{"id":45795,"date":"2018-03-08T00:00:00","date_gmt":"2018-03-08T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/rockcontent.com\/br\/talent-blog\/escritoras-que-marcaram-epoca\/"},"modified":"2025-09-12T02:58:15","modified_gmt":"2025-09-12T05:58:15","slug":"escritoras-que-marcaram-epoca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/escritoras-que-marcaram-epoca\/","title":{"rendered":"As 12 escritoras que marcaram \u00e9poca para a nossa equipe"},"content":{"rendered":"<p>Para conseguirmos selecionar as principais escritoras que marcaram \u00e9poca, recorremos \u00e0 toda equipe da Rock Content! Cada membro com uma autora preferida deu sua contribui\u00e7\u00e3o e o resultado foi este post incr\u00edvel, com mais de 4 mil palavras, para homenagearmos o Dia Internacional da Mulher!<\/p>\n<p>Ser\u00e1 que sua autora preferida entrou para a lista? Leia at\u00e9 o final e descubra. E aproveite tamb\u00e9m para conhecer novas escritoras e suas obras. \ud83d\ude42<\/p>\n<h2>1. Jane Austen<\/h2>\n<p><a href=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/jane-austen.png\"><img data-opt-id=399762388  data-opt-src=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:1024\/h:731\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/jane-austen-1024x731.png\"       decoding=\"async\" class=\"wp-image-8580 size-large aligncenter\" src=\"data:image/svg+xml,%3Csvg%20viewBox%3D%220%200%201024%20731%22%20width%3D%221024%22%20height%3D%22731%22%20xmlns%3D%22http%3A%2F%2Fwww.w3.org%2F2000%2Fsvg%22%3E%3Crect%20width%3D%221024%22%20height%3D%22731%22%20fill%3D%22transparent%22%2F%3E%3C%2Fsvg%3E\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"685\" \/><\/a><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: center;\"><i>\u00c9 uma verdade universalmente reconhecida que um homem solteiro na posse de uma bela fortuna necessita de uma esposa.<\/i><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Essa \u00e9 a primeira frase de <i>Orgulho e Preconceito<\/i>, a obra mais c\u00e9lebre de Jane Austen, e quem a l\u00ea certamente nem imagina a ironia com que foi escrita.<\/p>\n<p>Autora de cl\u00e1ssicos como <i>Raz\u00e3o e Sensibilidade<\/i> e <i>Emma<\/i>, Jane nasceu em 1775, em uma Inglaterra em que as mulheres sequer podiam sonhar em escrever. <strong>Mas quem \u00e9 o mundo para dizer o que uma mulher pode fazer ou n\u00e3o, certo?<\/strong><\/p>\n<p>Jane escreveu n\u00e3o apenas um, mas quatro cl\u00e1ssicos \u2014 al\u00e9m de <i>Orgulho e Preconceito<\/i>, ela \u00e9 autora de <i>Emma<\/i>, <i>Raz\u00e3o e Sensibilidade<\/i> e <i>Persuas\u00e3o<\/i>. E \u00e9 claro que, como toda mulher que ousa romper os padr\u00f5es, sofreu algumas consequ\u00eancias.<\/p>\n<p>Por exemplo, seus romances foram publicados de forma an\u00f4nima e o reconhecimento pela obra s\u00f3 veio 52 anos ap\u00f3s sua morte. Ap\u00f3s sua morte, ela tamb\u00e9m teve suas correspond\u00eancias queimadas pela pr\u00f3pria fam\u00edlia, que desejava moldar sua imagem como uma mulher mais delicada e f\u00e1cil de lidar.<\/p>\n<p>Ainda hoje, Jane \u00e9 retratada em v\u00e1rias ilustra\u00e7\u00f5es usando uma alian\u00e7a, apesar de nunca ter se casado. Isso passa a mensagem err\u00f4nea de que, embora seja uma autora incr\u00edvel, ela precisa de um marido para refor\u00e7ar seu valor.<\/p>\n<p>Ledo engano. Para saber o que o casamento representava para Austen basta lembrar de sua Elizabeth Bennet, a protagonista de <i>Orgulho e Preconceito<\/i>.<\/p>\n<p>Assim como sua criadora, Lizzie enfrentou os padr\u00f5es de uma \u00e9poca que impunha que a \u00fanica preocupa\u00e7\u00e3o de uma mulher deveria ser arrumar marido. Rejeitou rela\u00e7\u00f5es por interesse, desprezou pedidos de homens que n\u00e3o lhe interessavam e imp\u00f4s \u00e0 fam\u00edlia que se casaria apenas por amor.<\/p>\n<p>Mas a real ousadia de Lizzie foi imp\u00f4r sua personalidade em uma sociedade que esperava que todas as mo\u00e7as fossem d\u00f3ceis e acatadas.<\/p>\n<p>Em um dos melhores momentos do livro, ela ouve um homem listar as in\u00fameras (e infinitas) qualidades que uma mulher deveria ter para ser considerada desej\u00e1vel. Sem recuar por um segundo, Lizzie responde com ironia que jamais viu tal mulher \u2014 sequer acredita que ela exista.<\/p>\n<p>Para um livro publicado em 1813, a premissa segue mais atual do que nunca, n\u00e9?<\/p>\n<p>Foi por meio de Elizabeth Bennet (e de sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria) que Jane me ensinou que, por mais que o mundo tente nos resumir a uma coisa ou outra, nossa identidade sobrevive.<\/p>\n<p><strong>Somos quem somos, mulheres fortes e capazes de fazer qualquer coisa que quisermos<\/strong> \u2014 nos casando ou n\u00e3o, porque isso \u00e9 uma decis\u00e3o que s\u00f3 cabe a n\u00f3s.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Bruna-Moreira.png\"><img data-opt-id=965710144  data-opt-src=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Bruna-Moreira.png\"  decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-8559\" src=\"data:image/svg+xml,%3Csvg%20viewBox%3D%220%200%20100%%20100%%22%20width%3D%22100%%22%20height%3D%22100%%22%20xmlns%3D%22http%3A%2F%2Fwww.w3.org%2F2000%2Fsvg%22%3E%3Crect%20width%3D%22100%%22%20height%3D%22100%%22%20fill%3D%22transparent%22%2F%3E%3C%2Fsvg%3E\" alt=\"\" width=\"160\" height=\"160\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i>&#8211; Bruna Moreira (Time de Marketing &amp; Growth)<\/i><\/p>\n<h2>2. Rupi Kaur<\/h2>\n<p><a href=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/rupi_kaur.jpg.size-custom-crop.1086x0.jpg\"><img data-opt-id=918728014  data-opt-src=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:1024\/h:725\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/rupi_kaur.jpg.size-custom-crop.1086x0-1024x725.jpg\"  decoding=\"async\" class=\"size-large wp-image-8583 aligncenter\" src=\"data:image/svg+xml,%3Csvg%20viewBox%3D%220%200%201024%20725%22%20width%3D%221024%22%20height%3D%22725%22%20xmlns%3D%22http%3A%2F%2Fwww.w3.org%2F2000%2Fsvg%22%3E%3Crect%20width%3D%221024%22%20height%3D%22725%22%20fill%3D%22transparent%22%2F%3E%3C%2Fsvg%3E\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"680\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/rupikaur.com\/\">Rupi Kaur<\/a> \u00e9 uma poetisa feminista de apenas 25 anos, mas que j\u00e1 ocupa a selecionada lista dos mais vendidos pela The New York Times.<\/p>\n<p>Nascida na \u00cdndia, imigrou com os seus pais para o Canad\u00e1 com 4 anos, o que fez com que ela tivesse muita dificuldade com o idioma no per\u00edodo da escola. Por isso, a m\u00e3e a incentivou a pintar e a escrever.