex.: Voc\u00eas est\u00e3o fazendo bagun\u00e7a, portanto parem.<\/li>\n<li>Coordenativa explicativa \u2013 ex.: N\u00e3o demorem, porque a janta est\u00e1 servida.<\/li>\n<li>Subordinativa integrante \u2013 ex.: Espero que voc\u00eas me ou\u00e7am.<\/li>\n<li>Subordinativa causal \u2013 ex.: J\u00e1 que n\u00e3o se comportam, n\u00e3o ganhar\u00e3o presente.<\/li>\n<li>Subordinativa conformativa \u2013 ex.: Conforme avisei, est\u00e3o todos de castigo.<\/li>\n<li>Subordinativa comparativa \u2013 ex.: Est\u00e3o se divertindo como crian\u00e7as.<\/li>\n<li>Subordinativa consecutiva \u2013 ex.: Est\u00e3o t\u00e3o felizes, que vou perdoar a bagun\u00e7a.<\/li>\n<li>Subordinativa final \u2013 ex.: Arrumem o quarto para poderem brincar.<\/li>\n<li>Subordinativa proporcional \u2013 ex.: \u00c0 medida que arrumarem o quarto, v\u00e3o jantar.<\/li>\n<li>Subordinativa temporal \u2013 ex.: Logo que terminar a brincadeira, arrumem o quarto.<\/li>\n<li>Subordinativa condicional \u2013 ex.: Se voc\u00eas arrumarem o quarto, ter\u00e3o uma surpresa.<\/li>\n<li>Subordinativa concessiva \u2013 ex.: Deixarei brincarem, embora n\u00e3o se comportem.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Interjei\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Palavras que <strong>expressam sentimentos e emo\u00e7\u00f5es<\/strong> no discurso. Veja alguns exemplos:<\/p>\n<ul>\n<li>Sauda\u00e7\u00e3o \u2013 ex.: Al\u00f4!, Oi!<\/li>\n<li>Espanto \u2013 ex.: Oh!, Uau!<\/li>\n<li>Desejo \u2013 ex.: Tomara!<\/li>\n<li>Alegria \u2013 ex.: Eba!, Viva!<\/li>\n<li>Ajuda \u2013 ex.: Socorro!<\/li>\n<\/ul>\n<h2>6 dicas de morfologia para melhorar seus textos<\/h2>\n<p>Pronto, agora voc\u00ea j\u00e1 tem um verdadeiro <strong>arsenal de palavras<\/strong> para criar seus textos! Vamos agora ver algumas dicas pr\u00e1ticas para <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/como-escrever-bem\/\">valorizar seus conte\u00fados<\/a>.<\/p>\n<h3>1. Enrique\u00e7a o texto com conjun\u00e7\u00f5es variadas<\/h3>\n<p>Vimos acima todas as possibilidades de palavras da l\u00edngua portuguesa. Para cada classe, existe uma <strong>infinidade de termos<\/strong>. Por que, ent\u00e3o, deter-se a apenas uma pequena parcela deles? Explore tudo o que o portugu\u00eas nos oferece!<\/p>\n<p>No caso das conjun\u00e7\u00f5es, existem v\u00e1rias palavras alternativas para transmitir uma mesma ideia.<\/p>\n<p>Por exemplo, sobre as conjun\u00e7\u00f5es adversativas: o \u201cmas\u201d, que \u00e9 o mais usado, pode ser substitu\u00eddo por \u201centretanto\u201d, \u201cno entanto\u201d, \u201cpor\u00e9m\u201d, \u201ccontudo\u201d e \u201ctodavia\u201d sem nenhum preju\u00edzo ou mudan\u00e7a de sentido.<\/p>\n<p>Outro exemplo s\u00e3o as conjun\u00e7\u00f5es temporais. A express\u00e3o \u201cassim que\u201d equivale a \u201clogo que\u201d ou \u201cquando\u201d. Ent\u00e3o, se voc\u00ea costuma usar sempre o mesmo termo, agora voc\u00ea j\u00e1 conhece outros para enriquecer o texto e evitar a repeti\u00e7\u00e3o de palavras.