{"id":45408,"date":"2018-02-28T00:00:00","date_gmt":"2018-02-28T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/rockcontent.com\/br\/talent-blog\/estrutura-textual\/"},"modified":"2025-09-12T03:24:11","modified_gmt":"2025-09-12T06:24:11","slug":"estrutura-textual","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/estrutura-textual\/","title":{"rendered":"Estrutura Textual: tudo o que voc\u00ea precisa saber antes de criar os seus textos!"},"content":{"rendered":"\n<p>Estruturar corretamente um texto vai extrair mais resultados da sua audi\u00eancia, al\u00e9m de deixar os leitores muito mais satisfeitos e engajados com suas publica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O que \u00e9 um bom texto para voc\u00ea?<\/p>\n<p>Um texto tem como fun\u00e7\u00e3o comunicar um assunto, e essa comunica\u00e7\u00e3o s\u00f3 \u00e9 bem-sucedida se o leitor consegue entender perfeitamente a mensagem. Um bom texto \u00e9 aquele em que a comunica\u00e7\u00e3o acontece sem ru\u00eddos, e o segredo para alcan\u00e7ar esse sucesso est\u00e1 na estrutura textual.<\/p>\n<p>Ela \u00e9 formada por v\u00e1rios fatores, sendo os principais a coes\u00e3o e a coer\u00eancia. S\u00e3o elas as respons\u00e1veis pela compreens\u00e3o plena de um texto.<\/p>\n<p>Conhe\u00e7a abaixo quais os elementos formadores da estrutura textual e por que voc\u00ea precisa entend\u00ea-los!<\/p>\n<h2>Coes\u00e3o<\/h2>\n<p>Coes\u00e3o \u00e9 o nome que a gram\u00e1tica d\u00e1 \u00e0 conex\u00e3o entre as ideias no texto. O ideal \u00e9 existir um encadeamento de informa\u00e7\u00f5es, que o leitor possa seguir como um fluxo, sem pensar demais para estabelecer as rela\u00e7\u00f5es entre as partes.<\/p>\n<p>Veja um exemplo:<\/p>\n<ul>\n<li>Mariana viajou para o Rio de Janeiro nas f\u00e9rias. Mariana fez novos amigos no Rio de Janeiro.<\/li>\n<\/ul>\n<p>As frases n\u00e3o t\u00eam <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/palavras-que-voce-usa-errado\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">nenhum erro<\/a> de estrutura sint\u00e1tica b\u00e1sica, de sujeito, verbo e complemento. O sujeito, Mariana, fez a a\u00e7\u00e3o de viajar e o destino foi o Rio de Janeiro. O mesmo sujeito fez novos amigos enquanto esteve por l\u00e1.<\/p>\n<p>O erro aqui \u00e9 a repeti\u00e7\u00e3o desnecess\u00e1ria, que torna a leitura inc\u00f4moda. Perceba como \u00e9 poss\u00edvel tornar esse exemplo mais agrad\u00e1vel:<\/p>\n<ul>\n<li>Mariana viajou para o Rio de Janeiro nas f\u00e9rias e fez novos amigos por l\u00e1.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Bem melhor, n\u00e3o \u00e9? E a \u00fanica mudan\u00e7a foi dar cad\u00eancia e ritmo \u00e0 ora\u00e7\u00e3o, eliminando a quebra que a repeti\u00e7\u00e3o causava.<\/p>\n<h3>Outros exemplos de coes\u00e3o<\/h3>\n<p>H\u00e1 tipos de coes\u00e3o diferente e domin\u00e1-los vai ajud\u00e1-lo a desempenhar a sua tarefa como <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/o-que-e-redator-web\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">redator freelancer<\/a> de uma maneira mais eficiente. Por isso, fique atento \u00e0s defini\u00e7\u00f5es e exemplos que escolhemos para demonstrar como os tipos de coes\u00e3o funcionam na pr\u00e1tica.<\/p>\n<p>Chamamos de coes\u00e3o por refer\u00eancia o tipo de estrutura que evita a repeti\u00e7\u00e3o. Voc\u00ea j\u00e1 viu exemplos dela acima, mas podemos torn\u00e1-la ainda mais clara colocando-a em outros contextos. A coes\u00e3o por refer\u00eancia sempre foge da necessidade de reafirmar nosso sujeito, funcionando assim:<\/p>\n<ul>\n<li>A menina gostava muito de brincar com sua bola de v\u00f4lei. A menina levou-a para a praia.