{"id":45557,"date":"2017-07-28T00:00:00","date_gmt":"2017-07-28T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/rockcontent.com\/br\/talent-blog\/sujeito-e-predicado\/"},"modified":"2025-09-13T01:06:04","modified_gmt":"2025-09-13T04:06:04","slug":"sujeito-e-predicado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/sujeito-e-predicado\/","title":{"rendered":"Sujeito e Predicado: aprenda tudo sobre os termos de uma ora\u00e7\u00e3o!"},"content":{"rendered":"<p>Conhecimento gramatical da l\u00edngua portuguesa sempre \u00e9 bem-vindo para n\u00f3s produtores de conte\u00fado, experientes ou novatos.<\/p>\n<p>Para ficarmos imunes aos\u00a0<a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/erros-de-portugues\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">erros de portugu\u00eas<\/a>\u00a0no trabalho de\u00a0<a href=\"https:\/\/rockcontent.com\/guia\/copywriting\/\">copywriting<\/a>, precisamos ter o dom\u00ednio sobre\u00a0os ensinamentos b\u00e1sicos do idioma.<\/p>\n<p>Neste post vamos tratar de dois deles, essenciais \u00e0 ora\u00e7\u00e3o:\u00a0<strong>o sujeito e o predicado<\/strong>. O emprego dessa dupla \u00e9 importante para o\u00a0<a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/carreira-de-redator-freelancer\/\">redator\u00a0<em>freelancer<\/em><\/a>, porque a ordem de cada um,\u00a0no texto, atende \u00e0\u00a0<strong>inten\u00e7\u00e3o discursiva do autor<\/strong>, que escolhe qual\u00a0destacar para dar um sentido.<\/p>\n<p>Antes de tudo, lembre-se de que a ora\u00e7\u00e3o \u2014\u00a0<strong>a express\u00e3o\u00a0verbal de um pensamento<\/strong>\u00a0\u2014 apresenta geralmente um sujeito, mas, mesmo ele ausente, sempre haver\u00e1 um predicado!<\/p>\n<p>Bom, preparado para a li\u00e7\u00e3o? Vamos, ent\u00e3o, come\u00e7ar pelo termo sobre o qual se diz algo numa ora\u00e7\u00e3o: o sujeito.<\/p>\n<h2>O que \u00e9 o sujeito de uma ora\u00e7\u00e3o?<\/h2>\n<p><strong>O sujeito \u00e9 o ser de quem se diz alguma informa\u00e7\u00e3o em uma ora\u00e7\u00e3o<\/strong>. \u00c9 importante observar que o verbo concorda em n\u00famero e pessoa com ele, o qual nem sempre inicia a ora\u00e7\u00e3o. Vamos aos exemplos:<\/p>\n<ul>\n<li><em>Bentinho e Capitu<\/em>\u00a0s\u00e3o personagens famosos da literatura brasileira.<\/li>\n<li>Soou no meio da madrugada\u00a0<em>o alarme<\/em>.<\/li>\n<li>\u00c0s seis da tarde\u00a0<em>vov\u00f3 e vov\u00f4\u00a0<\/em>foram \u00e0 missa.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Repare que, ao\u00a0identificar o sujeito, o restante da ora\u00e7\u00e3o, nada mais nada menos, constitui o predicado.<\/p>\n<h2>Como extrair o n\u00facleo do sujeito?<\/h2>\n<p>O n\u00facleo do sujeito \u00e9 a palavra que possui\u00a0<strong>maior import\u00e2ncia sem\u00e2ntica em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s demais que o formam<\/strong>. \u00c9 pelo n\u00facleo\u00a0que sabemos o elemento sobre o qual \u00e9 dito algo; esse mesmo elemento liga-se ao verbo e com ele estabelece concord\u00e2ncia.<\/p>\n<p>H\u00e1 casos em que o n\u00facleo \u00e9 composto por mais de uma palavra \u2014 sobre isso veremos com mais detalhes em seguida. Por ora, saiba que o n\u00facleo do sujeito pode ser expresso por:<\/p>\n<h3>1. Substantivo<\/h3>\n<ul>\n<li><strong>Exemplo:<\/strong>\u00a0<em>A igreja<\/em>\u00a0recebeu centenas de fi\u00e9is.<\/li>\n<li><strong>N\u00facleo:<\/strong> igreja<\/li>\n<\/ul>\n<h3>2. Pronome substantivo<\/h3>\n<ul>\n<li><strong>Exemplo:<\/strong>\u00a0<em>Elas<\/em>\u00a0almo\u00e7aram com a gerente.<\/li>\n<li><strong>N\u00facleo:<\/strong> Elas<\/li>\n<\/ul>\n<h3>3. Numeral substantivo<\/h3>\n<ul>\n<li><strong>Exemplo:<\/strong>\u00a0<em>Dois<\/em>\u00a0completam o time.