<\/p>\n<p>O primeiro livro dela, <i>Milk and Honey<\/i> \u2014 <i>Outros Jeitos de Usar a Boca<\/i>, no Brasil \u2014 foi publicado de maneira aut\u00f4noma por meio da Amazon em 2015, at\u00e9 que ela foi descoberta por uma editora e se tornou um dos livros mais vendidos por mais de 40 semanas!<\/p>\n<p>Ele \u00e9 considerado o maior fen\u00f4meno da poesia nos EUA da d\u00e9cada.<\/p>\n<p>Seus primeiros textos p\u00fablicos come\u00e7aram a ser lan\u00e7ados esporadicamente na p\u00e1gina dela no Instagram \u2014 <a href=\"\/\/www.instagram.com\/rupikaur_\/?hl=pt-br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">sigam, \u00e9 lindo!<\/a> \u2014 em 2014. Al\u00e9m disso, ela posta algumas fotos e ilustra\u00e7\u00f5es que, como sua escrita, tem um olhar super delicado e, ao mesmo tempo, realista acerca do feminino.<\/p>\n<p>Kaur aborda temas como relacionamentos, viol\u00eancia, abuso, amor, solid\u00e3o, a partir do ponto de vista dela sobre a hist\u00f3ria de v\u00e1rias mulheres. Os textos muitas vezes causam desconforto, mas ao mesmo tempo uma grande reflex\u00e3o sobre os desafios de ser mulher.<\/p>\n<p>Ela acaba de lan\u00e7ar um novo livro, <i>The sun and her Flowers \u2014 O que o sol faz com as Flores \u2014 <\/i>\u00a0acabou de ser lan\u00e7ado no Brasil tamb\u00e9m pela editora Planeta. Nem li e j\u00e1 amo!<\/p>\n<blockquote>\n<p><i>Loneliness is a sign you are in desperate need of yourself.<\/i><\/p>\n<\/blockquote>\n<p><a href=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/La_s-Bolina.png\"><img data-opt-id=62146744  data-opt-src=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/La_s-Bolina.png\"  loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-8561 aligncenter\" src=\"data:image/svg+xml,%3Csvg%20viewBox%3D%220%200%20100%%20100%%22%20width%3D%22100%%22%20height%3D%22100%%22%20xmlns%3D%22http%3A%2F%2Fwww.w3.org%2F2000%2Fsvg%22%3E%3Crect%20width%3D%22100%%22%20height%3D%22100%%22%20fill%3D%22transparent%22%2F%3E%3C%2Fsvg%3E\" alt=\"\" width=\"160\" height=\"160\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i>&#8211; La\u00eds Bolina (Time de Marketing &amp; Growth)<\/i><\/p>\n<h2>3. Sylvia Plath<\/h2>\n<p><a href=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Sylvia-Plath-1.jpg\"><img data-opt-id=220678563  data-opt-src=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:1024\/h:615\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Sylvia-Plath-1-1024x615.jpg\"  loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-8586\" src=\"data:image/svg+xml,%3Csvg%20viewBox%3D%220%200%201024%20615%22%20width%3D%221024%22%20height%3D%22615%22%20xmlns%3D%22http%3A%2F%2Fwww.w3.org%2F2000%2Fsvg%22%3E%3Crect%20width%3D%221024%22%20height%3D%22615%22%20fill%3D%22transparent%22%2F%3E%3C%2Fsvg%3E\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"577\" \/><\/a><\/p>\n<p>Em janeiro de 2012, quando estava presa dentro de minha pr\u00f3pria redoma de vidro, abri pela primeira vez <i>Os Di\u00e1rios de Sylvia Plath<\/i> e esse foi, de fato, um livro que me levou al\u00e9m dos livros.<\/p>\n<p>Mudou minha rela\u00e7\u00e3o com a literatura.<\/p>\n<p>Virou o livro da minha vida, virou tema de disserta\u00e7\u00e3o de mestrado e at\u00e9 tatuagem. Alguma coisa naquelas palavras atingiram-me como um tiro. Sei que, ap\u00f3s ler a primeira p\u00e1gina, eu parecia ser a mesma de sempre. Mas sabia que havia sido transformada.<\/p>\n<p>A intensidade de Sylvia Plath e sua entrega para a vida, mesmo com tantas ang\u00fastias, me deixou sem f\u00f4lego. Eu a admiro pelo que ela ousou ser, por sua dureza e destemor, sem jamais perder a vulnerabilidade e a sensibilidade que lhe eram caracter\u00edsticas.<\/p>\n<p>Seja nos versos de poemas como <i>Daddy<\/i> e <i>Lady Lazarus<\/i>, seja nas duras linhas da narrativa autobiogr\u00e1fica <i>A redoma de Vidro<\/i>, em seus escritos \u00e9 poss\u00edvel perceber que Plath \u00e9 muito mais do que a poeta que se suicidou aos 30 anos de idade, ligando o g\u00e1s de cozinha e enfiando a cabe\u00e7a no forno.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 por acaso que o impacto de sua poesia \u00e9 ineg\u00e1vel. A menina que, quando ainda era bolsista no Smith College afirmou: <strong>&#8220;Eu tamb\u00e9m quero ser importante. Sendo diferente. E essas garotas s\u00e3o todas iguais&#8221;<\/strong>, acabou se tornando um dos nomes mais reconhecidos da literatura e influenciou \u2014 e continua a influenciar \u2014 quase toda a po\u00e9tica contempor\u00e2nea.<\/p>\n<p>Nem todo mundo mergulha nas obras de Sylvia sem trope\u00e7ar em desconfortos \u2014 muita gente at\u00e9 vira o rosto para a dureza das met\u00e1foras dela, como se estivesse presenciando um acidente. \u00c9 como se Plath pedisse, sem pedir, que o leitor tamb\u00e9m expusesse suas pr\u00f3prias fendas, sem remendo, s\u00f3 pele viva. A honestidade bruta dela torna imposs\u00edvel a leitura indiferente; pegou, doeu, permanece ecoando. Dizer que ela muda s\u00f3 quem quer ser mudado \u00e9 muito pouco. Na real, ningu\u00e9m termina igual.<\/p>\n<p>O curioso \u00e9 que, mesmo quem nunca leu Plath de verdade, j\u00e1 cruzou alguma frase dela perdida em capa de caderno ou nas redes sociais \u2014 para o bem ou para o mal, virou um tipo de \u00edcone pop, um s\u00edmbolo para um sofrimento feminino que n\u00e3o cabe nas molduras douradas do s\u00e9culo XXI. \u00c9 f\u00e1cil reduzir a vida dela a trag\u00e9dia, mas h\u00e1 algo delicadamente feroz, quase ir\u00f4nico, na forma como seus versos continuam ganhando leitores novos, gera\u00e7\u00e3o ap\u00f3s gera\u00e7\u00e3o. Nenhum filtro segura o impacto.