{"id":45561,"date":"2017-08-02T00:00:00","date_gmt":"2017-08-02T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/rockcontent.com\/br\/talent-blog\/o-que-e-verbo\/"},"modified":"2025-09-13T01:04:07","modified_gmt":"2025-09-13T04:04:07","slug":"o-que-e-verbo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/o-que-e-verbo\/","title":{"rendered":"O que \u00e9 verbo? Domine esse assunto de vez e expanda seus conhecimentos de gram\u00e1tica!"},"content":{"rendered":"<p>N\u00e3o \u00e9 ousado demais dizer que o verbo \u00e9 uma das partes mais importantes da ora\u00e7\u00e3o \u2014 at\u00e9 porque \u00e9 ele que garante que haja uma <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/frase-oracao-e-periodo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"ora\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o apenas uma frase (abre em uma nova aba)\">ora\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o apenas uma frase<\/a>.<\/p>\n<p>Quando ele n\u00e3o est\u00e1 bem alinhado com o sujeito (falta de concord\u00e2ncia) ou com seu objeto (problema de reg\u00eancia), uma frase simples pode, na melhor das hip\u00f3teses, causar inc\u00f4modo no leitor e, na pior, deix\u00e1-lo com um gigantesco ponto de interroga\u00e7\u00e3o na cabe\u00e7a.<\/p>\n<p>Por isso, \u00e9 fundamental entender essas palavrinhas e dominar seu uso. Pode parecer simples, mas voc\u00ea saberia nos explicar, sem pensar muito, <em>o que \u00e9 verbo<\/em>, afinal?<\/p>\n<p>Se sua resposta foi <strong>n\u00e3o<\/strong>, continue lendo este verdadeiro guia sobre o assunto que preparamos para voc\u00ea. Ah, e s\u00e3o muitos assuntos, ent\u00e3o aproveite para navegar \u00e0 vontade (e aprender tudo!).<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 verbo?<\/h2>\n<p>Falamos agora mesmo que o verbo \u00e9 justamente o que transforma <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/frase-oracao-e-periodo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"uma frase ou per\u00edodo em uma ora\u00e7\u00e3o (abre em uma nova aba)\">uma frase ou per\u00edodo em uma ora\u00e7\u00e3o<\/a>. Por isso, dizemos que ele \u00e9 um dos <em>termos essenciais da ora\u00e7\u00e3o<\/em>, fazendo parte do predicado.<\/p>\n<p>De modo geral, estamos acostumados a pensar o verbo como a palavra que indica uma a\u00e7\u00e3o, mas, na verdade, ele pode exprimir tamb\u00e9m:<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>estado (&#8220;Eu estou cansada&#8221;);<\/li>\n<li>mudan\u00e7a de estado (&#8220;Ele se tornou o melhor da turma&#8221;);<\/li>\n<li>fen\u00f4meno da natureza (&#8220;Nevou em Gramado&#8221;);<\/li>\n<li>exist\u00eancia (&#8220;Havia muitos textos dispon\u00edveis na plataforma);<\/li>\n<li>desejo (&#8220;Quero fazer mais tarefas para a Rock&#8221;);<\/li>\n<li>conveni\u00eancia (&#8220;O trabalho de <em><a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/o-que-e-freelancer\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"freelancer (abre em uma nova aba)\">freelancer<\/a><\/em> me conv\u00e9m&#8221;).<\/li>\n<\/ul>\n<p>Para sintetizar tudo isso, o gram\u00e1tico Ernani Terra define o termo como <strong>&#8220;palavra vari\u00e1vel em pessoa, n\u00famero, tempo, modo e voz que exprime um processo, isto \u00e9, aquilo que se passa no tempo&#8221;<\/strong>. Guarde essa defini\u00e7\u00e3o, porque vamos voltar a ela v\u00e1rias vezes nos pr\u00f3ximos t\u00f3picos.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais s\u00e3o as poss\u00edveis classifica\u00e7\u00f5es?