{"id":52448,"date":"2021-10-29T08:09:00","date_gmt":"2021-10-29T11:09:00","guid":{"rendered":"https:\/\/rockcontent.com\/br\/?post_type=talent_blog&#038;p=52448"},"modified":"2025-09-09T11:21:19","modified_gmt":"2025-09-09T14:21:19","slug":"6-habilidades-para-trabalhar-com-visualizacao-de-dados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/6-habilidades-para-trabalhar-com-visualizacao-de-dados\/","title":{"rendered":"6 habilidades para trabalhar com visualiza\u00e7\u00e3o de dados"},"content":{"rendered":"\n<p>A visualiza\u00e7\u00e3o de dados \u00e9 a apresenta\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es que foram processadas tanto manualmente como com o aux\u00edlio de softwares espec\u00edficos. Empresas, institutos e \u00f3rg\u00e3os governamentais passaram a usar bastante a visualiza\u00e7\u00e3o de dados, pois perceberam o enorme potencial dessa abordagem.<\/p>\n<p>Vale ressaltar que a visualiza\u00e7\u00e3o de dados pode ser considerada uma intersec\u00e7\u00e3o entre tr\u00eas \u00e1reas do conhecimento: tecnologia, comunica\u00e7\u00e3o e design. Em outras palavras, o profissional que deseja atuar e se destacar deve obter ou ampliar seus conhecimentos nessas tr\u00eas dimens\u00f5es. Continue a leitura e veja 6 habilidades que ajudar\u00e3o voc\u00ea a se desenvolver com a visualiza\u00e7\u00e3o de dados!<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">1. Treine a habilidade de fazer as perguntas certas<\/h2>\n<p>Trabalhar com a visualiza\u00e7\u00e3o de dados envolve muita pr\u00e1tica e paci\u00eancia. O profissional deve ter sempre um senso questionador sobre a proced\u00eancia dos dados e se eles, de fato, podem solucionar a solu\u00e7\u00e3o proposta. Dados podem ter ou n\u00e3o o potencial adequado de levar o profissional a respostas contundentes e que valham a pena ser compartilhadas.<\/p>\n<p>Isso depende, basicamente, das t\u00e9cnicas empregadas, do qu\u00e3o o profissional est\u00e1 familiarizado com elas e, tamb\u00e9m, se a pr\u00f3pria amostra foi bem escolhida ou n\u00e3o.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">2. Escolha projetos de visualiza\u00e7\u00e3o de dados que gerem desafio<\/h2>\n<p>Existe uma infinidade de formas de come\u00e7ar a trabalhar com a visualiza\u00e7\u00e3o de dados. Dito isso, uma boa recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 escolher projetos tanto de pequena como de alta complexidade. Fazendo trabalhos de curta dura\u00e7\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel colocar em pr\u00e1tica rapidamente alguns conceitos e t\u00e9cnicas que servir\u00e3o para lidar com aqueles projetos que s\u00e3o mais trabalhosos e demorados.&nbsp;<\/p>\n<p>Outro motivo que refor\u00e7a essa mescla de projetos \u00e9 o fato de que os trabalhos mais dif\u00edceis far\u00e3o parte do portf\u00f3lio do profissional. A respeito disso, vale deixar uma ressalva important\u00edssima: quem for visualizar o trabalho muitas vezes n\u00e3o estar\u00e1 focado no resultado, mas sim no processo e nas t\u00e9cnicas empregadas.&nbsp;<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Uso do dataset<\/h3>\n<p>O reconhecimento, portanto, por um projeto bem desenvolvido deve ser constru\u00eddo j\u00e1 no in\u00edcio, na escolha do dataset. Esse \u00e9 o nome dado a uma amostra de dados que pode ser relacionada, por exemplo, aos n\u00fameros de venda de uma empresa.