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Um evento em Nova York, nos dias 14 e 15 de novembro próximos, exatos 15 dias depois do segundo turno das eleições presidenciais, organizado pela empresa de João Doria, com a presença de um governador de estado, que poderá estar reeleito, ou não, três economistas com ligações estreitas com a esquerda escancarada e enrustida, um megaempresário dos setores do agronegócio e de combustíveis e cinco ministros do Supremo Tribunal Federal, mediado por um jornalista brasileiro declaradamente anti-Bolsonaro. Isso parece normal para você? Para mim não, mesmo que sejam vozes da minha cabeça entoando uma teoria de conspiração. Mas vamos a ela.

Dia 14/11 - O Brasil e o respeito à liberdade e à democracia - Palestrantes: 5 ministros do Supremo Tribunal Federal

Até o momento em que escrevo este artigo, os únicos atos antidemocráticos e que atentam contra a liberdade no Brasil não partiram do presidente Jair Bolsonaro. A imprensa é 100% livre e em nenhum momento desde 1 de janeiro de 2019 sofreu qualquer tentativa de censura por parte do governo.
O Congresso Nacional funciona com total liberdade, sem mensalões ou petrolões, deputados federais e senadores exercem seus mandatos com a mais ampla tranquilidade, inclusive derrubando vetos do presidente da república mais de uma vez sem que isso tenha alterado a normalidade institucional e constitucional.
O poder judiciário e todos os seus puxadinhos continuam trabalhando normalmente, sem constrangimentos que afetem seu funcionamento ou a liberdade de seus ministros e juízes em todas as instâncias, a ponto do presidente da república, absurdamente, ter sido incluído em inquéritos ilegais e inconstitucionais, sem que isso tenha gerado alguma ação autoritária da presidência contra o poder judiciário.

Por que 5 ministros do Supremo Tribunal Federal precisam se deslocar num mesmo dia para participar de um evento em defesa da democracia e da liberdade em Nova York?

Não soa estranho que o tema das palestras de 5 ministros tenham a ver com a garantia da liberdade e da democracia que eles mesmos vêm suprimindo? Quem censurou a revista Crusoé, prendeu jornalistas e políticos em pleno mandato, desmonetizou canais de cidadãos comuns, perseguiu pessoas, invadiu as competências do executivo e do legislativo, legislou sem ter poder para isso, suspendeu nomeações e decretos presidenciais, não foi Bolsonaro, foram os membros do judiciário, os mesmos que estarão palestrando em nome da liberdade e da democracia.
O que esses ministros terão a falar? Ou estarão lá para justificar uma ação que terá impedido Bolsonaro (o autoritário, golpista, machista, sexista, homofóbico, transfóbico, racista...) de se reeleger e com isso causado uma convulsão social que precisou ser reprimida com censura e leis autoritárias para conter os ânimos do povo inconformado?

15/11 - A economia do Brasil com o Novo Governo - Palestrantes: o governador de São Paulo, três economistas ligados à esquerda e um megaempresário.

Não faz muito tempo, o empresário Jorge Paulo Lemann, dono da AMBEV e franco patrocinador da esquerda brasileira, declarou em outro evento nos Estados Unidos, mais especificamente em Harvard, na presença de outro ministro do STF, Luís Roberto Barroso, que inclusive se referiu ao presidente Bolsonaro como "inimigo", que no próximo ano teremos um novo presidente no Brasil. E isso ficou no ar para quem quisesse entender como quisesse. Mas... Que garantia ele teria para dizer isso?
Vemos agora, novamente nos Estados Unidos, um evento que conta com economistas que já participaram de governos de esquerda, emprestando a eles suas credibilidades na elaboração do Plano Real, no comando do Banco central por 8 anos e no comando do ministério da Economia. Pessoas ligadas a Fernando Henrique Cardoso e a Lula. Estão lá para falar da economia com o Novo Governo.

Que Novo Governo é esse do qual já sabem até qual será a política econômica adotada?

Se fosse para falar da política econômica de Paulo Guedes, não precisariam se dar ao trabalho. O próprio Paulo Guedes faz isso, e com muito mais brilhantismo que estes três juntos, mais o governador de São Paulo cujas chances de ser reeleito não são muito boas, mais o megaempresário Rubens Ometto que doou 500 mil reais para a campanha do improvável Luciano Bivar depois de já ter doado dinheiro para Lula e Bolsonaro. Como alguém poderia ter uma palestra pronta sobre os rumos da economia se a eleição não aconteceu ainda? Ou será que as insistentes pesquisas fraudulentas têm mesmo a função de tentar convencer a população daquilo que ela enxerga diferente com seus olhos e escuta com seus ouvidos?
No dia 18/5/2022 publiquei o artigo "Lula já está eleito presidente e a gente não sabe?", do qual reproduzo abaixo o seguinte trecho:
Reunião na casa de Kátia Abreu - É muito, mas muito suspeito, que uma reunião na casa da senadora Kátia Abreu tenha reunido em volta da mesma mesa Rodrigo Pacheco(PSD-MG), Renan Calheiros(MDB-AL), Randolfe Rodrigues(Rede-AP), Marcelo Castro(MDB-PI), Jaques Wagner(PT-BA), Tasso Jereissati(PSDB-CE) e a própria anfitriã, Kátia Abreu, e também participaram do jantar os ministros do STF Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Ricardo Lewandowski e que o tema de fundo, pelo menos o que foi dito publicamente, tenha sido a criação de um grupo no senado para defender o STF. Estranho que dentre os assuntos tratados tenha tido relevância uma reclamação de Rodrigo Pacheco sobre o programa da Jovem Pan Os Pingos Nos Is e que o objetivo da reclamação seria calar os jornalistas. Muito suspeito também é que estavam ali Renan Calheiros, sabotador da candidatura de Simone Tebet pelo MDB e Tasso Jereissati, cujo partido sabota a candidatura de João Dória, além de ser adversário histórico de Ciro Gomes. E não menos estranho ou suspeito, muito pelo contrário, a presença dos três ministros do STF responsáveis diretos pelo combate ao governo Bolsonaro e principais artífices do fim da Lava Jato.

Para ficar ainda mais estranho – Jaques Wagner

Para ficar ainda mais estranho - O petista Jaques Wagner, também presente na casa de Kátia Abreu, segundo declarações de Jair Bolsonaro, teria ligado no dia de ontem para os embaixadores da França e dos Estados Unidos para tratar da transição de governo, de um governo Bolsonaro para um governo Lula. Então, repito a pergunta pela terceira vez e deixo você pensando a respeito:Lula já está eleito presidente e a gente não sabe?

Teria sido sobre isso que Jorge Paulo Lemann falou em Harvard? Terá sido isso que trataram na casa da senadora Kátia Abreu? Terá sido por isso que João Doria renunciou à sua candidatura à presidência?

