{"id":45485,"date":"2017-05-02T00:00:00","date_gmt":"2017-05-02T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/rockcontent.com\/br\/talent-blog\/semiotica\/"},"modified":"2025-09-13T01:55:55","modified_gmt":"2025-09-13T04:55:55","slug":"semiotica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/semiotica\/","title":{"rendered":"Semi\u00f3tica: desvendando a ci\u00eancia dos signos na produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado para a web!"},"content":{"rendered":"\n<p>Palavras podem ganhar um incr\u00edvel poder de sedu\u00e7\u00e3o, especialmente quando o seu leitor percebe que elas v\u00e3o al\u00e9m do \u00f3bvio e sente que, durante o processo de leitura do seu texto, a <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/?s=criatividade\">criatividade<\/a> dele foi despertada. Esse \u00e9 um desafio que todo redator web tenta vencer, n\u00e3o \u00e9?<\/p>\n<p>Hoje vamos te apresentar mais uma ferramenta para chegar l\u00e1: a semi\u00f3tica. Continue a leitura para compreender esse fascinante estudo!<\/p>\n<h2>Semi\u00f3tica: a ci\u00eancia dos signos<\/h2>\n<p>N\u00e3o estamos falando sobre o zod\u00edaco. O conceito de signo vai muito al\u00e9m do hor\u00f3scopo que \u00e9 publicado nos jornais, pois ocupa um vasto espa\u00e7o das ci\u00eancias relacionadas \u00e0 linguagem humana.<\/p>\n<p>Diversos te\u00f3ricos ligados \u00e0s artes visuais, lingu\u00edstica, entre outras \u00e1reas, dedicaram longos anos de suas vidas ao estudo da forma pela qual a nossa mente interpreta o mundo que temos \u00e0 nossa volta.<\/p>\n<p>O professor D\u00e9cio Pignatari (1927\u20132012), que tamb\u00e9m foi publicit\u00e1rio, poeta, ator, ensa\u00edsta e tradutor brasileiro, definiu signo como \u201cuma coisa que representa outra coisa\u201d. Parece uma defini\u00e7\u00e3o simplista, mas ela diz muito sobre o que \u00e9 um signo.<\/p>\n<p>Basta voc\u00ea lembrar que, desde a mais remota hist\u00f3ria da esp\u00e9cie humana, n\u00f3s temos o h\u00e1bito de usar palavras e imagens para registrar, em nossa mem\u00f3ria, tudo o que est\u00e1 ao nosso redor. Dessa forma, palavras e imagens que s\u00e3o armazenadas em nosso c\u00e9rebro come\u00e7am a se relacionar com as \u201ccoisas de verdade\u201d.<\/p>\n<h2>Signo lingu\u00edstico: a uni\u00e3o entre significante e significado<\/h2>\n<p>J\u00e1 que falamos em zod\u00edaco, imagine que algu\u00e9m falou pra voc\u00ea a palavra \u201caqu\u00e1rio\u201d. \u00c9 bem prov\u00e1vel que apare\u00e7a na sua mente a imagem de um recipiente de vidro\u00a0com \u00e1gua e uns peixinhos nadando.<\/p>\n<p>Muito bem, essa imagem que aparece \u00a0\u00e9 o que chamamos de <em>significado<\/em>. Por outro lado, a parte f\u00edsica (grafia e som) da palavra \u201caqu\u00e1rio\u201d \u00e9 o que denominamos significante. A uni\u00e3o entre significante e significado produz o signo. Percebeu? Signo \u00e9 uma intera\u00e7\u00e3o, uma esp\u00e9cie de casamento.<\/p>\n<p>\u00c9 essa a defini\u00e7\u00e3o de signo que foi proposta pelo linguista e fil\u00f3sofo su\u00ed\u00e7o Ferdinand de Saussurre (1857\u20131913), um dos te\u00f3ricos mais referenciados\u00a0da lingu\u00edstica. Ele defendia que\u00a0nossa linguagem \u00e9 um sistema de signos, altamente din\u00e2mico, que constr\u00f3i e desconstr\u00f3i significados o tempo inteiro.