<\/li>\n<li><strong>N\u00facleo:<\/strong> Dois<\/li>\n<\/ul>\n<h3>4. Palavra substantivada<\/h3>\n<ul>\n<li><strong>Exemplo:<\/strong>\u00a0<em>O amar<\/em>\u00a0\u00e9 po\u00e9tico.<\/li>\n<li><strong>N\u00facleo: <\/strong>amar<\/li>\n<\/ul>\n<h2>Quais s\u00e3o os tipos de sujeito?<\/h2>\n<p>Existem cinco tipos de sujeitos na l\u00edngua portuguesa. Para ficar bem esclarecido, vamos abordar cada um deles e dar exemplos de suas aplica\u00e7\u00f5es nas frases. Comecemos pelo sujeito simples:<\/p>\n<h3>1. Sujeito simples<\/h3>\n<p>Esse sujeito\u00a0<strong>apresenta um n\u00facleo<\/strong>, apenas, esteja no singular ou plural.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Exemplo:\u00a0<\/strong><em>Os funcion\u00e1rios<\/em>\u00a0bateram o ponto.<\/li>\n<li><strong>N\u00facleo:<\/strong> funcion\u00e1rios<\/li>\n<\/ul>\n<h3>2. Sujeito composto<\/h3>\n<p>J\u00e1 no caso do composto,\u00a0<strong>existem dois ou mais n\u00facleos<\/strong>. Leia o exemplo:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Exemplo:\u00a0<\/strong><em>Os livros e as revistas<\/em>\u00a0comp\u00f5em o acervo da escola.<\/li>\n<li><strong>N\u00facleos: <\/strong>livros, revistas<\/li>\n<\/ul>\n<h3>3. Sujeito oculto, el\u00edptico ou desinencial<\/h3>\n<p>Esse tipo de sujeito\u00a0<strong>n\u00e3o est\u00e1 expresso na ora\u00e7\u00e3o, contudo, pela flex\u00e3o do verbo\u00a0conseguimos identific\u00e1-lo<\/strong>. Veja:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Exemplo: <\/strong>Escrevo essa tarefa sobre\u00a0<a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/sintaxe\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">sintaxe<\/a>.<\/li>\n<li><strong>N\u00facleo:<\/strong> (eu), identificado pela desin\u00eancia \u201c-o\u201d de \u201cescrever\u201d.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Ou neste outro exemplo.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Exemplo: <\/strong>Est\u00e1vamos a sua espera.<\/li>\n<li><strong>N\u00facleo: <\/strong>(n\u00f3s), identificado pela desin\u00eancia \u201c-mos\u201d de \u201cestar\u201d.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>4. Sujeito indeterminado<\/h3>\n<p>O sujeito indeterminado \u00e9 aquele que\u00a0<strong>n\u00e3o se pode identificar na ora\u00e7\u00e3o<\/strong>. Lembre-se de que a ocorr\u00eancia se d\u00e1 em duas situa\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<ul>\n<li>quando o verbo est\u00e1 conjugado na terceira pessoa do plural e o contexto n\u00e3o permite descobrir quem \u00e9 o sujeito;<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li>ou quando o verbo est\u00e1 na terceira pessoa do singular justaposto ao pronome \u201cse\u201d, que, no caso, \u00e9 o \u00edndice de indetermina\u00e7\u00e3o do sujeito.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Sendo assim, como encontrar o n\u00facleo do sujeito?<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Exemplo: <\/strong>Telefonaram para confirmar o hor\u00e1rio da consulta.<\/li>\n<li><strong>N\u00facleo: <\/strong>?<\/li>\n<\/ul>\n<p>Tamb\u00e9m observ\u00e1vel na seguinte situa\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Exemplo: <\/strong>Precisa-se de vendedor experiente.<\/li>\n<li><strong>N\u00facleo: <\/strong>?<\/li>\n<\/ul>\n<p>Nem sempre \u00e9 trivial bater o olho em uma frase e sacar de imediato qual \u00e9 o tipo de sujeito. Ali\u00e1s, muitos textos jornal\u00edsticos se valem de sujeitos indeterminados justamente para manter o foco nas a\u00e7\u00f5es, n\u00e3o nos agentes \u2014 aquela velha estrat\u00e9gia de deixar tudo um pouco mais vago ou, quem sabe, at\u00e9 evitar certos desconfortos. Na pr\u00e1tica, o contexto faz muita diferen\u00e7a; uma frase isolada pode enganar f\u00e1cil um desavisado.