Lamento se incomodo com meu incômodo, mas sinto um cheiro muito ruim nisso tudo. Parece-me óbvio, também, que se, eu, um mero Zé Ninguém nesse universo de pilantras, identifiquei que há algo estranho nessa história, o presidente Bolsonaro e sua assessoria e serviços de inteligência já perceberam há muito mais tempo.
Portanto, minha teoria de conspiração não é dirigida a ninguém do alto escalão da república, mas a você, para que questione com mais elementos o porquê da recusa no aumento de segurança do processo eleitoral, que questione também os motivos que têm levado Edson Fachin a fazer pronunciamentos preventivos, como o que fez hoje em Washington - coincidentemente também nos Estados Unidos - dizendo que o judiciário não aceitará intervenção dos militares no processo eleitoral e que prevê uma revolta nas ruas se a população não ficar satisfeita com o resultado das eleições.
E que você preste mais atenção às ações e atitudes do ministro Alexandre de Moraes - no STF e no TSE - em "parceria" com a Procuradoria Geral da República, na pessoa da procuradora Lindôra Araujo, e no TCU, onde o petista Lucas Rocha Furtado trabalha contra o governo Bolsonaro desde o primeiro dia.
Como já disse inúmeras vezes, não é na instituição judiciário ou nas urnas eletrônicas que não confiamos. Nós não confiamos nas pessoas que as comandam. Eles até tiram o diabo da cadeia para fazê-lo concorrer às eleições. E agora, ao que parece, estão preparados para garantir que ele ganhe.
Ficaria aqui mais 2 mil linhas falando sobre isso. Mas acredito que dei o recado que precisava.
Agora você já encontra na Amazon meu livro “Como vi a Lava Jato começar a morrer”
Uma narrativa das ações do STF que levaram a Lava Jato ao seu triste final. Uma coletânea de artigos, todos com base nos fatos, a maioria referenciada por notícias da imprensa sobre as ações do Supremo contra a operação durante a operação Lava Jato.
Uma maneira de entender como as conquistas da Lava Jato foram sendo revertidas, quais foram os principais artífices dessa conquista da sociedade brasileira e como eles foram se revezando nas ações que culminaram com a soltura dos maiores ladrões dos cofres públicos da história do Brasil.
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#0055: No último dia 28 de junho de 2022 a parceria entre CONFEA, CREA, Mútua, ABDI e BIM Fórum Brasil apresentaram os resultado da maior pesquisa já feita sobre digitalização no setor de engenharia no Brasil, e eis aqui estão os nossos dois centavos sobre o tema.

Contexto (1/7)

Para aqueles que não sabem do que estamos falando já vamos compartilhando de uma vez todos os links pertinentes para o bom entendimento deste texto: aqui você encontra o post no site do BIM Fórum Brasil e aqui você tem o link para o PowerBI com os resultados.
Entre o copo meio cheio e meio vazio eu prefiro ficar com o copo meio cheio, até conversei isso com algumas pessoas pois estando de fora e vendo a comida pronta é fácil falar que poderia ter sido feito tal pergunta, ter utilizado tal método etc., contudo neste caso é melhor ficar com o lado que diz parabéns a todos os envolvidos que dedicaram seu tempo para conseguir não só estruturar a pesquisa, mas também montar os dashboards, trabalhar as estatísticas e limpar a base.
Tendo trabalho mais de dois anos só com dados e estruturando pesquisas de mercado durante a pandemia sei bem como é a dor de validar as respostas e pensar a melhor maneira possível de estruturar as apresentações, as vezes não adianta ir muito fundo nas análises de cara porque simplesmente o público não vai alcançar seu raciocínio, as vezes ficamos viciados e parece simples retirar insights das coisas, mas a verdade é que não é bem assim.
Dito isto uma das coisas que mais achei interessante foi a questão da validação estatística da pesquisa e isto não esta escrito no post ou no PowerBI, foi dito dito no evento de apresentação dos resultados que copio aqui:
“Os resultados da pesquisa são representativos não apenas dos 5000 profissionais que participaram da pesquisa, mas dos 600 mil que formam a população de inferência com um grau de confiança de 95% e uma margem de erro de 2%”
Minuto 41:10 da apresentação da pesquisa
Além dos insights que o time de análise fez, explico um pouco mais sobre o meu ponto de vista do que é uma apresentação dos dados e pensamos mais algumas coisas sobre os resultados que talvez possam ajudar no futuro das ações.
Vamos lá.

Storytelling with Data (2/7)

Com o advento da pandemia em março/2020 tivemos uma grande missão de organizar a primeira grande pesquisa sobre o futuro do trabalho no Brasil, na época conseguimos capturar mais de 600 resposta de C-Levels e Diretores das maiores empresas atuando no país.
Com os resultados publicados ficamos bem felizes com os feedbacks recebidos, mas um em particular foi marcante e mudou complemente minha história analisando dados e gráficos, o comentário dizia algo como “legal a ideia, mas a apresentação dos dados esta fraca e confusa, você deveria ler o livro Storytelling with Data” (thanks man).
Você pode ter 1000 comentários positivos, mas os negativos é de onde vem o ouro para evoluir, seguimos a recomendação e para quem não conhece pode ler e estudar que vale cada centavo.
Como tivemos mais um monte de pesquisas depois daquela primeira foi meio nítido para mim a evolução dos processos de análise, algumas vezes até exagerando no detalhamento que me rendeu uma bronca na época porque começou a ficar muito complexo.
Por que falamos sobre isso? Porque apresentar os dados é contar uma história e esta história pode ser contada de N maneiras e em nenhum momento deve faltar uma parte dela.
Algumas partes que não estão tão explicitas e que conseguimos sanar as dúvidas consultando o pessoal do BIM Fórum são:
  • Todas as perguntas foram obrigatórias na pesquisa, mas algumas perguntas tinham respostas que abriam mais perguntas ou só direcionava para o próximo tópico, exemplo: Você tem experiência em BIM? Sim, abre mais pergunta sobre. Não, não tem sentido fazer mais perguntas, logo, segue para o próximo tópico.
  • As páginas 3 e 4 dizem respeito a 100% do público que teve respostas válidas.
  • Na página 5 as respostas de consumo de info consideram somente quem respondeu que busca info em algum lugar e o conhecimento e sensibilização desconsidera 11.2% das pessoas que não ouviram falar em BIM.
  • Na página 6 as motivações e barreiras desconsideram os 11.2% das pessoas que não ouviram falar em BIM; as ações orientadas correspondem aos 15% que dizem não ter nenhuma ação; das características dos adotantes e usuários consideram as respostas dos 57% em estágio inicial; e os dados de experiência em BIM consideram os 26% que já desenvolveram algum tipo de trabalho com BIM.
Pode parecer besta, mas isso faz toda a diferença na hora de tirar os insights.

Dos negativos (3/7)

Uma coisa que tive bastante curiosidade de entender é o comportamento daqueles que disseram ter tido uma experiência negativa utilizando BIM (7,8% dos 88,8% de participantes que responderam que sabem que já ouviram falar de BIM).
Mesmo que o número continue sendo absurdamente alto no quesito busca por informação, há uma pequena queda em todos os tipos de busca de informações sobre BIM e quem consegue tirar essa galera de casa para ir a um evento são as associações e entidades de classe, fonte esta de informação que dobra a participação nos eventos dos negativos (aqui não sei o impacto da pandemia neste quesito).
Outra curiosidade dos negativos é que eles são o grupo que consideram os fornecedores de software como a principal fonte de informação (os neutros e positivos consideram que a principal fonte de informação são as associações e entidades de classe).
Outra curiosidade curiosa é que os negativos pedem demandas de capacitação em metodologias de planejamento e gestão de trabalho como principal ponto a ser desenvolvimento e os positivos tem como principal ponto para capacitação o uso das soluções de tecnologia.
Cruzando os insights talvez a percepção negativa venha da falta de domínio do que e como fazer as coisas utilizando as ferramentas BIM disponíveis, problema que é agravado pela qualidade do material que é divulgado pelos fornecedores de soluções de tecnologia, ou seja, eu imagino que o negativo começa a usar as coisas, se frustra, tenta buscar informação, não encontra ou é de má qualidade e abandona o negócio dizendo que não funciona porque a experiência que ele teve foi péssima.
Experiência essa que deve ter tido um monte de problemas e que migrou do BIM para o CAD no meio do caminho.
Para refletir.