<\/p>\n<p>Isso ajuda a entender como nosso vocabul\u00e1rio vai se transformando com o passar dos anos. Por exemplo: se o seu melhor amigo convidasse voc\u00ea para fazer um convescote com ele, voc\u00ea iria? Esse signo (\u201cConvescote\u201d) gera uma certa desconfian\u00e7a em voc\u00ea, n\u00e3o \u00e9?<\/p>\n<p>Mas se voc\u00ea entende que essa palavra, aparentemente estranha, significa \u201cpiquenique\u201d (confira no dicion\u00e1rio!), \u00e9 prov\u00e1vel que voc\u00ea aceite sem susto.<\/p>\n<h2>O signo aplicado ao seu texto<\/h2>\n<p>Agora, imagine que voc\u00ea esteja produzindo conte\u00fado para uma empresa do segmento de start-ups que presta assessoria a iniciativas de coworking. O seu objetivo \u00e9 falar sobre uma nova tend\u00eancia de arquitetura para escrit\u00f3rios, na qual todos podem observar o trabalho de todos, com salas separadas por paredes de vidro.<\/p>\n<p>Da\u00ed ent\u00e3o\u2026 voil\u00e0! Voc\u00ea decide tra\u00e7ar um elo comparativo com o signo \u201caqu\u00e1rio\u201d \u2014 n\u00e3o o do zod\u00edaco, mas um de verdade, com peixinhos dentro \u2014 e enriquece o seu campo sem\u00e2ntico com express\u00f5es do tipo \u201coxigenar as ideias\u201d, \u201cfisgar clientes\u201d, \u201ctubar\u00f5es da concorr\u00eancia\u201d, entre muitas outras que v\u00e3o provocar rela\u00e7\u00f5es intertextuais com o seu leitor.<\/p>\n<p>Engra\u00e7ado como \u00e0s vezes uma analogia dessas pode escancarar o prop\u00f3sito do texto sem parecer for\u00e7ada. Sei l\u00e1, tem aquela sensa\u00e7\u00e3o de encaixe, que surge naturalmente \u2014 e pronto, l\u00e1 vai o leitor conectando cada termo, cada imagem mental, aos ambientes reais do coworking. N\u00e3o \u00e9 raro que algu\u00e9m comente depois: \u201cNossa, visualizei na hora aquele aqu\u00e1rio!\u201d E \u00e9 esse tipo de rea\u00e7\u00e3o que tamb\u00e9m alimenta o pr\u00f3ximo texto, porque um signo bem aplicado n\u00e3o s\u00f3 comunica, mas fisga, prende a aten\u00e7\u00e3o do in\u00edcio ao fim.<\/p>\n<p>E, claro, tem o lado l\u00fadico da coisa. Quando o redator ousa usar signos inesperados, como esse comparativo \u201caqu\u00e1rio-escrit\u00f3rio\u201d, meio que abre uma nova camada de leitura, at\u00e9 divertida, pra quem est\u00e1 diante do texto. Isso mexe com o repert\u00f3rio de refer\u00eancias do leitor \u2014 que pode tanto rir quanto se surpreender, mas dificilmente vai passar batido pelo que leu. O segredo, talvez, seja esse cuidado de n\u00e3o transformar a criatividade em enigma dif\u00edcil demais, sen\u00e3o o efeito pode ser o oposto: afastar.<\/p>\n<p>Um salto criativo e tanto, n\u00e3o? \u00c9 a\u00ed que a coisa fica interessante e pode incrementar o seu texto para web.<\/p>\n<h2>\u00cdcones, \u00edndices e s\u00edmbolos: os tipos de signo de Peirce<\/h2>\n<p>Charles Sanders Peirce (1839\u20131914), considerado o \u201cpai da semi\u00f3tica\u201d, classificou os signos em categorias, que podem ser melhor compreendidas quando agrupadas em \u00edcones, \u00edndices e s\u00edmbolos.<\/p>\n<div>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td>\u00cdCONE<\/td>\n<td>\u00c9 uma representa\u00e7\u00e3o visual que se d\u00e1 por semelhan\u00e7a. Por exemplo: o desenho que uma crian\u00e7a faz da sua fam\u00edlia e vai parar na porta da geladeira \u00e9 uma representa\u00e7\u00e3o semelhante \u00e0s pessoas que existem de verdade no mundo.