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Imagine que você mora num condomínio onde seu síndico traz uma ideia muito boa que vai beneficiar a todos...
Agora imagine que este síndico seja um cara que roubou milhões, já foi preso por isso, mas foi solto e virou gestor do condomínio. Será que aquela ideia benéfica dele deixa de ser boa só porque ele é ex-presidiário?
Lula é o síndico do nosso "grande condomínio" chamado Brasil. É obvio que eu e qualquer pessoa com o mínimo de ética possível gostaria de vê-lo na cadeia, mas a pessoa que ele é não torna a ideia do "Sur", a moeda comum do Mercosul, uma ideia ruim. Ela é ótima!
Me espanta a ignorância da direita sobre o tema (ok, da esquerda também, mas como a ideia é de Keynes e esquerdista geralmente fica na sua bolha lendo coisas só de esquerda, nunca de direita, sua ignorância já era esperada! a da direita, não). Em geral, todos acham que o Sur é um novo Euro. Não. Não é!
A ideia do Sur é baseada no "Bancor" de Keynes, um economista britânico e LIBERAL (isso mesmo, a esquerda brasileira está usando uma ideia da direita britânica).
Simplificando:
  • Tanto Brasil como Argentina exportam para o mundo e entre si, mas cada país tem sua moeda.
  • Quem compra da gente tem que fazer o pagamento em dólar porque, obviamente, eles não guardam Reais no banco deles!
  • Para completar a exportação, o país comprador precisa converter sua moeda local em dólar e depois converter esses dólares em reais (ou pesos).
  • Como o dólar não é infinito, mas limitado, certos países tem escassez da moeda. Dessa forma eles compram menos da gente porque não tem dólares para nos pagar.
  • Outro problema é a falta de controle sobre o valor do dólar. Quem decide se ele perde ou ganha valor são os EUA, donos da moeda.
  • Como nem o Brasil nem a Argentina tem controle sobre o valor do dólar, não há como controlar precisamente nosso próprio preço, já que o preço de hoje, em dólar, pode mudar amanhã, dependendo do que os EUA fizerem.
  • É por isso que se compra/vende com taxas diferentes, e é por isso que se usa "dólar futuro", justamente para se prevenir da variação dessa moeda, já que o controle NÃO está em nossas mãos.
  • O Bancor de Keynes foi criado para resolver esses problemas de comércio a nível mundial (entre outras coisas) e diminuir a influência do dólar (e dos EUA) sobre nós.
  • O Bancor não existiria como moeda física. Seria puramente escritural, ou seja, você não veria Bancor circulando por aí. Um país trocaria sua moeda por Bancor somente para pagar outro país e ponto final.
  • Sua única função seria facilitar o comércio e estabelecer o padrão sem depender da variação cambial ou políticas de cada país (EUA, Brasil ou Argentina, por exemplo).
O Sur nada mais é do que o "Bancor latino-americano". E foi defendido, inclusive, pelo ex-ministro liberal Paulo Guedes.
Se a ideia for pra frente o Brasil não dependerá de dólar. Qualquer país poderia comprar da gente pagando em Sur. O país saberia exatamente o quanto pagar na sua moeda local, teria previsibilidade e não estaria sujeito à falta de dólar no mercado. Resultado: o Brasil exportaria mais!
Em parte é compreensível o desconhecimento da população sobre o assunto, afinal, se você digitar "Bancor" no google não achará quase nada em português e pouca gente se interessa em ler em inglês.
E é claro que o medo existe e é compreensível!!! Um cara que foi condenado por corrupção, voltou da prisão, e agora tá no comando do país transforma alegria em tristeza e gera preocupação com novos crimes...
Mas precisamos saber separar o executor (passível de críticas) da obra (esta sim a ser elogiada) pois, neste caso, a obra veio do liberal John Maynard Keynes. E merece nosso apoio.
Leitura adicional:
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By Todd Marshall

Last update 1 hour ago3 Min.