Da página 4 (4/7)

Algumas coisas engraçadas de trágicas de ver na pesquisa: pior do que ultrapassar os prazos e estourar orçamentos é não saber dizer se você esta estourando prazos (5.3%) ou orçamentos (12.8%).
A coisa vai ficando interessante quando você cruza os dados de quem respondeu sobre prazos e orçamentos com quem não utiliza padrões de trabalho e percebe que os números dobram da galera que não sabe dizer se esta estourando prazo (de 5.3% para 11.8%) e acontece quase o mesmo em orçamento (de 12.8% para 22.4%). Conclusão: para quem não sabe para onde esta indo qualquer caminho serve.
Dito isto, aqui vai um apanhando de conclusões sobre os dados dos que se consideram com grau de conhecimento de usuários nas tecnologias aplicadas a construção civil:
  • BI não fazem milagre, pois mesmo utilizando ferramentas de BI os números de estouro de orçamento e prazos não sofrem alterações significativas.
  • Impressão 3D, Realidade Aumentada e Virtual, Nuvem de Pontos, IoT, Modelagem Paramétrica, Programação Visual, Projeto assistido por IA, Planejamento assistido por IA e Projeto Generativo são as tecnologias que melhoram todos os indicadores de organização, estouro de prazos e orçamentos.
  • Os usuários de projetos assistidos por IA são aqueles com os melhores indicares de prazos e orçamentos, mas é surpreendente que 10% não tenham ferramentas e métodos de planejamento.
Enfim, na página 4 da para ter um monte de insight.

Motivações vs Barreiras (5/7)

Aqui é sensacional ver as respostas e talvez seja o mais puro retrato do que é a dificuldade de inovar na construção civil: 58.5% dizem que sua motivação para adoção do BIM é inovar e se diferenciar vs 48.3% dizem que os investimentos necessários para adquirir licenças de software são a principal barreira para adoção do BIM.
É no mínimo curioso porque existe um custo associado a inovação e esse custo pode ser de diversas ordens, mas se você quer utilizar uma nova tecnologia haverá uma discussão até que óbvia sobre os investimentos que devem ser feitos para criar o caldo cultural necessário a inovação e diferenciação.
Se você quer inovar e se diferenciar e já coloca de cara os investimentos como uma barreira acaba sendo um pensamento contraintuitivo, pois hoje tem soluções de todos os tipos e até mesmo open sources e gratuitos. Inovar é tomar um risco, fazer escolhas e investimentos seja eles de quais naturezas forem.
Enquanto o mercado associar inovação com custo, dificilmente esse negócio vai dar certo, ligar o FOMO em AEC seria importante para dar um senso de urgência e feeling de sobrevivência.
Se é caro hoje imagina o quão caro pode ser não fazer nada.

Das ações orientadas (6/7)

Um dado interessante nas respostas dos 15% que afirmaram não ter desenvolvido nenhuma ação em específico para começar a trabalhar em BIM é que este cohort acredita 100% que precisam desenvolver estratégia própria, ter assessoramento dos fornecedores de software, contratar serviços de consultoria e/ou pessoas já capacitadas, mas somente 11% dos 15% creem que é uma boa ação investir em treinamento e capacitação.
Trabalho com o que a tela me mostra, logo, a minha visão aqui é que talvez esse grupo queira ter algo já pronto e mastigado, algo como uma ação que faça a empresa consiga facilmente entrar no jogo e não ter que preparar todo uma plantação para colher os resultados lá na frente.
Eu queria poder cruzar essas respostas com as respostas das pessoas que tem uma percepção negativa e com o perfil dos participantes, pois tendo a acreditar que a percepção negativa neste caso é maior e que a faixa etária seja mais alta também.
No fim é uma dor a ser tratada pelo mercado, talvez haja uma oportunidade aí.

Mais perguntas (7/7)

Obviamente neste primeiro momento o ideal é se familiarizar com os dados, analisar, ver os critérios utilizados na pesquisa e aí começar a pensar sobre o que fazer com todos esses dados.
Muitas perguntas que queria fazer cruzando os resultados entre as páginas neste momento não é possível. Também não há uma definição sobre a divulgação ou não dos dados em formato bruto para brincar de acordo com o que der na telha.
Eu gostaria ao menos que os dados tratados e respeitando a LGPD em termos de identificação das pessoas fossem divulgados para fins de pesquisa e orientações, o apoio do mercado aqui seria fundamental para pensar estratégias e acelerar esse processo de adoção do BIM no país.
Enquanto isso não acontece vamos analisando e pensando sobre o assunto, mais para frente vamos fazer outras análises com o que esta sendo desenvolvido, logo fique atento aqui na newsletter para não perder esses dois cents.
Obrigado,
Abs.
Tiago Ricotta
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By Lucas

Last update 14 hours ago5 Min.

A pesquisa com usuários é essencial para que o produto não fique limitado à opinião das pessoas que estão envolvidas com o desenvolvimento. É uma forma de distanciar o ponto de vista de gestores, da equipe ou algum influenciador de decisão da empresa e aproximar da real percepção do usuário referente ao produto.
Geralmente o responsável por realizar pesquisas é o time de UX, mas é de grande valia que outras pessoas estejam envolvidas e que possuam o conhecimento para realizar as pesquisas. Pode acontecer da empresa não possuir esse profissional e alguém do time precisa assumir esse trabalho.
Tipicamente, o time de pesquisa começa com pontos qualitativos para descobrir as necessidades dos usuários e seus desejos. Posteriormente eles podem testar os resultados utilizando de medidas quantitativas. Assim, podemos dividir a pesquisa de usuários em dois subconjuntos:
  • Pesquisa qualitativa: entrevista é um exemplo de um método que pode ajudar a ter um maior entendimento do motivo os usuários se comportam de determinada forma - exemplo: Por que eles não terminam o cadastro na plataforma. Você pode entrevistar um pequeno grupo de usuários e retirar insights valiosos sobre o seu padrão de compra fazendo algumas perguntas abertas. Outra dimensão dessa modalidade de pesquisa é fazer testes de usabilidade - podemos avaliar o nível de estresse do usuário ao utilizar interagir com determinado design. Nas pesquisas qualitativas é necessário ter um cuidado extra, pois estamos lidando com dados não numéricos, por isso a sua opinião pode influenciar as descobertas. 
  • Pesquisa quantitativa: Utilizando métodos mais estruturados, como formulários, conseguimos captar dados mensuráveis sobre o que os usuários fazem e testar suposições que surgiram na pesquisa qualitativa. Com esses dados podemos achar padrões entre um grupo maior de usuários. Independente do método utilizado, com uma pesquisa bem estruturada é possível obter respostas objetivas e imparciais. Entretanto, apenas dados quantitativos não conseguem expor insights humanos mais profundos.
Também podemos dividir a pesquisa de usuário em duas abordagens, atitudinal e comportamental. Com essas abordagens é possível comparar o que o usuário fala com o que realmente faz, utilizando a pesquisa atitudinal para entender as crenças do usuário enquanto a comportamental mostra como é a interação com a solução.
Para o desenvolvimento e criação de novas interações de produtos digitais, o comportamento do cliente entrega dados importantes, que podem ser catalogados, classificados, rastreados para assim gerar novos insights para a criação de novas features ou adaptação das existentes.
Uma forma muito prática e eficiente de realizar esses testes é pelo método dos testes A/B. Assim você consegue oferecer dois modelos do mesmo produto para os clientes e visualizar a facilidade do usuário em encontrar botões, tempo para realizar uma tarefa, pontos negativos, entre outros dados.

