{"id":46240,"date":"2019-02-12T00:00:00","date_gmt":"2019-02-12T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/rockcontent.com\/br\/talent-blog\/figuras-de-linguagem-no-storytelling\/"},"modified":"2025-09-10T23:55:05","modified_gmt":"2025-09-11T02:55:05","slug":"figuras-de-linguagem-no-storytelling","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/figuras-de-linguagem-no-storytelling\/","title":{"rendered":"Figuras de Linguagem no Storytelling: como esses recursos podem te ajudar a contar boas hist\u00f3rias"},"content":{"rendered":"\n<p>As figuras de linguagem no <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/storytelling\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">storytelling<\/a> funcionam muito bem para enriquecer narrativas. O ato de contar hist\u00f3rias para convencer e inspirar as pessoas \u00e9 muito mais eficiente quando dispomos dos recursos lingu\u00edsticos adequados.<\/p>\n<p>As <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/figuras-de-linguagem\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">figuras de linguagem<\/a> s\u00e3o frases constru\u00eddas para que sejam mais expressivas e traduzam melhor um sentimento, portanto, s\u00e3o bastante \u00fateis ao criar materiais com storytelling, como v\u00eddeos, textos e roteiros.<\/p>\n<p>O papel de recursos como a analogia, a met\u00e1fora e a s\u00edmile \u00e9 suprir algumas lacunas das hist\u00f3rias, ampliar o significado delas e fazer com que consigamos compreender um conceito mais rapidamente. Elas seguem o modelo <em>show, don&#8217;t tell<\/em> (ou &#8220;mostrar para n\u00e3o falar&#8221;).<\/p>\n<p>Neste artigo de hoje, voc\u00ea entender\u00e1 como essas tr\u00eas ferramentas de linguagem v\u00e3o ajudar voc\u00ea a fazer um storytelling de primeira. Pronto?<\/p>\n<h2>S\u00edmile<\/h2>\n<p>De todas as figuras de linguagem, a <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/o-que-e-simile\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">s\u00edmile<\/a> \u00e9 a mais interessante para o storytelling. N\u00e3o \u00e9 muito dif\u00edcil entender o porqu\u00ea. O conceito de s\u00edmile est\u00e1 t\u00e3o presente em nossa rotina que, chamando-a por este nome, talvez voc\u00ea n\u00e3o a reconhe\u00e7a.<\/p>\n<p>Ela tamb\u00e9m responde pelo nome &#8220;compara\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p>Estamos habituados a comparar tantas coisas quanto poss\u00edvel em nossas vidas, a fim de informar o interlocutor melhor a respeito sobre o que queremos dizer. Voc\u00ea j\u00e1 deve ter dito que algo, ou algu\u00e9m, &#8220;corre como uma lebre&#8221; ou &#8220;pula como um coelho&#8221; \u2014 isso s\u00e3o s\u00edmiles.<\/p>\n<p>A compara\u00e7\u00e3o se diferencia da met\u00e1fora pela maneira como \u00e9 constru\u00edda. No caso, deve sempre conter comparativos. Como, tal qual, feito, que nem ou igual a. Embora met\u00e1foras sirvam tamb\u00e9m para explicar uma coisa usando outra de exemplo, elas s\u00e3o feitas diretamente.<\/p>\n<p>Se em uma met\u00e1fora dir\u00edamos &#8220;eu carrego o mundo nas costas&#8221;. Em uma s\u00edmile, o certo seria &#8220;\u00e9 como se eu carregasse o mundo nas costas&#8221;. Ambas as frases t\u00eam o mesmo significado, mas cada uma delas um peso diferente.<\/p>\n<p>No caso da primeira, ao ouvi-la, n\u00e3o associamos carregar o mundo nas costas com o ato. Trata-se claramente de uma representa\u00e7\u00e3o da dor que o eu-l\u00edrico sente. Por outro lado, &#8220;como se eu carregasse o mundo nas costas&#8221; \u00e9 uma frase descritiva e mais extensa, que chama o interlocutor para a a\u00e7\u00e3o e faz com que ele se coloque no lugar de quem est\u00e1 contando a hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Esse tipo de constru\u00e7\u00e3o aparece tanto na literatura e na m\u00fasica para compor o storytelling, que apostamos que voc\u00ea conhece, pelo menos, um dos exemplos abaixo.