Grammar tips

Today we will take a look at a frequently neglected (but important) aspect of English writing: spelling
Have you ever heard of the CVC (Consonant - Vowel - Consonant) rules? They are divided into 4 simple rules:
  • If the word has only one syllable and ends in a CVC, then double the final consonant: stop - stopped - stopping.
  • If the word has two syllables, it ends in a CVC, and the stress is on the second syllable, then double the final consonant: occur - occurred - occurring.
  • If the word has two syllables, it ends in a CVC, and the stress is on the first syllable, then DO NOT double the final consonant : happen - happened - happening.
  • If the word has one, two, or more syllables and does not end in a CVC, then DO NOT double the final consonant: process - processed - processing.
There is an exception to the rule: only the word travel is different from the British to the American formatting:
  • British: travel - travelled - travelling. 
  • American: travel - traveled - traveling.
You must also be aware of past tense irregulars, such as:
  • Run - Ran;
  • Begin - Began;
  • Read - Read;
  • Sell - Sold.
The CACD Advanced Regular Prep Course focuses primarily on CACD mock exams and grammar/vocabulary exercises. In one class we will focus our attention on Summary and English Translation, in the following week on Composition and Portuguese translation, and in the third week on key grammar and vocabulary exercises. Thus, one core topic will last three weeks.
All articles are taken from such sources as The Economist, Foreign Affairs, The New York Times, The Washington Post, The Guardian, as well as sporadic literature and philosophy texts for a more metaphorical language study.
The course will consist of 16 weeks of 1.5hr live classes via ZOOM (24 hours of total class time). The price will be divided into either 5 payments of R$350.00 (Feb. – June) or one payment in cash of R$1,575.00 (10% discount).
I would like to begin the regular course in the week of February 6th – 10th. The course times that I am offering this semester are:
CACD Advanced – Regular Prep Course:
Wednesday mornings: 09:00am – 10:30.
Tuesday afternoons: 14:00 – 15:30.
Monday nights: 19:30 – 21:00.
If you are interested in joining this course, simply reply to this message and reserve your place in the class of your choice or suggest a new time slot. I will work on a first come first served basis. So please let me know of your plans ASAP.
I look forward to hearing from you.
Best regards,
Todd Irwin Marshall.
(31) 99959-8751 / [email protected] / www.toddmarshall.com.br    
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A primeira coisa que mais me irritou ontem no jogo de ontem foi a previsibilidade do time, aglutina diversos jogadores pelo lado direito e não focava tanto no lado esquerdo. Só salvo da partida de ontem o Manoel e as grandes defesas do Fábio.
O Calegari não pode mais ser escalado como titular desse time e o Jorge também não entrou bem, poderia tentar testar então o Marcos Pedro como titular desse time. E mais uma vez, o Samuel Xavier foi mal e o Guga deveria ter entrado em seu lugar e não improvisado o Martinelli na posição.
Algo bem preocupante é o fato de o Cano estar tão mal assim durante esta temporada. Eu começaria a tentar o João Neto como titular e o Vitor Mendes no lugar do Nino. A impressão passada aos torcedores é de o Diniz ter perdido o elenco porque seria a única explicação para o time estar tão mal assim. O Martinelli também não pode mais ser titular, só toca para o lado e quando tenta tocar para a frente erra tudo.
E é incrível como os jogadores estão todos os espaços nos dois lados, a parte física está pesando muito. Deveriam ter voltado a treinar mais cedo. O gol do Lelê saiu em um erro defensivo tanto do Manoel como do Calegari para o time tricolor sair com a derrota. André foi expulso depois de receber dois amarelos.
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Sempre enxerguei as palavras como um portal de suporte à vivência.
A todo instante, adentro este espaço imaginário e faço minha dor ressignificar a partir da ESCRITA.
Sinto que a minha criação bate no outro, porque no outro também dói. A vida é um compilado de altos e baixos. E se a gente não encontrar saídas pra parte baixa do gráfico, dificilmente sairemos de lá. 
Certa vez escrevi um artigo cujo título era: "os livros que me salvaram". E não tenho dúvida de que é nos escritores onde reside meu elixir, o combustível que me faz querer acordar. Minha vida é recheada disso. Grande parte do meu tempo é "gasto" com a concretude da minha leitura. 
Talvez por isso eu tenha começado a escrever cedo. Quando me perguntam por que me tornei um poeta, eu respondo:
— Não tenho a menor ideia. 
Mas no final das contas, acho que sei a origem disso tudo... 
Tinha nove anos quando meus pais se divorciaram. Eu estava no meio de um furacão: intrigas, discussões  e decisões que acompanhei sentado no sofá da sala de uma casa sem televisão. Eu assistia tudo isso desmoronar como se fosse o último episódio de Breaking Bad.
Na escola, sentia vergonha de contar aos meus colegas. Eu era bastante solitário.Quando me encontrava triste, em minha própria caverna, escrevia. Era uma escrita sem fluidez, sem nenhum apreço estético. Lógico, eu estava beirando a pré-adolescência e sequer tinha conhecimento acerca do meu subjetivo. Quem dirá das técnicas narrativas...
Então cresci. Estudei jornalismo, me conectei ainda mais com as convenções da escrita e tive contato com a realidade do mercado profissional. No entanto, foi só em 2009, pouco tempo depois de lançar meu primeiro curta-metragem de ficção, que tudo mudou.
Em São Paulo, num auditório lotado, tive a honra de estudar presencialmente por cinco dias com Robert McKee, considerado até hoje o guru mundial das narrativas. Um cara que deu aula pra mais de 50 ganhadores do Oscar na categoria roteiro, mais de 200 indicados ao Emmy Awards, e acima de tudo um estudioso que possui muito conhecimento sobre literatura, dramaturgia cênica e cinema. 
Foi só neste momento que minha metáfora sobre o escrever ruiu. Comecei a perceber que o trabalho de um escritor é bastante racional, muito técnico e está muito além da escrita.

Hoje eu tenho certeza de que 20% é escrever e 80% construir, planejar e pesquisar.

Depois de milhares de trabalhos para o mercado, posso garantir que o maior auxílio que um escritor ou roteirista precisa ter é de um MENTOR no processo criativo
Óbvio: é necessário (pra não dizer obrigatório!) fazer todos os cursos possíveis, estudar as obras clássicas, ler e escrever todos os dias. No entanto, sem um método eficaz e um acompanhamento é muito difícil estabelecer um padrão de escrita, um caminho a ser percorrido e uma avaliação séria e distante da obra. 
Por isso estou aqui. Estou voltando a fazer algo que me cativa muito e me faz aprender mais do que ensinar: avaliar e conduzir histórias de outros escritores e roteiristas em início de carreira.
A grande questão é:

Você quer aprender a criar um storytelling, do embrião à escrita, com um método eficaz?

Então este texto é pra você! 
CRIAR UMA HISTÓRIA é um processo solitário.
Muitas vezes dolorido: ficamos perdidos a cada nova linha. Desenvolver uma narrativa envolve muitos processos. 

>>> E COMO SABER SE ESTAMOS NO CAMINHO?

Escrever um livro. Desenvolver o roteiro de um longa. Editar um documentário. Criar a bíblia de uma série. Trabalhar no texto de uma palestra. Desenvolver a copy de uma página de vendas. Produzir conteúdo para um blog. Criar estratégias para as redes sociais. 
Como transformar uma ideia em storytelling? E como saber se estamos utilizando o melhor método? 