Avaliando quais dados precisam ser coletados

Ao pensar na pesquisa com usuários, é necessário ter em mente quais os dados e informações queremos coletar e que serão valiosos para o desenvolvimento do produto.
Podemos escolher alguns métodos que encaixem melhor conforme os dados necessários. Alguns dos métodos que podemos utilizar
Feedback do cliente: por meio de amostras do produto ou interações com o protótipo, os clientes fornecem informações importantes por formulários ou até mesmo enviam e-mail com sua opinião sobre o produto.
Eyetracking: utilizado para descobrir para onde o usuário está olhando ao utilizar o site, aplicativo ou pode ser utilizado em lojas ou produtos físicos.
Grupos Focais: os usuários são reunidos para debater sobre o produto e fornecer feedback sobre o uso da solução.
Análise de fluxo: é monitorado os cliques dos clientes registrando todas as interações com o produto e a sequência de movimentos feito pelo usuário.
Classificação de cards: os usuários classificam e criam categorias para os produtos em testes. Assim é possível avaliar a relação entre os produtos e criar hierarquias. 

Use a pesquisa de usuário durante todo o desenvolvimento

A Nielsen Norman Group é uma consultoria referencia no mercado para avaliar experiência do usuário e eles apresentaram os métodos que eles consideram apropriados para serem utilizados durante os estágios de pesquisa do seu projeto. A seguir estão os métodos citados por eles em cada etapa:
1. Discovery - Determinar o que é relevante para o usuário
  • Estudos diários: catalogue as interações diárias dos usuários com o produto.
  • Entrevistas contextuais: entreviste usuários do seu ICP no ambiente que eles normalmente utilizam para realizar a tarefa a ser avaliada.
2.  Explorar - Veja como atender a todas as necessidades dos usuários
  • Classificação de cards: escreva palavras e frases em cartões, deixe que os participantes organizarem da forma que consideram mais significativo e organizem em categorias para que o seu design seja estruturado logicamente.  
  • Mapa da jornada do usuários: desenvolva mapas das jornadas dos usuários para identificar momentos cruciais e possíveis problemas.
3. Teste - Avalie o UI/UX
  • Teste de usabilidade: garantir que o produto é fácil de utilizar.
  • Avaliação de acessibilidade: teste o produto para garantir que qualquer pessoas consiga utilizar. 
Escute - Coloque os problemas em perspectiva, encontre novos problemas e visualize as tendências
  • Análises: Colete dados e métricas para serem acompanhados.
  • Pesquisas/Formulários: utilize pesquisas constantemente para entender como os usuários se sentem sobre a sua solução.

Não enviesar as respostas

O mais importante da pesquisa com usuários é não enviesar as respostar ou manipular os dados para atingir interesses próprios. Por isso, as perguntas devem ser formuladas de forma a não possuir uma resposta específica. 
A pesquisa deve ser imparcial buscando sempre utilizar perguntas abertas, permitindo que os usuários respondam de forma honesta e direta.
Para entrevistas com usuários é necessário se preparar com antecedência e formular o modelo para que as entrevistas sejam iguais. Para isso, gosto de utilizar como base o Template para Customer Discovery desenvolvido pelo time da tração.online. É um material completo sobre como a etapa da entrevista deve ser estruturada.  
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O Boca começou melhor do que o Corinthians. O Fagner fez falta no time porque o Rafael Ramos fez uma partida bem abaixo. Tanto o Mantuan como o João Victor tiveram a infelicidade de em seu jogo de despedida se lesionarem. O Coringão tinha uma dificuldade considerável de ameaçar o Boca.O Raul Gustavo cometeu um pênalti no rosto do Fernández perdido pelo Benedetto. Nas penalidades máximas, o Cássio fez belas defesas e o Gil marcou o gol da classificação.
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By Daily Muffin

Last update 19 hours ago11 Min.

#089 TL;DR: Quem é Larry Page?,  O governo italiano investindo em web 3, CZ US$ 80,2 bilhões de dólares mais pobre, A crise na economia americano derrubando os investimentos, Mercado Crypto nos ajudando a segurar a barra que é gostar das coins e mais.

🏋🏽 Crypto: reagiu, einh!

O mercado de criptomoedas reagiu a base do Didididiê nessa quarta, o Bitcoin (BTC) operava em alta de 3,50% nas últimas 24 horas, cotado a US$ 20.112, de acordo com dados do Coinmarketcap. O Ethereum em alta um pouco menor, de 3,18%, estava negociado a US$ 1.134.
As principais criptos permaneceram em alta, apesar da notícia de que a Voyager Digital entrou com pedido de falência, tornando-se a segunda gigante de criptomoedas a tomar esse triste caminho nos últimos dias. Pelo jeito a alta do mercado hoje foi no estilo — então me ajude a segurar essa barra que é gostar de você!
🔽 Patrimônio desvalorizado 2022 não tem sido um ano fácil para a economia: muitas empresas estão perdendo valor e os seus donos estão sentindo no bolso essa queda. O Agostinho Carrara da Amazon, Elão da Massa, Relâmpago Marquinhos, Larry Page, etc, todos tiveram prejuízos na casa dos bilhões. Mas ninguém perdeu mais dinheiro neste ano do que o CEO da Binance, o CZ. Desde janeiro, o fundador da Binance teve um prejuízo de US$ 80,2 bilhões de dólares. Para quem já foi considerado o chinês mais rico do mundo, Zhao tá em uma fase ruim. Atualmente o seu patrimônio é de “apenas” US$ 16 bilhões.
🤬 Apelando? Depois de pedir falência duas vezes no século 21, a centenária Radio Shack entrou no mercado das criptomoedas. Com postagens polêmicas nas redes sociais, a varejista tenta atrair clientes para usarem seu serviço de compra e venda de ativos digitais. A empresa mudou bastante e foi comprada na década passada por uma empresa de private equity. Em maio, a empresa lançou o RADIO, um token da empresa, que atualmente está cotado a US$ 0,008482.
Os atuais donos, um influencer e um criador de um site de relacionamentos, estão entrando no mundo das criptos. Fazendo piadas com famosos e gracinhas de cunho sexista, a empresa vem tentando chamar a atenção pelas redes sociais. Comentaram até sobre um certo “presente” que uma atriz deixou para um pirata na cama. — uma estratégia arriscada e ousada para tentar vender sua cripto em um momento nada favorável para o setor. Será que está faltando semancol na farmácia desse povo?
🤌🏼 Investindo em blockchain O governo italiano oferecerá um subsídio de US$ 46 milhões para projetos de tecnologia no país. Empresas de pesquisa públicas ou privadas poderão solicitar financiamento do governo para o desenvolvimento de projetos relacionados a blockchain, inteligência artificial e IoT (Internet das coisas). As empresas interessadas poderão se inscrever em setembro, o governo espera que a iniciativa contribua para o ambiente de inovação na Itália.