<\/li>\n<li>A menina gostava muito de brincar com sua bola de v\u00f4lei. Ela a levou para a praia.<\/li>\n<li>O garoto nunca foi bom em matem\u00e1tica. O garoto fez a prova quase sem tempo para passar o gabarito.<\/li>\n<li>O garoto nunca foi bom em matem\u00e1tica. Ele fez a prova quase sem tempo para passar o gabarito.<\/li>\n<li>A minha namorada mora muito longe daqui. A minha namorada viajou para me ver.<\/li>\n<li>A minha namorada mora muito longe daqui. Ela viajou para me ver.<\/li>\n<li>O picol\u00e9 de lim\u00e3o \u00e9 muito ruim. O picol\u00e9 de lim\u00e3o deixa um gosto amargo na sua boca.<\/li>\n<li>O picol\u00e9 de lim\u00e3o \u00e9 muito ruim. Ele deixa um gosto amargo na sua boca.<\/li>\n<\/ul>\n<p>H\u00e1, por\u00e9m outros tipos de coes\u00e3o que podem ser explorados nos seus textos. Como a coes\u00e3o por substitui\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m conhecida como an\u00e1fora. Podemos ver a coes\u00e3o por substitui\u00e7\u00e3o nas frases a seguir:<\/p>\n<ul>\n<li>Os alunos foram chamados a comparecer na diretoria porque eram peraltas. Caso sejam peraltas novamente, os alunos ser\u00e3o suspensos do col\u00e9gio.<\/li>\n<li>Os alunos foram chamados a comparecer na diretoria porque eram peraltas. Caso isso aconte\u00e7a novamente eles ser\u00e3o suspensos do col\u00e9gio.<\/li>\n<li>Patr\u00edcia e Beatriz gostavam de brincar com suas bonecas, mas n\u00e3o podiam brincar com suas bonecas no col\u00e9gio. Caso brincassem com suas bonecas no col\u00e9gio, Patr\u00edcia e Beatriz teriam problemas.<\/li>\n<li>Patr\u00edcia e Beatriz gostavam de brincar com suas bonecas, mas n\u00e3o podiam fazer isso no col\u00e9gio. Caso fizessem, elas teriam problemas.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Temos tamb\u00e9m a coes\u00e3o por <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/figuras-de-linguagem\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">elipse<\/a>, a coes\u00e3o por conjun\u00e7\u00e3o e a coes\u00e3o lexical. Elas funcionam, respectivamente, omitindo uma ou mais palavras, relacionando termos com o emprego de conjun\u00e7\u00f5es e adotando sin\u00f4nimos, pronomes ou pronomes no lugar da repeti\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>Coer\u00eancia<\/h2>\n<p>A coer\u00eancia, por sua vez, \u00e9 o conjunto de mecanismos usados para que o texto fa\u00e7a sentido. Um texto \u00e9 coerente quando n\u00e3o apenas a <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/sintaxe\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">sintaxe<\/a> est\u00e1 impec\u00e1vel, mas a <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/web-semantica\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">sem\u00e2ntica<\/a> e a l\u00f3gica tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>Assim como a coes\u00e3o, a coer\u00eancia \u00e9 fundamental para dar encadeamento \u00e0s ideias inseridas no texto. Veja no exemplo abaixo:<\/p>\n<ul>\n<li>Henrique chegava atrasado para todas as aulas, mas sempre conseguia entrar na escola por estar em cima da hora.<\/li>\n<\/ul>\n<p>A express\u00e3o &#8220;estar em cima da hora&#8221; quer dizer que algo est\u00e1 bem pr\u00f3ximo do hor\u00e1rio marcado ou esperado para acontecer, n\u00e3o necessariamente atrasado.<\/p>\n<p>Por isso, no exemplo acima o leitor fica sem saber se Henrique se atrasava frequentemente, ou apenas chegava sem nenhuma anteced\u00eancia.