<\/p>\n<p>Nem sempre o melhor dataset \u00e9 aquele gigante e repleto de vari\u00e1veis. \u00c0s vezes, datasets mais enxutos, por\u00e9m bem estruturados, oferecem leques interessantes de possibilidades para uma an\u00e1lise clara e objetiva. Claro, achar aquele conjunto de dados perfeito parece um pouco como procurar agulha em palheiro, principalmente em projetos mais abertos. E nem vou fingir que \u00e9 sempre divertido, muitos profissionais passam horas garimpando, procurando fontes confi\u00e1veis e atualizadas. Quem nunca ficou preso nesse ciclo do download\/exporta\/limpa at\u00e9 sair algo utiliz\u00e1vel?<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, vale lembrar que a escolha do dataset tem um impacto direto n\u00e3o s\u00f3 no resultado, mas tamb\u00e9m no aprendizado envolvido no processo. Trabalhar com diferentes origens e formatos de dados acaba for\u00e7ando o profissional a sair do autom\u00e1tico, testar abordagens menos convencionais e at\u00e9 revisitar aspectos de estat\u00edstica ou programa\u00e7\u00e3o que tinham sido meio deixados de lado. N\u00e3o tem jeito: esse contato frequente com novos conjuntos de dados costuma reduzir aquela ansiedade inicial diante do inusitado, algo comum para quem est\u00e1 come\u00e7ando. Aos poucos, o olhar fica mais cr\u00edtico na curadoria e sele\u00e7\u00e3o do material de an\u00e1lise.<\/p>\n<p>Diferentemente de planilhas e bancos de dados tradicionais, o dataset tem um car\u00e1ter mais espec\u00edfico, precisando ser antes formatado para que as etapas posteriores da an\u00e1lise de dados sejam bem-sucedidas.<\/p>\n<p>Algumas boas fontes para encontrar datasets s\u00e3o:<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Banco Central do Brasil, para a obten\u00e7\u00e3o de indicadores macroecon\u00f4micos;<\/li>\n<li>Secretaria da Fazenda Estadual e Receita Federal, para a obten\u00e7\u00e3o de dados como a situa\u00e7\u00e3o fiscal das empresas;<\/li>\n<li>Google Finance, respons\u00e1vel por fornecer datasets sobre ETFs de fundos imobili\u00e1rios do Brasil.<\/li>\n<\/ul>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">3. Aprimore suas t\u00e9cnicas de transforma\u00e7\u00e3o de dados<\/h2>\n<p>A transforma\u00e7\u00e3o de dados consiste em preparar os registros adequadamente antes que eles sejam minerados. Sendo uma etapa posterior ao processo de limpeza, ele pode ser dividido em quatro fases:<\/p>\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>normaliza\u00e7\u00e3o: organiza os valores contidos nos dados dentro de intervalos espec\u00edficos;<\/li>\n<li>sele\u00e7\u00e3o de atributos: \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o de novos atributos com base naqueles que est\u00e3o inseridos no dataset;<\/li>\n<li>discretiza\u00e7\u00e3o: dado que alguns softwares s\u00f3 processam valores discretos (que n\u00e3o est\u00e3o em um intervalo), \u00e9 preciso que algumas vari\u00e1veis e fun\u00e7\u00f5es cont\u00ednuas, por exemplo, sejam discretizadas;<\/li>\n<li>gera\u00e7\u00e3o de hierarquia de conceitos: \u00e9 quando um atributo recebe um n\u00edvel superior.&nbsp;<\/li>\n<\/ol>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">4. Aprenda ferramentas de masteriza\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Quando o processo de visualiza\u00e7\u00e3o de dados \u00e9 feito de maneira informatizada, uma das principais linguagens usadas \u00e9 o Python. Com uma sintaxe relativamente simples, \u00e9 poss\u00edvel usar datasets e fazer, entre outras coisas, a limpeza e transforma\u00e7\u00e3o dos registros em um dataset.