{"id":46803,"date":"2021-01-27T00:00:00","date_gmt":"2021-01-27T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/rockcontent.com\/br\/talent-blog\/praticas-para-escrever-em-ingles\/"},"modified":"2025-09-09T13:13:20","modified_gmt":"2025-09-09T16:13:20","slug":"praticas-para-escrever-em-ingles","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/praticas-para-escrever-em-ingles\/","title":{"rendered":"O que evitar no momento de escrever artigos em ingl\u00eas"},"content":{"rendered":"<p>Se voc\u00ea tem d\u00favidas sobre <strong>como escrever em ingl\u00eas<\/strong>, saiba que n\u00e3o est\u00e1 sozinho. Em um contexto de globaliza\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00f5es internacionais, muitos profissionais est\u00e3o em busca de maneiras de melhorar suas habilidades em uma segunda l\u00edngua, na maioria das vezes, a inglesa.<\/p>\n<p>Espanh\u00f3is, brasileiros, franceses, entre outros povos aprendem ingl\u00eas para se comunicarem n\u00e3o apenas com americanos e brit\u00e2nicos, mas com qualquer outra pessoa do mundo que conhe\u00e7a o idioma. \u00c9 um contexto que torna o ingl\u00eas a atual l\u00edngua franca, lugar que j\u00e1 foi ocupado por muito tempo pela l\u00edngua francesa.<\/p>\n<p>Foi com o triunfo dos Estados Unidos na Primeira Guerra Mundial que o franc\u00eas deixou de ser a l\u00edngua mais usada em rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas e, aos poucos, foi substitu\u00edda pelo ingl\u00eas.<\/p>\n<p>Em compara\u00e7\u00e3o ao franc\u00eas, o ingl\u00eas apresenta algumas vantagens em rela\u00e7\u00e3o ao seu aprendizado como segunda l\u00edngua, como a sintaxe mais simples para fazer flex\u00e3o verbal, de g\u00eanero, modos verbais etc. Para quem deseja construir uma carreira internacional na <a href=\"\/\/comunidade.rockcontent.com\/tendencias-de-copywriting\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">\u00e1rea de copywriting<\/a>, por exemplo, s\u00e3o detalhes que n\u00e3o podem passar despercebidos.<\/p>\n<p>Neste post, separei estrat\u00e9gias para que voc\u00ea evite erros comuns no momento de escrever, revisar ou <a href=\"\/\/comunidade.rockcontent.com\/habilidades-para-traduzir\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">traduzir<\/a> artigos em ingl\u00eas. Sou <a href=\"\/\/www.linkedin.com\/in\/raphael-alves-450b9714b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Raphael Alves<\/a>, tradutor, revisor e redator de conte\u00fados para SEO, convido voc\u00ea a me acompanhar nos pr\u00f3ximos t\u00f3picos.<\/p>\n<h2>Conhecimentos envolvidos no momento de escrever em ingl\u00eas<\/h2>\n<p>Escrever \u00e9 uma das habilidades b\u00e1sicas na pr\u00e1tica de uma l\u00edngua, ao lado de falar, ler e escutar. <strong>As quatro se retroalimentam na medida em que nos expomos aos diferentes usos de determinada l\u00edngua<\/strong>. Ent\u00e3o, o n\u00edvel de familiaridade com as outras habilidades interfere bastante no momento da escrita em ingl\u00eas.<\/p>\n<p>No entanto, existem particularidades para os falantes do portugu\u00eas que merecem aten\u00e7\u00e3o no momento da escrita. \u00c9 um conhecimento indispens\u00e1vel se voc\u00ea quer saber como escrever em ingl\u00eas para seguir uma carreira profissional como <a href=\"\/\/comunidade.rockcontent.com\/redacao-em-ingles\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">redator bil\u00edngue<\/a>, que \u00e9 uma alternativa comum para <a href=\"\/\/comunidade.rockcontent.com\/alternativas-para-o-curso-de-letras\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">quem se formou em Letras<\/a>, por exemplo, mas n\u00e3o quer dar aula.