{"id":45759,"date":"2018-02-09T00:00:00","date_gmt":"2018-02-09T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/rockcontent.com\/br\/talent-blog\/objeto-direto\/"},"modified":"2025-09-12T22:14:09","modified_gmt":"2025-09-13T01:14:09","slug":"objeto-direto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/objeto-direto\/","title":{"rendered":"Respondemos 10 d\u00favidas frequentes do uso do Objeto Direto"},"content":{"rendered":"\n<p>Em nosso idioma, os termos &#8220;objeto direto&#8221; e &#8220;objeto indireto&#8221; representam tipos diferentes de complementos verbais. O complemento verbal \u00e9 tudo aquilo que completa o sentido de um verbo transitivo. Quando falamos em objetos diretos, estamos nos referindo aqueles complementos verbais que completam o sentido do verbo sem a necessidade de preposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 a\u00ed que a coisa come\u00e7a a ficar complicada para a maioria de n\u00f3s. Entender a necessidade dos objetos \u00e9 a parte f\u00e1cil da equa\u00e7\u00e3o. Afinal, sem eles verbos como ler e comer n\u00e3o conseguiriam, sozinhos, transmitir uma ideia completa do que est\u00e1 acontecendo.<\/p>\n<p>Entretanto, diferenciar entre objeto direto e objeto indireto pode ser um grande problema. N\u00e3o h\u00e1 uma maneira mais f\u00e1cil de aprender isso do que entendendo o que configura um verbo transitivo direto. Mesmo porque \u00e9 na presen\u00e7a dele que o objeto direto se far\u00e1 necess\u00e1rio<\/p>\n<h2><strong>O que \u00e9 verbo transitivo direto?<\/strong><\/h2>\n<p>A l\u00edngua portuguesa aceita <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/o-que-e-verbo\/\">verbos<\/a> transitivos (direto e indireto), intransitivos e de liga\u00e7\u00e3o. Uma outra categoria pouco mencionada \u00e9 a dos verbos bitransitivos, que demandam tanto objeto direto quanto indireto concomitantemente. Mas vamos nos ater aos tr\u00eas primeiros tipos de verbos citados aqui.<\/p>\n<p>Predica\u00e7\u00e3o verbal \u00e9 o nome da rela\u00e7\u00e3o de depend\u00eancia que existe entre verbos e seus complementos e essa rela\u00e7\u00e3o pode ser diferenciada de uma maneira simples. Em todos os casos nos quais a a\u00e7\u00e3o que o verbo representa tem predica\u00e7\u00e3o incompleta o classificamos como transitivo. A principal caracter\u00edstica do verbo transitivo, portanto, \u00e9 n\u00e3o produzir uma informa\u00e7\u00e3o completa por si s\u00f3.<\/p>\n<p>Mesmo que a transitividade seja uma caracter\u00edstica importante dos verbos ela n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica que os define. Isso porque eles podem se relacionar com seus complementos de maneiras diferentes. Gra\u00e7as a isso temos verbos transitivos diretos e verbos transitivos indiretos (bem como os bitransitivos).<\/p>\n<p>S\u00e3o verbos transitivos diretos aqueles que pedem um objeto direto, ou seja, que constroem uma rela\u00e7\u00e3o com os demais termos de uma frase sem a necessidade de preposi\u00e7\u00f5es. Ficou complicado? O exemplo abaixo pode ajudar.<\/p>\n<ul>\n<li>Mariana trazia suas maquiagens na bolsa.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Na frase acima, vemos o verbo trazer e sua caracter\u00edstica de transitivo direto. Mariana traz &#8220;suas maquiagens&#8221; que s\u00e3o o objeto direto. E nenhuma preposi\u00e7\u00e3o pode ser encontrada na ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Um objeto indireto se comportaria de forma diferente, exigindo a presen\u00e7a de algo que conectasse complemento e verbo. Este algo \u00e9 chamado de preposi\u00e7\u00e3o. A, ap\u00f3s, ante, com, desde, entre, perante, sob, sobre, por e contra s\u00e3o algumas delas.