&nbsp;<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Microsoft Power BI<\/h3>\n<p>Usados pelas empresas que desejam mais facilidade na elabora\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias, o Microsoft Power BI \u00e9 uma ferramenta que pode ser obtida de forma gratuita e paga. Al\u00e9m de ter uma interface simples para visualiza\u00e7\u00e3o de dados, a ferramenta auxilia o profissional em procedimentos como normaliza\u00e7\u00e3o e limpeza dos registros.&nbsp;<\/p>\n<p>O Power BI pode ser operado tamb\u00e9m na nuvem. Por consequ\u00eancia, existe a possibilidade de acesso a essa ferramenta por dispositivos m\u00f3veis, promovendo maior n\u00edvel de colabora\u00e7\u00e3o e compartilhamento de informa\u00e7\u00f5es relevantes entre os colaboradores de um projeto.&nbsp;<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Google Data Studio<\/h3>\n<p>Diferentemente do Power BI e outras ferramentas de masteriza\u00e7\u00e3o, o Google Data Studio \u00e9 oper\u00e1vel somente na nuvem. Procedimentos como normaliza\u00e7\u00e3o e sele\u00e7\u00e3o de atributos \u2014 usados na etapa de transforma\u00e7\u00e3o de dados \u2014 podem ser feitos nessa ferramenta, gerando visualiza\u00e7\u00f5es interativas.<\/p>\n<p>Como \u00e9 uma solu\u00e7\u00e3o que funciona somente na web, o Google Data Studio, assim como o Power BI, \u00e9 bastante \u00fatil para promover colabora\u00e7\u00e3o e compartilhamento de informa\u00e7\u00f5es entre os times.&nbsp;<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">QlikView<\/h3>\n<p>O QlikView, embora seja uma excelente ferramenta de masteriza\u00e7\u00e3o, pode levar algum tempo at\u00e9 o profissional se familiarizar com suas funcionalidades. Al\u00e9m de permitir uma robusta visualiza\u00e7\u00e3o de dados, ele auxilia empresas por meio de Business Intelligence (intelig\u00eancia de neg\u00f3cios), sendo um grande facilitador na concep\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias corporativas.&nbsp;<\/p>\n<p>Curiosamente, muitas empresas grandes ainda resistem um pouco antes de adotar solu\u00e7\u00f5es como o QlikView, mesmo com o seu potencial claro. Tem quem prefira se apoiar em ferramentas j\u00e1 consolidadas por pura in\u00e9rcia, mais do que por argumento t\u00e9cnico. \u00c0s vezes existe aquele receio de migrar, principalmente quando uma \u00e1rea est\u00e1 acostumada a dashboards ou fluxos de produ\u00e7\u00e3o muito engessados. Mas, para os profissionais abertos \u00e0 experimenta\u00e7\u00e3o, conhecer e brincar com essas op\u00e7\u00f5es \u00e9 quase obrigat\u00f3rio \u2014 mesmo que nem sempre a curva de aprendizado seja amiga.<\/p>\n<p>Outro detalhe que chama aten\u00e7\u00e3o nesses ambientes \u00e9 a quantidade de integra\u00e7\u00f5es que passaram a ser poss\u00edveis nos \u00faltimos anos. N\u00e3o faz tanto tempo, conectar um BI a diferentes bancos de dados ou APIs externas era um pequeno inferno, aquelas viradas de noite para dar conta de um relat\u00f3rio. Hoje, boa parte dessas solu\u00e7\u00f5es j\u00e1 oferece integra\u00e7\u00e3o nativa ou plugins que economizam horas preciosas. N\u00e3o resolve tudo, claro, mas diminui o drama para quem n\u00e3o vive s\u00f3 de Excel.<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Tableau<\/h3>\n<p>O Tableau \u00e9 uma das ferramentas para visualiza\u00e7\u00e3o de dados com o maior n\u00famero de usu\u00e1rios no mundo. Al\u00e9m de simples para usar, pode fornecer gr\u00e1ficos com base em grandes volumes de dados de forma eficiente. Realiza integra\u00e7\u00e3o com bancos de dados conhecidos do mercado, como MySQL e Amazon Web Services.