<\/p>\n<p>Sabe aquela hist\u00f3ria de que o ingl\u00eas deixou de ser um diferencial e se tornou um requisito b\u00e1sico para as melhores vagas? Ent\u00e3o, \u00e9 verdade. \u00c9 de se esperar que cada vez mais empresas se adaptem ao contexto de internacionaliza\u00e7\u00e3o, aumento dos neg\u00f3cios digitais, programas de acelera\u00e7\u00e3o e outras oportunidades que requerem dom\u00ednio da l\u00edngua inglesa.<\/p>\n<p>No mesmo ritmo, o Marketing de conte\u00fado se torna um pilar de empresas que exploram o mercado internacional, geram engajamento e leads qualificados para al\u00e9m das barreiras da l\u00edngua de seus pa\u00edses.<\/p>\n<p>Outra quest\u00e3o que n\u00e3o pode ser deixada de lado \u00e9 o contato ativo com a cultura dos pa\u00edses que falam ingl\u00eas. N\u00e3o d\u00e1 para negar que assistir a filmes, s\u00e9ries, ouvir podcasts ou mesmo seguir influenciadores gringos pode ajudar, \u00e0s vezes mais do que um curso tradicional. Ainda que voc\u00ea esteja focado no ingl\u00eas brit\u00e2nico ou americano, vale experimentar textos e m\u00eddias de diferentes regi\u00f5es \u2013 afinal, sotaques, g\u00edrias e at\u00e9 certos jeitos de argumentar mudam bastante.<\/p>\n<p>E, honestamente, trope\u00e7ar em uma express\u00e3o estranha costuma ser uma \u00f3tima oportunidade para aprender \u2013 principalmente porque o constrangimento de repetir um erro t\u00edpico de brasileiro fica bem menor quando voc\u00ea entende o contexto cultural daquela palavra. \u00c0s vezes a tradu\u00e7\u00e3o literal estraga tudo e, pronto, sua frase perde completamente o sentido. Contato frequente com o idioma, do jeito que for melhor pra voc\u00ea, funciona como um radar: logo voc\u00ea percebe o que soa natural e o que est\u00e1 meio esquisito.<\/p>\n<p>A seguir, separei alguns pontos que <a href=\"\/\/comunidade.rockcontent.com\/tendencias-de-trabalho-freelance-para-2021\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">freelancers e profissionais de reda\u00e7\u00e3o<\/a> podem desenvolver para escrever em ingl\u00eas com maior seguran\u00e7a como segunda l\u00edngua.<\/p>\n<h3>Compreens\u00e3o das diferen\u00e7as entre express\u00e3o oral e escrita<\/h3>\n<p>Devemos considerar os contextos de formalidade e informalidade para diferenciar a express\u00e3o oral e escrita no ingl\u00eas. Boa parte dos elementos que mudam entre as duas express\u00f5es est\u00e1 relacionada a <strong>tra\u00e7os que est\u00e3o sendo perdidos no \u00e2mbito da oralidade, embora continuem sendo necess\u00e1rios na escrita<\/strong>.<\/p>\n<p>Um caso interessante acontece com os verbos auxiliares, que s\u00e3o negligenciados como parte da fala, sem que o sentido das frases seja perdido por isso. O uso do verbo &#8220;be&#8221;, por exemplo, passa por um decl\u00ednio entre os falantes contempor\u00e2neos do ingl\u00eas, de acordo com <a href=\"\/\/www.tandfonline.com\/doi\/abs\/10.1080\/03740463.2017.1351845\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">pesquisa recente<\/a> publicada na <em>International Journal of Linguistics<\/em>.