<\/p>\n<h3>2. Explore as interjei\u00e7\u00f5es para transmitir emo\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Como dissemos na defini\u00e7\u00e3o de interjei\u00e7\u00e3o, essa classe gramatical <strong>expressa emo\u00e7\u00e3o<\/strong>, transmitindo isso tamb\u00e9m ao leitor. Ent\u00e3o, explore as interjei\u00e7\u00f5es nos seus textos!<\/p>\n<p>Muitas vezes elas s\u00e3o esquecidas, por\u00e9m seu poder de engajar o leitor \u00e9 enorme.<\/p>\n<p>Por exemplo, em vez de dizer \u201cficamos surpresos\u201d, voc\u00ea poderia usar a express\u00e3o \u201cuau!\u201d. Veja alguns outros exemplos:<\/p>\n<ul>\n<li>Ufa! A cidade est\u00e1 mais segura agora.<\/li>\n<li>Encontrou um novo emprego? Viva!<\/li>\n<\/ul>\n<p>Tenha aten\u00e7\u00e3o apenas \u00e0 orienta\u00e7\u00e3o de linguagem do texto. Essas express\u00f5es funcionam melhor em conte\u00fados informais, mas tamb\u00e9m podem ser usados em outras situa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h3>3. Use adjetivos e adv\u00e9rbios com modera\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Mark Twain foi um escritor e humorista norte-americano. Ele disse o seguinte: \u201c<em>when you catch an adjective, kill it<\/em>\u201d (\u201cquando voc\u00ea encontrar um adjetivo, mate-o\u201d, em tradu\u00e7\u00e3o livre). Uma frase perfeita para ilustrar esse t\u00f3pico.<\/p>\n<p>N\u00e3o, ele n\u00e3o est\u00e1 dizendo para eliminar os adjetivos da face da terra. Por\u00e9m, quando eles s\u00e3o usados em excesso, empobrecem o texto.<\/p>\n<p>Geralmente, eles acrescentam <strong>informa\u00e7\u00f5es muito vagas<\/strong>. Quando voc\u00ea fala, por exemplo, sobre um \u201chomem estranho\u201d, o leitor n\u00e3o entende o que isso significa. \u201cEstranho\u201d \u00e9 uma qualidade que varia na percep\u00e7\u00e3o de uma pessoa para outra.<\/p>\n<p>O mesmo vale para os adv\u00e9rbios. Assim como os adjetivos, eles s\u00e3o usados para complementar algum elemento na frase, mas quando usados em excesso, tornam-se dispens\u00e1veis pois <strong>prejudicam o ritmo da leitura<\/strong>.<\/p>\n<p>Mais interessante para o leitor \u00e9, quando poss\u00edvel, substituir o adjetivo por uma descri\u00e7\u00e3o do que voc\u00ea est\u00e1 falando. Em vez de \u201chomem estranho\u201d, poderia usar \u201cum homem de poucas palavras e poucos amigos\u201d.<\/p>\n<p>Ou, em vez de descrev\u00ea-lo, voc\u00ea pode contar como as pessoas reagem quando esse homem adentra em um local. \u00c9 preciso um pouco de criatividade para fugir dos clich\u00eas!<\/p>\n<p>Se voc\u00ea j\u00e1 percebeu que costuma socar adjetivos no texto sem pensar muito, talvez valha a pena dar uma segunda olhada antes de publicar ou entregar para revis\u00e3o. \u00c0s vezes \u00e9 s\u00f3 trocar um \u201cmuito interessante\u201d por uma descri\u00e7\u00e3o que realmente mostre o que voc\u00ea quer dizer, sem atolar o par\u00e1grafo. Isso deixa tudo mais visual e, geralmente, mais honesto tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>Ali\u00e1s, uma boa dica \u00e9 ler seu texto em voz alta. Normalmente, o ouvido percebe exageros que passaram batidos na leitura silenciosa. Se engasgar ou cansar, talvez o texto esteja mesmo esperando por um corte cuidadoso ou uma reorganiza\u00e7\u00e3o esperta das frases. N\u00e3o precisa ter pena n\u00e3o \u2013 quase sempre o resultado fica mais elegante.