<\/h2>\n<p>Os verbos podem ser classificados de v\u00e1rias maneiras, tomando algumas de suas caracter\u00edsticas como crit\u00e9rios. Vamos a elas:<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Quanto \u00e0 predica\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Lembra que falamos que o verbo era parte do predicado? Pois bem, a predica\u00e7\u00e3o verbal est\u00e1 relacionada a como ele forma o predicado, ou seja, se exige ou n\u00e3o complemento. Em rela\u00e7\u00e3o a isso, podemos falar que existem 2 tipos de verbos:<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>nocionais<\/strong>: aqueles t\u00eam conte\u00fado sem\u00e2ntico, um significado claro. De modo geral, s\u00e3o os que exprimem a\u00e7\u00e3o, exist\u00eancia, desejo;<\/li>\n<li><strong>de liga\u00e7\u00e3o<\/strong>: s\u00e3o aqueles que exprimem estado ou mudan\u00e7a de estado.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Os verbos nocionais podem ser divididos, ainda, quanto \u00e0 sua rela\u00e7\u00e3o com seu complemento \u2014 mas isso \u00e9 assunto para o pr\u00f3ximo t\u00f3pico.<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Quanto \u00e0 reg\u00eancia<\/h3>\n<p>A reg\u00eancia se refere \u00e0 flex\u00e3o de um determinado termo. O verbo \u00e9 o regente da ora\u00e7\u00e3o, o que significa que \u00e9 ele que vai definir como o seu objeto ser\u00e1 regido. Assim, a reg\u00eancia verbal \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o estabelecida entre o verbo e seu objeto.<\/p>\n<p>Partindo desse crit\u00e9rio, as poss\u00edveis classifica\u00e7\u00f5es s\u00e3o as seguintes:<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>verbo transitivo direto<\/strong>: o verbo pede um objeto, mas n\u00e3o exige preposi\u00e7\u00e3o. Por exemplo: &#8220;Eu entreguei a tarefa&#8221;;<\/li>\n<li><strong>verbo transitivo indireto<\/strong>: nesse caso, o verbo pede tanto um objeto quanto uma preposi\u00e7\u00e3o. Por exemplo: &#8220;Eu gosto de reda\u00e7\u00e3o web&#8221;;<\/li>\n<li><strong>verbo transitivo direto e indireto<\/strong>: o verbo precisa de 2 objetos, um com preposi\u00e7\u00e3o e outro, sem: &#8220;Eu me lembrei de entregar a tarefa&#8221;;<\/li>\n<li><strong>Verbo intransitivo<\/strong>: s\u00e3o os verbos que n\u00e3o exigem complemento. Por exemplo: &#8220;Morri&#8221;.<\/li>\n<\/ul>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Quanto \u00e0 flex\u00e3o<\/h3>\n<p>O termo &#8220;flex\u00e3o&#8221; diz respeito \u00e0s<a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/genero-numero-e-grau\/\"> mudan\u00e7as pelas quais o verbo passa de acordo com cada um dos aspectos que citamos ali em cima<\/a> (se voc\u00ea j\u00e1 esqueceu, corre l\u00e1 e d\u00e1 uma olhada. A gente espera).<\/p>\n<p>Com esse crit\u00e9rio, os verbos se dividem da seguinte maneira:<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>regulares<\/strong>: s\u00e3o aqueles que seguem o modelo de conjuga\u00e7\u00e3o padr\u00e3o (radical + sufixo que varia segundo tempo, pessoa, <a aria-label=\"n\u00famero (abre em uma nova aba)\" href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/numero-numeral-e-algarismo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">n\u00famero<\/a>\u2026). Por exemplo: &#8220;escolhi&#8221; ou &#8220;ca\u00ed&#8221;;<\/li>\n<li><strong>irregulares<\/strong>: s\u00e3o aqueles que n\u00e3o seguem o padr\u00e3o, como &#8220;vou&#8221; ou &#8220;pe\u00e7o&#8221;;<\/li>\n<li><strong>defectivos<\/strong>: s\u00e3o aqueles que n\u00e3o apresentam conjuga\u00e7\u00e3o em todas as formas, como &#8220;falir&#8221;. Para alguns gram\u00e1ticos mais exigentes, o verbo &#8220;adequar&#8221; tamb\u00e9m \u00e9 defectivo, mas, como a forma &#8220;ad\u00e9qua&#8221; j\u00e1 caiu em uso, ela j\u00e1 \u00e9 aceita em alguns casos;<\/li>\n<li><strong>abundantes<\/strong>: s\u00e3o aqueles que apresentam dua formas igualmente v\u00e1lidas para o mesmo tempo, modo, voz, pessoa etc. Esse fen\u00f4meno \u00e9 mais frequente no partic\u00edpio (como &#8220;aceito&#8221; ou &#8220;aceitado&#8221;) e a regra \u00e9 que, com os auxiliares <em>ter <\/em>e <em>haver<\/em>, deve-se usar o partic\u00edpio regular (&#8220;tinha aceitado&#8221;), enquanto com <em>ser <\/em>e <em>estar<\/em> usa-se o irregular (&#8220;foi aceito&#8221;);<\/li>\n<li><strong>pronominais<\/strong>: verbos pronominais s\u00e3o aqueles que precisam de um <a aria-label=\"pronome (abre em uma nova aba)\" rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/o-que-e-pronome\" target=\"_blank\">pronome<\/a> obl\u00edquo para serem conjugados, mas n\u00e3o s\u00e3o reflexivos (aqueles que v\u00eam acompanhados de pronomes obl\u00edquos sempre na mesma pessoa do sujeito). Por exemplo: &#8220;atrever-se&#8221;.