<\/p>\n<p>Em \u00e1reas como reda\u00e7\u00e3o publicit\u00e1ria ou literatura, \u00e0s vezes vale desafiar um pouco as regras, criar estruturas n\u00e3o t\u00e3o convencionais e brincar com as possibilidades de sujeito e predicado para atingir efeitos de estilo. Claro, sem perder a clareza, sen\u00e3o o leitor se perde \u2014 e a\u00ed, voc\u00ea sabe, j\u00e1 era a mensagem. Por outro lado, no dia a dia de emails e relat\u00f3rios, apostar no feij\u00e3o com arroz gramatical ainda \u00e9 o caminho mais seguro (e menos sujeito a trope\u00e7os).<\/p>\n<h3>Part\u00edcula apassivadora x \u00edndice de indetermina\u00e7\u00e3o do sujeito<\/h3>\n<p>Vamos, agora, dar aten\u00e7\u00e3o ao pronome \u201cse\u201d.\u00a0<strong>\u00c9 importante definir a fun\u00e7\u00e3o dele para saber se o sujeito \u00e9 determinado ou n\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n<blockquote>\n<p>Quando o pronome \u201cse\u201d funciona como\u00a0<strong>part\u00edcula apassivadora<\/strong>, h\u00e1 na frase um sujeito determinado.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>A estrutura dele \u00e9 a seguinte:<\/p>\n<ul>\n<li>verbo na terceira pessoal do singular ou do plural;<\/li>\n<li>pronome \u201cse\u201d;<\/li>\n<li>um substantivo, ou equivalente,\u00a0<strong>n\u00e3o precedido por preposi\u00e7\u00e3o<\/strong>;<\/li>\n<li>\u00e9 poss\u00edvel, no caso da part\u00edcula apassivadora,\u00a0<strong>transformar a ora\u00e7\u00e3o para a voz passiva anal\u00edtica<\/strong>.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Ainda n\u00e3o est\u00e1 t\u00e3o claro? Leia, ent\u00e3o, o exemplo:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Exemplo:<\/strong> Contou-se uma mentira.<\/li>\n<\/ul>\n<p>A ora\u00e7\u00e3o acima tem preposi\u00e7\u00e3o? N\u00e3o. \u00c9 poss\u00edvel coloc\u00e1-la na voz passiva anal\u00edtica? Sim! Veja:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Exemplo: <\/strong>Foi contada\u00a0<em>uma mentira<\/em>.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Na voz passiva podemos notar claramente que est\u00e1 determinado, sim, um sujeito \u2014 e ele \u00e9 simples. Logo, o primeiro exemplo ser\u00e1 classificado assim:<\/p>\n<p><strong>Contou<\/strong>: voz passiva sint\u00e9tica<\/p>\n<p><strong>Se<\/strong>: part\u00edcula apassivadora<\/p>\n<p><strong>Uma mentira<\/strong>: sujeito simples<\/p>\n<blockquote>\n<p>Quando o \u201cse\u201d tem a fun\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>\u00edndice de indetermina\u00e7\u00e3o do sujeito<\/strong>, a estrutura \u00e9 a que se segue:<\/p>\n<\/blockquote>\n<ul>\n<li>verbo conjugado na terceira pessoa do singular;<\/li>\n<li>pronome \u201cse\u201d;<\/li>\n<li><strong>substantivo com preposi\u00e7\u00e3o<\/strong>, sem que seja poss\u00edvel colocar a ora\u00e7\u00e3o na voz passiva anal\u00edtica.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Exemplo: <\/strong>Falou-se da briga.<\/p>\n<p>Note que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel transformar essa ora\u00e7\u00e3o para a voz passiva. Portanto, a an\u00e1lise desse exemplo ficar\u00e1 assim:<\/p>\n<p><strong>?<\/strong>: sujeito indeterminado<\/p>\n<p><strong>Falou<\/strong>: verbo na voz ativa<\/p>\n<p><strong>Se<\/strong>: \u00edndice de indetermina\u00e7\u00e3o do sujeito<\/p>\n<p><strong>Da briga<\/strong>: objeto<\/p>\n<p>Entendida a diferen\u00e7a entre part\u00edcula apassivadora e \u00edndice de indetermina\u00e7\u00e3o do sujeito? \u00d3timo! Ent\u00e3o vamos ao \u00faltimo tipo de sujeito, o inexistente:<\/p>\n<h3>5. Inexistente ou ora\u00e7\u00e3o sem sujeito<\/h3>\n<p>O pr\u00f3prio nome j\u00e1 explica:\u00a0<strong>n\u00e3o ocorre um elemento na ora\u00e7\u00e3o ao qual o predicado se refere<\/strong>. Os verbos, aqui, s\u00e3o chamados de impessoais. Conhe\u00e7a-os:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>haver<\/strong>: no sentido de existir, acontecer ou ao indicar decurso do tempo;<\/li>\n<li><strong>fazer<\/strong>: ao indicar decurso do tempo ou fen\u00f4meno da natureza;<\/li>\n<li><strong>ser<\/strong>: ao indicar tempo ou dist\u00e2ncia;<\/li>\n<li><strong>verbos que indicam fen\u00f4menos da natureza<\/strong>.