Gig economy, economia sob demanda, freelancing…
Não importa o nome escolhido, a economia freelancer é um mercado que cresce todos os anos, movimentando empresas, capital e profissionais.
Com o desafio de trazer conhecimento para profissionais da área e profissionais que ainda querem descobrir o modelo, lançamos a pesquisa Mercado Freelancer 2019.
Este ano, chegamos a edição da pesquisa e o resultado é mais um panorama completo da atividade freelancer no país, com respondentes em todos os estados e informações sobre a realidade dos profissionais independentes.
Olha, não é só na teoria que isso mexe com a rotina de muita gente. Falam muito sobre liberdade, entre aspas, mas a verdade é que cada pessoa puxa esse mercado pra um lado, dependendo da sua história ou até do que anda precisando no momento. E, vamos ser sinceros, tem quem mergulha de cabeça e ama, mas tem também o pessoal que só quer um extra e corre logo que pinta uma CLT melhor. Tem charme e cansaço nessa dança.
Curioso que, olhando pra 2025, nota-se uma diferença gritante em como o trabalho autônomo deixou de ser só uma fuga do tradicional e se tornou quase um “normal” alternativo. Talvez isso venha junto com as crises e a eterna promessa de flexibilidade, ou talvez seja só o mundo pedindo pra gente se virar como consegue. O legal (ou preocupante, dependendo do ângulo) é como até as empresas começaram a se adaptar de verdade, já prevendo que a galera quer autonomia, projetos rápidos e menos amarras. E assim a roda gira — entre liberdade desejada e a incerteza de todo mês.
A partir da análise, identificamos dados como:
- A renda mensal dos freelas e as áreas de maior competitividade;
- A média de dedicação e os hábitos dos profissionais independentes;
- Os planos de carreira dos freelancers brasileiros;
- As tendências desse mercado para os próximos 12 meses;
- E muito mais informações da maior pesquisa sobre freelancing do país!