<\/p>\n<p>Esse e outros verbos auxiliares menos usados na oralidade, como &#8220;can&#8221; e &#8220;will&#8221;, continuam sendo importantes em conte\u00fados escritos. Lembre-se que os textos n\u00e3o s\u00e3o direcionados apenas para falantes do ingl\u00eas, por isso, \u00e9 indispens\u00e1vel seguir as regras gramaticais.<\/p>\n<h3>Conhecimento da gram\u00e1tica inglesa<\/h3>\n<p>\u00c9 verdade que escrever textos de autoridade n\u00e3o envolve apenas o dom\u00ednio de certas regras gramaticais \u2014 isso vale para o ingl\u00eas e portugu\u00eas. \u00c9 a familiaridade com os diferentes usos da l\u00edngua que garante o <em>timing<\/em> perfeito para envolver os leitores senten\u00e7a por senten\u00e7a.<\/p>\n<p>Contudo, o bom dom\u00ednio da gram\u00e1tica \u00e9 o que garante a liberdade de usar a l\u00edngua em diferentes n\u00edveis de formalidade. Voc\u00ea percebe n\u00e3o s\u00f3 quando o texto apresenta erros gramaticais, mas tamb\u00e9m quando ele n\u00e3o est\u00e1 no &#8220;tom&#8221; correto e o que fazer para deix\u00e1-lo mais adequado para os seus prop\u00f3sitos.<\/p>\n<p>Um <a href=\"\/\/link.springer.com\/article\/10.1007\/s11145-012-9416-1#article-info\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">estudo recente<\/a>, publicado na revista acad\u00eamica australiana<em> Reading and Writing<\/em>, demonstra que <strong>estudantes com alguma habilidade com o ingl\u00eas escrito s\u00e3o mais beneficiados quando estudam a gram\u00e1tica como um suporte da escrita<\/strong>, em vez de estudar regras gramaticais de maneira isolada.<\/p>\n<h3>Compara\u00e7\u00f5es entre portugu\u00eas e ingl\u00eas<\/h3>\n<p>O ingl\u00eas tem ra\u00edzes germ\u00e2nicas, como o alem\u00e3o, enquanto o portugu\u00eas \u00e9 uma das l\u00ednguas rom\u00e2nicas, grupo do qual tamb\u00e9m faz parte o espanhol, franc\u00eas e italiano. As diferentes origens do portugu\u00eas e ingl\u00eas ficam mais claras quando observamos no que elas diferem na pr\u00e1tica:<\/p>\n<ul>\n<li>alfabeto;<\/li>\n<li>flex\u00e3o de g\u00eanero;<\/li>\n<li>pron\u00fancia;<\/li>\n<li>verbos auxiliares;<\/li>\n<li><em>present perfect<\/em>;<\/li>\n<li>uso do ger\u00fandio;<\/li>\n<li>presen\u00e7a do sujeito;<\/li>\n<li>posi\u00e7\u00e3o dos adjetivos;<\/li>\n<li>pronomes possessivos.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Tamb\u00e9m existem afinidades que podem confundir ou muitas vezes facilitar a vida de brasileiros que escrevem no idioma do Tio Sam. Uma semelhan\u00e7a que facilita a <a href=\"\/\/comunidade.rockcontent.com\/como-escrever-mais-rapido\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">pr\u00e1tica de escrita<\/a> para n\u00f3s, brasileiros, \u00e9 a ordem comum: <strong>sujeito, complemento e verbo.<\/strong> Respeit\u00e1-la j\u00e1 \u00e9 uma garantia de mais simplicidade para a leitura, em portugu\u00eas e ingl\u00eas.<\/p>\n<p>As estruturas adjacentes a essa ordem no ingl\u00eas n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o flex\u00edveis quanto no portugu\u00eas. Os adjetivos, por exemplo, ficam sempre antes das palavras e os adv\u00e9rbios ficam em lugares fixos nas frases: no come\u00e7o (antes do assunto principal), no fim (ap\u00f3s o complemento do verbo) ou entre sujeito e verbo.<\/p>\n<p>Uma semelhan\u00e7a que pode nos confundir bastante \u00e9 o grupo de <strong>falsos cognatos<\/strong>. Talvez voc\u00ea se lembre dessas palavras das aulas de ingl\u00eas na escola. Tamb\u00e9m chamados de falsos amigos, s\u00e3o palavras de diferentes idiomas com ortografia semelhante, mas significados diferentes.