&nbsp;<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">MicroStrategy<\/h3>\n<p>Lembra de quando falamos da import\u00e2ncia de escolher projetos pequenos para visualiza\u00e7\u00e3o de dados? Pois bem, o MicroStrategy \u00e9 uma ferramenta bastante recomendada nesse sentido, permitindo a inser\u00e7\u00e3o de planilhas e bancos de dados para an\u00e1lise. Para trabalhos de menor complexidade, o MicroStrategy pode ser obtido gratuitamente, enquanto a vers\u00e3o paga se encaixa melhor para visualiza\u00e7\u00f5es mais complexas e detalhadas de dados.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">5. Evite a distor\u00e7\u00e3o dos dados<\/h2>\n<p>Imagine usar uma visualiza\u00e7\u00e3o de dados por meio de um gr\u00e1fico no formato de pizza, sendo que o certo seria usar barras. Quando h\u00e1 uma diferen\u00e7a de propor\u00e7\u00e3o not\u00e1vel, a primeira abordagem \u00e9 v\u00e1lida \u2014 do contr\u00e1rio, \u00e9 prefer\u00edvel usar o gr\u00e1fico em barras. Apesar de n\u00e3o ser intencional, essa distor\u00e7\u00e3o nos dados pode ser prejudicial, inclusive afetando a credibilidade da equipe que produziu aquele estudo.&nbsp;<\/p>\n<p>Outra maneira de distorcer dados \u00e9 fazendo altera\u00e7\u00f5es no eixo x de um gr\u00e1fico, por exemplo. Expandindo ou compactando o eixo, as barras e linhas podem aparentar um certo vi\u00e9s de tamanho, com o risco de gerar confus\u00e3o \u00e0s pessoas que visualizam esses dados. Vale ainda salientar sobre a import\u00e2ncia de estar atento \u00e0s conven\u00e7\u00f5es usadas em estudos estat\u00edsticos.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">6. Saiba fundamentos de design<\/h2>\n<p>Al\u00e9m de conhecer a ci\u00eancia de dados, \u00e9 crucial tamb\u00e9m entender a parte de design. Mesmo que o trabalho de visualiza\u00e7\u00e3o de dados tenha sido bem conduzido, ele ter\u00e1 pouco impacto se n\u00e3o for apresentado da maneira correta, com desarmonia entre os seus elementos visuais.<\/p>\n<p>Conv\u00e9m destacar ainda que o conhecimento em design \u00e9 bastante \u00fatil para quem deseja trabalhar com <a href=\"https:\/\/pingback.com\/br\/talent-blog\/trabalhar-com-midias-interativas\/\" rel=\"noreferrer noopener\" target=\"_blank\">m\u00eddias interativas<\/a>. A seguir falaremos sobre tr\u00eas fundamentos do design, que s\u00e3o o layout, a tipografia e as cores. Acompanhe!<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Layout<\/h3>\n<p>Uma das caracter\u00edsticas b\u00e1sicas de um layout \u00e9 a proximidade. Isso significa agrupar e separar os elementos visuais, de modo que seja not\u00f3ria a rela\u00e7\u00e3o entre eles.<\/p>\n<p>Outro ponto fundamental a ser considerado \u00e9 o espa\u00e7amento, que consiste em organizar, por exemplo, os t\u00edtulos, subt\u00edtulos e blocos de texto em um infogr\u00e1fico, que \u00e9 uma representa\u00e7\u00e3o visual de dados bastante usada ultimamente. De forma complementar ao espa\u00e7amento, existe o alinhamento, que \u00e9 respons\u00e1vel pelas propor\u00e7\u00f5es dos espa\u00e7os e margens.&nbsp;<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Hierarquia, contraste e repeti\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>\u00c9 comum em formatos como o infogr\u00e1fico querer destacar algum ponto. Para isso, pode-se usar uma combina\u00e7\u00e3o harm\u00f4nica entre as cores, tamanhos e fontes de um texto, por exemplo. A repeti\u00e7\u00e3o est\u00e1 relacionada com a est\u00e9tica de um infogr\u00e1fico, o que contribui para a melhor assimila\u00e7\u00e3o daquela visualiza\u00e7\u00e3o de dados pelas pessoas.