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Assinatura_de_e-mail__360x360_.png\"><img data-opt-id=1402680470  data-opt-src=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Assinatura_de_e-mail__360x360_.png\"  loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-8557 aligncenter\" src=\"data:image/svg+xml,%3Csvg%20viewBox%3D%220%200%20100%%20100%%22%20width%3D%22100%%22%20height%3D%22100%%22%20xmlns%3D%22http%3A%2F%2Fwww.w3.org%2F2000%2Fsvg%22%3E%3Crect%20width%3D%22100%%22%20height%3D%22100%%22%20fill%3D%22transparent%22%2F%3E%3C%2Fsvg%3E\" alt=\"\" width=\"160\" height=\"160\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i>&#8211; Beatriz Saltarelli (Time de Conte\u00fado)<\/i><\/p>\n<h2>4. Chimamanda Ngozi Adichie<\/h2>\n<p><a href=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/chimamanda.jpg\"><img data-opt-id=1779558139  data-opt-src=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:1024\/h:614\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/chimamanda-1024x614.jpg\"  loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-8578\" src=\"data:image/svg+xml,%3Csvg%20viewBox%3D%220%200%201024%20614%22%20width%3D%221024%22%20height%3D%22614%22%20xmlns%3D%22http%3A%2F%2Fwww.w3.org%2F2000%2Fsvg%22%3E%3Crect%20width%3D%221024%22%20height%3D%22614%22%20fill%3D%22transparent%22%2F%3E%3C%2Fsvg%3E\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"576\" \/><\/a><\/p>\n<p>O meu primeiro contato com Chimamanda Ngozi Adichie foi por meio da sua palestra do <a href=\"\/\/www.ted.com\/talks\/chimamanda_ngozi_adichie_we_should_all_be_feminists?language=pt-br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">TED Talks<\/a>. A forma que essa escritora nigeriana contou sobre a relev\u00e2ncia de imprimir a sua voz cultural no mundo me tocou profundamente. Foi uma verdadeira aula de representatividade e aceita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Apesar de ter amado o TED, minha rela\u00e7\u00e3o com as obras liter\u00e1rias de Chimamanda come\u00e7ou anos mais tarde, para ser mais exata, m\u00eas passado. Escolhi come\u00e7ar por <i>Americanah<\/i> e n\u00e3o me arrependi. J\u00e1 no primeiro cap\u00edtulo fiquei com aquela sensa\u00e7\u00e3o: &#8220;como eu n\u00e3o li esse livro antes?&#8221;.<\/p>\n<p>Pela vis\u00e3o de Ifemelu e Obinze, o romance contempor\u00e2neo da autora, nos mostra mais do que uma hist\u00f3ria de amor. Na verdade, escancara temas sobre racismo, imigra\u00e7\u00e3o, feminismo, educa\u00e7\u00e3o, crises pol\u00edticas e culturais.<\/p>\n<p>O que mais gostei no livro \u00e9 a provoca\u00e7\u00e3o direta que Chimamanda faz, sem eufemismos.<\/p>\n<p>Ainda n\u00e3o se convenceu? Separei alguns trechos do livro para sua reflex\u00e3o:<\/p>\n<blockquote>\n<p><strong>E se ser negro trouxesse todos os privil\u00e9gios de ser branco?<\/strong><\/p>\n<p>Nos filmes, as mulheres de pele escura fazem o papel da empregada gorda e maternal, ou da amiga da protagonista, que \u00e9 forte, desbocada (&#8230;). Mas elas nunca podem fazer o papel da mulher gostosa, linda e desejada por todos.<\/p>\n<p>Relaxar o cabelo \u00e9 que nem ser preso. Voc\u00ea fica numa jaula. Seu cabelo manda em voc\u00ea.(&#8230;). Est\u00e1 sempre lutando para fazer seu cabelo ficar de um jeito que n\u00e3o \u00e9 o normal dele.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Nas 520 p\u00e1ginas da obra, Chimamanda \u00e9 certeira ao mostrar o quanto \u00e9 importante manter o debate vivo para a constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade mais justa. Vale a pena!<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Larissa-Borges.png\"><img data-opt-id=900934593  data-opt-src=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Larissa-Borges.png\"  loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-8562 aligncenter\" src=\"data:image/svg+xml,%3Csvg%20viewBox%3D%220%200%20100%%20100%%22%20width%3D%22100%%22%20height%3D%22100%%22%20xmlns%3D%22http%3A%2F%2Fwww.w3.org%2F2000%2Fsvg%22%3E%3Crect%20width%3D%22100%%22%20height%3D%22100%%22%20fill%3D%22transparent%22%2F%3E%3C%2Fsvg%3E\" alt=\"\" width=\"160\" height=\"160\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i>&#8211; Larissa Borges (Time de Conte\u00fado Avan\u00e7ado)<\/i><\/p>\n<h2>5. Lygia Fagundes Telles<\/h2>\n<p><a href=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/1_-_Lygia_Fagundes_Telles_Foto_Nadja_Kouchi__38_.png\"><img data-opt-id=735212334  data-opt-src=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:1024\/h:682\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/1_-_Lygia_Fagundes_Telles_Foto_Nadja_Kouchi__38_-1024x682.png\"  loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-8574\" src=\"data:image/svg+xml,%3Csvg%20viewBox%3D%220%200%201024%20682%22%20width%3D%221024%22%20height%3D%22682%22%20xmlns%3D%22http%3A%2F%2Fwww.w3.org%2F2000%2Fsvg%22%3E%3Crect%20width%3D%221024%22%20height%3D%22682%22%20fill%3D%22transparent%22%2F%3E%3C%2Fsvg%3E\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"639\" \/><\/a><\/p>\n<p>O que as novelas nacionais e o Pr\u00eamio Nobel t\u00eam em comum? A paulistana Lygia Fagundes Telles, de 94 anos!<\/p>\n<p>Considerada nossa maior escritora viva, seu primeiro romance, <i>Ciranda de Pedra<\/i>, foi adaptado para a televis\u00e3o em 1981 e 2008. E, em 2016, se tornou a primeira mulher brasileira indicada ao Nobel de Literatura. <a href=\"https:\/\/www.academia.org.br\/academicos\/lygia-fagundes-telles\/biografia\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Naquele ano, Bob Dylan foi o laureado<\/a>, mas isso \u00e9 assunto para outro post.<\/p>\n<p>Embora a autora j\u00e1 tenha recebido todos os mais importantes pr\u00eamios de literatura em l\u00edngua portuguesa, n\u00e3o \u00e9 por isso que voc\u00ea deve come\u00e7ar a ler seus contos e romances. E sim para vencer medos, desilus\u00f5es e traumas.<\/p>\n<p><strong>Como enfrentar o que n\u00e3o conhecemos? Melhor entender esses sentimentos, visceralmente, ainda que seja dif\u00edcil.<\/strong> Lygia trata disso em narrativa urbana e intimista, a exemplo do romance <i>As meninas<\/i> e do livro de contos <i>Semin\u00e1rio de Ratos<\/i> (meus preferidos, inicie por eles!).<\/p>\n<p>O caminho que ela escolheu para mostrar o que muitos preferem esquecer \u2014 um fracasso, uma paix\u00e3o perdida, a d\u00favida diante dos mist\u00e9rios da vida \u2014 foi colocar o leitor em contato direto com a consci\u00eancia das personagens. \u00c9 f\u00e1cil identificar essa caracter\u00edstica em um trechinho de <i>As Meninas<\/i>:<\/p>\n<blockquote>\n<p><i>Enrique\u00e7o na solid\u00e3o: fico inteligente, graciosa e n\u00e3o esta feia ressentida que me olha do fundo do espelho. Ou\u00e7o duzentos e noventa e nove vezes o mesmo disco, lembro poesias, dou piruetas, sonho, invento, abro todos os port\u00f5es e quando vejo a alegria est\u00e1 instalada em mim.<\/i><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Comprovando que a fantasia \u00e9 uma \u00f3tima forma de enfrentar o que apavora e encontrar inspira\u00e7\u00e3o para solu\u00e7\u00f5es, a pr\u00f3pria Lygia conta o impacto que sofreu ao ouvir hist\u00f3rias aterrorizantes das mulheres que foram suas cuidadoras na inf\u00e2ncia:<\/p>\n<blockquote>\n<p><i>Fui uma crian\u00e7a muito medrosa, mas descobri que achava uma del\u00edcia passar o medo ao outro. Ao contar e inventar hist\u00f3rias, eu me senti poderosa.