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das ora\u00e7\u00f5es, n\u00e3o podemos negligenciar a conex\u00e3o entre os par\u00e1grafos e a liga\u00e7\u00e3o do t\u00edtulo com o conte\u00fado. Um texto de t\u00edtulo &#8220;5 dicas para livrar a sua casa dos mosquitos&#8221; deve ensinar 5 formas de espantar mosquitos, e n\u00e3o uma receita de bolo de milho, por exemplo.<\/p>\n<p>Uma armadilha comum em textos longos \u00e9 a tend\u00eancia a dispers\u00e3o, aquele famoso \u201cdivagar sobre o tema\u201d at\u00e9 perder de vista o eixo principal. J\u00e1 aconteceu comigo algumas vezes de encontrar artigos que come\u00e7am falando sobre marketing digital e, de repente, mergulham numa discuss\u00e3o sobre h\u00e1bitos alimentares ou viagem. Essa perda de foco compromete n\u00e3o s\u00f3 a coer\u00eancia, mas tamb\u00e9m a paci\u00eancia do leitor, que sente que o tempo foi meio a desperdi\u00e7ado.<\/p>\n<p>No fundo, coer\u00eancia pede uma certa disciplina \u2013 quase um esfor\u00e7o ativo \u2013 para manter o texto amarrado em torno de um prop\u00f3sito vis\u00edvel. N\u00e3o basta encadear frases bonitas, com vocabul\u00e1rio rebuscado. A pergunta central \u00e9: tudo que est\u00e1 ali conversa, de fato, com o tema central? Se a resposta come\u00e7a a ficar d\u00fabia, \u00e9 hora de cortar, ajustar ou revisar ideias, mesmo que a gente fique meio apegado ao que escreveu.<\/p>\n<h3>Exemplos de coer\u00eancia<\/h3>\n<p>Os princ\u00edpios que norteiam a coer\u00eancia textual s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>a n\u00e3o contradi\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>a n\u00e3o tautologia; e<\/li>\n<li>a relev\u00e2ncia.<\/li>\n<\/ul>\n<p>N\u00e3o se contradizer \u00e9 simples. Basta n\u00e3o construir racioc\u00ednios que, necessariamente, dizem o oposto do que acaba de ser dito. Como:<\/p>\n<ul>\n<li>Pedro gostava muito de jabuticaba. Era sua fruta preterida.<\/li>\n<li>Vanessa nunca ouvia funk. Ela ia todos os dias para o col\u00e9gio escutando Mc Anitta.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Em ambos os casos supracitados a contradi\u00e7\u00e3o est\u00e1 clara na segunda frase, que diz o exato oposto da primeira. Em textos de humor o efeito da contradi\u00e7\u00e3o pode ser explorado para provocar o riso. Mas em uma reda\u00e7\u00e3o formal n\u00e3o h\u00e1 vez para esse tipo de constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A n\u00e3o tautologia \u00e9 um pouco mais complexa. Trata-se de n\u00e3o empregar palavras diferentes para expressar uma ideia id\u00eantica. Dizemos que h\u00e1 tautologia, portanto, nos <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/vicios-de-linguagem\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">v\u00edcios de linguagem<\/a> abaixo:<\/p>\n<ul>\n<li>Vamos subir l\u00e1 pra cima.<\/li>\n<li>Eu sa\u00ed pra fora de casa.<\/li>\n<\/ul>\n<p>O princ\u00edpio da relev\u00e2ncia, por outro lado, diz que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel construir relacionamentos fragmentados em um texto mantendo sua coer\u00eancia. Por causa dele n\u00e3o podemos criar par\u00e1grafos como:<\/p>\n<ul>\n<li>Eu gostava muito de comprar p\u00earas na feira. Nunca fui de jogar. Meu melhor amigo era um gato chamado Bolinha. As p\u00earas eram deliciosas. Quando meu melhor amigo miava eu sabia que ele queria jogar bola.<\/li>\n<\/ul>\n<p>O problema aqui \u00e9 que nenhuma dessas frases adiciona sentido nas outras. Elas s\u00e3o todas constru\u00e7\u00f5es que, individualmente, est\u00e3o ok. Mas em um mesmo par\u00e1grafo corroem a coes\u00e3o textual.