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\u00cdNDICE<\/td>\n<td>\u00c9 uma representa\u00e7\u00e3o que se d\u00e1 por contiguidade, ou seja, por uma rela\u00e7\u00e3o de contato, rastro ou efeito. Vamos ao exemplo: voc\u00ea sente o cheiro de terra molhada e deduz que choveu, mesmo que n\u00e3o tenha visto a chuva cair.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>S\u00cdMBOLO<\/td>\n<td>\u00c9 uma representa\u00e7\u00e3o que ocorre por conven\u00e7\u00e3o, ou seja, algu\u00e9m decidiu dar um significado arbitr\u00e1rio a um ser ou objeto real. Pense na palavra \u201cprofessor\u201d. Se, ao pensar nessa palavra, voc\u00ea despertou sentimentos relativos a um professor espec\u00edfico (raiva, admira\u00e7\u00e3o, amor plat\u00f4nico\u2026), parab\u00e9ns! Voc\u00ea entendeu, na pr\u00e1tica, a for\u00e7a simb\u00f3lica que existe nas palavras.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/div>\n<p>Existem \u00edcones que t\u00eam for\u00e7a de s\u00edmbolo, \u00edndices que aparecem sob a forma de \u00edcone, enfim, um incont\u00e1vel n\u00famero de varia\u00e7\u00f5es. Mas n\u00e3o vamos aqui caminhar pela complexidade desse estudo de Peirce, afinal, nosso objetivo \u00e9 dar um destino pr\u00e1tico para que voc\u00ea aperfei\u00e7oe o seu texto.<\/p>\n<h2>Por que a letra \u201cA\u201d tem o som de \u201cA\u201d: a a for\u00e7a dos s\u00edmbolos na semi\u00f3tica<\/h2>\n<p>Palavras s\u00e3o s\u00edmbolos. Tudo o que aprendemos na rela\u00e7\u00e3o entre palavras e \u201ccoisas\u201d \u00e9 arbitrado. Ou seja, um belo dia, algu\u00e9m determinou que \u201cA\u201d, em <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/sinonimos-e-antonimos\/\">l\u00edngua portuguesa<\/a>, seria uma vogal e teria o som de \u201cA\u201d.<\/p>\n<p>J\u00e1 os ingleses, como voc\u00ea deve saber, olham para letra \u201cA\u201d e produzem o som de \u201cei\u201d. Isso mostra que cada civiliza\u00e7\u00e3o foi desenvolvendo seus idiomas, ao longo da hist\u00f3ria, com o esse procedimento simb\u00f3lico.<\/p>\n<p>Quer um outro exemplo? Pense na palavra <em>Nike<\/em>. Certamente, voc\u00ea imaginou a famosa marca da empresa de artigos esportivos, n\u00e3o foi?<\/p>\n<p>Provavelmente, voc\u00ea lembrou daquele desenho que parece uma \u201cv\u00edrgula deitada\u201d, localizada bem pertinho do nome Nike, e passou por flashes mentais que mostram imagens de atletas de alta performance em a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>S\u00edmbolos disparam associa\u00e7\u00f5es de ideias e, muitas vezes, provocam sensa\u00e7\u00f5es emocionais. Essa \u00e9 a for\u00e7a do s\u00edmbolo: construir sentidos e transmitir sensa\u00e7\u00f5es (n\u00e3o necessariamente nessa ordem).<\/p>\n<h2>Criatividade: seu texto utilizando a for\u00e7a dos \u00edcones, \u00edndices e s\u00edmbolos de Peirce<\/h2>\n<p>Suponha que voc\u00ea tenha o objetivo de produzir conte\u00fado para o site \u201cZas\u201d (nome fict\u00edcio), especializado em moda, abordando \u201cTend\u00eancias para o Ver\u00e3o\u201d. Sua <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/como-analisar-a-persona\/\">persona<\/a> \u00e9 Karina Souza, designer, 34 anos, renda mensal acima de R$ 4 mil, sem filhos, vidrada em tend\u00eancias da moda. Ao iniciar o seu texto, considerando que sua persona ainda est\u00e1 no topo do funil, a vers\u00e3o inicial poderia ter um trecho assim:<\/p>\n<blockquote>\n<p><em>\u201cO ver\u00e3o \u00e9 o per\u00edodo em que chegam novas cole\u00e7\u00f5es de roupas, que atraem as pessoas que apreciam novidades em vestu\u00e1rio. Veja aqui\u201d.