<\/p>\n<p>Alguns exemplos de falsos amigos s\u00e3o &#8220;Enroll&#8221;, &#8220;Convict&#8221; e &#8220;Patron&#8221;, cujos significados em portugu\u00eas se aproximam mais de &#8220;Matricular-se&#8221;, &#8220;Condenado e &#8220;Cliente&#8221;.<\/p>\n<h3>Dom\u00ednio do registro escrito em diferentes n\u00edveis de formalidade<\/h3>\n<p>Cada projeto pode exigir um n\u00edvel de formalidade na reda\u00e7\u00e3o, o que nos orienta a usar ou n\u00e3o determinadas express\u00f5es marcadoras de uma \u00e1rea. Uma dica que pode ajudar a seguir essa orienta\u00e7\u00e3o com efic\u00e1cia \u00e9 entender que <strong>a formalidade vai al\u00e9m das escolhas de l\u00e9xico<\/strong>. \u00c9 um fator que depende mais dos contextos de uso das palavras, express\u00f5es e textos.<\/p>\n<p>Embora a escrita funcione em situa\u00e7\u00f5es diferentes das quais foi produzida, nenhum texto \u00e9 desprovido de um contexto ou totalmente &#8220;funcional&#8221;. Usamos marcadores que registram o texto em determinada \u00e9poca e para determinado p\u00fablico.<\/p>\n<p>Quem explica essa no\u00e7\u00e3o de maneira mais aprofundada \u00e9 o pesquisador Martin Nystrand, no ensaio &#8220;The Role of the Context in Written Communication&#8221;, publicado no <a href=\"\/\/www.nottingham.ac.uk\/research\/groups\/cral\/documents\/nlc\/nlc-1980-1985\/nlc-volume12-number1-jun83.pdf#page=57\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">volume 12<\/a><a href=\"\/\/www.nottingham.ac.uk\/research\/groups\/cral\/documents\/nlc\/nlc-1980-1985\/nlc-volume12-number1-jun83.pdf#page=57\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> da revista NLC<\/a> (Nottingham Linguistic Circular), da Universidade de Nottingham.<\/p>\n<p>\u00c9 uma reflex\u00e3o \u00fatil para redatores que escrevem na sua segunda l\u00edngua e para quem realiza servi\u00e7os de tradu\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que \u00e9 importante <a href=\"\/\/comunidade.rockcontent.com\/publico-alvo-na-traducao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">conhecer bem o p\u00fablico-alvo do texto traduzido<\/a>. Pensamos que uma &#8220;linguagem instrumental&#8221; \u00e9 o objetivo de um bom texto. De fato, quanto mais nos aproximamos desse arqu\u00e9tipo, mais clara pode ficar a nossa escrita.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, \u00e9 sempre bom lembrar que o texto \u00e9 composto por marcadores capazes de dificultar ou facilitar a sua recep\u00e7\u00e3o por um grupo de leitores. Portanto, <a href=\"\/\/comunidade.rockcontent.com\/criar-conteudos-para-persona\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">conhecer a persona<\/a> ajuda bastante a integrar os textos aos contextos que s\u00e3o propostos em cada projeto.<\/p>\n<h2>Erros comuns na escrita de artigos em ingl\u00eas<\/h2>\n<p>Agora que voc\u00ea conhece os aspectos envolvidos na aquisi\u00e7\u00e3o do registro escrito da l\u00edngua inglesa, principalmente para n\u00f3s, <em>Brazilians<\/em>, vamos examinar alguns erros comuns que devem ser evitados na <a href=\"\/\/comunidade.rockcontent.com\/aprender-ingles-rapidamente\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado para web em ingl\u00eas<\/a>. \u00c9 claro, as dicas tamb\u00e9m s\u00e3o \u00fateis para outros g\u00eaneros textuais al\u00e9m do blogpost, como artigos cient\u00edficos. Confira!