<\/p>\n<h2>Intencionalidade<\/h2>\n<p>Todo texto tem uma inten\u00e7\u00e3o, um prop\u00f3sito. <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/persuasao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Convencer<\/a>, educar, informar, contar uma hist\u00f3ria, suscitar uma discuss\u00e3o. Chamamos de intencionalidade tudo aquilo que o autor deseja expressar para o leitor por meio do texto.<\/p>\n<p>Para isso, s\u00e3o utilizados os mecanismos de coes\u00e3o e coer\u00eancia, para que a comunica\u00e7\u00e3o seja bem-sucedida entre as partes envolvidas. Assim, o sentido desejado pode ser constru\u00eddo ao longo do texto.<\/p>\n<h3>Intencionalidade na linguagem publicit\u00e1ria<\/h3>\n<p>\u00c9 muito f\u00e1cil encontrar exemplos de intencionalidade na linguagem publicit\u00e1ria. Isso pela sua pr\u00f3pria natureza e constru\u00e7\u00e3o. Publicit\u00e1rios escrevem textos que utilizam recursos estil\u00edsticos, nem sempre formalmente corretos, para determinar a inten\u00e7\u00e3o de um discurso.<\/p>\n<p>A intencionalidade est\u00e1 presente, por exemplo, em slogans como &#8220;Vem pra Caixa voc\u00ea tamb\u00e9m&#8221;. Neste, o mais correto seria utilizar o imperativo, urgindo que o interlocutor inscreva-se na Caixa Econ\u00f4mica Federal e torne-se um cliente desse banco. Todavia, para criar harmonia e conseguir construir um discurso que rima (e portanto fica preso em nossa mente) essas regras s\u00e3o dribladas intencionalmente.<\/p>\n<p>M\u00fasicas e a linguagem liter\u00e1ria tamb\u00e9m exploram erros gramaticais por intencionalidade. Ainda assim, na reda\u00e7\u00e3o para a web s\u00e3o raros os casos em que a intencionalidade aparecer\u00e1 reproduzindo esse tipo de t\u00e9cnica. \u00c9 que embora tratem-se de textos com inten\u00e7\u00f5es de Marketing, aqueles produzidos para a internet devem sempre respeitar a <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/gramatica-normativa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">norma culta<\/a>.<\/p>\n<h2>Aceitabilidade<\/h2>\n<p>Por outro lado, a aceitabilidade \u00e9 papel do leitor. Antes de come\u00e7ar a leitura, todo leitor cria uma expectativa sobre o que h\u00e1 no texto. Ou seja, ele busca entender o que est\u00e1 escrito, no m\u00ednimo, antes de tirar qualquer li\u00e7\u00e3o ou aprendizado do conte\u00fado.<\/p>\n<p>\u00c9 comum, por exemplo, que alguns textos sejam interpretados diferentemente do que foi pensado pelo autor. Em grande parte das vezes isso se deve a problemas na estrutura textual, na coes\u00e3o e na coer\u00eancia das ideias.<\/p>\n<p>Entender essa rela\u00e7\u00e3o entre a inten\u00e7\u00e3o e a aceita\u00e7\u00e3o \u00e9 muito importante para um produtor de conte\u00fado web. O pilar central de uma estrat\u00e9gia de marketing de conte\u00fado \u00e9 a aceita\u00e7\u00e3o da persona, a identifica\u00e7\u00e3o dela com os textos; se a inten\u00e7\u00e3o do texto n\u00e3o atinge o leitor, a pr\u00f3pria exist\u00eancia do material se torna in\u00fatil.<\/p>\n<h3>Fatores de aceitabilidade textual<\/h3>\n<p>Ainda que a aceitabilidade resida no interlocutor \u00e9 papel do redator proporcion\u00e1-la. Isso \u00e9 feito utilizando recursos como a informatibilidade. Quando h\u00e1 informa\u00e7\u00f5es o suficiente no texto e elas suprem a expectativa do leitor, em geral, esse texto tem alta aceitabilidade.<\/p>\n<p>Investir em informatibilidade \u00e9 particularmente \u00fatil na carreira de um redator web. Quanto mais conhecimento ele conseguir transmitir para o seu leitor ao longo de um artigo, maiores s\u00e3o as chances de que a aceitabilidade de um texto seja alta.