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Verão 24

Pedimos licença para relembrar algumas de nossas melhores edições antes e durante a estação que resiste, mas se despede

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Não parece, mas o verão terminou ontem. Apesar disso, o calorão segue firme no Rio e em São Paulo, que devem ter máximas de 34 e 32 graus hoje. O tempo só muda nas duas cidades a partir de amanhã, quando há previsão de chuva, queda da temperatura e dias de outono com cara de outono.

Enquanto isso, nós aqui na Eixo pedimos licença para relembrar algumas de nossas melhores edições antes e durante a estação que resiste, mas se despede.

Pegue bermuda, regata, chinelo e venha passear com a gente!

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No feriado de finados do ano passado, uma invasão de argentinos fez com que até o mais confiante dos tricolores tivesse dúvida se o Fluminense poderia bater o Boca na final da Libertadores. O jogo no Maracanã dividiu o Rio ao meio. Copacabana ganhou ares de milonga e o mar, um jeitão de Rio da Prata. Eu torci muito pelo Fluminense. Talvez, por ser o time do meu pai. Talvez, por ter lançado uma camisa em homenagem ao Cartola. E, no fim, ficou a boa lembrança daqueles dias.


Às vezes, tudo que a gente precisa é de um domingo em Santos. Para reclamar do trabalho, rir das mesmas histórias e ver uma paisagem diferente. Em janeiro, pegamos o carro num fim de semana e descemos para comer um peixe no litoral, que não é São Paulo (mas é tão pertinho que é como se fosse). Nosso passeio por lá rendeu um bom almoço, um ótimo cafezinho depois e um pôr-do-sol na praia, além de imprevistos que dão a graça de qualquer história. Duvida? Confira aqui.


Há quem chame de "sincero" o bar ou restaurante no qual o preço das coisas faz jus ao que elas custam. Mas sincero mesmo é o garçom do Braseiro Labuta, que não titubeia em indicar a farofa de ovos. Apesar do jeitão do atendente, o restaurante não é botequim. É churrascaria. Mas sem a meia-luz pretenciosa da Fogo de Chão de Botafogo nem o ar decadente da Estrela de Sul. Porém, mais não digo, já que nossa intenção aqui não é colocar água na boca de ninguém. Ou será que é?


Dar preço é, por definição, subjetivo. No caso de discos, o valor passa por estado, raridade e outros fatores. A Barão de Itapetininga — uma rua de São Paulo que vai da Praça da República ao Theatro Municipal — tem, lá no fim, uma galeria com lojas que vendem vinil. E, no mundo dos LPs, alguns ganham fama de Santo Graal. Agora, quanto pagar vai de cada um. Nada como encontrar o que não se procura. Seja uma nota de 50 no bolso ou o amor da sua vida numa festa de rua.

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E aí, curtiu? Mande um alô!

Salve, meu povo! Essa edição aí de cima, sobre os vinis da Barão, fez um bom barulho. Alguns amantes do formato, como Liv Brandão, Marcela Pelloni e a Giovana Suzin deixaram seu like no Instagram. Já Ana Rita (sim, ela mesmo) disse que me ouvir falando de música é "sempre um deleite". "Me leva que eu vou, como diriam os poetas da verde e rosa", afirmou.

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Até quinta, às 8h30, aqui na Eixo.