<\/p>\n<h3>4. Tenha cuidado com a ambiguidade dos pronomes<\/h3>\n<p>Frases amb\u00edguas demonstram falta de cuidado e pobreza de vocabul\u00e1rio do autor. Com esses entraves no texto, o leitor fica confuso e tem uma m\u00e1 experi\u00eancia de leitura. \u00c9 o que acontece seguidamente com os pronomes.<\/p>\n<p>Ao longo de um texto, nos referimos a diferentes pessoas e elementos. E os pronomes s\u00e3o usados para substitu\u00ed-los, evitando a repeti\u00e7\u00e3o de palavras. Por\u00e9m, na constru\u00e7\u00e3o da frase, eles podem ficar amb\u00edguos. Veja alguns casos que podem ocorrer:<\/p>\n<ul>\n<li>Pronomes possessivos: meu, teu, seu, dele, nosso, vosso, deles<\/li>\n<\/ul>\n<p>Digamos que esse texto esteja falando com um leitor que \u00e9 gerente de uma empresa: \u201cos colaboradores est\u00e3o felizes com suas f\u00e9rias\u201d.<\/p>\n<p>De quem s\u00e3o as f\u00e9rias: dos colaboradores ou do gerente? N\u00e3o h\u00e1 como saber (a n\u00e3o ser que perguntemos ao autor&#8230;).<\/p>\n<p>Para evitar a ambiguidade, poderia ser usado o pronome \u201cdeles\u201d: \u201cos colaboradores est\u00e3o felizes com as f\u00e9rias deles\u201d.<\/p>\n<p>Mas se as f\u00e9rias s\u00e3o do gerente, seria preciso uma mudan\u00e7a maior, como \u201cos colaboradores est\u00e3o felizes com as f\u00e9rias que voc\u00ea tirou\u201d.<\/p>\n<ul>\n<li>Pronomes relativos: quem, que, o(a) qual, quando, cujo<\/li>\n<\/ul>\n<p>O pronome relativo \u201cque\u201d tamb\u00e9m pode gerar ambiguidade. Por exemplo, veja esta frase: \u201co pai da aluna, que gostava do professor, reclamou \u00e0 escola\u201d.<\/p>\n<p>Quem gostava do professor: o pai ou a aluna? Nesse caso, basta substituir o pronome por \u201co qual\u201d (se for o pai) ou \u201ca qual\u201d (se for a aluna), e est\u00e1 resolvida a d\u00favida.<\/p>\n<p>E se a frase fosse \u201co pai do aluno, que gostava do professor, reclamou \u00e0 escola\u201d? Agora, s\u00f3 o contexto ou uma reformula\u00e7\u00e3o completa poderiam resolver a ambiguidade.<\/p>\n<h3>5. Elimine os artigos indefinidos dispens\u00e1veis<\/h3>\n<p>Um artigo definido (o, a, os, as) determina um substantivo de modo particular e preciso. Por exemplo, na frase \u201co menino andava descal\u00e7o na rua\u201d, o autor se refere a um menino espec\u00edfico, que provavelmente j\u00e1 foi apresentado no texto.<\/p>\n<p>Mas se esse artigo definido fosse substitu\u00eddo por um indefinido, a frase mudaria de sentido. \u201cUm menino andava descal\u00e7o na rua\u201d refere-se a qualquer menino, a quem n\u00e3o se fez qualquer men\u00e7\u00e3o anterior.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, por quest\u00f5es de estilo, muitas vezes \u00e9 prefer\u00edvel <strong>suprimir os artigos indefinidos<\/strong> que s\u00e3o dispens\u00e1veis. Por exemplo, \u201co menino ganhou uns sapatos novos\u201d. Assim, a leitura se torna mais agrad\u00e1vel.