<\/p>\n<h2>Situacionalidade<\/h2>\n<p>A situacionalidade \u00e9 o fator que cuida da pertin\u00eancia do texto. Toda produ\u00e7\u00e3o textual precisa estar situada em um contexto, em um ambiente, sob pena de prejudicar o entendimento da mensagem.<\/p>\n<p>Voc\u00ea pode situar seu texto de duas formas. A primeira \u00e9 da situa\u00e7\u00e3o para o texto, que significa adequar um dado cen\u00e1rio \u00e0 sua produ\u00e7\u00e3o, como um contexto hist\u00f3rico ou o exato momento em que o leitor vai interagir com o seu texto.<\/p>\n<p>Veja um exemplo:<\/p>\n<p>&#8220;Hoje voc\u00ea \u00e9 quem manda\/ Falou, t\u00e1 falado\/ N\u00e3o tem discuss\u00e3o&#8221;<\/p>\n<p>Para uma pessoa n\u00e3o familiarizada com a censura praticada durante os anos de ditadura no Brasil, os versos da m\u00fasica &#8220;Apesar de Voc\u00ea&#8221;, de Chico Buarque, podem falar sobre uma desaven\u00e7a qualquer entre duas pessoas, como uma briga de casal.<\/p>\n<p>Entretanto, para quem viveu ou estudou sobre o tema a compreens\u00e3o \u00e9 totalmente diferente. Logo, o autor utiliza isso em favor pr\u00f3prio, criando sentidos diferentes para o mesmo verso, de acordo com o p\u00fablico.<\/p>\n<p>A segunda forma de situar um texto \u00e9 fazendo o contr\u00e1rio, adequando do texto para a situa\u00e7\u00e3o. Um exemplo \u00e9 narrar um acontecimento sob o seu ponto de vista. Quem ler o seu relato vai entender que o fato ocorreu daquele jeito, mas se outra pessoa que tamb\u00e9m presenciou decidisse contar a pr\u00f3pria vers\u00e3o, com certeza alguns pontos seriam diferentes.<\/p>\n<h2>Intertextualidade<\/h2>\n<p>A intertextualidade \u00e9 um fator muito rico para se usar em um texto. Ela acontece quando o autor insere express\u00f5es, palavras ou personagens de outros textos na sua produ\u00e7\u00e3o, fazendo ou n\u00e3o refer\u00eancias expl\u00edcitas.<\/p>\n<p>Ao fazer refer\u00eancias, o autor deixa nas m\u00e3os do leitor a interpreta\u00e7\u00e3o e compreens\u00e3o daquela parte do texto, dependendo do conhecimento pr\u00e9vio do receptor. A estrutura textual se beneficia muito do uso da intertextualidade, principalmente se as refer\u00eancias usadas s\u00e3o cl\u00e1ssicas, que agregam valor e qualidade ao texto.<\/p>\n<p>Os hipertextos s\u00e3o uma forma moderna de intertextualidade, em que indicamos para o leitor outro conte\u00fado que pode enriquecer a experi\u00eancia de leitura, tirando como base o interesse em um primeiro texto.<\/p>\n<h2>Outros casos de intertextualidade<\/h2>\n<p>Duas formas comuns de se explorar a intertextualidade em uma <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/filosofia-da-composicao\/\">composi\u00e7\u00e3o<\/a> s\u00e3o a par\u00f3dia e a par\u00e1frase. A par\u00f3dia porque evoca uma outra obra na mente do leitor, recriando um texto com objetivo cr\u00edtico. Essa forma de intertextualidade \u00e9 muito comum na literatura e pode ser encontrada nos exemplos abaixo:<\/p>\n<p>MEUS OITO ANOS<\/p>\n<p>(Casimiro de Abreu)<\/p>\n<p>Oh! que saudades que tenho<\/p>\n<p>Da aurora da minha vida,<\/p>\n<p>Da minha inf\u00e2ncia querida<\/p>\n<p>Que os anos n\u00e3o trazem mais!<\/p>\n<p>Que amor, que sonhos, que flores,<\/p>\n<p>Naquelas tardes fagueiras<\/p>\n<p>\u00c0 sombra das bananeiras,<\/p>\n<p>Debaixo dos laranjais!<\/p>\n<p>MEUS OITO ANOS<\/p>\n<p>(Oswald de Andrade)<\/p>\n<p>Oh que saudades que eu tenho<\/p>\n<p>Da aurora de minha vida<\/p>\n<p>Das horas<\/p>\n<p>De minha inf\u00e2ncia<\/p>\n<p>Que os anos n\u00e3o trazem mais<\/p>\n<p>Naquele quintal de terra!