<\/i><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Muito antes de &#8220;empoderamento&#8221; se tornar buzzword, Lygia Fagundes Telles entrou em um universo dominado pelos homens. Ainda na primeira metade do s\u00e9culo XX, questionou <b>por que falavam de seu rosto e de suas pernas, mas n\u00e3o falavam de sua escrita<\/b>.<\/p>\n<p>Enfrentou resist\u00eancia, mas seguiu em frente, construindo uma <a href=\"https:\/\/www.academia.org.br\/academicos\/lygia-fagundes-telles\/biografia\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">carreira rara<\/a>, de mais de 70 anos de produ\u00e7\u00e3o. &#8220;Estou em paz com a minha guerra&#8221;, resumiu, citando Cam\u00f5es em <i>Durante Aquele Estranho Ch\u00e1 &#8211; Perdidos e Achados<\/i>, seu livro de 2002.<\/p>\n<p>N\u00e3o deixe de conhecer Lygia. E se der medo, vai com medo mesmo!<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/leticiaOrlandi.png\"><img data-opt-id=118330632  data-opt-src=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/leticiaOrlandi.png\"  loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-8564\" src=\"data:image/svg+xml,%3Csvg%20viewBox%3D%220%200%20100%%20100%%22%20width%3D%22100%%22%20height%3D%22100%%22%20xmlns%3D%22http%3A%2F%2Fwww.w3.org%2F2000%2Fsvg%22%3E%3Crect%20width%3D%22100%%22%20height%3D%22100%%22%20fill%3D%22transparent%22%2F%3E%3C%2Fsvg%3E\" alt=\"\" width=\"160\" height=\"160\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i>&#8211; Let\u00edcia Orlandi (Time de Conte\u00fado Avan\u00e7ado)<\/i><\/p>\n<h2>6. Eliane Brum<\/h2>\n<p><a href=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/ebrum-0047-para-o-blog.jpg\"><img data-opt-id=21787137  data-opt-src=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:1024\/h:683\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/ebrum-0047-para-o-blog-1024x683.jpg\"  loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-8579\" src=\"data:image/svg+xml,%3Csvg%20viewBox%3D%220%200%201024%20683%22%20width%3D%221024%22%20height%3D%22683%22%20xmlns%3D%22http%3A%2F%2Fwww.w3.org%2F2000%2Fsvg%22%3E%3Crect%20width%3D%221024%22%20height%3D%22683%22%20fill%3D%22transparent%22%2F%3E%3C%2Fsvg%3E\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"640\" \/><\/a><\/p>\n<p>Descrevendo a si pr\u00f3pria como uma &#8220;escutadeira que escreve&#8221; e levando para o papel as hist\u00f3rias \u2015 das mais belas \u00e0s mais tristes \u2015 que houve Brasil afora, Eliane Brum se transformou na escritora da minha vida.<\/p>\n<p>Ela \u00e9 rep\u00f3rter desde 1988, documentarista desde 2005 e ficcionista desde 2011, se tornou mais conhecida com a publica\u00e7\u00e3o de suas cr\u00f4nicas na Revista \u00c9poca e no jornal El Pa\u00eds.<\/p>\n<p>Imprime em seus textos verdades de doer o cora\u00e7\u00e3o \u2015 como em <a href=\"https:\/\/revistaepoca.globo.com\/Revista\/Epoca\/0,,EMI247981-15230,00-MEU+FILHO+VOCE+NAO+MERECE+NADA.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i>Meu filho, voc\u00ea n\u00e3o merece nada<\/i><\/a>, cr\u00f4nica que reli pela terceira vez h\u00e1 poucos dias e, a cada nova leitura, faz mais sentido para mim.<\/p>\n<p>Narra, como ela mesma diz, desacontecimentos \u2015 momentos que passam despercebidos em meio aos grandes acontecimentos do mundo. E assim, <strong>nos faz conhecer a realidade de pessoas que n\u00e3o s\u00e3o not\u00edcia no jornalismo tradicional<\/strong>, apesar de viverem, diariamente, momentos que merecem ser compartilhados. Isso fica bem claro na cr\u00f4nica <a href=\"\/\/epoca.globo.com\/colunas-e-blogs\/eliane-brum\/noticia\/2013\/07\/seu-bgoogleb-nos-existimos.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i>Seu Google, n\u00f3s existimos<\/i><\/a>, publicada em 2013.<\/p>\n<p>Como jornalista, Eliane Brum ganhou mais de 40 pr\u00eamios de reportagem. Como documentarista, j\u00e1 dirigiu quatro document\u00e1rios, sendo o primeiro deles o mundialmente premiado <a href=\"https:\/\/desacontecimentos.com\/documentarios\/uma-historia-severina\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i>Uma Hist\u00f3ria Severina<\/i><\/a>, que conta a vida de uma pernambucana, pobre e analfabeta, gr\u00e1vida de um feto anenc\u00e9falo, em busca de autoriza\u00e7\u00e3o judicial para interromper a gesta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>E como escritora, Brum publicou seis livros, entre eles <a href=\"https:\/\/desacontecimentos.com\/livros\/a-menina-quebrada\/\"><i>A Menina Quebrada<\/i><\/a>, que, mesmo depois de cinco anos de sua publica\u00e7\u00e3o, continua tendo lugar cativo em minha cabeceira.<\/p>\n<p>Abordando temas espinhosos de forma s\u00e9ria e profunda, Eliane Brum por meio desta obra-prima, me garantiu uma nova vis\u00e3o da vida, a partir de uma sensa\u00e7\u00e3o de desconforto necess\u00e1ria para lidar com situa\u00e7\u00f5es que, apesar de corriqueiras, n\u00e3o merecem nosso olhar de normalidade.<\/p>\n<p>Reflex\u00f5es sobre morte, envelhecimento, pol\u00edtica, aborto, consumo, religi\u00e3o e a <a href=\"https:\/\/www.bpp.pr.gov.br\/Candido\/Pagina\/Entrevista-Eliane-Brum\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">ditadura da felicidade<\/a> comp\u00f5em o livro, que em 432 p\u00e1ginas nos faz repensar, dezenas de vezes, nosso lugar no mundo. Se voc\u00ea ainda n\u00e3o leu, fa\u00e7a esse favor a si mesmo!<\/p>\n<p>Para encerrar, compartilho trecho da cr\u00f4nica <a href=\"\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2015\/01\/05\/opinion\/1420458928_791039.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><i>A Delicadeza dos Dias<\/i><\/a>, publicada em 2015, que representa bem os socos no est\u00f4mago distribu\u00eddos por Eliane Brum por meio de seus textos, t\u00e3o necess\u00e1rios para nos desacomodar nessa aventura t\u00e3o inc\u00f4moda chamada vida.<\/p>\n<blockquote>\n<p><i>Mas o que \u00e9 preciso para, de fato, se mover? Penso que, para que exista uma mudan\u00e7a real de posi\u00e7\u00e3o e de lugar, \u00e9 preciso perceber o pequeno, o quase invis\u00edvel de nossa realidade externa e interna. \u00c9 pelos detalhes que enxergamos a trama maior, \u00e9 na soma das sutilezas que a vida se desenrola, s\u00e3o as subjetividades que determinam um destino. \u00c9 preciso desacontecer um pouco para ser capaz de alcan\u00e7ar a delicadeza dos dias.<\/i><\/p>\n<p><i>Nesse tempo em que ningu\u00e9m tem tempo para ter tempo, a delicadeza de uma vida parece ter sido relegada \u00e0 fic\u00e7\u00e3o. \u00c9 no cinema e na literatura que nos enternecemos e derrubamos nossas l\u00e1grimas ao testemunhar as sutilezas que esquecemos de enxergar ou n\u00e3o somos capazes de enxergar nos nossos dias de aut\u00f4matos. Os personagens da fic\u00e7\u00e3o t\u00eam mais carne que n\u00f3s, precisamos deles para nos lembrar de quem somos. Os rob\u00f4s j\u00e1 est\u00e3o a\u00ed, temos agora de reinventar os humanos.