<\/p>\n<p>O que ainda n\u00e3o respondemos \u00e9 como voc\u00ea pode saber, pelo contexto, se um verbo \u00e9 direto ou indireto. \u00c9 esse conhecimento que far\u00e1 com que a sua escrita melhore, pois tornar\u00e1 poss\u00edvel entender exatamente que elementos devem ser inclu\u00eddos em uma senten\u00e7a.<\/p>\n<p>Ao se deparar com frases novas, tentar \u201csentir\u201d a frase em voz alta \u00e0s vezes revela o que os livros de gram\u00e1tica escondem atr\u00e1s de regras frias demais. D\u00ea uma pausa, leia devagar, e se perceber um buraco estranho depois do verbo\u2014algo que pede preposi\u00e7\u00e3o, tipo um desconforto sutil\u2014costuma ser sinal de objeto indireto. Mas \u00e9 claro, nem sempre esse truque salva: alguns verbos simplesmente desafiam qualquer intui\u00e7\u00e3o e obrigam a consulta (ou uma boa pesquisa no dicion\u00e1rio). Curiosamente, cada regi\u00e3o do Brasil parece ter suas pr\u00f3prias manias para o uso desses complementos, e o que soa natural em Minas pode soar esquisito para um carioca ou ga\u00facho.<\/p>\n<p>Outro ponto divertido \u00e9 observar esses exemplos no dia a dia, fora das provas. Na conversa, erros passam batido, e s\u00f3 em situa\u00e7\u00f5es mais formais\u2014um e-mail de trabalho, uma reda\u00e7\u00e3o\u2014o rigor aparece de verdade. Talvez esse desencontro entre fala e norma culta at\u00e9 valha um estudo \u00e0 parte, mas fato \u00e9: quanto mais voc\u00ea repara nesses detalhes, menos \u201cautom\u00e1tico\u201d o portugu\u00eas vai ficando. E, para quem escreve, detectar objetos diretos e indiretos acaba se tornando quase um v\u00edcio.<\/p>\n<p>O principal truque utilizado para identificar a transitividade do verbo \u00e9 transform\u00e1-lo em uma pergunta. Ainda citando o exemplo anterior temos:<\/p>\n<ul>\n<li>O que (ou quem) Mariana trazia?<\/li>\n<li>Mariana trazia suas maquiagens.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Caso a frase fosse constru\u00edda como &#8220;Mariana trazia na bolsa&#8221; seria necess\u00e1rio uma pergunta do interlocutor para entender o que ela trazia. Portanto, trazer \u00e9 classificado como verbo transitivo. Quer ver mais alguns exemplos?<\/p>\n<ul>\n<li>Comprei duas laranjas saborosas.<\/li>\n<li>Ela usou drogas naquela noite.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Na primeira frase o sujeito (eu) comprou o que? Duas laranjas. Elas s\u00e3o portanto o objeto direto e saborosas o adjetivo.<\/p>\n<p>Da mesma forma, na segunda frase, se omitirmos o termo &#8220;drogas&#8221; ser\u00e1 imposs\u00edvel saber o que ela usou naquela noite. Portanto, temos a necessidade de um objeto direto.<\/p>\n<p>Caso nossos exemplos exigissem a presen\u00e7a de uma preposi\u00e7\u00e3o para dar sentido a frase eles seriam de objetos indiretos. Alguns verbos que exigem objetos indiretos s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>obedecer;<\/li>\n<li>ansiar;<\/li>\n<li>crer;<\/li>\n<li>aspirar (com o sentido de almejar);<\/li>\n<li>visar (com o sentido de objetivar);<\/li>\n<li>agradar;<\/li>\n<li>querer (com o sentido de estimar);<\/li>\n<li>assistir;<\/li>\n<li>custar (com o sentido de dificuldade); e<\/li>\n<li>revidar.