<\/p>\n<h3>6. Tenha aten\u00e7\u00e3o \u00e0 pontua\u00e7\u00e3o nas conjun\u00e7\u00f5es<\/h3>\n<p>Entender as conjun\u00e7\u00f5es \u00e9 essencial para aprender algumas regras importantes de pontua\u00e7\u00e3o. Vamos a elas:<\/p>\n<p>Quando as ora\u00e7\u00f5es s\u00e3o <strong>coordenadas<\/strong> (aditiva, adversativa, alternativa, conclusiva ou explicativa), a v\u00edrgula antes da conjun\u00e7\u00e3o \u00e9 obrigat\u00f3ria. Como vimos nos exemplos anteriores:<\/p>\n<ul>\n<li>Voc\u00eas est\u00e3o fazendo bagun\u00e7a, portanto parem.<\/li>\n<li>Voc\u00eas s\u00e3o bagunceiros, mas merecem um abra\u00e7o.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Por\u00e9m, h\u00e1 uma exce\u00e7\u00e3o: a conjun\u00e7\u00e3o aditiva \u201ce\u201d. A v\u00edrgula \u00e9 obrigat\u00f3ria quando os sujeitos das ora\u00e7\u00f5es s\u00e3o diferentes; se forem o mesmo, a v\u00edrgula n\u00e3o deve ser usada.<\/p>\n<ul>\n<li>Voc\u00eas arrumam o quarto, e eu fa\u00e7o a janta. (sujeitos diferentes)<\/li>\n<li>Voc\u00eas arrumam o quarto e juntam os brinquedos da sala. (mesmo sujeito)<\/li>\n<\/ul>\n<p>Nas <strong>subordinadas<\/strong>, a v\u00edrgula antes da conjun\u00e7\u00e3o s\u00f3 \u00e9 obrigat\u00f3ria quando a ora\u00e7\u00e3o estiver deslocada. Ou seja, quando estiver antes ou no meio da ora\u00e7\u00e3o principal. Se a ora\u00e7\u00e3o subordinada estiver depois da principal, a pontua\u00e7\u00e3o \u00e9 opcional. Entenda nestes exemplos:<\/p>\n<ul>\n<li>Arrumem o quarto para poderem brincar. (v\u00edrgula opcional)<\/li>\n<li>Para poderem brincar, arrumem o quarto. (ora\u00e7\u00e3o subordinada deslocada, v\u00edrgula obrigat\u00f3ria)<\/li>\n<li>Est\u00e3o todos de castigo, conforme avisei. (v\u00edrgula opcional)<\/li>\n<li>Conforme avisei, est\u00e3o todos de castigo. (ora\u00e7\u00e3o subordinada deslocada, v\u00edrgula obrigat\u00f3ria)<\/li>\n<\/ul>\n<h2>Concluindo<\/h2>\n<p><strong>Brincar com as palavras<\/strong>: esse \u00e9 o grande prazer de quem gosta de escrever. Voc\u00ea redige o texto, v\u00ea que uma frase n\u00e3o ficou boa, busca um sin\u00f4nimo, uma nova formula\u00e7\u00e3o ou uma mudan\u00e7a de ordem, at\u00e9 encontrar o encaixe perfeito.<\/p>\n<p>Para isso, o redator precisa ter as pe\u00e7as e as ferramentas nas m\u00e3os. Conhecer a morfologia das palavras \u00e9 a base para escrever um texto de qualidade e <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/erros-de-portugues\/\">sem erros<\/a>, que explore as possibilidades da l\u00edngua portuguesa de <strong>maneira atrativa para o leitor<\/strong>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Primeira pergunta para voc\u00ea que chegou a este post: voc\u00ea sabe o que \u00e9 morfologia? Se voc\u00ea clicou aqui justamente para saber o que significa essa palavra, n\u00f3s j\u00e1 vamos explicar. Mas antes, vamos propor uma reflex\u00e3o. Pense no trabalho de um mec\u00e2nico de autom\u00f3veis. 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