<\/p>\n<ul>\n<li>&#8220;Te ver e n\u00e3o te querer (&#8230;) \/ \u00c9 como mergulhar no rio \/\u00a0E n\u00e3o se molhar \/ \u00c9 como n\u00e3o morrer de frio \/ No gelo polar&#8221; (Skank);<\/li>\n<li>&#8220;Mas s\u00f3 muito mais tarde, como um estranho flash-back premonit\u00f3rio, no meio duma noite de possess\u00f5es incompreens\u00edveis&#8221; (Caio Fernando Abreu);<\/li>\n<li>&#8220;Sei que a\u00ed dentro ainda mora um pedacinho de mim \/ Um grande amor n\u00e3o se acaba assim \/ Feito espumas ao vento&#8221; (Fagner);<\/li>\n<li>&#8220;Aquele rio \/ Era como um c\u00e3o sem plumas&#8221; (Jo\u00e3o Cabral de Melo Neto); e<\/li>\n<li>&#8220;Meu amor! \/ Tudo em volta est\u00e1 deserto \/ Tudo certo \/ Tudo certo como dois e dois s\u00e3o cinco&#8221; (Caetano Veloso).<\/li>\n<\/ul>\n<p>A s\u00edmile tamb\u00e9m tem um apelo po\u00e9tico, por isso grande parte dos exemplos aqui vem da m\u00fasica e da poesia. <a href=\"https:\/\/www.revistas.usp.br\/linhadagua\/article\/download\/52469\/60928\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Jo\u00e3o Cabral de Melo Neto<\/a>, citado acima, \u00e9 um dos autores mais conhecidos pela utiliza\u00e7\u00e3o dessa figura de linguagem, que aplica principalmente com o objetivo de aproximar-se de movimentos art\u00edsticos como o Surrealismo.<\/p>\n<p>A obra &#8220;O c\u00e3o sem plumas&#8221; \u00e9 repleta de compara\u00e7\u00f5es e se vale delas para ajudar o leitor a visualizar o poema.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea parar para pensar, quase sem querer, essas compara\u00e7\u00f5es acabam entrando no cotidiano; \u00e0s vezes a gente nem percebe mais onde termina a literalidade e come\u00e7a a imagem criada. Crian\u00e7as, por exemplo, costumam usar s\u00edmiles e analogias espontaneamente para construir sentido sobre o mundo e explicar aquilo que ainda n\u00e3o conseguem nomear direito. \u00c9 como se, desde cedo, fosse natural buscar aproxima\u00e7\u00f5es para dar conta do que se sente ou observa.<\/p>\n<p>O uso desses tipos de &#8220;met\u00e1foras expl\u00edcitas&#8221; na poesia \u00e9 uma maneira de articular ideias para que elas tenham movimento e saiam do impl\u00edcito para o expl\u00edcito, como acontece quando damos um exemplo ou ilustramos uma situa\u00e7\u00e3o com v\u00eddeos, fotos e desenhos.<\/p>\n<p>O poder da compara\u00e7\u00e3o \u00e9 tornar visuais as ideias que um autor tenta passar no storytelling, por isso, trata-se da figura de linguagem mais poderosa que voc\u00ea pode usar para contar uma hist\u00f3ria.<\/p>\n<h2>Met\u00e1fora<\/h2>\n<p>N\u00e3o \u00e9 porque as s\u00edmiles s\u00e3o mais utilizadas no storytelling que devemos deixar de lado as <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/o-que-e-metafora\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">met\u00e1foras<\/a>. Ambos os tipos de compara\u00e7\u00e3o s\u00e3o cab\u00edveis, embora cada um sirva a um prop\u00f3sito. Como mencionamos, met\u00e1foras s\u00e3o menos expl\u00edcitas e n\u00e3o nos convidam para a a\u00e7\u00e3o, apenas traduzem o que elas significam dentro da hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Quando dizemos que algo \u00e9 a &#8220;chave do problema&#8221;, que algu\u00e9m &#8220;est\u00e1 um touro&#8221; ou que uma informa\u00e7\u00e3o foi um &#8220;balde de \u00e1gua fria&#8221; estamos nos concentrando no que a a\u00e7\u00e3o significou para o personagem, ou para o contexto da hist\u00f3ria. Com elas, o objetivo \u00e9 remeter imediatamente a situa\u00e7\u00f5es visuais, concretas e t\u00e1teis, de maneira bruta.<\/p>\n<p>Muitas vezes, o que prende a aten\u00e7\u00e3o em hist\u00f3rias \u2014 um detalhe curioso mesmo \u2014 \u00e9 justamente a for\u00e7a inesperada de uma met\u00e1fora bem encaixada. Algumas ficam marcadas tanto que viram quase prov\u00e9rbios particulares, desses que pegam dentro de um grupo ou fam\u00edlia. Clarice Lispector, s\u00f3 para citar um nome grand\u00e3o, era mestra nisso: uma frase dela, carregada de imagens n\u00e3o literais, pode virar o gatilho de uma lembran\u00e7a ou de uma conversa longa sobre algo que todo mundo nunca tinha percebido.