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Confira outros conte\u00fados sobre Portugu\u00eas e Gram\u00e1tica que podem te interessar<\/strong>!<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/palavras-que-voce-usa-errado\/\">Como falar corretamente: 15 palavras que voc\u00ea confunde!<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/erros-de-portugues\/\">102 erros de portugu\u00eas: aprenda os mais comuns e n\u00e3o erre mais!<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/classes-gramaticais\/\">Classes gramaticais ou classes de palavras: o que s\u00e3o e exemplos<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/regras-do-portugues\/\">Simplificamos 7 regras do portugu\u00eas para voc\u00ea entender de vez<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/frase-oracao-e-periodo\/\">Aprenda agora qual \u00e9 a diferen\u00e7a entre frase, ora\u00e7\u00e3o e per\u00edodo<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/conjugacao-verbal\/\">Conjuga\u00e7\u00e3o Verbal sem estresse? Conhe\u00e7a estas 7 dicas incr\u00edveis!<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/numero-numeral-e-algarismo\/\">Aprenda de uma vez por todas a diferen\u00e7a entre n\u00famero, numeral e algarismo<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/o-que-e-pronome\/\">O que s\u00e3o pronomes? Tipos, exemplos e macetes para n\u00e3o errar!<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/substantivos\/\">O que \u00e9 substantivo: TUDO sobre seus tipos e flex\u00f5es com exemplos<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como os verbos se flexionam?<\/h2>\n<p>Os verbos s\u00e3o a categoria de palavras que aceita a maior quantidade de flex\u00f5es. No caso dos verbos regulares, essas varia\u00e7\u00f5es v\u00e3o se dar de acordo com a conjuga\u00e7\u00e3o de cada um, ou seja, da sua termina\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>verbos de <strong>1\u00aa conjuga\u00e7\u00e3o<\/strong> terminam em -ar;<\/li>\n<li>verbos de <strong>2\u00aa conjuga\u00e7\u00e3o<\/strong> terminam em -er;<\/li>\n<li>verbos de <strong>3\u00aa conjuga\u00e7\u00e3o <\/strong>terminam em -ir.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Sentiu falta de alguma coisa? \u00c9 que o verbo &#8220;por&#8221; e todos os seus derivados (como &#8220;repor&#8221;) v\u00eam do Latim &#8220;<em>poer<\/em>&#8220;, sendo, dessa maneira, verbos de 2\u00aa conjuga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Assim, <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/conjugacao-verbal\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"conjugar um verbo (abre em uma nova aba)\">conjugar um verbo<\/a> significa flexion\u00e1-lo de acordo com a sua conjuga\u00e7\u00e3o, a partir dos crit\u00e9rios determinados. Vamos entender melhor cada um deles:<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Pessoa e n\u00famero<\/h3>\n<p>As pessoas do discurso (tamb\u00e9m chamadas de &#8220;pessoas gramaticais&#8221;) representam os sujeitos envolvidos numa situa\u00e7\u00e3o de comunica\u00e7\u00e3o. Parece confuso, mas na pr\u00e1tica \u00e9 bastante simples de entender:<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>1\u00aa pessoa: quem fala;<\/li>\n<li>2\u00aa pessoa: com quem se fala;<\/li>\n<li>3\u00aa pessoa: de quem se fala.