<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Tipografia<\/h3>\n<p>A tipografia \u00e9 respons\u00e1vel por estudar, criar e aplicar estiliza\u00e7\u00e3o nas palavras. A ideia, portanto, \u00e9 trazer conte\u00fado leg\u00edvel e que fa\u00e7a a pessoa consumir todas as informa\u00e7\u00f5es de um infogr\u00e1fico. Sobre a classifica\u00e7\u00e3o tipogr\u00e1fica, existem quatro delas, que s\u00e3o:<\/p>\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>serif: consiste em um prolongamento que pode ser encontrado nas letras do nosso alfabeto;<\/li>\n<li>script: consiste na tipografia que representa a escrita \u00e0 m\u00e3o;<\/li>\n<li>sans Serif: oposto do Serif, n\u00e3o possui prolongamentos nas letras;<\/li>\n<li>dingbat: diferente dos outros tr\u00eas tipos, serve para fazer divis\u00f5es em um texto e se referir a emojis.<\/li>\n<\/ol>\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Fam\u00edlias tipogr\u00e1ficas<\/h4>\n<p>Uma fam\u00edlia tipogr\u00e1fica cria um conjunto de fontes que pode ser explorada no design, inclusive na visualiza\u00e7\u00e3o de dados por meio de infogr\u00e1fico. Algumas das fam\u00edlias mais conhecidas s\u00e3o as latinas, eg\u00edpcias e romanas, sendo que as duas primeiras s\u00e3o bastante parecidas. Outras fam\u00edlias tipogr\u00e1ficas que podem ser usadas na visualiza\u00e7\u00e3o de dados s\u00e3o:<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>grotescas: n\u00e3o t\u00eam a serifa e surgiram no final do s\u00e9culo XIX;<\/li>\n<li>cursivas: s\u00e3o derivadas da escrita caligr\u00e1fica;<\/li>\n<li>romanas antigas: caracterizadas por possuir serifas arredondadas.<\/li>\n<\/ul>\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Estilos e tamanhos tipogr\u00e1ficos<\/h4>\n<p>Estilos e tamanhos tipogr\u00e1ficos dizem respeito, entre outras coisas, com os conceitos de caixa alta, caixa baixa e versalete. O primeiro \u00e9 o famoso caps lock, usado, por exemplo, em t\u00edtulos e para dar destaque ao texto.<\/p>\n<p>A caixa baixa \u00e9 quando n\u00e3o se usa letras mai\u00fasculas, sendo bastante empregada no corpo de um texto. Por fim, o versalete equivale \u00e0 caixa alta, s\u00f3 que com o tamanho da caixa baixa.<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Cores<\/h3>\n<p>Sobre cores, existe uma teoria central que aborda a maneira como os humanos as interpretam e os seus impactos visuais em infogr\u00e1ficos e pe\u00e7as publicit\u00e1rias. Portanto, n\u00e3o s\u00e3o somente as palavras que dizem algo ao leitor, as cores tamb\u00e9m t\u00eam essa responsabilidade de transmitir informa\u00e7\u00f5es da maneira mais clara, coesa e atrativa poss\u00edvel.&nbsp;<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Cores prim\u00e1rias<\/h4>\n<p>As cores prim\u00e1rias (azul, amarelo e vermelho) s\u00e3o assim chamadas porque podem se combinar e formar outras tonalidades. Al\u00e9m disso, elas podem ser classificadas em aditivas (o objeto emite luz) ou subtrativas (a cor corresponde ao feixe de luz que n\u00e3o foi absorvido pelo objeto).<\/p>\n<p>No desenvolvimento web \u00e9 bastante usado o esquema RGB (Red, Green and Blue), proveniente das cores prim\u00e1rias aditivas. As cores subtrativas podem ser ainda subdivididas em opacas e transparentes, sendo que em rela\u00e7\u00e3o ao primeiro, o seu esquema respectivo de cores \u00e9 o RYB (Red, Yellow and Blue), n\u00e3o tendo equival\u00eancia com outros esquemas, como o RGB das cores prim\u00e1rias aditivas.