<\/li>\n<\/ul>\n<p>A grande diferen\u00e7a desses verbos \u00e9 que:<\/p>\n<ul>\n<li>quem obedece, obedece a algu\u00e9m;<\/li>\n<li>quem anseia, anseia por algo;<\/li>\n<li>quem cr\u00ea, cr\u00ea em algo ou algu\u00e9m;<\/li>\n<li>quem aspira, aspira a alguma coisa;<\/li>\n<li>quem visa, visa a algo;<\/li>\n<li>quem agrada, agrada a algu\u00e9m;<\/li>\n<li>quem quer, quer a algu\u00e9m;<\/li>\n<li>quem assiste, assiste a alguma coisa;<\/li>\n<li>quem custa, custa a uma a\u00e7\u00e3o; e<\/li>\n<li>quem revida, revida a algo ou algu\u00e9m.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Entender o objeto indireto \u00e9 fundamental para diferenci\u00e1-lo do objeto direto. E, da mesma forma que acontece com os verbos transitivos diretos, a melhor maneira de fazer isso \u00e9 transformando uma afirma\u00e7\u00e3o em pergunta.<\/p>\n<h2><strong>Como usar o objeto direto?<\/strong><\/h2>\n<p>Naturalmente, por se tratar de um tema relativamente dif\u00edcil, o uso do objeto direto gera uma s\u00e9rie de d\u00favidas. E \u00e9 prov\u00e1vel que, depois de uns anos fora da <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/ensino-do-portugues\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">escola<\/a>, voc\u00ea n\u00e3o consiga se lembrar da resposta para a maioria delas. Abaixo selecionamos algumas das maiores pol\u00eamicas com rela\u00e7\u00e3o ao uso do objeto direto.<\/p>\n<h3><strong>1. O que \u00e9 o &#8220;n\u00facleo do objeto direto&#8221;?<\/strong><\/h3>\n<p>Sintaxe \u00e9 o estudo das rela\u00e7\u00f5es estabelecidas entre as palavras. Nesse estudo existe uma s\u00e9rie de classifica\u00e7\u00f5es com as quais a maioria de n\u00f3s n\u00e3o est\u00e1 realmente confort\u00e1vel. Uma delas \u00e9 o n\u00facleo do objeto direto.<\/p>\n<p>Em uma frase como:<\/p>\n<ul>\n<li>Entregamos as demandas aos clientes.<\/li>\n<\/ul>\n<p>\u00c9 f\u00e1cil identificar que o objeto direto \u00e9 representado por &#8220;as demandas&#8221;. Afinal, voc\u00ea j\u00e1 fez a pergunta mentalmente e percebeu que quem entrega, entrega algo. Como &#8220;demandas&#8221; \u00e9 a palavra que d\u00e1 significado a entrega ela \u00e9 chamada de n\u00facleo do objeto direto.<\/p>\n<p>Nesse caso, em particular, temos um verbo bitransitivo. Quem entrega, entrega algo a algu\u00e9m. Por isso &#8220;aos clientes&#8221; \u00e9 o objeto indireto (e &#8220;clientes&#8221; \u00e9 o n\u00facleo).<\/p>\n<p>O n\u00facleo \u00e9 sempre um <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/substantivos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">substantivo<\/a> e ele est\u00e1 sempre presente em ambos objeto direto e indireto. Identific\u00e1-lo corretamente \u00e9 uma das coisas que voc\u00ea pode precisar fazer em uma prova de Portugu\u00eas ou enquanto estuda gram\u00e1tica.<\/p>\n<h3><strong>2. O que \u00e9 objeto direto preposicionado?<\/strong><\/h3>\n<p>Embora o nome deixe bem claro o que \u00e9 um objeto direto preposicionado, sua aplica\u00e7\u00e3o na pr\u00e1tica pode confundir muita gente. Estamos acostumados a associar as preposi\u00e7\u00f5es ao objeto indireto e, por isso, naturalmente temos a tend\u00eancia de classificar esta ocorr\u00eancia <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/webinar-segredos-do-portugues\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">equivocadamente<\/a>.