<\/li>\n<\/ul>\n<p>\u00c9 importante n\u00e3o confundi-las com os pronomes pessoais que as representam (eu\/n\u00f3s, tu\/v\u00f3s, ele\/eles, respectivamente). Enquanto os pronomes pessoais s\u00e3o termos espec\u00edficos, as pessoas do discurso s\u00e3o mais abstratas; tratam-se de entidades gramaticais que organizam a situa\u00e7\u00e3o comunicacional.<\/p>\n<p>Voc\u00ea deve ter percebido que citamos 3 pessoas, mas 6 pronomes. Isso aconteceu porque elas tamb\u00e9m podem variar em n\u00famero \u2014 ou seja, podem aparecer no singular ou no plural.<\/p>\n<p>Tanto a pessoa quanto o n\u00famero s\u00e3o dados pelo sujeito da ora\u00e7\u00e3o. Quando o verbo e o sujeito est\u00e3o em pessoas e\/ou n\u00fameros diferentes, falamos em <strong>falta de concord\u00e2ncia verbal<\/strong>.<\/p>\n<p>Nem sempre \u00e9 t\u00e3o f\u00e1cil identificar quando existe esse desencontro entre sujeito e verbo, principalmente quando o sujeito est\u00e1 oculto ou invertido na frase. \u00c0s vezes a gente nem percebe um deslize \u2013 s\u00f3 sente que algo \u201cestranha\u201d no texto e passa adiante. Os bons revisores vivem de ficar com essa pulga atr\u00e1s da orelha. N\u00e3o \u00e9 exatamente a fun\u00e7\u00e3o mais glamourizada da l\u00edngua, mas algu\u00e9m tem que fazer esse papel, n\u00e3o \u00e9?<\/p>\n<p>Curiosamente, h\u00e1 casos em que at\u00e9 autores consagrados brincam (ou trope\u00e7am mesmo) com a concord\u00e2ncia. A oralidade influencia tanto a escrita que vez ou outra deslizamos para um \u201cfazem dez anos\u201d em vez do correto \u201cfaz dez anos\u201d. E c\u00e1 entre n\u00f3s, h\u00e1 momentos em que dizer o certo parece at\u00e9 desajeitado demais, dependendo do ambiente. Por isso muita gente oscila entre o uso culto e o coloquial, especialmente quando a conversa permite um pouco mais de liberdade criativa \u2013 ou, sejamos honestos, pregui\u00e7a de ficar policiando cada detalhe do portugu\u00eas.<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Tempo e modo<\/h3>\n<p>Na defini\u00e7\u00e3o dada de verbo, Ernani Terra fala sobre um processo que acontece no tempo. E quais s\u00e3o as principais divis\u00f5es do tempo com que trabalhamos no dia a dia? Passado, presente e futuro. S\u00f3 que, na gram\u00e1tica, o passado ganha o nome de &#8220;pret\u00e9rito&#8221;.<\/p>\n<p>Al\u00e9m desses 3 tempos b\u00e1sicos, existem ainda algumas subdivis\u00f5es do pret\u00e9rito e do futuro:<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>pret\u00e9rito perfeito<\/strong>: indica um fato que aconteceu inteiramente no passado (&#8220;Trabalhei na Rock Content&#8221;) ou que vem se prolongando at\u00e9 o presente (&#8220;Tenho trabalhado apenas com freelas);<\/li>\n<li><strong>pret\u00e9rito imperfeito<\/strong>: indica algo que acontecia continuamente no passado (&#8220;Eu trabalhava na Rock Content&#8221;) ou que aconteceu em rela\u00e7\u00e3o a outro acontecimento (&#8220;Eu redigia um texto quando minha internet caiu&#8221;);<\/li>\n<li><strong>pret\u00e9rito mais-que-perfeito<\/strong>: indica algo que se passou antes de outro acontecimento, tamb\u00e9m no passado (&#8220;Eu j\u00e1 me formara quando comecei a trabalhar&#8221;);<\/li>\n<li><strong>futuro do presente<\/strong>: indica um acontecimento futuro em rela\u00e7\u00e3o ao momento da fala (&#8220;Vou terminar de ler este artigo&#8221;);<\/li>\n<li><strong>futuro do pret\u00e9rito<\/strong>: indica um acontecimento futuro condicionado a uma a\u00e7\u00e3o passada (Se voc\u00ea tivesse terminado a leitura, dominaria os verbos&#8221;).