>>> O Consultório Narrativo está aqui pra ajudar você! 

quinze anos eu tenho estudado profundamente as narrativas. Há mais de vinte tenho mergulhado nas boas histórias.
Me formei em jornalismo, estudei com grandes nomes do cinema e da literatura nacional e da América Latina. É o caso de Marcelo Gomes, José Castello, Jorge Furtado, Daniel Galera, Emiliano Romero, Caco Barcellos, Brito Jr., entre outros. 
Além disso, como mencionei ante, fiz o curso presencial de Robert McKee, o guru do storytelling mundial, em 2009. 
Na última década tive o prazer de ensinar mais de cinco mil alunos a desenvolver histórias de todos os gêneros e formatos. Do embrião à escrita. Atendi centenas de empresas, escrevi cerca de 600 roteiros comerciais e ofereci consultoria individual para quase mil pessoas, além de compor mais de 50 manifestos de marca.
Fui consultor em diversos projetos. Escrevi alguns longas (12, entre ficção e documentário). Atuei como chefe de roteiro da Série As Cidades Azuis (TV Brasil), fui mentor do longa-metragem cearense Coroa dos Ventos (de Elinaldo Rodrigues e Rubia Mércia) e já trabalhei ao lado de palestrantes de renome, como Flávio Muniz, Otélio Drebes e Luciano Vicenzi. 
Desde o ano passado, como Head de Conteúdo da Dinâmica, tenho coordenado uma equipe de redatores, com entregas mensais de centenas de artigos, legendas, e-books, infográficos, vídeos pras redes, entre outros. Também faço parte do Núcleo Estratégico que faz o planejamento de conteúdo de empresas e entidades de grande porte. 
Em suma, minha vida foi construída com muitas ramificações em relação aos formatos de narrativas. E algo que aprendi, que mudou completamente minha forma de escrever, é o MÉTODO – o caminho que você utiliza para chegar no resultado final.
E o mais impactante é que o Método serve para qualquer tipo de arte temporal (que necessita de tempo para ocorrer: com início, meio e fim). 

>> AGORA eu quero auxiliar você a colocar boas histórias no papel!

Há cerca de dois anos eu mudei minha rotina. Passei a atender grandes clientes e a dar mais foco aos meus projetos autorais. Lancei um livro de contos, o Farol da Solidão. E me dediquei ao cargo de gerente de conteúdo na agência. 
No entanto, faz um tempo que comecei a receber algumas mensagens como essa:
Isso me fez refletir.
Quando comecei a viajar, em 2014, com o projeto itinerante Escola de Roteiro, encontrei dentro de mim algo muito gratificante: o ensinar. Um ano depois iniciei no online, com um curso completo de storytelling. E em pouco tempo já estava com milhares de alunos, no Brasil, em Portugal e em Angola. 
Os anos passaram, eu virei professor convidado na ESPM, dei palestras em grandes eventos (como no Conedi e na Aula Magna da Ulbra, por exemplo), desenvolvi estratégias de conteúdo pra algumas marcas e escrevi roteiros pro audiovisual, em diversos nichos e propostas.
Neste meio tempo, recebi um monte de mensagens...
As pessoas queriam entender por que eu desisti, por que meu conteúdo tinha saído do ar, por que eu não montava um grupo de escrita, etc. Em 2022 eu comecei a me organizar pra isso. Conversei com muita gente (alunos e profissionais do mercado) pra entender: como eu poderia realmente impactar a vida de quem deseja escrever?

>>> Assim surgiu o Consultório Narrativo

Sempre fui um grande defensor da terapia. Sempre deixei claro aos meus alunos que o entendimento de nosso subconsciente e inconsciente potencializa qualquer processo de criação.
Então, um dia, em uma conversa com minha namorada, ela me disse:
— Por que você não cria uma forma de atender os alunos numa espécie de psicoterapia, uma análise? 
A ideia fluiu. Percebi que eu poderia dar o meu melhor se, ao invés, de ensinar de maneira genérica, eu me dedicasse inteiramente a um projeto – uma pessoa – por vez. 
Então, criei TRÊS FORMATOS de atendimento pra lhe ajudar:
  • UMA CONSULTA ÚNICA: com duas horas de duração. Um atendimento individual e personalizado. Pode ser sobre o seu projeto, sobre o mercado, sobre sua estratégia para as redes, sobre o seu livro ou roteiro. Esta consulta abrange também uma leitura de algo seu (pra eu te conhecer melhor ou pra eu te instruir acerca de sua necessidade). Dúvidas? Clique aqui pra conversar e se inscrever.
  • CONSULTÓRIO NARRATIVO – 4 ENCONTROS: são 4 sessões , com duas horas cada, de conversas individuais. Ideal para quem deseja aprender de forma rápida um método de escrita específico pra alguma demanda. Ou ainda pra quem quer aprofundar um projeto ou começar a desenvolvê-lo. Vamos nessa? Pra se inscrever ou tirar suas dúvidas, me chama no direct e conversamos.
  • TERAPIA NARRATIVA: encontros semanais, uma terapia contínua pra você evoluir e desenvolver suas narrativas. Como um curso de inglês semanal. Ideal para quem deseja aprender o método de escrita e utilizar o storytelling em sua vida cotidiana, no mercado de trabalho ou ainda pra quem deseja se aproximar do mercado narrativo e ganhar dinheiro escrevendo. Se quiser tirar suas dúvidas e se inscrever, basta clicar aqui.
Cada CONSULTA tem o seu foco e a sua busca. E a gente pode alinhar o que melhor se enquadra pra você
Caso você clique no link acima e as vagas para o consultório narrativo tenham terminado, você pode entrar em uma lista de espera pra aguardar minha agenda liberar novamente. 
Caso você tenha vontade interesse em melhorar seu processo de escrita, estou aqui pra lhe ajudar. 
Vamos nessa? 
Conte comigo. Um abraço,
Marcelo A.
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By Daniel Pels

Last update 2 hours ago2 Min.