<\/p>\n<p>A grande diferen\u00e7a entre o objeto indireto e o objeto direto preposicionado, entretanto, \u00e9 a obrigatoriedade. N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel que um objeto indireto exista sem a preposi\u00e7\u00e3o, pois ele n\u00e3o consegue fazer sentido dessa forma. J\u00e1 um objeto direto preposicionado serve para, por exemplo, apontar um grupo de elementos espec\u00edfico.<\/p>\n<p>Pense nas seguintes frases:<\/p>\n<ul>\n<li>J\u00e1 comi os past\u00e9is.<\/li>\n<li>J\u00e1 comi dos past\u00e9is.<\/li>\n<\/ul>\n<p>O verbo comer, naturalmente, \u00e9 um verbo transitivo direto. Pois quem come, come alguma coisa. Ent\u00e3o a primeira frase est\u00e1 absolutamente correta.<\/p>\n<p>Mas isso n\u00e3o significa que a segunda frase est\u00e1 errada. Nela temos a presen\u00e7a do objeto direto preposicionado, com o objetivo de diferenciar os past\u00e9is em quest\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 que quando falamos que comemos os past\u00e9is nos referimos a todos os past\u00e9is, o que nem sempre \u00e9 verdade. Quando dizemos que comemos dos past\u00e9is, todavia, significa que ainda h\u00e1 o suficiente para outras pessoas.<\/p>\n<p>A diferen\u00e7a de significado \u00e9 um dos motivos para a exist\u00eancia do objeto direto preposicionado, mas n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico. H\u00e1 algumas situa\u00e7\u00f5es nas quais ele \u00e9 utilizado para denotar rever\u00eancia. Observe as ora\u00e7\u00f5es abaixo:<\/p>\n<ul>\n<li>Glorifiquei o Senhor Jesus.<\/li>\n<li>Louvei a Maria com fervor.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Nenhum desses verbos \u00e9 transitivo indireto. Louvar e glorificar n\u00e3o exigem nenhum tipo de preposi\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m, aplicados no contexto religioso eles costumam ser acompanhados delas, por uma quest\u00e3o cultural.<\/p>\n<h3><strong>3. Qual o significado de objeto direto pleon\u00e1stico?<\/strong><\/h3>\n<p>O objeto direto pleon\u00e1stico \u00e9 um objeto direto que repete uma ideia j\u00e1 dita anteriormente. Quando ele acontece, o objeto direto \u00e9 colocado no come\u00e7o de uma frase e as formas pronominais a, as, o, os s\u00e3o adotadas para destac\u00e1-lo.<\/p>\n<p>N\u00e3o entendeu? Veja os seguintes exemplos:<\/p>\n<ul>\n<li>A chuva espalhou as folhas.<\/li>\n<li>As folhas, espalhou-as a chuva.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Se na primeira frase n\u00e3o h\u00e1 invers\u00e3o do objeto direto e podemos entender claramente o seu sentido, na segunda ela ocorre com objetivo de enfatizar o que aconteceu. As folhas s\u00e3o referenciadas duas vezes, apenas para frisar a import\u00e2ncia do fato.<\/p>\n<p>O objeto direto pleon\u00e1stico \u00e9 muito utilizado na <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/storytelling\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">literatura<\/a>, por autores como M\u00e1rio Quintana.<\/p>\n<h3><strong>4. Como descobrir o objeto direto?<\/strong><\/h3>\n<p>Uma particularidade do objeto direto \u00e9 que ele sempre pode ser substitu\u00eddo por: o, a, os, as, no, na, nos, nas, lo, la, los, las. Para isso basta que voc\u00ea utilize a t\u00e9cnica que j\u00e1 citamos anteriormente e transforme uma afirma\u00e7\u00e3o em pergunta, respondendo-a em seguida.