<\/i><\/p>\n<\/blockquote>\n<p><a href=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Rafaela-Bai_o.png\"><img data-opt-id=681930984  data-opt-src=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Rafaela-Bai_o.png\"  loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-8566 aligncenter\" src=\"data:image/svg+xml,%3Csvg%20viewBox%3D%220%200%20100%%20100%%22%20width%3D%22100%%22%20height%3D%22100%%22%20xmlns%3D%22http%3A%2F%2Fwww.w3.org%2F2000%2Fsvg%22%3E%3Crect%20width%3D%22100%%22%20height%3D%22100%%22%20fill%3D%22transparent%22%2F%3E%3C%2Fsvg%3E\" alt=\"\" width=\"160\" height=\"160\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i>&#8211; Rafaela Bai\u00e3o (Time de Conte\u00fado)<\/i><\/p>\n<h2>7. J. K. Rowling<\/h2>\n<p><a href=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/novos-livros-de-j-k-rowling-.jpg\"><img data-opt-id=899675854  data-opt-src=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:1024\/h:768\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/novos-livros-de-j-k-rowling--1024x768.jpg\"  loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-8582\" src=\"data:image/svg+xml,%3Csvg%20viewBox%3D%220%200%201024%20768%22%20width%3D%221024%22%20height%3D%22768%22%20xmlns%3D%22http%3A%2F%2Fwww.w3.org%2F2000%2Fsvg%22%3E%3Crect%20width%3D%221024%22%20height%3D%22768%22%20fill%3D%22transparent%22%2F%3E%3C%2Fsvg%3E\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"720\" \/><\/a><\/p>\n<p>Eu n\u00e3o sei voc\u00eas, mas se tem uma autora que contribuiu para a minha forma\u00e7\u00e3o como leitora e, tamb\u00e9m, <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/redacao-em-hogwarts\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">como escritora<\/a>, foi a J.K. Rowling. Sua saga mais marcante fez parte da minha inf\u00e2ncia, adolesc\u00eancia e \u2014 por que n\u00e3o? \u2014 idade adulta.<\/p>\n<p>Ganhei o primeiro livro da s\u00e9rie Harry Potter aos 11 anos, em 2001, e fui crescendo junto \u00e0s aventuras e desafios vividos pelos personagens principais: Harry, Rony, Hermione, Dumbledore, Luna, Hagrid etc.<\/p>\n<p>Com eles, aprendi que:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\">\u00e9 imposs\u00edvel viver sem amor e ele pode ser nossa maior forma de prote\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\">as amizades verdadeiras s\u00e3o muito importantes e devem ser valorizadas;<\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\">\u00e9 preciso enfrentar os nossos medos de frente e com coragem;<\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\">devemos respeitar as diferen\u00e7as;<\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><strong>podemos, sim, sonhar, mas sem se esquecer de viver<\/strong>;<\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\">temos que nos dedicar para alcan\u00e7ar nossas metas e buscar sempre aprimorar os nossos conhecimentos;<\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\">n\u00e3o precisamos nos importar com a opini\u00e3o dos outros;<\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\">nossas escolhas nos definem mais que as nossas qualidades;<\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\">n\u00e3o devemos julgar os outros, seja pela apar\u00eancia ou a\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Tudo isso s\u00f3 foi poss\u00edvel por meio da escrita \u00fanica e criativa de J.K. Rowling, que faz o leitor se sentir parte do universo que ela est\u00e1 narrando. Mas quem v\u00ea o sucesso e o reconhecimento de J.K, n\u00e3o imagina a quantidade de perrengues que ela j\u00e1 passou e quantos n\u00e3os foram ditos antes que uma editora finalmente aceitasse publicar Harry Potter e a Pedra Filosofal, em 1997.<\/p>\n<p>Para voc\u00ea ter uma ideia, enquanto colocava no papel todas as suas ideias, ela precisou lidar com quest\u00f5es como: desemprego, depress\u00e3o, ser m\u00e3e solteira e a rejei\u00e7\u00e3o por parte das editoras.<\/p>\n<p>Hoje, al\u00e9m da s\u00e9rie Harry Potter, ela j\u00e1 escreveu muitos outros livros, alguns publicados com um pseud\u00f4nimo, e at\u00e9 uma transcri\u00e7\u00e3o de um <a href=\"\/\/www.youtube.com\/watch?v=hFJ603lvatw\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">discurso motivador de quando foi paraninfa em Harvard<\/a> \u2014 em que ela fala da import\u00e2ncia do fracasso e como \u00e9 preciso usar a imagina\u00e7\u00e3o em diferentes aspectos de nossa vida. Isso sem contar os filmes que foram lan\u00e7ados baseados em suas obras.<\/p>\n<p>Abaixo, compartilho com voc\u00eas as minhas cita\u00e7\u00f5es preferidas dos livros Harry Potter, ambas ditas pelo personagem Albus Dumbledore:<\/p>\n<blockquote>\n<p><i>Palavras s\u00e3o, na minha nada humilde opini\u00e3o, nossa inesgot\u00e1vel fonte de magia. Capazes de causar grandes sofrimentos e tamb\u00e9m remedi\u00e1-los. <\/i><\/p>\n<p><i>Embora falemos l\u00ednguas diferentes e venhamos de lugares diferentes, nossos cora\u00e7\u00f5es batem como um s\u00f3.<\/i><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/M_rian-Provezano.png\"><img data-opt-id=1456988119  data-opt-src=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/M_rian-Provezano.png\"  loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-8565\" src=\"data:image/svg+xml,%3Csvg%20viewBox%3D%220%200%20100%%20100%%22%20width%3D%22100%%22%20height%3D%22100%%22%20xmlns%3D%22http%3A%2F%2Fwww.w3.org%2F2000%2Fsvg%22%3E%3Crect%20width%3D%22100%%22%20height%3D%22100%%22%20fill%3D%22transparent%22%2F%3E%3C%2Fsvg%3E\" alt=\"\" width=\"160\" height=\"160\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i>&#8211; M\u00e9rian Provezano (Time de Conte\u00fado)<\/i><\/p>\n<h2>8. Margaret Atwood<\/h2>\n<p><a href=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/margaret_atwood.jpg\"><img data-opt-id=1427026896  data-opt-src=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:1024\/h:543\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/margaret_atwood-1024x543.jpg\"  loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-8581\" src=\"data:image/svg+xml,%3Csvg%20viewBox%3D%220%200%201024%20543%22%20width%3D%221024%22%20height%3D%22543%22%20xmlns%3D%22http%3A%2F%2Fwww.w3.org%2F2000%2Fsvg%22%3E%3Crect%20width%3D%221024%22%20height%3D%22543%22%20fill%3D%22transparent%22%2F%3E%3C%2Fsvg%3E\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"509\" \/><\/a><\/p>\n<p>Margaret Atwood \u00e9 uma ensa\u00edsta, romancista, contista e poetisa, nascida em 18 de novembro de 1939, e tem como seu maior sucesso o livro <i>O Conto da Aia<\/i>. Uma verdadeira distopia!