Parasha Beshalach
A parasha conta a saída do Egito, a atravessia do mar vermelho e o começo do caminhar no deserto rumo ao monte Sinai. Imaginem , 230 anos de escravidão, de repente abrem-se as portas e podemos sair. Mais que isso, os egípcios abriram os cofres e os yehudim podiam pegar tudo que mereciam e que era deles por direito. Só uma pessoa não estava engajada nisso, de todo povo somente um estava fazendo algo completamente diferente. Moshe procurava o caixão, a tumba de Yosef/José, pois havia uma promessa que o povo não sairia sem os seus restos mortais.
Imaginem a situação: o "cara" morreu há 150 anos atrás, ninguém sabe onde está seu corpo, 3.000.000 de pessoas no seu pé reclamando. Eu me lembro quando era pequeno e íamos para Teresópolis nas férias e meu pai z"l na última hora sempre arrumava um paciente para atender, a festa que era, e aqui, no despertar da nova era, Moshe resolve procurar uma tumba perdida. Mas aqui está a resposta: o comeco de uma nova era.
Nós existimos por força dos nossos antepassados, nós não surgimos do nada. Yosef foi quem trouxe o povo para o Egito, deu para eles uma terra boa e fértil - a terra de Goshen - mas pediu um favor, uma pequena promessa, que no dia que D-s nos retornar a terra prometida, me levem junto. E assim Moshe ensinou os dois fundamentos básicos do comportamento humano que sem eles não sei se temos o direito de viver e desfrutar desse lindo mundo.
O primeiro Chessed/bondade, com os vivos e com os mortos, ajudar e fazer o bem com tudo e todos sem fazer contas. O segundo Hakarat Ha Tov/reconhecer e devolver um favor que nos fizeram. Yosef foi como um patriarca, a dívida do povo com ele era eterna e estava na hora de pagar de volta.
Assim também e nossa vida, esses dois fundamentos, esses dois pilares, tem que ser a luz que nos ilumina, tem que ser o motor contínuo da nossa existência, sem contas, puro e simples.
Shabat shalom
texto: YY  |  adaptação e revisão: daniel pels
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By Carlos Augusto

Last update 18 hours ago4 Min.

Quando tentamos fazer alguma coisa, obviamente esperamos sucesso naquilo.
Há duas ou três semanas atrás - talvez mais, lá estava eu recebendo um desafio bem grande de uma demanda nova e urgente. Eu não estava sozinho, por ter pouca experiência e dado o tamanho da urgência dessa demanda, foram alocados comigo dois dos dev's mais experientes da empresa. O nosso objetivo era: Pegar um código MUITO antigo e esquecido na plataforma principal da empresa, separá-lo como uma plataforma independente e fazer a correção de bug's para deixá-lo "usável" para o cliente - por sinal, um dos maiores.
Lidar com código legado é um saco, principalmente quando não se tem domínio sobre o mesmo e para deixar a situação mais complexa, decidiram utilizar as tecnologias mais recentes, afinal, não é todo dia numa startup que temos a oportunidade para atualizar um código antigo e deixá-lo mais legível e reutilizável. Melhorando também a eficiência do sistema e facilitando futuras manutenções. 
Percebe-se aí dois extremos. De um lado, um código não tão bem escrito, legado e  onde eu não possuía domínio algum e do outro lado, algumas tecnologias de ponta que eu ainda não tive a oportunidade de aprender, até então. 
Imagino que muitos devs já passaram por isso e outros ainda passarão, mas não para por aí. No âmbito pessoal, minha família e eu estávamos esperando alguns parentes que em período de férias geralmente nos visitam. E caramba, eu precisava trabalhar o dia todo, como arrumar tempo para eles? Eu precisava dar atenção.
Não deu em outra. Foi a oportunidade perfeita para o estresse sair pela culatra. Ao passar dos dias eu estava chorando ou com energia o suficiente para dar 10 voltas no quarteirão da minha casa assim que eu abria o editor de código (ansiedade). Eu estava com a autoestima muito baixa e me sentindo a maior fraude do mundo. A pior parte era tentar progredir nas minhas tarefas do trabalho mas eu não conseguia raciocinar de jeito nenhum. Eu não conseguia me concentrar e nem raciocinar direito. Havia algo muito errado comigo. Não cheguei a fazer terapia - apesar de ser muito importante, mas acredito que eu  passei por um evento de Burnout.
Eu estava a um triz de colapsar, até que tomei coragem para relatar ao pessoal da empresa pelo que eu estava passando, e caramba, eu achei que seria desligado da empresa mas o pessoal esteve o tempo todo lá comigo me acompanhando, me auxiliando, me dando espaço para superar esse problema. Isso foi fundamental no processo, até que após mais ou menos 2 meses, eu já estava bem melhor e conseguindo entregar algumas pequenas demandas.
O que aprendi com isso?
  •  Sua saúde mental vale muito mais do que entregar todas as tarefas de uma sprint sobrecarregada
  • Sinceridade e transparência é fundamental para criar laços e crescer
  • Dar o melhor de si é relativo. Haverá dias que o seu melhor é nível Rambo, mas haverá dias que o seu melhor será não deixar de fazer o mínimo, e tudo bem
O Burnout é muito mais persistente do que se imagina e se não adotarmos medidas de longo prazo, ele voltará em estágios bem mais fortes principalmente se não aprendermos a lidar com o estresse. Convido vocês a se informarem mais sobre esta síndrome visto que, na sociedade atual, o estresse e a ansiedade são dois dos grandes males que afetam a população e por consequência estamos mais suscetíveis ao desgaste emocional.
E para finalizar, gostaria de dizer que a história não termina aqui. Este texto que acabei de publicar estava parado a alguns meses e finalizei ele recentemente. De lá pra cá, virei amigo íntimo da ansiedade e do estresse, por consequência, voltei a sentir o tal do Burnout hahaha. Mas nos relatos seguintes, discorrerei mais sobre isso, acompanhem!
Se você não conhece esta série de postagens, dá uma olhada no meu primeiro relato.
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By 1248

Last update 2 days ago5 Min.