<\/p>\n<p>A maneira mais r\u00e1pida de encontrar o objeto direto \u00e9 perceber a substitui\u00e7\u00e3o. Exemplo:<\/p>\n<ul>\n<li>O homem perdeu a carteira na rua.<\/li>\n<li>O homem perdeu a carteira na rua?<\/li>\n<li>Sim, o homem perdeu-a.<\/li>\n<\/ul>\n<p>O termo substitu\u00eddo \u00e9 sempre o objeto direto.<\/p>\n<h3><strong>5. O que acontece com o objeto direto na voz passiva?<\/strong><\/h3>\n<p>Frases constru\u00eddas na voz passiva tem um elemento que as diferencia: o agente da passiva. O agente da passiva \u00e9 quem pratica a a\u00e7\u00e3o. Nessas frases o sujeito n\u00e3o \u00e9 respons\u00e1vel por ela.<\/p>\n<p>O objeto direto, consequentemente, n\u00e3o existe. Ele \u00e9 transformado sempre em sujeito. Esse recurso lingu\u00edstico vem a calhar quando voc\u00ea precisa fazer a an\u00e1lise sint\u00e1tica.<\/p>\n<p>Observe como a mudan\u00e7a ocorre:<\/p>\n<ul>\n<li>Patr\u00edcia mordeu um biscoito.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Aqui temos Patr\u00edcia como sujeito, mordeu como verbo e um biscoito como objeto direto. Como conseguimos identificar todos estes elementos inferimos tamb\u00e9m que o discurso est\u00e1 em voz ativa. Mas e no exemplo abaixo?<\/p>\n<ul>\n<li>O biscoito foi mordido por Patr\u00edcia.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Nessa frase o sujeito n\u00e3o \u00e9 mais Patr\u00edcia, porque ela n\u00e3o protagoniza a a\u00e7\u00e3o. \u00c9 o biscoito (sujeito) que foi mordido (verbo em voz passiva) por Patr\u00edcia (agente da passiva).<\/p>\n<h3><strong>6. O que \u00e9 pronome de indetermina\u00e7\u00e3o do sujeito?<\/strong><\/h3>\n<p><a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/portugues-brasileiro\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Nosso idioma<\/a> tem <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/o-que-e-pronome\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">pronomes<\/a> rec\u00edprocos, dentre os quais o mais conhecido \u00e9 o &#8220;se&#8221;. Quando o &#8220;se&#8221; \u00e9 utilizado em uma frase junto de um verbo transitivo direto preposicionado ele funciona como agente de indetermina\u00e7\u00e3o do sujeito.<\/p>\n<p>O agente de indetermina\u00e7\u00e3o do sujeito tem como objetivo ocultar quem praticou a a\u00e7\u00e3o. Ele \u00e9 \u00fatil quando queremos nos referir a um grande grupo de pessoas ou a ningu\u00e9m em particular. As frases a seguir s\u00e3o um exemplo disso.<\/p>\n<ul>\n<li>Estima-se a Caetano Veloso.<\/li>\n<li>Corta-se a m\u00e3o facilmente com esse abridor.<\/li>\n<li>Ouve-se o ru\u00eddo.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Todos os objetos diretos aqui receberam preposi\u00e7\u00f5es para ocultar o sujeito das frases.<\/p>\n<h3><strong>7. Como o objeto direto aparece nas ora\u00e7\u00f5es reduzidas?<\/strong><\/h3>\n<p>Ora\u00e7\u00f5es reduzidas s\u00e3o um tipo de ora\u00e7\u00e3o subordinada, que n\u00e3o usam conectivos e apresentam verbos em forma nominal (ger\u00fandio, infinitivo ou partic\u00edpio). Ela pode ter fun\u00e7\u00e3o sint\u00e1tica de objeto direto ou indireto. Isso acontece com muita frequ\u00eancia, em frases como:<\/p>\n<ul>\n<li>O presidente disse ser importante aprovar o or\u00e7amento.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Poder\u00edamos, facilmente, substituir a ora\u00e7\u00e3o reduzida de infinitivo &#8220;ser importante aprovar o or\u00e7amento&#8221; por um objeto direto, como &#8220;isso&#8221;. Ela age completando o sentido de dizer sem usar nenhuma preposi\u00e7\u00e3o, por isso tem o mesmo valor sint\u00e1tico do objeto direto.