<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Manipulando melhor os signos, olha como esse mesmo conte\u00fado pode se tornar mais sedutor:<\/p>\n<blockquote>\n<p><em>\u201cA esta\u00e7\u00e3o mais quente do ano est\u00e1 fervendo de novidades para os fashionistas. Prepare-se: vamos desfilar looks e ideias incr\u00edveis\u201d.<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>O texto ganhou mais \u201ctemperatura\u201d, n\u00e3o foi? Vamos entender melhor por que isso aconteceu.<\/p>\n<p>Ao pensar no signo \u201cver\u00e3o\u201d, sua mente traz o \u00edcone do \u201csol\u201d, que, por sua vez, traz \u00edndices como \u201ccalor\u201d e \u201cfervura\u201d (rela\u00e7\u00f5es de contiguidade, do tipo \u201ccausa e efeito\u201d).<\/p>\n<p>Ao pensar em \u201ccole\u00e7\u00f5es de roupas\u201d, voc\u00ea imagina o \u00edcone de uma modelo desfilando numa passarela. Em seguida, retira a presen\u00e7a da modelo e imagina apenas o \u00edndice \u201croupas desfilando\u201d (outra rela\u00e7\u00e3o de contiguidade, do tipo \u201ca parte pelo todo\u201d).<\/p>\n<p>Em vez de usar a palavra \u201croupa\u201d, voc\u00ea substitui pela palavra \u201clook\u201d (palavras s\u00e3o simb\u00f3licas, lembra?), que \u00e9 muito usada no mundo da moda. E por a\u00ed vai!<\/p>\n<p>Acredite: Karina, sua persona, vai sentir que \u201cpintou um clima\u201d entre o seu texto e ela.<\/p>\n<h2>Figuras de linguagem: signos que v\u00e3o dar um astral mais interessante ao seu conte\u00fado<\/h2>\n<p>N\u00e3o d\u00e1 pra falar em signos sem falar de <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/figuras-de-linguagem\/\">figuras de linguagem<\/a>, recursos estil\u00edsticos que servem para ornamentar o nosso texto, deixando-o mais encantador.<\/p>\n<p>No livro <em>Figuras de <\/em><a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/retorica\/\"><em>Ret\u00f3rica<\/em><\/a>, o professor Jos\u00e9 Luiz Fiorin, uma das maiores autoridades brasileiras em Semi\u00f3tica e An\u00e1lise do Discurso, traz um profundo estudo sobre centenas delas, com grande riqueza e diversidade de exemplos.<\/p>\n<p>Nos cap\u00edtulos dedicados \u00e0 <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/o-que-e-metafora\/\">met\u00e1fora<\/a> e \u00e0 meton\u00edmia, por exemplo, voc\u00ea vai identificar claramente os processos semi\u00f3ticos que leu nesse texto. Por exemplo: quando usamos o signo \u201caqu\u00e1rio\u201d em substitui\u00e7\u00e3o ao \u201cescrit\u00f3rio de parede de vidros\u201d, est\u00e1vamos fazendo uso de uma met\u00e1fora. Quando falamos do \u201ccalor\u201d que resulta do \u201csol\u201d, essa rela\u00e7\u00e3o de causa e efeito \u00e9 uma meton\u00edmia.<\/p>\n<p>Viu s\u00f3? S\u00e3o \u00e1reas do conhecimento que se complementam e v\u00e3o abrir a sua mente, contribuindo para que a sua escrita se torne ainda mais atraente.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Palavras podem ganhar um incr\u00edvel poder de sedu\u00e7\u00e3o, especialmente quando o seu leitor percebe que elas v\u00e3o al\u00e9m do \u00f3bvio e sente que, durante o processo de leitura do seu texto, a criatividade dele foi despertada. Esse \u00e9 um desafio que todo redator web tenta vencer, n\u00e3o \u00e9? 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