Alguns servidores têm jogado nossos e-mails para a caixa de promoções. Se notou que isso aconteceu com você, é só arrastar esse e-mail da caixa de promoções para a caixa de entrada que o servidor já vai entender o recado paras as próximas edições ;)
Edição 40
Enviado em 1 de fevereiro de 2023
Finalmente janeiro chegou ao fim e entramos no mês do Carnaval. Um assunto que esquentou o mercado em janeiro foi inteligência artificial – não poderíamos falar de outro nessa edição.
#AI

Inteligência artificial é a nova galinha dos ovos de ouro

Em meio a todos os desafios econômicos e turbulências políticas que tomaram conta de 2022, uma tecnologia nunca recebeu tantos investimentosinteligência artificial generativa.
Foram US$ 2,6 milhões injetados no setor em 110 aportes ano passado. Em 2021, o segmento atingiu US$ 1,54 milhão em investimentos.
Explicando: inteligência artificial generativa é a tecnologia que permite inventar qualquer conteúdo imaginável a partir de um pedido em uma caixa de texto.
Eu sei que você pensou "ChatGPT!". Ele um ótimo exemplo desse tipo de tecnologia e também o mais badalado – foi praticamente o pivô que levou a avaliação da OpenAI, sua criadora, bater US$ 29 bilhões.
Mas não é só ela que atingiu o status de unicórnio. Huggind Face, Lightricks, Jasper, Glean e Stability AI são outras startups de inteligência artificial generativa que alcançaram valuation superior a US$ 1 bilhão.
Em 2022, pelo menos duas megarrodadas de investimento foram direcionadas para o setor: a da Anthropic, desenvolvedora de modelos de IA e equipamento de pesquisa, que recebeu US$ 580 milhões; e a Inflection AI, de tecnologias de interação humano-computador, que levantou US$ 225 milhões.
É apenas o início. Mesmo com o interesse em altas dos investidores, os dólares investidos em IA generativa ainda são incipientes perto da representatividade que o setor pode ter. Uma parcela majoritária das startups da área recebeu nenhum ou pouco financiamento, o que indica uma grande oportunidade para o venture capital.
Das 250 startups de IA generativa mapeadas em um relatório da CB Insights, 16% delas conseguiram uma Série A, 11% levantaram rodadas de Série B ou C, e 33% ainda não tiveram nenhum aporte de terceiros.
#AI

Por que investir em startups no Brasil? Robô responde

Encontramos essa publicação de Bruno Pauletti, managing partner da EquityRio, no Linkedin e achamos interessante de trazer para cá como adendo ao assunto inteligência artificial.
Ele pediu ao robô da ChatSonic listar alguns dos motivos para investir em startups brasileiras e olha só os 7 motivos que apareceram:
1️⃣   Ticket médio baixo: investimento mínimo menor do que em outros países, o que torna a modalidade uma opção acessível para quem tem recursos mais limitados.
2️⃣  Economia forte: como uma das maiores economias do mundo, o país fornece um ambiente estável para as startups crescerem e prosperarem.
3️⃣ Diversidade de talentos: o Brasil é lar de uma população grande e cheia de diversidades, facilitando a descoberta de profissionais talentosos e criativos.
 4️⃣ Baixo custo de vida: o custo de vida no Brasil é menor do que em muitos outros países, o que facilita os recursos necessários para colocar um negócio em funcionamento, bem como a gestão do seu orçamento.
 5️⃣  Acesso a mercados emergentes: o Brasil abriga alguns dos mercados que mais crescem no mundo, incluindo e-commerce e tecnologia. Isso oferece muito potencial para os investidores capitalizarem essas tendências.
6️⃣  Apoio do governo: o governo brasileiro tem tomado medidas para apoiar as startups, fornecendo incentivos fiscais e oferecendo acesso aos recursos necessários, tornando mais fácil para os empreendedores tirarem seus negócios do papel.
7️⃣ Regulamentações favoráveis: o Brasil possui uma série de regulamentações em vigor destinadas a proteger os investidores. Isso pode proporcionar uma sensação de segurança e tranquilidade ao investir em uma startup.
#accelerator

Ressurreição das aceleradoras?