<\/p>\n<h3>Uso incorreto de v\u00edrgulas em ingl\u00eas<\/h3>\n<p>A v\u00edrgula \u00e9 uma ferramenta que guia os leitores. Quando n\u00e3o \u00e9 empregada corretamente em um conte\u00fado, corre-se o risco de deixar o texto incompreens\u00edvel. A boa not\u00edcia \u00e9 que a v\u00edrgula em ingl\u00eas funciona da mesma forma que em portugu\u00eas \u2014 mas n\u00e3o \u00e9 a\u00ed que mora o problema.<\/p>\n<p>Na verdade, \u00e9 importante ficar atento para <strong>identificar quando as frases demandam o uso excessivo de v\u00edrgula<\/strong>. Nesse caso, mesmo empregando as v\u00edrgulas corretamente, o texto ainda pode soar cansativo e dif\u00edcil para os leitores. Isso acontece com frequ\u00eancia em frases muito longas, com sucessivas ora\u00e7\u00f5es intercaladas.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, evite constru\u00e7\u00f5es que poderiam ser simplificadas sem o uso da v\u00edrgula. Um bom exemplo s\u00e3o as <em>question tags<\/em>, perguntas r\u00e1pidas que aparecem no final das frases para confirmar algo, como <em>&#8220;You will introduce me your new friend, won&#8217;t you?&#8221;.<\/em><\/p>\n<p>A v\u00edrgula no final serve apenas para inserir um trecho que n\u00e3o faria falta para a compreens\u00e3o da frase. A estrutura das <em>question tags <\/em>n\u00e3o \u00e9 recomendada para artigos por outro motivo: a contra\u00e7\u00e3o no final da frase dificulta a leitura. Para usar o exemplo acima, em vez de <em>&#8220;won&#8217;t you?&#8221;<\/em> prefira a forma mais simples, <em>&#8220;will do not you?&#8221;.<\/em><\/p>\n<h3>Padr\u00f5es redundantes<\/h3>\n<p>Outro erro que acaba prejudicando a simplicidade dos seus artigos em ingl\u00eas s\u00e3o padr\u00f5es que s\u00f3 preenchem o n\u00famero de palavras, mas n\u00e3o contribuem para o significado das frases. Alguns exemplos s\u00e3o <strong>As for <\/strong>, <strong>Not only A, but also B<\/strong>, <strong>On the other hand.<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;As for&#8221; \u00e9 um padr\u00e3o similar ao nosso &#8220;Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0\/ao&#8221; do portugu\u00eas. Ele pode parecer uma maneira abrupta de mudar de assunto, como no caso <em>&#8220;<\/em><em>As for large cities, disease incidence was high, and for smaller towns it was moderate&#8221;. <\/em><\/p>\n<p>Uma maneira mais simples de formular a mesma frase \u00e9 inici\u00e1-la logo com o fato mais importante,<strong> &#8220;Disease incidence was high in large cities and moderate in smaller towns&#8221;.<\/strong><\/p>\n<p>O segundo padr\u00e3o, <em>&#8220;Not only, but also&#8221;<\/em>, cria um forte contraste entre duas coisas, ao demonstrar que \u00e9 natural obter A, mas n\u00e3o \u00e9 natural obter B. Assim como &#8220;As for&#8221;, \u00e9 um padr\u00e3o que pode servir para algumas circunst\u00e2ncias, mas n\u00e3o todas.<\/p>\n<p>Na frase <em>&#8220;<\/em><em>flu vaccination was effective in not only men, but also women&#8221;<\/em>, entendemos que a efici\u00eancia da vacina para homens \u00e9 algo esperado, j\u00e1 para as mulheres \u00e9 uma surpresa. Quando os dois fatores t\u00eam o mesmo peso de import\u00e2ncia, o simples <em>&#8220;and&#8221;<\/em> \u00e9 suficiente. No exemplo acima, a frase ficaria<strong> &#8220;vaccination was effective in men and women&#8221;<\/strong>.