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Exemplos:<\/p>\n<ul>\n<li>Houve tumulto durante\u00a0o com\u00edcio.<\/li>\n<li>Faz tr\u00eas meses que a visitei.<\/li>\n<li>\u00c9 ver\u00e3o no hemisf\u00e9rio Norte.<\/li>\n<li>Ventava \u00e0 be\u00e7a na varanda.<\/li>\n<\/ul>\n<h2>O que \u00e9 o predicado de uma ora\u00e7\u00e3o?<\/h2>\n<p>No caso do predicado, n\u00f3s o definimos como\u00a0<strong>o termo que informa algo a respeito do sujeito e \u00e9 estruturado em torno de um verbo<\/strong>. Ele pode ser composto por um elemento nominal \u2014 substantivo, adjetivo, adv\u00e9rbio \u2014 ou verbal. Exemplos:<\/p>\n<ul>\n<li>O presidente\u00a0<em>re\u00fane-se com o chanceler nesta tarde<\/em>.<\/li>\n<li>Meus irm\u00e3os\u00a0<em>estavam desesperados<\/em>.<\/li>\n<li>Elo\u00edsa\u00a0<em>iniciou nervosa a palestra.<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p>Na ora\u00e7\u00e3o impessoal, ou seja, sem sujeito, o predicado \u00e9 a express\u00e3o absoluta de um dado fato. Nesse tipo de ora\u00e7\u00e3o, o verbo \u00e9 conjugado na terceira pessoa. Veja:<\/p>\n<ul>\n<li><em>J\u00e1 \u00e9 1h da manh\u00e3<\/em>.<\/li>\n<li><em>Chovia demais nesta esta\u00e7\u00e3o do ano<\/em>.<\/li>\n<\/ul>\n<h2>E quais s\u00e3o os tipos de predicado?<\/h2>\n<h3>1. Predicado verbal<\/h3>\n<p>\u00c9 aquele quando o n\u00facleo do predicado est\u00e1 centrado num verbo transitivo ou intransitivo. Em outras palavras,\u00a0<strong>o dado relacionado ao sujeito encontra-se nos verbos<\/strong>.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Exemplo:<\/strong> Os adolescentes\u00a0<em>amadureceram\u00a0<\/em>r\u00e1pido.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>2. Predicado nominal<\/h3>\n<p>Ele \u00e9 formado por um\u00a0<strong>verbo de liga\u00e7\u00e3o + o predicativo (adjetivo) do sujeito<\/strong>.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Exemplo:<\/strong> O atleta\u00a0<em>est\u00e1 febril<\/em>.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>3. Predicado verbo-nominal<\/h3>\n<p>Ele apresenta dois n\u00facleos:\u00a0<strong>verbo transitivo ou intransitivo + predicativo do sujeito ou do objeto.<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><strong>Exemplo:<\/strong>\u00a0O aluno\u00a0<em>afastou-se zangado dos colegas<\/em>.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Compreender bem sujeito e predicado significa dominar a estrutura\u00e7\u00e3o oracional, bem como a concord\u00e2ncia e a rela\u00e7\u00e3o existentes entre esses termos. O resultado ser\u00e1 refletido na\u00a0<a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/como-escrever-um-artigo\/\">clareza do artigo<\/a>\u00a0e na \u00eanfase que quer ser passada ao ordenar cada um deles numa ora\u00e7\u00e3o!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conhecimento gramatical da l\u00edngua portuguesa sempre \u00e9 bem-vindo para n\u00f3s produtores de conte\u00fado, experientes ou novatos. Para ficarmos imunes aos\u00a0erros de portugu\u00eas\u00a0no trabalho de\u00a0copywriting, precisamos ter o dom\u00ednio sobre\u00a0os ensinamentos b\u00e1sicos do idioma. Neste post vamos tratar de dois deles, essenciais \u00e0 ora\u00e7\u00e3o:\u00a0o sujeito e o predicado. 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