🧁 Muffin, Daily Muffin: É ele o oráculo da Internet?

Um dos principais nomes do Vale do Silício e um dos fundadores do Google e Alphabet: Lawrence Edward Page. Nascido em Lansing, Michigan, nos Estados Unidos, ele é filho de Carl Victor Page e Gloria Page. Seu pai era um cientista da computação na Universidade de Michigan e sua mãe, que é formada na mesma área, era monitora de programação do curso da universidade.
👩‍👩‍👦‍👦 É de berço A fruta não cai muito longe da árvore, né? Desde pequeno, Larry sempre se interessou por computação e tinha muitas revistas e textos sobre o tema em casa. Desde pequeno, junto com seu irmão Carl, Larry desmontava objetos para observar o funcionamento deles. Apesar de não ter o sucesso do irmão, Carl fundou o eGroups que foi vendido para o Yahoo! e posteriormente virou o Yahoo! Groups.
💡 Inspiração Além de fazer bagunça com seu irmão desmontando as coisas em casa, Larry se interessava por música e aprendeu a tocar flauta e saxofone. Criado em um ambiente que incentivava a criatividade, ele gostava muito de ler. Um dos livros foi a biografia de Nikola Tesla, que o levou a descobrir o que queria ser: um inventor.
Evitando cometer os mesmos erros da sua fonte de inspiração, Page sabia que precisaria levar suas invenções para o mercado e fazer com que as pessoas usassem suas invenções no dia a dia. Depois do ensino médio, Larry seguiu os passos de seus pais e começou a cursar Engenharia da Computação na Universidade do Michigan. Depois de formado, ele foi para a Califórnia e fez o doutorado na renomada Universidade de Stanford.
🗃️ Organizando a internet Buscando inspiração para sua tese de doutorado, ele sugeriu ao seu orientador que a internet fosse estruturada na forma de um grande grafo em que as páginas estariam conectadas por links. O orientador gostou da ideia e sugeriu que Page fizesse seu estudo nessa área. Larry disse que esse foi o melhor conselho que ele já recebeu na vida.
🏆 Ranking de sites Com a ideia na cabeça, ele sentou e começou a rankear os sites com base nos links que eram direcionados a eles. Esse mapeamento da internet recebeu um nome, BackRub. E foi assim que ele conheceu Sergey Brin, seu futuro sócio do Google. Larry e Sergey criaram um bunker em seus quartos da faculdade; a ideia era mapear e rankear todos os sites disponíveis na internet. Para isso, eles utilizavam a internet da própria faculdade, que chegava a cair algumas vezes. Eles ficaram de março a agosto de 1996 mapeando os dados. No fim, 75 milhões de páginas haviam sido indexadas, e 207 gigabytes de conteúdo baixados.
🔎 Nascimento do Google O site precisava de um nome novo. Depois de conversar com amigos doutorandos, foi sugerido “googolplex”, mas Page achou o nome muito grande e ficou com o “googol”. Ao digitar errado o endereço quando foram registrar, eles caíram no “google.com”. Foi amor à primeira vista. Larry Page e Sergey Brin registraram o domínio no dia 15 de setembro de 1997. Em 1998, o Google já recebia 10 mil buscas diárias mas ainda era hospedado na infraestrutura de Stanford.
💰 Cadê a grana? A empresa precisava de dinheiro para investir. Então, Page marcou uma reunião com Andy Bechtolsheim, fundador da Sun Microsystems e foi aí que Larry recebeu o cheque de US$ 100 mil para formar a Google Inc. Na época, a empresa não era registrada, e os Google Guys (Larry e Sergey) saíram correndo da reunião para fazer o registro. Da garagem da amiga, Susan Wojcicki, a Google começou a crescer e precisava de mais investimentos.
👶 Precisa de babá Em 1999, Larry foi atrás de investimentos e conheceu John Doerr, diretor da Kleiner Perkins. O Google recebeu um aporte de US$ 25 milhões, mas com uma condição. John exigiu que a empresa tivesse um CEO mais experiente, pois não acreditava que uma dupla que não passava dos 26 anos seria capaz de gerir um recurso tão expressivo. Depois de relutar bastante, Larry Page entendeu que a empresa precisava de um alguém mais experiente e reconhecido no mercado. Steve Jobs (ele mesmo) era o favorito para assumir o cargo, mas em 2001, chegou Eric Schmidt para ser o adulto do rolê.
🥷 Compra escondida Mesmo deixando de ser o CEO, Page continuava participando da gestão da empresa e supervisionou o lançamento do Gmail, Google Street View e a aquisição do YouTube. Mas, em 2005 e na surdina, sem que Schmidt soubesse, Paige comprou a startup Android por US$ 50 milhões. Larry queria criar um sistema operacional para o mundo mobile, em 2008, lançou o primeiro aparelho Android, que não tinha qualidade suficiente para superar o iPhone. Contudo, sem cobrar pelo uso do sistema e parcerias com outras marcas e operadoras de telefonia, o Android superou o iOS em número de aparelhos vendidos já em 2010.
Com o crescimento das redes sociais, o surgimento do Facebook, a Google foi perdendo seu status de queridinha e via o sucesso que Marquinhos estava alcançando com a rede social. O Google comprou o Orkut que não deu certo, e nem o Google+ funcionou. Em 2011, Page voltou para a cadeira de CEO, agora sem a supervisão de nenhum adulto. Larry reorganizou a empresa e começou a focar na expansão do Android.
Da compra da Motorola e Nokia para entrar no mundo da mobilidade, criação do Chrome OS para brigar com a Microsoft e criação de um serviço de nuvem para competir com a Amazon, o Google entrou em vários mercados e se consolidou como uma das grandes empresas do mundo.
🏖️ Curtindo uma praia Em 2015, Larry deixou o cargo de CEO do Google e virou CEO da Alphabet, um conglomerado de empresas do Google. Em 2019, Larry Page também se retirou do cargo de CEO da Alphabet e agora está curtindo um descanso com a esposa Lucinda Southworth e os dois filhos. Só o tempo dirá se ele está realmente em uma aposentadoria ou em umas longas férias de luxo.

👨🏻‍🍳 Saindo do Forno: queda de 60% nos investimentos

No período de baixa da economia americana, os investimentos também vêm diminuindo nos últimos meses. No segundo trimestre deste ano, as startups receberam US$ 700 milhões de investimentos de risco, uma marca 26% mais baixa que aquela do primeiro trimestre do ano. Em comparação com o mesmo período do ano passado, o valor chega a ser 60% menor.  
Quem de uma forcinha para essa redução do investimento foi a baixa do mercado de criptomoedas. Após um ano recorde de investimento no setor, 2022 não tem sido bom. Apesar da diminuição do valor total, pode-se dizer que os investidores estão diversificando seus investimentos, principalmente nas empresas de Web3. Apenas cinco startups receberam aportes no primeiro trimestre, metade do número de empresas do primeiro trimestre.
Alguns fundos de investimento também colocaram o pé no freio e estão investindo menos. Tiger Global Management e Index Ventures, por exemplo, reduziram sua quantidade de deals em 17% ou mais este ano. Para conter gastos, algumas startups demitiram funcionários a fim de conservar o capital, como foi o caso da Cameo, Picsart e MasterClass.