<\/p>\n<p>N\u00e3o sabe o que \u00e9 isso? Sem problemas, eu te explico:<\/p>\n<p>Distopia \u00e9 um g\u00eanero ficcional no qual somos colocados frente a um futuro n\u00e3o muito distante, onde mudan\u00e7as sociais, naturais e\/ou tecnol\u00f3gicas for\u00e7am uma nova organiza\u00e7\u00e3o social. E isso altera de forma dr\u00e1stica a vida dos cidad\u00e3os. Para os f\u00e3s de Black Mirror, essa defini\u00e7\u00e3o soa bem familiar, n\u00e3o \u00e9 mesmo?<\/p>\n<p>Em <i>O Conto da Aia<\/i>, esse ponto de mudan\u00e7a \u00e9 a institui\u00e7\u00e3o de uma teocracia nos Estados Unidos que, devido a uma s\u00e9rie de cat\u00e1strofes, passa a se chamar Rep\u00fablica de Gileade. Nesse novo mundo mulheres perdem direitos civis b\u00e1sicos e s\u00e3o divididas em castas.<\/p>\n<p>O grande diferencial de Atwood foi criar uma trama que tem como personagem central uma mulher. Isso numa \u00e9poca de autores como George Orwell e Aldous Huxley, que compuseram obras primas do mesmo g\u00eanero, mas apresentando homens como protagonistas e\/ou narradores.<\/p>\n<p>Ao perceber esta car\u00eancia de personagens femininas, Atwood coloca sob o holofote Offred &#8211; sim, ela se chama literalmente do Fred &#8211; seus sentimentos, aspira\u00e7\u00f5es e frustra\u00e7\u00f5es frente a este mundo frio e hostil.<\/p>\n<p>Compartilho logo abaixo com voc\u00ea a minha cita\u00e7\u00e3o preferida dessa distopia de Atwood:<\/p>\n<blockquote>\n<p><i>Escrever \u00e9 deixar uma marca. \u00c9 impor ao papel em branco um sinal permanente, \u00e9 capturar um instante em forma de palavra.<\/i><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Se isso ainda n\u00e3o foi capaz de despertar seu interesse, saiba que esse livro recebeu uma adapta\u00e7\u00e3o em formato de s\u00e9rie! <i>The Handmaid&#8217;s Tale <\/i>foi produzida pelo servi\u00e7o de Streaming Hulu e foi muito premiada, em 2017, vencendo como melhor s\u00e9rie dram\u00e1tica tanto no Emmy quanto no Globo de Ouro. Vale muito a pena conferir!<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/autor-convidado.png\"><img data-opt-id=1855128119  data-opt-src=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/autor-convidado.png\"  loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-8568 aligncenter\" src=\"data:image/svg+xml,%3Csvg%20viewBox%3D%220%200%20100%%20100%%22%20width%3D%22100%%22%20height%3D%22100%%22%20xmlns%3D%22http%3A%2F%2Fwww.w3.org%2F2000%2Fsvg%22%3E%3Crect%20width%3D%22100%%22%20height%3D%22100%%22%20fill%3D%22transparent%22%2F%3E%3C%2Fsvg%3E\" alt=\"\" width=\"160\" height=\"160\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i>&#8211; Alvaro Furtado (Time de Recursos Humanos)<\/i><\/p>\n<h2>9. Ayn Rand<\/h2>\n<p><a href=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/20140929_aynrandfeature.jpg\"><img data-opt-id=949748720  data-opt-src=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:1024\/h:480\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/20140929_aynrandfeature-1024x480.jpg\"  loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-8576\" src=\"data:image/svg+xml,%3Csvg%20viewBox%3D%220%200%201024%20480%22%20width%3D%221024%22%20height%3D%22480%22%20xmlns%3D%22http%3A%2F%2Fwww.w3.org%2F2000%2Fsvg%22%3E%3Crect%20width%3D%221024%22%20height%3D%22480%22%20fill%3D%22transparent%22%2F%3E%3C%2Fsvg%3E\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"450\" \/><\/a><\/p>\n<p>Ayn Rand foi uma escritora, roteirista e fil\u00f3sofa norte-americana, com origem judaico-russa. Suas ideologias incomuns e atemporais s\u00e3o capazes de impactar as ra\u00edzes da sociedade e j\u00e1 revolucionaram a vida de muitos que se tornaram adeptos. Eu fui um deles.<\/p>\n<p>Costumo dizer que dois livros mudaram minha vida: o primeiro foi <i>Na Natureza Selvagem<\/i>, de Jon Krakauer, e o segundo foi <i>A Revolta de Atlas<\/i>, de Rand, que \u00e9 simplesmente o segundo livro mais influente nos EUA, ficando apenas atr\u00e1s da b\u00edblia.<\/p>\n<p>Enquanto a obra de Krakauer me fez repensar sobre quase todos os aspectos da minha vida e me deixou bem pr\u00f3ximo de abandonar a faculdade, o livro de Rand me colocou de volta nos trilhos e mais motivado que nunca.<\/p>\n<p>Voc\u00ea acabou de ler sobre distopia na se\u00e7\u00e3o sobre Atwood e\u00a0<i>A Revolta de Atlas<\/i> tamb\u00e9m \u00e9 uma distopia. A trama se passa numa Am\u00e9rica decadente, com for\u00e7as pol\u00edticas de esquerda no poder que se dedicam em impor empecilhos aos poucos homens e mulheres que ainda tentam lutar para salvar o pa\u00eds do colapso.<\/p>\n<p>Um dos aspectos mais impressionantes no estilo liter\u00e1rio de Ayn Rand \u00e9 sua capacidade de nos ensinar filosofia por meio de romances fict\u00edcios.<\/p>\n<p>Ela defende que n\u00f3s <strong>temos \u00a0direito \u00e0 felicidade e que devemos alcan\u00e7\u00e1-la por n\u00f3s mesmos<\/strong>. Mas jamais devemos exigir que outras pessoas abram m\u00e3o de suas vidas para nos fazer feliz. E nem devemos desejar nos sacrificar pela felicidade de outros.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m afirma que, como a mente \u00e9 o meio b\u00e1sico de sobreviv\u00eancia humana, para sobreviver e viver como um ser humano, devemos ter a raz\u00e3o como \u00fanico guia para agir. E devemos viver conforme o julgamento independente da pr\u00f3pria mente.<\/p>\n<p>Uma compara\u00e7\u00e3o bem interessante que ela faz na obra \u00e9 que a principal caracter\u00edstica de sobreviv\u00eancia das aves \u00e9 voar, enquanto a nossa \u00a0\u00e9 a mente e o racioc\u00ednio l\u00f3gico.<\/p>\n<p>Assim, um ser humano se recusar a pensar ou comprometer a educa\u00e7\u00e3o de seu filho \u00e9 um comportamento t\u00e3o depredat\u00f3rio quanto uma ave que arranca suas penas logo antes de al\u00e7ar voo.<\/p>\n<p>Para te deixar mais instigado sobre a obra de Rand, deixo a cita\u00e7\u00e3o abaixo:<\/p>\n<blockquote>\n<p><i>O n\u00e3o pensar \u00e9 um ato de aniquilamento, um desejo de negar a exist\u00eancia, uma tentativa de apagar a realidade. Por\u00e9m a exist\u00eancia existe; a realidade n\u00e3o se deixa apagar, mas acaba apagando aquele que deseja apag\u00e1-la. Quem se recusa a dizer &#8216;\u00c9&#8217; se recusa a dizer &#8216;Sou&#8217;. Quem n\u00e3o utiliza seu discernimento nega a si pr\u00f3prio. <strong>O homem que afirma &#8216;Quem sou eu para saber?&#8217; est\u00e1 afirmando: &#8216;Quem sou eu para viver?