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Às vezes, tudo que a gente precisa é de um domingo em Santos. Para reclamar, rir das mesmas histórias e ver uma paisagem diferente

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Como foi o passeio em Santos?


"Consegue almoçar com a gente se descermos no domingo? A gente vê um lugar que tenha um peixinho bom e barato", avisei na sexta à tarde. O Cauê já está em Santos há um tempo e nunca dava certo de irmos fazer uma visita. Mas, dessa vez, os astros convergiram e partimos de São Paulo no domingo às 11h30.

O tempo estava nublado, mas abriu. Ana Rita foi dirigindo e seguimos pela Anchieta. Só no meio do caminho vi a mensagem dizendo para não irmos por ali, porque a pista era perigosa e cheia de curvas — apesar de belíssima. Só que somos estetas e bons motoristas. "Avisem quando estiverem no Peixe", ele disse.

Também só vi depois.

Paramos em um estacionamento e vi a placa com a informação de que o local funcionava até 21h. Guarde essa informação. O Cauê nos buscou e, no carro dele, fomos para o Paru — um restaurante no 2º andar do Mercado do Peixe criado por um ex-masterchef — no qual fomos apresentados ao mate santista. Como estava sol, a fila não estava tão grande, porque todos estavam na praia. Se qualidade de vida não é isso, eu não sei dizer o que é. Foi um ótimo almoço.

Depois, passamos na Revo. Eu pedi bolo de banana. Ana Rita, um affogato. E ficamos jogando conversa fora. A Talita se juntou à gente. De lá, fomos dar uma volta no Centro. No caminho, passamos por vários predinhos charmosos. E o Museu do Café me pareceu um palácio em miniatura. Um maracatu ensaiava ali perto.

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Às vezes, tudo que a gente precisa é de um domingo em Santos. Para reclamar do trabalho, rir das mesmas histórias e ver uma paisagem diferente. Faz bem.

Do Centro, seguimos para o Burgman do Canal 4. Achamos graça dos edifícios inclinados da orla e, no quiosque, continuamos conversando. Lá para 20h30, eu até vi a hora no celular — mas duvidei que o dono fosse deixar o estacionamento sem ninguém olhando à noite. Pois é, ele deixou. E tivemos que dormir num hotel.

Apesar do imprevisto, a noite foi boa. Pedimos pelo iFood umas escovas de dente, pasta e chocolates na farmácia, que não mandou tudo — o que exigiu que eu fosse até lá. Demoraram à beça para me atender e, de volta ao hotel, percebi que ainda faltava coisa na sacola. Mas eles mandaram tudo no dia seguinte.

Tomamos café no hotel e saímos antes de 7h30. Subi a Imigrantes ouvindo um podcast, curtindo a paisagem e cheguei em casa antes das 10h. Foi muito bom.

Faça isso qualquer hora dessas.

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Salve, meu povo! A edição sobre o que seria de São Paulo se tivesse sido capital deu o que falar. A Gabi Ribeiro leu e ficou que se a capital fosse em São Paulo, ela não ficaria tão longe de nós, seus amigos do Rio — entre outras coisas. E você, o que achou? Aguardamos suas impressões! Se preferir, mande via Twitter (onde postamos uma foto do meu almoço no Paru) ou por e-mail.

Até a próxima quinta, às 8h30, aqui na Eixo.