📚 Diz que lê, mas não podemos garantir  

Hoje, as indicações incluem a biografia que inspirou Larry Page, e livros sobre como se adaptar aos tempos modernos e digitais que vivemos e sobre como tomar as melhores decisões na vida e no trabalho.

📕 My Inventions

Recomendado por Larry Page, o livro serviu de inspiração para que ele se tornasse o inventor do Google. O livro é escrito pelo próprio Nikola Tesla, e é dividido em seis capítulos  contando diferentes períodos de sua vida. Além de Page, muitos inovadores se inspiraram no inventor. Aliás, não precisamos nem falar da fábrica de carros elétricos de Elon Musk, né?

📕 Transformação Digital

O mundo empresarial mudou bastante neste século. Como é que as antigas empresas e empresários poderão se adaptar à era digital? Essa é a questão que David L. Rogers pretende responder em seu livro. Grandes empresas estão utilizando os cinco domínios da Transformação Digital que foram propostos pelo autor: clientes, competição, dados, inovação e valor. David vem apoiando empresas de grande peso a fazerem essa transição: GE, Google, Toyota, VISA, SAP e IBM.

📕 Nudge

Escrito por Cass R. Sunstein e Richard H. Thaler, o livro explica como as opções que nos são oferecidas nunca são apresentadas de forma imparcial. E mostra que podemos tomar decisões ruins baseadas em escolhas erradas. Os autores nos ensinam como olhar para essas decisões de forma mais assertiva e a criar uma “arquitetura da escolha” que nos ajude a escolher as melhores opções para nossas famílias, trabalho, etc.

🥠 Biscoitinho da Sorte

"O conhecimento precisa ser aprimorado, desafiado e aumentado constantemente, ou desaparece." - Peter Drucker

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By Rica Perrone

Last update 20 hours ago3 Min.

No imaginário do torcedor é fundamental que haja espaço para o erro. 
"O juiz não viu", "Ele entendeu errado", e a gente vai levando mesmo gritando ser um assalto. No fundo, na dúvida, a gente segue acreditando.
Credibilidade é fundamental a qualquer negócio. Sem isso você está fadado a perder clientes. E com razão.
Quando criaram o VAR me lembro que a primeira coisa que escrevi era que o VAR ajudaria, mas que se fosse mal conduzido, validaria o roubo na cabeça do torcedor e geraria um sentimento de abandono. 
Por consequência, descredito. E por obviedade, desinteresse. 
Ou seja, o VAR é o momento em que o torcedor passa a ter certeza que o futebol não é honesto. E isso é um tiro no pé de bazuca. 
O VAR não pode errar. 
O que todos estão vendo, inclusive 3 árbitros, com vídeo tape, câmera lenta e corte de imagem, é indiscutível. A não ser em lances interpretativos. 
Quando o Edu marca pro Cruzeiro e o VAR traça as linhas e anula o gol, não há um só cruzeirense que vá dormir com o "erro" na cabeça. Pra ele, foi intencional. 
Será que não tem um cretino pra dizer "a linha tá errada?" em 1 minuto de análise? 
Não. Acho que não.
E não tendo, seguimos com duas dúvidas terríveis: A primeira é o porque um erro desses acontece sendo a única função do VAR atuar em momentos como esses?
A segunda e mais importante é porque clubes investem milhões para decidir seus futuros domingo a tarde com o caixa do Itaú apitando o jogo como um bico? 
Como pode um esporte de bilhões ser definido por alguém que está fazendo um extra? Que não treinou a semana toda, não se dedica integralmente a aquilo? 
A quem interessa isso?
Some os dois fatores a chegada do VAR, que possibilita o torcedor ter a mesma visão do árbitro, e temos a óbvia conclusão de "roubo". E portanto, um torcedor menos apaixonado e menos interessado no futebol.
O VAR é uma arma. E como tal deve ser usada por quem atira muito bem. Caso contrário, pode acontecer um acidente irreversível. E cada torcedor que passa a acreditar que o futebol é manipulado é um acidente irreversível.
Clubes, porque choram tanto ao invés de se movimentar pra ter uma arbitragem profissional? Será que não interessa ao dirigente eventualmente não ter em quem botar a culpa?
Ou será que o torcedor está certo em imaginar coisas?
RicaPerrone
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By Bia Junqueira

Last update 21 hours ago7 Min.

Seja belo tudo aquilo que enriquece, atrai o seu olhar e gera felicidade. Que seja belo tudo aquilo que é bom, verdadeiro e distancia do relativismo. As coisas verdadeiramente belas serão facilmente identificadas, porque estão dentro de você. Boa leitura.  

🏛️Os gregos sabiam das coisas

A filosofia grega, no geral, buscava chegar a respostas e a reflexões sobre questionamentos que afligiam as pessoas. E uma das incertezas girava ao entorno de "o que é a beleza?"
Platão dizia que o belo estaria absolutamente associado ao bem e à verdade. 
O bem é o elemento que une, a beleza é o fato que eleva o homem e, por fim, a verdade é o objetivo que sempre devemos buscar. Portanto, segundo Platão, só seria belo aquilo que é tanto bom como verdadeiro.
Veja só que Tomás de Aquino também trouxe a percepção de beleza pelo viés católico: beleza seria tudo aquilo que une integridade, proporção e clareza.
Mas isso é só o começo do que quero discutir hoje: a perda da percepção e dos padrões sobre o que de fato é beleza. Você vai perceber que relativizar o que é belo nos distancia da própria natureza humana, ou melhor dizendo, de quem nós somos.

🌾A beleza fala por si mesma

Quando olhamos para pessoas, objetos e lugares bonitos, sentimos a beleza porque o nosso corpo evoluiu de tal forma para que fossemos acionados assim que tivéssemos a percepção de algo belo.
A beleza está em todos os lugares do mundo natural e nos atrai para pensamento profundos. Existe uma diferença clara entre:
  • a imagem de uma cidade poluída, com prédios altos e trânsito;
  • uma paisagem do sol se pondo na linha infinita do mar - automaticamente surge um sentimento de paz, ordem, alinhamento e clareza.
O que seria a vida se não perfeita ao se deparar com uma paisagem linda?
Arquitetura, obras de arte, esculturas, pessoas bonitas... elas realçam em meio a vários outros elementos, elas chamam a atenção, porque são harmônicos.
É isso que a beleza faz: enriquece. 
Assim como coisas, lugares e pessoas bonitas são naturais ao olhar humano, o rosto também é, porque tem personalidade. O rosto de uma pessoa tem características de quem ela é e a mudança de expressão conforme o humor diz muito.
O olhar entre duas pessoas é essencial para a troca de sentimentos e compreensão entre elas. Por isso mesmo que o primeiro contato da mãe com o filho ao nascer é tão importante. O bebê identifica traços, movimento, rostos e começa a imitar expressões desde o início. Isso gera identificação.
Neste momento podemos perceber o poder de um retrato, porque ele não representa algo abstrato. Mesmo que de forma inconsciente, o olhar, a posição e as cores das pessoas retratadas no quadro transmitem sentimentos.
O quadro da Kate e William, que viralizou nas redes nas últimas semanas, demonstra justamente isso:

⏳A beleza não está aberta à relativização

O que vemos acontecendo na sociedade hoje em dia é uma nova compreensão do belo que, por sua vez, está associado a uma percepção do espectador.
Se for assim, se a beleza está nos olhos de quem vê, como nós estamos vendo o mundo?
Nos dias de hoje dizem que, para ser considerado arte, basta a genialidade do artista. Nessa lógica, qualquer pessoa que fizesse um simples movimento com o corpo, tinta ou pedra, seria considerado artista.
Veja bem, se a arte, objetos ou o que quer que seja dito como belo são apenas sentimentos, nada irá sobrar além dos sentimentos de cada artista que, por sua vez, não podem ser criticados.
Se não existe uma padrão a ser seguido, não é possível avaliar um trabalho, porque tudo "vale".
Qualquer trabalho bem feito exige esforço, técnica, habilidade e transformação de uma folha em branco em algo novo. E isso também deve ser aplicado na arte e, mais do que tudo, na beleza.