<\/p>\n<p>As met\u00e1foras s\u00e3o muito eficientes no storytelling porque s\u00e3o formas breves de contextualizar a\u00e7\u00f5es e emo\u00e7\u00f5es que enriquecem uma hist\u00f3ria, sem torn\u00e1-la mais extensa ou complexa.<\/p>\n<p>Veja alguns exemplos de met\u00e1foras em poemas e <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/storytelling\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">narrativas<\/a> para entender esse conceito melhor:<\/p>\n<ul>\n<li>&#8220;O mar podia ser uma bandeira&#8221; (Jo\u00e3o Cabral de Melo Neto);<\/li>\n<li>&#8220;O afeto \u00e9 fogo&#8221; (Gilberto Gil);<\/li>\n<li>&#8220;Eu sou, eu sou, eu sou amor da cabe\u00e7a aos p\u00e9s&#8221; (Novos Baianos); e<\/li>\n<li>&#8220;As m\u00e3os que dizem adeus s\u00e3o p\u00e1ssaros que v\u00e3o morrendo lentamente&#8221; (Mario Quintana).<\/li>\n<\/ul>\n<h2>Analogia<\/h2>\n<p>A <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/o-que-e-analogia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">analogia<\/a> \u00e9 a figura de linguagem que pode ser associada mais facilmente aos prov\u00e9rbios. Trata-se do destaque das caracter\u00edsticas semelhantes entre duas entidades diferentes. Parece complicado? N\u00e3o \u00e9.<\/p>\n<p>Quando fazemos uma analogia, trazemos o significado ou a informa\u00e7\u00e3o contida em uma palavra para outra. \u00c9 como se nos val\u00eassemos de uma mesma premissa para justificar duas situa\u00e7\u00f5es distintas.<\/p>\n<p>As analogias, como outras figuras de linguagem mencionadas aqui, tamb\u00e9m t\u00eam regras que as definem. A principal delas \u00e9 quanto ao formato. Precisamos constru\u00ed-las sempre de forma que A esteja para B como C est\u00e1 para D.<\/p>\n<p>No storytelling, analogias s\u00e3o utilizadas n\u00e3o como ilustra\u00e7\u00e3o, mas como argumento. Elas seguem uma l\u00f3gica em particular e conseguem mostrar que a li\u00e7\u00e3o, ou moral da hist\u00f3ria, faz sentido e deve inspirar quem a escuta.<\/p>\n<p>Na filosofia, no direito e na produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado, analogias s\u00e3o utilizadas para justificar a mensagem e devem ser empregadas quando isso se faz necess\u00e1rio.<\/p>\n<p>H\u00e1 muitos outros tipos de figuras de linguagem que podem ser utilizadas para criar uma narrativa interessante. Personifica\u00e7\u00e3o, ironia, <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/antitese-hiperbole-e-eufemismo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">hip\u00e9rbole e eufemismo<\/a> s\u00e3o as que vemos com maior frequ\u00eancia, principalmente em pe\u00e7as de fic\u00e7\u00e3o e nos livros. Saber como utilizar cada uma delas vai lhe apontar qual cabe melhor na sua hist\u00f3ria e como deve ser aplicada.<\/p>\n<p>Como acontece com todas as produ\u00e7\u00f5es de conte\u00fado, o uso de figuras de linguagem no storytelling exige pr\u00e1tica.<\/p>\n<p>Tente <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/como-escrever-bem\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">escrever<\/a> pelo menos um texto todos os dias aplicando algum desses recursos e, se n\u00e3o conseguir, busque assinalar durante a <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/curso-de-revisao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">revis\u00e3o<\/a> em que partes da hist\u00f3ria poderia ter inclu\u00eddo pelo menos uma figura de linguagem.<\/p>\n<p>Observe como outros autores as utilizam e busque entender por que funcionam t\u00e3o bem nas hist\u00f3rias de terceiros, mesmo que ainda n\u00e3o fa\u00e7am parte dos storytellings que voc\u00ea comp\u00f5e.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As figuras de linguagem no storytelling funcionam muito bem para enriquecer narrativas. 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