<\/p>\n<p>O terceiro padr\u00e3o, <em>&#8220;On the other hand&#8221;<\/em>, \u00e9 usado no in\u00edcio de uma frase para contrast\u00e1-la com a anterior. Se voc\u00ea usa com frequ\u00eancia essa express\u00e3o, experimente substitu\u00ed-la por <strong>&#8220;However&#8221;<\/strong>, <strong>&#8220;Although<\/strong>&#8221; ou outra palavra similar que ocupe menos espa\u00e7o no par\u00e1grafo.<\/p>\n<h3>Sin\u00f4nimos em excesso ou contextos equivocados<\/h3>\n<p>O uso de sin\u00f4nimos demanda cuidado porque, embora existam palavras com significados similares em determinados contextos, jamais elas se referem \u00e0 mesma coisa, em ingl\u00eas e portugu\u00eas. Cada palavra tem o seu pr\u00f3prio significado. Por isso, <strong>quanto menos o escritor precisa recorrer aos sin\u00f4nimos, mais f\u00e1cil se torna a leitura de um texto<\/strong>.<\/p>\n<p>Um par\u00e1grafo com diferentes sin\u00f4nimos aumenta risco de o leitor perder a refer\u00eancia principal. Releia suas frases para se certificar de que consegue identificar com facilidade o termo para qual os sin\u00f4nimos est\u00e3o se referindo.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m tenha cuidado com o uso de sin\u00f4nimos em diferentes contextos. Por exemplo, as palavras &#8220;respond&#8221; e &#8220;answer&#8221; t\u00eam convencionalmente o mesmo significado, mas as particularidades de cada uma impedem que sejam substitu\u00eddas sem crit\u00e9rios: a frase &#8220;respond to treatment&#8221; soa natural, mas n\u00e3o \u00e9 o caso de &#8220;answer to treatment&#8221;.<\/p>\n<p>Um nativo entende facilmente a frase &#8220;answer to treatment&#8221;, embora n\u00e3o seja uma combina\u00e7\u00e3o convencional de palavras em ingl\u00eas. Entretanto, isso prejudica a <a href=\"\/\/comunidade.rockcontent.com\/como-melhorar-a-argumentacao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">credibilidade do seu argumento<\/a>.<\/p>\n<h3>Padr\u00f5es de frases descontextualizados<\/h3>\n<p>Frases que aparecem com frequ\u00eancia em determinada \u00e1rea ajudam redatores e tradutores a transmitir informa\u00e7\u00f5es com mais autoridade e seguran\u00e7a em ingl\u00eas. \u00c9 um detalhe importante quando escrevemos e traduzimos para projetos cujos contextos s\u00e3o bastante espec\u00edficos e\/ou demandam um n\u00edvel maior de formalidade nos conte\u00fados.<\/p>\n<p>Existe o risco de usar padr\u00f5es de \u00e1reas espec\u00edficas e deixar o texto dif\u00edcil para os leitores. Em conte\u00fados em ingl\u00eas, os falantes nativos podem at\u00e9 compreender o que queremos dizer e, pior, perceber o erro cometido, o que prejudica qualidade e credibilidade do conte\u00fado.<\/p>\n<p>Acredito que esses pontos podem ajudar quem tem d\u00favidas de como escrever em ingl\u00eas. Evitar os erros comuns nesse momento garante ao redator n\u00e3o s\u00f3 a habilidade de escrever artigos &#8220;livres de erros gramaticais&#8221; em sua segunda l\u00edngua, mas tamb\u00e9m a seguran\u00e7a de adotar uma linguagem clara, que soe &#8220;natural&#8221; na leitura de falantes do ingl\u00eas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se voc\u00ea tem d\u00favidas sobre como escrever em ingl\u00eas, saiba que n\u00e3o est\u00e1 sozinho. Em um contexto de globaliza\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00f5es internacionais, muitos profissionais est\u00e3o em busca de maneiras de melhorar suas habilidades em uma segunda l\u00edngua, na maioria das vezes, a inglesa. 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