🏫Beleza na arquitetura

Ao longo da história da humanidade vimos a construção de arquiteturas monumentais em diferentes continentes. Realmente impressionantes.
Pense em monumentos, casas ornamentadas, igrejas, castelos, estabelecimentos quaisquer e fortalezas. O elemento comum entre elas é o quanto transmitem imensidão, mas ao mesmo tempo, detalhes. Para além disso, a percepção é de algo que transcende.
Até então você pode achar que arquitetura é apenas sobre a construção em si. Mas a verdade é que o formato e desenho do edifício entram na consciência de todos que o vê.
O prédio se torna parte da percepção da pessoa quanto ao todo.
Para você entender melhor, vou explicar o que é Eye Tracking.

👁️O que atrai o seu olhar

Bem, Eye Tracking significa rastreamento ocular. Esse é um método para estudar a atenção visual do usuário. Com ele, é possível determinar em que área a pessoa fixa sua atenção, por quanto tempo e a sequência que segue na exploração visual.
Para além disso, essa tecnologia é capaz de nos mostrar como nosso olho se move, mesmo que nós não estejamos cientes desse movimento. Essa informação é muito útil não só para entendermos o impacto de elementos belos, como também para fins comerciais.
Pense só como essas informações são estratégicas para anunciantes e desenhistas de produto entenderem qual tem sido o impacto das suas criações : qual cor, palavras, botões e modelagem têm sido usadas? Seriam elas atrativas e agradáveis ao olhar humano?
Ainda, os dados visuais possibilitam entender melhor onde e como posicionar produtos em uma loja para vender mais.
Na medicina, o Eye Tracking pode ser usado para monitorar o comportamento do paciente e ajudar no diagnóstico de doenças como Déficit de Atenção e Hiperatividade, Transtornos, Alzheimer e outros.
Pense também no quanto essa tecnologia é capaz de tornar a experiência do usuário mais imersiva em um jogo que funciona de forma dinâmica de acordo com a reação do jogador.
A visão da arquitetura quanto ao Eye Tracking revela quais elementos atraem a visão humana: curvas, ornamentos, casas que se assemelham a um rosto... e também o que distancia (linhas retas e muita geometria).
Veja nas imagens abaixo o mapa de calor das partes mais detectadas pelo olhar. A diferença é clara:

🏰Walt Disney sabe fazer as pessoas felizes

A vida gira ao entorno do acolhimento.
Nos anos 50, durante o processo de construção do projeto da Disneyland, Walt Disney enviou pessoas de sua equipe para cidades ao redor do mundo para saber o que deixava as pessoas felizes. Como e onde elas gostam de viver?
A partir dessa pesquisa, os arquitetos e engenheiros recriaram a "cidade" que deixavam as pessoas felizes e seguras: ruas sem carros, limpas, edifícios semelhantes a rostos e não tão altos, cores e ornamentos.
Depois de feito, Walt Disney sabia que as pessoas iriam parar para olhar a arquitetura do parque. E de fato, foi o que aconteceu.
O mais impressionante é: 10 anos depois de ser construída, a Disney se tornou o lugar mais visitado por turistas nos EUA nos anos 60.
O que aconteceu nesse cenário: não foi criado um ambiente completamente diferente da realidade dos visitantes. Na real, a Disneyland é uma representação do cotidiano e do imaginário de cada pessoa.

🌳Somos um corpo Fractal

Veja bem, um Fractal é a noção de que existe um padrão base que se repete em todas as outras parte e, assim, é formado o conjunto. Todas as partes têm o mesmo formato do principal.
O ser vivo é fractal, e mais, o corpo de nós seres humanos também é porque cada parte dele tem várias subpartes.
Aqui estão outros exemplos: árvores, nosso olho e conexões neurais. Tudo que provem da natureza, portanto, é fractal.
Repare que nós olhamos para fractais e gostamos de ver, porque esses padrões estão dentro de nós, somos feitos deles - precisamos do mesmo input.
Claro, somos pessoas diferentes com gostos e opiniões distintas. Aqui não coloco em dúvida a preferência de beleza individual de cada um. Mas sim, questiono a quebra de patrões que são naturais e intrínsecos a cada ser humano.
📚Quer aprofundar mais nesse assunto?
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Cássio mais uma vez brilhou. O melhor goleiro da história do Corinthians pegou dois pênaltis na disputa contra o Boca Juniors e deu a vaga ao alvinegro paulistano nas quartas de final da Libertadores após o 0 a 0 no tempo normal. O camisa 12 se consagra de vez como o maior em uma posição em um clube que teve, entre outros, Cabeção, Leão, Ronaldo e Dida. 
Fez o que dava, o Corinthians. Um time que entrou em campo com sete desfalques diante do 11 ideal do Boca. No primeiro tempo, os argentinos finalizaram 14 vezes contra apenas uma dos visitantes. Um massacre.
Entra em cena Benedetto. Aos 31, teve a oportunidade de colocar a equipe Xeneize em vantagem após pênalti cometido por Raul Gustavo em Pol Fernandez. Chutou mal, na trave. 
Vitor Pereira ainda perderia João Victor e Mantuan lesionados antes de fazer as alterações que bloquearam de vez as ações ofensivas do Boca. Geovane e Bruno Melo entraram apenas para fechar as laterais para Villa e Advíncula. Tiveram sucesso.
Embora não tenha chutado uma vez sequer contra a meta de Rossi no segundo tempo, o Corinthians foi bravo. 
Nas penalidades, Cássio defendeu as cobranças de Villa e Ramirez para dar a vaga ao Timão. Já Benedetto chutou nas nuvens a chance que teve para colocar o Boca nas quartas.
Foi enorme, o Corinthians.
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By Merielle Souza

Last update Yesterday7 Min.

