Parece até uma análise da seleção mexicana, que empatou com a Polônia e perdeu para os colegas de Messi, mas o título tem como alvo o técnico da seleção brasileira, Tite.
Parece até uma análise da seleção mexicana, que empatou com a Polônia e perdeu para os colegas de Messi, mas o título tem como alvo o técnico da seleção brasileira, Tite.
Contra a Suíça, com as ausências de Neymar e Danilo, Tite foi absolutamente conservador. Colocou Éder Militão, que faz temporada excepcional no Real há dois anos, mas é zagueiro, e Fred, voltando a atuar com dois volantes.
O time perdeu mobilidade lateral e central. Era óbvio. Com Bruno Guimarães, tínhamos mais semelhança com a formação da primeira partida, contra a Sérvia. O meia do Newcastle deu dinâmica ao Brasil, mas Tite também irritou no segundo tempo, lançando Gabriel Jesus que, mais uma vez, não viu a bola em um jogo de Copa.
Acontece. Tem jogador que sente mais do que outro. O que não pode é insistir no erro de 2018, né, seu Tite?
Classificado, a tendência é poupar o time, pela entrevista do capitão Thiago Silva. Se for assim, o Brasil que enfrenta Camarões pode ser: Alisson, D. Alves, E. Militão, Bremer, Alex Teles; Fred, Bruno Guimarães, Everton Ribeiro; Rodrygo, Anthony e Gabriel Jesus.
Tá bom, mas não me irrite...