<\/p>\n<p>J\u00e1 as cores subtrativas transparentes pertencem ao esquema CMYK (Ciano, Magenta, Yellow and Black).<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Propriedades das cores<\/h4>\n<p>Certamente voc\u00ea j\u00e1 deve ter ouvido falar em matiz, brilho e satura\u00e7\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 mesmo? O primeiro representa a forma como vemos uma cor, correspondendo ao seu nome propriamente dito (vermelho, verde, amarelo). A satura\u00e7\u00e3o, por sua vez, \u00e9 a quantidade de cinza em uma cor e o brilho, como o nome sugere, se refere \u00e0 luminosidade de uma cor.&nbsp;<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Temperatura das cores<\/h4>\n<p>As cores podem ser classificadas em quentes ou frias. No primeiro grupo predominam o amarelo e o vermelho, em virtude da sensa\u00e7\u00e3o de fogo ou ao sol, por exemplo. J\u00e1 tonalidades como o verde e o azul s\u00e3o consideradas frias, visto que possuem maior proximidade com o frio, o gelo ou a \u00e1gua.<\/p>\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Harmonia das cores<\/h4>\n<p>Agora que voc\u00ea sabe sobre cores prim\u00e1rias, propriedades e temperatura delas, chegou a hora de falar em harmoniza\u00e7\u00e3o. Uma boa combina\u00e7\u00e3o \u00e9 simplesmente crucial para que um infogr\u00e1fico ou qualquer outra pe\u00e7a de publicidade agrade o leitor e atinja o seu objetivo. Dado o contexto, as principais harmoniza\u00e7\u00f5es de cores a serem exploradas s\u00e3o:<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>cores complementares: em um c\u00edrculo crom\u00e1tico s\u00e3o aquelas que em dire\u00e7\u00e3o oposta (verde e vermelho, por exemplo);<\/li>\n<li>cores complementares divididas: no caso do vermelho, s\u00e3o usadas outras duas tonalidades adjacentes para contrastar com o verde;<\/li>\n<li>cores an\u00e1logas: id\u00eantico \u00e0s complementares adjacentes, exceto que n\u00e3o h\u00e1 o contraste a uma tonalidade oposta no c\u00edrculo de cores;<\/li>\n<li>cores an\u00e1logas mais uma complementar: corresponde ao somat\u00f3rio das duas combina\u00e7\u00f5es citadas anteriormente;<\/li>\n<li>an\u00e1logas relacionadas: duas cores an\u00e1logas s\u00e3o combinadas com uma terceira tonalidade n\u00e3o adjacente;<\/li>\n<li>cores intercaladas: ocorre quando tonalidades n\u00e3o adjacentes s\u00e3o combinadas.<\/li>\n<\/ul>\n<p>A visualiza\u00e7\u00e3o de dados apresenta informa\u00e7\u00f5es que antes eram processadas manualmente ou por software. Como foi poss\u00edvel observar, trata-se de uma \u00e1rea interdisciplinar, de modo que o profissional precisa ter habilidades relacionadas \u00e0 ci\u00eancia de dados e design. Logo, os principais tipos de jobs que podem ser encontrados est\u00e3o relacionados com essas duas \u00e1reas, sendo ambas bastante abrangentes!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A visualiza\u00e7\u00e3o de dados \u00e9 a apresenta\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es que foram processadas tanto manualmente como com o aux\u00edlio de softwares espec\u00edficos. Empresas, institutos e \u00f3rg\u00e3os governamentais passaram a usar bastante a visualiza\u00e7\u00e3o de dados, pois perceberam o enorme potencial dessa abordagem. 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