As aceleradoras estão recuperando o ritmo depois de alguns anos mais lentos.
Uma motivação é entrar cada vez mais cedo nos negócios e também a ideia de que os maiores programas de aceleração do mundo, como o Y Combinator, não são mais tão adequados para empreendedores que querem abordagens mais práticas e de longo prazo. 
No ano passado, a Sequoia, um dos mais renomados fundos de investimento, anunciou o lançamento do Arc, um programa de aceleração de oito semanas que inclui um cheque inicial de US$ 1 milhão para os negócios escolhidos. A ideia é da Sequoia é utilizar o seu know-how para diferenciar os negócios que resistirão ao tempo daqueles que não.
Já a a16z, por sua vez, reformou o Crypto Startup School para um formato de aceleradora. Os participantes recebem um investimento inicial de US$ 500 mil e participam de um programa de doze semanas em Los Angeles.
O que chama a atenção do mercado é que as duas iniciativas parecem compartilhar o interesse em fornecer às startups ajuda para navegar em alguns dos elementos mais previsíveis que contribuem para o sucesso de um negócio: desenvolver networking, conhecer investidores e pivotar com os recursos disponíveis.
Informativa, inteligente, exponencial.
Selecionamos as principais notícias do mercado. Trazemos editoriais, análises, entrevistas e materiais educativos. Fazemos você embarcar nesse ecossistema que pode te trazer retornos inimagináveis.
O nosso e-mail chega na sua caixa de entrada toda sexta-feira, às 12h48.
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Olá pessoal, estão gostando dessa nossa série falando sobre a música sertaneja, pois bem vamos para a parte 3, e vamos contar mais um pouquinho da história do ritmo do coração do brasileiro.
Após esse início a música caipira já tinha tomado conta do brasil, as rádios já estavam bastante difundidas pelo país a fora. Vamos de um fato histórico, em 1922 Roquette-Pinto fez a primeira transmissão de rádio no país, mas somente no ano seguinte em 1923 ele fundou a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro sendo a primeira rádio do país, mas o que isso tem a ver com a música sertaneja, tudo!!!
Após esse começo bem interiorano, a partir de 1945 houve uma mudança de “chave” na música sertaneja, que foi a transição da música predominantemente com violas (trazidas pelos portugueses na época de colônia) para inclusão de mais instrumentos musicais, como a harpa, acordeão. A ideia foi dar uma nova roupagem as músicas e trazer mais conservadorismo e novos ritmos. Os temas claros, continuaram os mesmos, mas agora com muito mais musicalidade, e tocando direto e predominantemente nas rádios AM do Brasil.
Já tínhamos alguns artistas que eram referências e que ainda são até os dias atuais como Tião Carreiro e Pardinho, Tonico e Tinoco, Zé Carreiro e Carreirinho, Belmonte e Amaraí, Pedro Bento e Zé da Estrada, Liu e Léu, Cascatinha e Inhana, Pena Branca e Xavantinho e etc.
Em breve teremos a parte 4, com mudança enorme nas músicas. Aguardem.
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Um texto que eu escrevi

Você sabe o que é sobrevivencialismo? Nos EUA, os mais famosos são os que se preparam para os grandes desastres ou apocalipses (e tem para todo gosto: meteoro, vírus, colapso financeiro, guerra atômica, etc.) e muitas vezes são motivos de piada. Basicamente, o propósito é se preparar para sobreviver a uma grande catástrofe. E não só ficar vivo, mas como prosperar depois.
Você pode não concordar com eles, ou com a certeza da catástrofe que eles têm (fique tranquilo, eu também não concordo haha), mas uma coisa é fato: essas pessoas se sentem muito bem e são felizes quando conseguem atingir seus objetivos e “se preparar”. Uma grande parte dessa felicidade, na minha opinião, vem do fato de que, além da segurança que eles supostamente têm, eles agora tem mais autossuficiência, ou seja, eles podem contar com eles mesmos para suas necessidades.
Quanto do que você consome hoje é você mesmo que produz? Com sorte, talvez 1%. Hoje vivemos em um grande sistema, que proporciona a todos um conforto maior e mais recursos, com o custo de que tudo hoje é especializado, separado, e poucas pessoas conhecem o processo inteiro de alguma coisa.
Essa especialização traz consigo exatamente a falta de autossuficiência. No trabalho viramos executores de um processo. Apertamos botões, empurramos carrinhos, imprimimos papéis e falamos ao telefone. Tudo isso torna o trabalho muito mundano e repetitivo, e quando qualquer problema ou anomalia acontece, é só você parar e chamar o responsável.
A falta de autonomia vira uma força para alguns negócios, já que é fácil substituir as peças (pessoas), mas ao mesmo tempo acaba com a satisfação das mesmas peças. Quem tem perfil e inclinação, vira empreendedor, e mesmo com todos os altos e baixos, é feliz, sabendo que só depende de si mesmo para avançar e se perder, a culpa é só sua.
No livro “A coragem de não agradar”, os autores discutem a psicologia adleriana (as teorias do psicólogo Alfred Adler), em que Adler define que os objetivos fundamentais do ser é a autossuficiência individual e a cooperação dentro da sociedade. Ou seja, sem isso, a pessoa não vai ser feliz. Pelo menos não por completo. Ela deve buscar a sua independência. Seja dos pais, dos amigos, do trabalho, etc.
Vivemos hoje um mundo diferente de 50, 70 anos atrás. Lá, a fidelidade à empresa era valorizada. Você deve escolher uma empresa que paga suficientemente bem, ficar de cabeça baixa, fazer o que mandam e ir para casa quando der a hora. O quanto você gosta ou não do trabalho não importa. Contanto que você execute sem problemas a sua tarefa, tudo vai estar bem.
A mecanização, melhoria do ensino e a modernização da sociedade foi mudando essa percepção. Os trabalhos se tornaram cada vez mais criativos e menos repetitivos, mais intelectuais e menos manuais. Essa diferença na natureza do trabalho cria necessidades diferentes nas pessoas também. Antes, o que satisfazia era o hobby, hoje deve ser o trabalho. Antes o importante era a estabilidade, hoje é o pertencimento, o alinhamento cultural.
Acredito que parte das necessidades das pessoas no trabalho hoje, podem ser resolvidas com mais autonomia e autossuficiência. É nosso papel como líderes capacitar as pessoas, permitir que elas experimentem, errem e aprendam.
Entregar essa tão sonhada “liberdade”, mesmo que parcial, pode fazer mágica na produtividade das pessoas e consequentemente da empresa. O ambiente altamente controlado das linhas de produção podem dar espaço aos estúdios e salas de reunião, lousas e folhas de papel.
Apesar dos grandes benefícios dessa mudança cultural, quando ela acontece temos que enfrentar outras dificuldades, como o burnout, mas é história pra outro dia…