&#8217;<\/strong><\/i><\/p>\n<\/blockquote>\n<p><a href=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/dimitrivieira.png\"><img data-opt-id=272683227  data-opt-src=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/dimitrivieira.png\"  loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-8560 aligncenter\" src=\"data:image/svg+xml,%3Csvg%20viewBox%3D%220%200%20100%%20100%%22%20width%3D%22100%%22%20height%3D%22100%%22%20xmlns%3D%22http%3A%2F%2Fwww.w3.org%2F2000%2Fsvg%22%3E%3Crect%20width%3D%22100%%22%20height%3D%22100%%22%20fill%3D%22transparent%22%2F%3E%3C%2Fsvg%3E\" alt=\"\" width=\"160\" height=\"160\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i>&#8211; Dimitri Vieira (Time de Marketing &amp; Growth)<\/i><\/p>\n<h2>10. Joyce Meyer<\/h2>\n<p><a href=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/alive-in-christ-radio-joyce-meyer-radio-web_gospel.jpg\"><img data-opt-id=994047353  data-opt-src=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:1024\/h:576\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/alive-in-christ-radio-joyce-meyer-radio-web_gospel-1024x576.jpg\"  loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-8577\" src=\"data:image/svg+xml,%3Csvg%20viewBox%3D%220%200%201024%20576%22%20width%3D%221024%22%20height%3D%22576%22%20xmlns%3D%22http%3A%2F%2Fwww.w3.org%2F2000%2Fsvg%22%3E%3Crect%20width%3D%221024%22%20height%3D%22576%22%20fill%3D%22transparent%22%2F%3E%3C%2Fsvg%3E\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"540\" \/><\/a><\/p>\n<p>Joyce, para mim, \u00e9 uma escritora extraordin\u00e1ria! <strong>Foi capaz de transformar as cinzas do passado em belezas do presente; e suas trag\u00e9dias pessoais, em exemplos para ajudar milhares de pessoas<\/strong> a superar o caos e os danos que venham a vivenciar.<\/p>\n<p>Meu livro favorito dela \u00e9 <i>Beleza em vez de cinzas<\/i>, em que ela conta como reconstruiu sua vida ap\u00f3s ser abusada por seu pai emocionalmente, fisicamente, moralmente e sexualmente, desde sua inf\u00e2ncia at\u00e9 a juventude. A autora conta como refez sua identidade e singularidade, sendo capaz de se recriar: livrando-se das marcas da opress\u00e3o e do medo.<\/p>\n<p>Outro livro que eu gosto muito \u00e9 <i>Eu e Minha Boca Grande<\/i><b>. <\/b>O texto fala do poder das palavras na vida e de como podemos vencer ou fracassar na vida, somente pelo que falamos.<\/p>\n<p>Isso pode ser aplicado para ter relacionamentos bem-sucedidos, mas vai muito al\u00e9m!<\/p>\n<p>A autora nos ensina sobre novas perspectivas, f\u00e9 e como enfrentar a vida com bom \u00e2nimo, mesmo quando se trata de algo que n\u00e3o podemos controlar. Al\u00e9m disso, Joyce conta como sobreviveu \u00e0 depress\u00e3o e como conseguiu lidar com a ansiedade.<\/p>\n<p>Ao todo, Joyce escreveu mais de 100 obras, que s\u00e3o verdadeiras chaves para lidar com quest\u00f5es emocionais, comportamentais e de relacionamento.<\/p>\n<p>Para ilustrar melhor o que falei at\u00e9 aqui, separei as seguintes cita\u00e7\u00f5es dela para voc\u00ea:<\/p>\n<blockquote>\n<p><i>A preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 como uma cadeira de balan\u00e7o, voc\u00ea vai para tr\u00e1s e para frente, mas n\u00e3o te leva para lugar nenhum.<\/i><\/p>\n<p><i>Se voc\u00ea quiser acabar com seu problema, pare de falar nele! Sua mente afeta sua boca e sua boca afeta sua mente.<\/i><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Seus livros falam de esperan\u00e7a e de como praticar verdades que podem revolucionar a vida de qualquer um que ousar viajar por suas p\u00e1ginas. Se voc\u00ea deseja ter uma ideia abrangente sobre o que fazer, quando tudo, aparentemente estiver indo mal, as obras de Joyce s\u00e3o para voc\u00ea!<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/barbarageorgiane.png\"><img data-opt-id=603118703  data-opt-src=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/barbarageorgiane.png\"  loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-8558 aligncenter\" src=\"data:image/svg+xml,%3Csvg%20viewBox%3D%220%200%20100%%20100%%22%20width%3D%22100%%22%20height%3D%22100%%22%20xmlns%3D%22http%3A%2F%2Fwww.w3.org%2F2000%2Fsvg%22%3E%3Crect%20width%3D%22100%%22%20height%3D%22100%%22%20fill%3D%22transparent%22%2F%3E%3C%2Fsvg%3E\" alt=\"\" width=\"160\" height=\"160\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i>&#8211; B\u00e1rbara Georgiane (Time Financeiro e Administrativo)<\/i><\/p>\n<h2>11. Simone de Beauvoir<\/h2>\n<p><a href=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Simone-de-Beauvoir.jpg\"><img data-opt-id=420773537  data-opt-src=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:1024\/h:576\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Simone-de-Beauvoir-1024x576.jpg\"  loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-8584\" src=\"data:image/svg+xml,%3Csvg%20viewBox%3D%220%200%201024%20576%22%20width%3D%221024%22%20height%3D%22576%22%20xmlns%3D%22http%3A%2F%2Fwww.w3.org%2F2000%2Fsvg%22%3E%3Crect%20width%3D%221024%22%20height%3D%22576%22%20fill%3D%22transparent%22%2F%3E%3C%2Fsvg%3E\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"540\" \/><\/a><\/p>\n<p>Ouvi falar de Simone de Beauvoir ainda no ensino m\u00e9dio, na aula de filosofia, se me recordo bem. Me interessei bastante sobre essa autora vision\u00e1ria e, ao ler e pesquisar mais sobre suas obras, vejo que muitas das quest\u00f5es levantadas por ela, ainda no s\u00e9culo XX, continuam v\u00e1lidas e atuais at\u00e9 hoje, por abordar assuntos como sexismo e racismo, por exemplo.<\/p>\n<p>A autora nasceu em Paris, na Fran\u00e7a, em 1908. Ela fez letras, matem\u00e1tica e formou em filosofia pela Universidade de Sorbonne. Simone era uma mulher a frente de seu tempo, escreveu cerca de 20 livros, foi editora da revista <i>Les Temps Modernes<\/i> e uma das suas teses diz respeito a distin\u00e7\u00e3o entre sexo biol\u00f3gico, g\u00eanero e orienta\u00e7\u00e3o sexual. Assim, ela continua influenciando diversos movimentos LGBT.<\/p>\n<p>Apesar das v\u00e1rias controv\u00e9rsias e pol\u00eamicas existentes em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua biografia e seu relacionamento com o tamb\u00e9m escritor e fil\u00f3sofo Jean Paul Sartre, fiz quest\u00e3o de falar sobre a autora. Devido ao meu recente despertar pessoal, ou descoberta de uma nova consci\u00eancia, a respeito do que \u00e9 <a href=\"https:\/\/blogueirasfeministas.com\/2012\/01\/beauvoir-o-que-e-ser-mulher\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">ser mulher<\/a> e sobre o nosso &#8220;papel&#8221; no mundo.