Hora de encarar uma das coisas que eu mais temia... conversar sobre essa condição com minha família e com as pessoas que fazem parte da minha vida, e rotina.
Celular toca, atendo... 
- Amiga, como você está? Fiquei sabendo hoje. Preciso te encontrar. Quero ver você! Não adianta falar que está bem. Mas a gente sabe que vai ficar tudo bem. Você já superou tanta coisa, viada. É só mais uma prova e você vai vencer. Nega, tu sabe que estamos juntos, não sabe? E já percebeu que não estou sabendo o que dizer, só sei que tudo vai passar e vai ficar tudo bem. Você vai ver!
Percebi que só então... Grazi teve coragem de contar para Bruna. Compreensível. Eu, nem consegui.
- Eu sei, amiga. Sabia o quanto iria impactar você, por isso não consegui te ligar. Falei pra Grazi porque pensei que ela encontraria uma boa hora para contar. E pela demora da sua resposta, percebi que ela estava querendo poupar você disso. Entendo. Estou bem. Vai dar tudo certo, sim. Já está dando.
- Você devia ter me contatado na mesma hora, Meriellen! - Ela me chama assim, quando quer chamar à atenção.
- Devia não. Eu não estava em condições de fazer isso.
- Eu imagino, amiga. É de ficar sem chão. Mas Deus está junto, surpreendendo, cuidando, vai ser mais uma vitória para a gente comemorar, como sempre... agora, para de me enrolar, Meriellen! Eu quero ver você, olhar sua cara e ver como está. 
Bruna é como uma irmã. Nos conhecemos na Universidade. Aparentemente não víamos nada em comum, ao ponto de sermos se quer 'coleguinhas'. O desafio de trabalhar o dia inteiro e a noite conquistarmos a graduação em Análise de Sistemas nos fizeram unir forças, tanto para enfrentar o cansaço e os percalços dessa jornada, quanto o machismo e algumas provocações por sermos 'meninas na tecnologia'.
Nossa amizade se desenvolveu com cumplicidade e consciência sobre nossas personalidades e gostos distintos. Com confiança e lealdade.
Depois que colamos grau ficamos um bom período sem nos comunicarmos. Bruna seguiu sua nova vida - casada. Enquanto eu - descobria que o meu casamento poderia acabar a qualquer momento.
Casei-me aos dezoito anos, fui mãe aos dezenove. Quando comecei a universidade, meu filho, Isaque, estava com 11 anos.
-Mãinha, você precisa mesmo ir para a faculdade?
-Preciso sim, amor.
- Não seria melhor ficar o resto do dia juntos?
-Seria sim, amor. Como eu gostaria. Mas preciso seguir essa etapa da minha vida. Parei quando você estava menor, mas hoje, já está grandinho, vai entender a importância disso e vai se inspirar a lutar por isso, também. Vê só... Vai passar rapidinho.
E assim, enquanto meu coração apertava por abdicar de bons momentos a mais com o meu filho, me fortalecia em ser exemplo disso para ele.
Sempre que Bruna me encontrava com Isaque, se impressionava e destacava:
- Tem certeza que é teu filho? Vocês parecem irmãos.
Depois de uns cinco anos sem contato com Bruna, nos reencontramos. Bastou cinco horas, uma garrafa de vinho seco e duas cervejas, para retomar nossa boa interação - "Atualizações realizadas com sucesso!"
Compartilhamos sobre nossos divórcios, rimos das resenhas que vivemos na universidade, dos desacertos que enfrentamos e comemoramos por estar juntas novamente.
Já se passará um ano desse reencontro, e tínhamos uma a outra para ajudar a superar nossas últimas adversidades e nos fortalecer diante dos novos desafios.
Agora... ela e Grazi - estão comigo.
Se Bruna queria fazer a prova do "olho no olho" para garantir como eu estava, imagina mamãe - minha avó materna que me criou.
Que repete destemidamente:
-Conte-me tudo! Não me escondam nada! Eu aguento. Sou forte!
O hábito que muitos têm de poupar uma senhorinha por seus 85 anos não funciona com a Dona Rita.
Quando a vejo receber uma má notícia... Vejo seus olhos baixarem, seus ombros desabarem, a mão segurar a testa... mas o ar que sobe em seus pulmões parece resgatar a fé em seu peito e ela apenas repete:
-Ainda mais essa, meu Deus.
E aí, segue com perguntas, tira dúvidas, reflete, preocupa-se. Mas... se fortaleça ao lembrar que já passou por tanta coisa nessa vida, mas está aqui, conosco. Nossa pequenininha, tão teimosa, tão viva.
Já na casa da mamãe, com alguns tios e primos, pude responder sobre como tudo estava se conduzindo e como estava me sentindo.
Muito bom receber todo zelo, carinho e força que persistia mesmo com as testas franzidas pela preocupação comigo.
No olhar do meu tio eu via a indagação:
- Por que isso contigo, Meri? Logo com você?
Ousei em responder:
-Estamos todos sujeitos a isso e outras coisas más... estamos nesse mundo. Enfrentaremos aflições, medo, dificuldades... o bom é que estamos juntos.
-Estamos sim.
-Não vou morrer agora.
Continuamos rindo e brincando... deixando as preocupações embaixo dos risos, desbancamos os medos e posicionamos a fé. Sentimos o "haja o que houver" não teríamos dúvidas de que Deus estaria conosco... cuidando.
Recebi todo carinho, força e amor de mãinha, dos meus irmãos e do meu pai.
Sabemos que não há quilômetros que distanciem o amor, tive todo zelo e carinho mesmo daqueles  que não estavam tão perto.
Exceto...
- Meri, estou a caminho. Vou passar uns dias contigo.
-OK.
Quando peguei a louca no aeroporto...
- Vim passar o tempo que for preciso - cuidando de você!
-Amiga, está tudo fluindo bem.
-Meri, Meri... te conheço! Quero garantir que você vai se priorizar e fazer tudo o que precisa ser feito.
-Sih, está tudo sendo feito.
-Tudo bem. Estou aqui só pra garantir.
Conheci Simone um ano antes desse cenário começar. Sua família decidiu morar um ano aqui em Maceió, e como Mamis brinca: Vieram só para me encontrar. Para minha felicidade, que ganhei a mãe de Simone de presente, agora a Mamis também é minha. Suas mensagens diárias fortaleciam e alegravam meus dias, como até hoje o faz.
Então...
Simone ficou um mês morando comigo e Isaque. Aprendemos muito juntas, discutimos, rimos e descobrimos que ser irmãs é o ouro da amizade.
Quando sozinha, chorava muito - de felicidade. Me alegrava em sentir o quanto valeu a pena acreditar em cada pessoa que estava comigo.
-Agora é hora de você ser cuidada. - Simone repetia.
Lembro que na adolescência tentei me isolar, me esquivar de socializar e interagir com muita gente. Não queria me ferir com amizades, vi outras pessoas próximas a mim sofrerem com isso. Queria me proteger.
Me desarmei quando percebi que não conseguia fugir disso e o quanto o propósito era maior  que eu . Entendi que partilhar o que aprendia, acreditava e vivia, me ajudava a construir melhor a minha jornada.
Cada pessoa que conhecia, cada situação inusitada que encarava, cada história de vida, tanta gente incrível. Mesmo que outras sejam 'difíceis'... nessa vida, somos aprendizes. 
Aprendi que somos feitos por vários ciclos.
Alguns... precisamos passar sozinhos. Outros... alguns chegam para caminhar juntos.
Uns chegam e ficam, outros passam, outros saem e outros voltam a fazer parte.
Uns... mesmo distantes serão presentes. Outros serão presentes quando quiserem e o poderem ser.
O que importa é sabermos quem somos - um para o outro.
Sem a obrigação de 'ter que fazer algo', sem o forçar a 'estar junto', sem pressão para o 'dar'... Cada um livre para ser e fazer de acordo com o que sente em seu próprio coração.
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By teste

Last update Yesterday1 Min.

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Kevin00722 hours ago
Kenyan Woman died under mysterious circumstances in Saudi Arabia
https://issuu.com/incognitospace/docs/kenyan_women_dies_in_saudi_arabia
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testeYesterday
teste 1
https://www.instagram.com/deborahgia_/
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