Um insight que eu tive

https://www.youtube.com/@MySelfReliance
Esse canal é de uma pessoa que foi viver em uma propriedade isolada e ele mesmo construiu a casa, etc. Eu gosto muito dessa pegada de vida “fora do sistema”, viver uma vida mais pacata e isolada. Uma parte dessa atração, provavelmente venha exatamente dessa sensação de autossuficiência que falamos antes e a percepção diferente do tempo. Em um dos vídeos, enquanto ele construía a casa, eu pensei assim: “ele está fazendo do jeito mais difícil, vai demorar muito mais, tem ferramenta melhor pra usar”. E eu tinha razão. Pelo menos do meu ponto de vista. Mas pensando um pouco mais eu percebi que esse não era o objetivo. Por que ele faria mais rápido? Onde ficaria o prazer de fazer, se ele não pudesse aproveitar cada segundo? Ele teria pressa pra quê?
Fica ai um convite para você viver uma vida um pouco mais lenta, com menos relógio cronológico, menos pressa e, quem sabe, mais prazer.

Uma série que eu gostei

Uma das coisas que sempre me impressionaram foi a competitividade e a capacidade de dedicação de algumas pessoas, principalmente atletas. Na série, é possível a gente ver que os pilotos e os gestores têm muita paixão pelo esporte, às vezes acabam tendo conflitos por isso e nem tudo é racional. Por outro lado, vemos que o lado “business” é sim muito forte, e faz toda a diferença em muitas decisões que são tomadas e favoritismos. De qualquer forma, é sempre interessante poder ver atrás das cortinas de um negócio tão grandioso e que move tantas pessoas e dinheiros. Sempre há lições que podemos tirar de lá. Para mim, a principal foi: não importa quem você é, no final o que vale é sempre o resultado.
Fique tranquilo, você não precisa gostar de F1 para gostar da série (ou quem sabe pode até descobrir que gosta).
O que você achou? Me conta a sua opinião.
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Apesar de algumas mudanças em termos de tecnologias adotadas, o call center continua sendo um serviço que traz diversos benefícios para as empresas. É fácil pensar que, em tempos de ChatGPT e bots para as mais diversas áreas, o call center entraria em declínio e logo seria substituído.
Clique aqui para continuar lendo.
#callcenter #telefonia #4infra
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Opinião Esportiva4 hours ago
Red Bull e Ford, parceria nova para a atual campeã
De acordo com o GE a Red Bull Racing e a Ford entraram em acordo para a fabricante americana fornecer motores para as equipes Red Bull e Alpha Tauri de 2026 até 2030
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Futuro Craque Academy17 hours ago
Pronto para a Temporada 2023
PRONTO PARA A TEMPORADA 2023?
Fevereiro começou, período que as categorias de base estão entrando em férias. Os clubes treinaram e jogaram durante o ano todo em suas competições regionais e estaduais que se concluem até dezembro. Janeiro já ficou caracterizado como o mês dos torneios de verão, alguns com quase 50 anos de tradição, como a Taça São Paulo de futebol Jr, ou aqui em Santa Maria o EFIPAN. Certames conhecidos pela visibilidade e pelo vasto número de olheiros garimpando jovens talentos. Muitos Craques consagrados do nosso futebol passaram por estas competições, Neymar, Ronaldinho Gaúcho e tantos outros. Assim Fevereiro é um mês de, principalmente, descanso extremamente necessário para todo atleta. Dormir até mais tarde, praia, baladas, sempre com responsabilidade e limites. Mas, também é um momento de reflexão e avaliações, de escolhas, de desempenho e de resultados, este último quase um sobrenome do jogador de futebol de sucesso.  Se tu faz parte de algum clube, sabes bem que a concorrência é intensa e que qualquer deslize é o suficiente para uma dispensa dentro de um grande clube, isso pelo fato da grande oferta de matéria prima de qualidade no Brasil, o jogador talentoso. Se tu não faz parte AINDA, da equipe de categoria de base, tem muito a se preparar para poder aproveitar uma oportunidade. Tantose tu estás na base, ou se ainda busca a tua vaga, muito fatores precisam ser cuidados e planejados.  Quatro deles penso que sejam primordiais e que estão todos interligados, Organização da rotina do atleta, preparação física adequada, Fatores Nutricionais e talvez o ponto que determina se todos os outros terão resultado positivo. Isso tudo precisa estar claro na cabeça do atleta e também, na cabeça  dos pais e responsáveis. Planejar a temporada, metas e objetivos ajudar a minimizar erros pelo caminho. Nas próximas edições trarei aqui textos de especialistas dando orientações sobre estes pontos importantíssimos.   A vida de um atleta, ou de um postulante a atleta de alto rendimento, precisa ser encarada como a vida de um profissional de futebol já formado. Sempre digo aos meus alunos “se tu acordas pensando em ser jogador de futebol, dorme pensando em ser jogador de futebol, come pensando em ser jogador de futebol, tenho uma coisa a te dizer, tu já és jogador de futebol, vamos em busca da profissionalização então! Concluindo, PRONTO PARA A TEMPORADA 2023? Ah, já aproveita e entra lá no futuro Craque podcast, tem muito conteúdo para te ajudar. Abraço!
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Casinha do pc.historias3 days ago
Saudade..