<\/li>\n<\/ul>\n<p>Os verbos tamb\u00e9m variam de acordo com <strong>a atitude do falante em rela\u00e7\u00e3o ao processo indicado pelo verbo, ou seja, o modo verbal<\/strong>. S\u00e3o 3:<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>indicativo<\/strong>: \u00e9 o fato certo, preciso, como em &#8220;Escrevo todos os dias&#8221;;<\/li>\n<li><strong>subjuntivo<\/strong>: indica uma d\u00favida do falante em rela\u00e7\u00e3o ao fato ou, ainda, uma condi\u00e7\u00e3o para ele: &#8220;Eu escreveria todos os dia se tivesse tempo&#8221;;<\/li>\n<li><strong>imperativo<\/strong>: exprime uma ordem ou um pedido. \u00c9 aquele que utilizamos para <a rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"escrever (abre em uma nova aba)\" href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/como-escrever-bem\/\" target=\"_blank\">escrever<\/a> CTAs, como &#8220;Assine a newsletter&#8221; ou &#8220;Deixe seu coment\u00e1rio&#8221;. Ao p\u00e9 da gram\u00e1tica, existem diferen\u00e7as entre o imperativo afirmativo e o imperativo negativo, mas, no dia a dia, essa distin\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 muito frequente.<\/li>\n<\/ul>\n<p>\u00c9 importante manter em mente que tempo e modo verbal influenciam um ao outro na conjuga\u00e7\u00e3o. O pret\u00e9rito perfeito, por exemplo, \u00e9 conjugado de maneiras diferentes no indicativo e no subjuntivo, e n\u00e3o existe &#8220;futuro do pret\u00e9rito do subjuntivo&#8221;.<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Formas nominais<\/h3>\n<p>Al\u00e9m de todas essas possibilidades, existem ainda algumas formas verbais que n\u00e3o t\u00eam flex\u00e3o de tempo e modo. S\u00e3o as chamadas <strong>formas nominais<\/strong>, que recebem esse nome porque cumprem fun\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria de classes de palavras como <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/substantivos\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"substantivo (abre em uma nova aba)\">substantivo<\/a>, adjetivo e adv\u00e9rbio.<\/p>\n<p>As formas nominais do verbo s\u00e3o:<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>infinitivo<\/strong>: \u00e9 o verbo em sua forma &#8220;pura&#8221;, antes de ser flexionado por tempo, modo ou n\u00famero, e funciona como substantivo. Em alguns casos (para evitar ambiguidades, por exemplo), o infinitivo pode ter flex\u00e3o de pessoa, dando origem ao chamado &#8220;infinitivo pessoal&#8221;, como: &#8220;Disse aos meninos para juntarem as coisas&#8221;;<\/li>\n<li><strong>partic\u00edpio<\/strong>: j\u00e1 falamos dele neste artigo, lembra? O partic\u00edpio muitas vezes cumpre papel de adjetivo e, nesses casos, precisa concordar com o termo a que se refere em n\u00famero e g\u00eanero: &#8220;Feitas essas considera\u00e7\u00f5es, sigamos em frente&#8221;;<\/li>\n<li><strong>ger\u00fandio<\/strong>: n\u00e3o existente no portugu\u00eas europeu, essa forma verbal indica um processo que est\u00e1 acontecendo, cumprindo um papel de adjetivo e adv\u00e9rbio. Um exemplo de ger\u00fandio \u00e9 &#8220;Lendo este artigo, voc\u00ea vai entender tudo sobre verbos&#8221;.<\/li>\n<\/ul>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Voz<\/h3>\n<p>Al\u00e9m disso tudo, o verbo ainda se flexiona de acordo com <strong>a rela\u00e7\u00e3o estabelecida entre ele o sujeito, o que ganha o nome de voz<\/strong>. Novamente, s\u00e3o 3 possibilidades:<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>voz ativa<\/strong>: \u00e9 a forma mais comum no portugu\u00eas e acontece quando o sujeito \u00e9 agente, ou seja, ele pratica a a\u00e7\u00e3o expressa pelo verbo: &#8220;Eu escrevi o texto&#8221;;<\/li>\n<li><strong>voz passiva<\/strong>: nesse caso, dizemos que o sujeito \u00e9 paciente, ou seja, receptor da a\u00e7\u00e3o expressa pelo verbo: &#8220;O texto foi escrito por mim&#8221;;<\/li>\n<li><strong>voz reflexiva<\/strong>: acontece quando o sujeito \u00e9, ao mesmo tempo, agente e paciente. Nesse caso, o verbo aparece na voz ativa e \u00e9 seguido de um pronome obl\u00edquo reflexivo: &#8220;Machuquei-me&#8221;.