<\/p>\n<p>Um dos seus livros mais famosos \u00e9 o <i>O Segundo Sexo<\/i>, que muitos consideram como precursor e inspirador do movimento feminista.<\/p>\n<p>Lan\u00e7ado em 1949, o livro come\u00e7ou como uma pesquisa te\u00f3rica que, posteriormente, fez com que ela pr\u00f3pria se desse conta do papel imposto pela sociedade ao sexo feminino desde o seu nascimento. Papel esse constru\u00eddo para manter a mulher submissa e muitas vezes sem dignidade ou autonomia, para dizer o m\u00ednimo.<\/p>\n<p>Poderia escrever uma tese a respeito das coloca\u00e7\u00f5es da autora sobre a submiss\u00e3o que \u00e9 a n\u00f3s outorgada.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, preferi focar em outra parte: o que ela considera que <strong>n\u00f3s mulheres podemos e devemos lutar para ser diariamente, isto \u00e9, conscientes e independentes nos sentidos mental, emocional e financeiro<\/strong>. Al\u00e9m de auto-respons\u00e1veis e livres para fazer nossas escolhas e assumir suas repercuss\u00f5es.<\/p>\n<p>Dessa forma, o <a href=\"\/\/www.youtube.com\/watch?v=VmEAB3ekkvU\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">legado<\/a> de Simone que gostaria de enfatizar hoje e que procuro praticar cada vez mais \u00e9 o sentimento de que unidas somos mais fortes! Assim, a passos pequenos e firmes, transformaremos o mundo em um lugar de verdadeira equidade. Vamos juntas, e para isso se tornar realidade sororidade \u00e9 a chave, j\u00e1 dizia Simone:<\/p>\n<blockquote>\n<p><i>Existem organiza\u00e7\u00f5es que promovem reuni\u00f5es que podem ser extremamente \u00fateis ao ensinar mulheres a conversarem umas com as outras, desabar e compartilhar. Isso ajudar\u00e1-las a compreender a injusti\u00e7a das situa\u00e7\u00f5es impostas a elas e dessa forma as recusarem. Se elas se sentirem unidas e apoiadas por outras mulheres, que est\u00e3o nas mesmas condi\u00e7\u00f5es, creio que estar\u00e3o prontas para se posicionar e reivindicar os seus direitos.<\/i><\/p>\n<\/blockquote>\n<p><a href=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Amanda-Janot.png\"><img data-opt-id=1765686806  data-opt-src=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Amanda-Janot.png\"  loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-8556 aligncenter\" src=\"data:image/svg+xml,%3Csvg%20viewBox%3D%220%200%20100%%20100%%22%20width%3D%22100%%22%20height%3D%22100%%22%20xmlns%3D%22http%3A%2F%2Fwww.w3.org%2F2000%2Fsvg%22%3E%3Crect%20width%3D%22100%%22%20height%3D%22100%%22%20fill%3D%22transparent%22%2F%3E%3C%2Fsvg%3E\" alt=\"\" width=\"160\" height=\"160\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i>&#8211; Amanda Janot (Time de Sucesso do Cliente)<\/i><\/p>\n<h2>12.  King Christina<\/h2>\n<p><a href=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/245px-Swedish_queen_Drottning_Kristina_portrait_by_Sébastien_Bourdon_stor.jpg\"><img data-opt-id=1444900310  data-opt-src=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/245px-Swedish_queen_Drottning_Kristina_portrait_by_Sébastien_Bourdon_stor.jpg\"  loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-8575 aligncenter\" src=\"data:image/svg+xml,%3Csvg%20viewBox%3D%220%200%20100%%20100%%22%20width%3D%22100%%22%20height%3D%22100%%22%20xmlns%3D%22http%3A%2F%2Fwww.w3.org%2F2000%2Fsvg%22%3E%3Crect%20width%3D%22100%%22%20height%3D%22100%%22%20fill%3D%22transparent%22%2F%3E%3C%2Fsvg%3E\" alt=\"\" width=\"245\" height=\"319\" \/><\/a><\/p>\n<p>Christina foi rainha da Su\u00e9cia de 1632 at\u00e9 1654 quando decidiu abdicar do trono. Sendo a \u00fanica filha leg\u00edtima do rei Gustav II Adolph e sua esposa Maria Eleonora. Aos 6 anos assumiu o trono ap\u00f3s a morte do seu pai, mas seu reinado come\u00e7ou apenas quando ela atingiu os 18 anos.<\/p>\n<p>Ok, ela n\u00e3o \u00e9 uma escritora. Mas gostamos tanto de sua hist\u00f3ria que decidimos inclu\u00ed-la nesse post como um b\u00f4nus, para que voc\u00ea tamb\u00e9m possa conhec\u00ea-la!<\/p>\n<p>Lembrada por trajar vestimentas mais masculinas e por ser apaixonada por conhecimento, pintura, livros e esculturas, Christina era inteligente e com um temperamento bem caracter\u00edstico.<\/p>\n<p>Muito antes de existir o termo &#8220;empoderamento feminino&#8221;, ela j\u00e1 rejeitava o papel que as mulheres deveriam seguir \u2014 da\u00ed o apelido de <i>king<\/i> (rei) \u2014, <strong>chegando at\u00e9 mesmo se recusar a casar e ter herdeiros, em pleno s\u00e9culo XVII<\/strong>.<\/p>\n<p>Em 1646, depois de diversas trocas de correspond\u00eancia com o grande fil\u00f3sofo Ren\u00e9 Descartes, a rainha o convidou para juntar-se a ela na Su\u00e9cia. Ap\u00f3s a aceita\u00e7\u00e3o de Descartes, Christina mandou um navio buscar o fil\u00f3sofo juntamente com 2.000 livros. Ele dava aulas sobre filosofia e religi\u00e3o para a rainha todas as madrugadas, at\u00e9 que acabou falecendo devido \u00e0 pneumonia.<\/p>\n<p>Em 1654, Christina abdicou do seu reinado e da sua religi\u00e3o para ir em busca de conhecimentos relativos a filosofia e religi\u00e3o. Tempos depois, Christina converteu ao cristianismo e <strong>ainda hoje \u00e9 uma das poucas mulheres enterradas na gruta do Vaticano<\/strong>.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Let_cia-Nonato.png\"><img data-opt-id=2006764544  data-opt-src=\"https:\/\/mlgzkyrbq6eh.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/https:\/\/pingback.com\/br\/resources\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/Let_cia-Nonato.png\"  loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-8563 aligncenter\" src=\"data:image/svg+xml,%3Csvg%20viewBox%3D%220%200%20100%%20100%%22%20width%3D%22100%%22%20height%3D%22100%%22%20xmlns%3D%22http%3A%2F%2Fwww.w3.org%2F2000%2Fsvg%22%3E%3Crect%20width%3D%22100%%22%20height%3D%22100%%22%20fill%3D%22transparent%22%2F%3E%3C%2Fsvg%3E\" alt=\"\" width=\"160\" height=\"160\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i>&#8211; Let\u00edcia Nonato (Time de Marketing &amp; Growth)<\/i><\/p>\n<p>Gostou das autoras que selecionamos? Achou que ficou faltando alguma? Deixe seu coment\u00e1rio nos contando sua opini\u00e3o sobre nossa lista!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para conseguirmos selecionar as principais escritoras que marcaram \u00e9poca, recorremos \u00e0 toda equipe da Rock Content! Cada membro com uma autora preferida deu sua contribui\u00e7\u00e3o e o resultado foi este post incr\u00edvel, com mais de 4 mil palavras, para homenagearmos o Dia Internacional da Mulher! Ser\u00e1 que sua autora preferida entrou para a lista? 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