7 letras com um sentimento enorme, uma palavra de alegria e tristeza, companhia e solidão, tudo misturado dentro de um coração.
Seria difícil explicar o inexplicável, não ter palavras para descrever a sensação, das horas que podem parecer anos de aflição.
Mas não é de todo ruim, a melhor parte é o aconchego, que vem depois da palavra, depois da saudade e que volta pra dentro da gente pro ciclo recomeçar.
Esse é o bom da saudade, imaginar que ela nunca morre, sempre recomeça, pra sempre haver o reencontro.
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Flávio Costa5 days ago
Inteligência Artificial: que brilhante revolução que estamos vivenciando!
A Inteligência Artificial (IA) está revolucionando os negócios, melhorando a capacidade de análise de dados e fornecendo insights que antes não eram possíveis. As empresas obtém insights dos seus clientes com maior precisão e rapidez, auxiliando na criação de produtos e serviços personalizados.
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ADVOGADAS DO FUTURO Last week
O EXTRAJUDICIAL PODE SALVAR SUA EMPRESA
Guerra ou Paz?
Imagine um profissional que trabalha com pequenos reparos, troca lâmpada, aperta parafuso, fura a parede e, vulgarmente, é conhecido como “faz tudo” ou “marido de aluguel”.Imagine ainda que para ele desempenhar sua função, qual seria a melhor opção ..... sair de casa todas as manhãs
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wfpelosoLast week
Crítica do filme Luta pela Fé - A História do Padre Stu
Luta pela Fé - A História do Padre Stu é com certeza um filme obrigatório à todos os católicos e mais, traz um relato de vida e de conversão muito bonito, que deveria ser visto e apreciado por todos.
Leia em: https://www.nerdview.com.br/2022/09/luta-pela-fe-historia-do-padre-stu.html
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Romano OlímpicoLast week
Hugo Calderano começa 2023 arrasador
Mesa tenista brasileiro entrou como cabeça de chave 1 em 2 torneios e conquistou 2 títulos.
Em toda a brilhante carreira, o ano de 2023 começa como o melhor para o mesa-tenista Hugo Calderano. Ele disputou 2 torneios do circuito WTT neste mês de janeiro e venceu ambos. Hugo entrou como cabeça de chave principal e confirmou o favoritismo. Vale destacar que os 5 melhores do ranking mundial não disputaram esse torneio: os chineses Fan Zhendong, Ma Long e Wang Chuqin, o japonês Tomokazu Harimoto e o sueco Truls Moregardh. Mas ao contrário de outros torneios em 2021 e 2022 em que mesmo sendo um dos cabeças de chave, Hugo perdeu para adversários de ranking intermediário, desta vez ele não deu chances e mostrou muita tranquilidade para fechar jogos enroscados.
O 1º título veio em Durban, na África do Sul. Calderano venceu 5 jogos com apenas 3 games perdidos. O jogo em que teve muitas dificuldades foi as quartas de finais contra o chinês Lin Shidong, com vitória por 3 a 2. O 2º título foi neste final de semana em Doha, no Catar. Mais cansado pela semana anterior, Hugo perdeu 5 games em 5 jogos. Teve duas partidas muito complicados. Nas oitavas precisou do 5º set e incríveis 16-14 para superar o austríaco Robert Gardos. Na semifinal 11-9 também no 5º set contra o chinês Xiang Peng. 
Hugo Calderano soma agora na carreira, 4 títulos do circuito WTT: Doha 2021 e 2023, Tunis 2022 e Durban 2023. Ele começou o ano em 7º no ranking. Subiu para 6º semana passada e agora será 5º colocado. 
O principal evento do tênis de mesa este ano é o mundial individual que vai acontecer no final de maio na África do Sul. A competição ocorre há cada 2 anos. Calderano vai buscar uma inédita medalha. Em 2021, ele ficou muito próximo e teve uma eliminação traumática nas quartas de finais para o chinês Liang Jingkun. O brasileiro vencia por 3 games a 0 e tomou uma incrível virada para 4 a 3. 
Dos 5 nomes que hoje estão a frente de Calderano, 2 chineses são os mais difíceis de serem superados. Fan Zendhong é o líder do ranking e atual campeão mundial. Chukin foi o grande nome de 2022,  quando venceu o WTT Finals e o WTT Champions,  reunindo os melhores da temporada. Contra eles, Calderano ainda precisa melhorar seu jogo. Ma Long é o atual bicampeão olímpico. Mas com 34 anos, não teve bons resultados nos 2 últimos anos e pode estar caminhando da aposentadoria. 
O japonês Tomakazu Harimoto é outro fenômeno, mas oscila bastante entre jogos brilhantes e alguns fiascos. O sueco Truls Moregard é o atual vice campeão mundial e venceu Calderano no único confronto entre eles no WTT Finals de 2022. 
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Nereu Escreveu2 weeks ago
Big Brother, existe programa melhor ou pior?
Chega janeiro e tão certo quanto a virada do ano e o calor escaldante é a chegada do Big Brother, programa da Rede Globo cujos participantes, confinados numa casa-estúdio, disputam um milionário prêmio e a atenção de milhões de espectadores.
Eu não gosto e não assisto, mas entendo que exista inclusive uma parcela de pessoas bem estudada e preparada que goste muito do BBB.
Tudo vai do gosto, acredito que pra relaxar a cabeça depois de um dia estressante não tenha nada de errado ver o programa, ou futebol, novela, etc.
Apenas me preocupo se todo o entretenimento de uma pessoa é preenchido com programas desse tipo. 
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