<\/li>\n<\/ul>\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Cuidados com a voz passiva<\/h4>\n<p>A voz passiva pode causar bastante confus\u00e3o em alguns <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/o-que-e-redator-web\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"redatores (abre em uma nova aba)\">redatores<\/a> e exige bastante aten\u00e7\u00e3o. Em primeiro lugar, \u00e9 importante saber que <strong>apenas verbos transitivos diretos podem ir para a voz passiva<\/strong>.<\/p>\n<p>Isso porque, na transforma\u00e7\u00e3o da voz ativa para a passiva, o objeto torna-se sujeito e o sujeito, por sua vez, cumpre o papel de agente da passiva. Para ficar mais f\u00e1cil, compare:<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Eu (sujeito) escrevi o texto (objeto).<\/li>\n<li>O texto (sujeito) foi escrito por mim (agente da passiva).<\/li>\n<\/ul>\n<p>Por\u00e9m, o sujeito n\u00e3o pode ser iniciado por preposi\u00e7\u00e3o. Como voc\u00ea j\u00e1 sabe, verbos transitivos indiretos exigem preposi\u00e7\u00e3o antes de seu objeto; por isso, <strong>ele n\u00e3o pode ser transformado em sujeito<\/strong>. Essa n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 uma regra empoeirada da gram\u00e1tica: tente colocar a frase &#8220;Preciso de ajuda&#8221; na voz passiva e voc\u00ea perceber\u00e1 que a constru\u00e7\u00e3o n\u00e3o soa natural.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, existem 2 tipos de voz passiva: a <strong>anal\u00edtica<\/strong> (&#8220;o texto foi escrito por mim&#8221;) e a <strong>sint\u00e9tica<\/strong> ou pronominal (&#8220;escreveu-se o texto&#8221;). Caso voc\u00ea esteja pensando que \u00e9 perfeitamente poss\u00edvel dizer &#8220;Precisa-se de ajuda&#8221;, saiba que, justamente por causa do que acabamos de explicar, esse caso \u00e9 considerado pela gram\u00e1tica como <strong>voz ativa com sujeito indeterminado<\/strong> (n\u00e3o se sabe quem precisa de ajuda).<\/p>\n<p>Justamente por causa dessa semelhan\u00e7a entre a voz passiva sint\u00e9tica e as ora\u00e7\u00f5es com sujeito indeterminado, \u00e9 muito f\u00e1cil errar a conjuga\u00e7\u00e3o nesses casos. Por exemplo, qual dos dois est\u00e1 certo: &#8220;investiram-se muitas horas na reda\u00e7\u00e3o deste texto&#8221; ou &#8220;investiu-se muitas horas na reda\u00e7\u00e3o deste texto&#8221;?<\/p>\n<p>Acertou quem disse a primeira. Afinal, na voz passiva anal\u00edtica, a frase seria: &#8220;Muitas horas foram investidas na reda\u00e7\u00e3o deste texto&#8221;. Percebe que &#8220;investidas&#8221; est\u00e1 concordando com &#8220;horas&#8221;? Essa mesma concord\u00e2ncia precisa se manter na passiva sint\u00e9tica.<\/p>\n<p>Est\u00e1 certo? Sim. \u00c9 esquisito? Sem d\u00favidas. Por isso, por mais que esteja correto, o recomendado \u00e9 dar prefer\u00eancia para outra forma verbal, para n\u00e3o causar estranhamento no leitor.<\/p>\n<p>Agora que n\u00f3s chegamos ao final deste guia, d\u00e1 para entender melhor porque \u00e9 t\u00e3o importante entender melhor o que \u00e9 verbo, n\u00e3o \u00e9? Com tantos detalhes a que ficar atento \u2014 reg\u00eancia, concord\u00e2ncia, conjuga\u00e7\u00e3o \u2014, \u00e9 f\u00e1cil deixar algum errinho passar batido.<\/p>\n<p>Por isso, nunca deixe de revisar o seu texto depois que ele estiver pronto. E para garantir um trabalho melhor ainda,<a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/como-revisar-seu-proprio-texto\/\"> confira nossas dicas de como fazer isso<\/a> e nosso <a rel=\"noopener\" href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/checklist-revisao?utm_source=comunidade&amp;utm_medium=cta-texto\" target=\"_blank\">Checklist de Revis\u00e3o<\/a>, para que voc\u00ea possa revisar textos como um verdadeiro Rocker!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o \u00e9 ousado demais dizer que o verbo \u00e9 uma das partes mais importantes da ora\u00e7\u00e3o \u2014 at\u00e9 porque \u00e9 ele que garante que haja uma ora\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o apenas uma frase. 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