<\/p>\n<p>Da rua de Santo Ant\u00f4nio<\/p>\n<p>Debaixo da bananeira<\/p>\n<p>Sem nenhum laranjais<\/p>\n<p>A par\u00e1frase, por sua vez, \u00e9 recriar um texto tendo outro como suporte. Fazer uma par\u00e1frase significa dar uma nova vers\u00e3o discursiva para um conte\u00fado, mantendo o seu sentido original intacto.<\/p>\n<h2>Informatividade<\/h2>\n<p>Leitores apreciam textos pouco previs\u00edveis, que trazem muitas informa\u00e7\u00f5es, dados, descobertas e aprendizado. Chamamos esse fator de informatividade, e tanto a falta quanto o excesso de informatividade prejudicam a aceita\u00e7\u00e3o de um texto.<\/p>\n<p>Se, por um lado, textos pouco ou nada informativos afastam os leitores, por outro uma produ\u00e7\u00e3o embasada em toneladas de dados pode confundir o leitor e prejudicar a compreens\u00e3o do texto. O ideal \u00e9 empregar dados apenas onde s\u00e3o necess\u00e1rios, para justificar opini\u00f5es, ilustrar panoramas ou atestar a pertin\u00eancia de um argumento.<\/p>\n<h2>Estrutura textual na reda\u00e7\u00e3o web<\/h2>\n<p>A <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/redacao-de-blog\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">reda\u00e7\u00e3o para web<\/a> leva em considera\u00e7\u00e3o todos os fatores que citamos acima. Entretanto, com o surgimento dos blogs e a adapta\u00e7\u00e3o para <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/escrever-bons-textos-para-dispositivos-moveis\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">plataformas m\u00f3veis<\/a> (smartphones e tablets), algumas pr\u00e1ticas se tornaram t\u00e3o necess\u00e1rias quanto a coes\u00e3o e a coer\u00eancia, para garantir a qualidade dos textos postados.<\/p>\n<p>O conceito da escaneabilidade \u00e9 relativamente novo, e diz respeito a uma escrita mais consciente de sua estrutura visual, para tornar a leitura mais agrad\u00e1vel para o leitor. S\u00e3o medidas de escaneabilidade:<\/p>\n<ul>\n<li>Frases curtas e par\u00e1grafos de 3 ou 4 linhas;<\/li>\n<li>Uso de t\u00f3picos para real\u00e7ar informa\u00e7\u00f5es importantes;<\/li>\n<li>Separa\u00e7\u00e3o do texto em intert\u00edtulos;<\/li>\n<li>Imagens para &#8220;quebrar&#8221; grandes blocos de texto;<\/li>\n<li>Realce de termos em negrito e it\u00e1lico e uso de hiperlinks.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Al\u00e9m da escaneabilidade, se aplicam tamb\u00e9m os conceitos de <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/storytelling\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">storytelling<\/a> e <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/o-que-e-copywriting\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">copywriting<\/a>, que dependem da inten\u00e7\u00e3o e do direcionamento de cada conte\u00fado.<\/p>\n<p>Entender a import\u00e2ncia de uma boa estrutura textual \u00e9 essencial para escrever textos de qualidade, que atraiam e conquistem os leitores. E, se voc\u00ea quer se aprofundar nesse assunto, <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/texto-perfeito?utm_source=comunidade&amp;;utm_medium=cta-texto\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">baixe nosso Guia do Texto Perfeito para estruturar seu processo criativo<\/a>!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estruturar corretamente um texto vai extrair mais resultados da sua audi\u00eancia, al\u00e9m de deixar os leitores muito mais satisfeitos e engajados com suas publica\u00e7\u00f5es. O que \u00e9 um bom texto para voc\u00ea? Um texto tem como fun\u00e7\u00e3o comunicar um assunto, e essa comunica\u00e7\u00e3o s\u00f3 \u00e9 bem-sucedida se o leitor consegue entender perfeitamente a mensagem. 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