<\/p>\n<h3><strong>8. Objeto direto flexiona verbo?<\/strong><\/h3>\n<p>Os verbos no infinitivo seguem <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/regras-do-portugues\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">regras<\/a> de flex\u00e3o muito claras. Dentre as quais a de que um objeto direto n\u00e3o pode provoc\u00e1-la. Mas mesmo assim, um erro comum, \u00e9 faz\u00ea-lo.<\/p>\n<p>Em frases como:<\/p>\n<ul>\n<li>Isso levou os redatores a buscarem seus direitos.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Temos dois verbos, cada um com seus respectivos objetos. No caso, &#8220;os redatores&#8221; s\u00e3o o objeto direto de levou. O problema aqui \u00e9 a tend\u00eancia a considerar &#8220;os redatores&#8221; o sujeito de buscar.<\/p>\n<p>Quando isso acontece, flexionamos o segundo verbo sem necessidade. A frase correta seria:<\/p>\n<ul>\n<li>Isso levou os redatores a buscar seus direitos.<\/li>\n<\/ul>\n<h3><strong>9. O que \u00e9 objeto direto cognato?<\/strong><\/h3>\n<p>A <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/lingua-portuguesa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">l\u00edngua portuguesa<\/a> \u00e9 muito rica e por isso, em alguns casos, verbos intransitivos podem ganhar complementos. Esses complementos repetem a mesma ideia transmitida pelo verbo intransitivo e s\u00e3o conhecidos como objetos diretos cognatos.<\/p>\n<ul>\n<li>Ant\u00f4nio morreu uma morte absurda.<\/li>\n<li>Vanessa vive uma vida boa.<\/li>\n<li>Carla sonhou um sonho diferente.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Nesses casos perceba que o objeto direto cognato sempre repete a coisa que j\u00e1 foi dita. Em geral, trata-se do pr\u00f3prio verbo funcionando como substantivo. Em algumas ocasi\u00f5es, eles tamb\u00e9m s\u00e3o conhecidos como objetos internos.<\/p>\n<h3><strong>10. Como funciona o objeto direto deslocado?<\/strong><\/h3>\n<p>O objeto direto \u00e9 um termo integrante da ora\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o precisa estar presente. E uma regra sobre o <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/guia-de-como-usar-virgula\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">uso da v\u00edrgula<\/a> indica que verbo e seus complementos jamais podem estar separados. Por\u00e9m, o que fazer quando o objeto direto n\u00e3o est\u00e1 no lugar mais \u00f3bvio?<\/p>\n<ul>\n<li>Aos professores foram entregues cheques.<\/li>\n<li>Ao pai ela disse que n\u00e3o iria ao concerto.<\/li>\n<li>Ao jornalista foram concedidas entrevistas bomb\u00e1sticas.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Mesmo que o objeto direto n\u00e3o esteja no lugar que esperamos n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel colocar v\u00edrgulas nessas frases. A \u00fanica exce\u00e7\u00e3o ocorre na aplica\u00e7\u00e3o de objetos diretos pleon\u00e1sticos:<\/p>\n<ul>\n<li>A mim, n\u00e3o me cabe achar nada.<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em nosso idioma, os termos &#8220;objeto direto&#8221; e &#8220;objeto indireto&#8221; representam tipos diferentes de complementos verbais. O complemento verbal \u00e9 tudo aquilo que completa o sentido de um verbo transitivo. 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