Quatro pessoas colaborando em um projeto com um laptop e dispositivos móveis.

A tradução está mais presente em nossas vidas do que imaginamos. Só pra dar um exemplo, provavelmente você já leu um livro originalmente de língua estrangeira e que foi traduzido para o português brasileiro.

A carreira em tradução está entre as que mais crescem no mundo, segundo uma pesquisa da U.S. Bureau of Labor Statistics. O mesmo censo estima que os trabalhos na área devem crescer 29% até 2025.

O tradutor é uma figura dos bastidores, mas fundamental na produção de conteúdo de diversas áreas. Às vezes, aliás, a gente só percebe que existe tradução quando algo não sai tão natural — aquela legenda estranha ou um erro no manual que faz você rir (ou arrancar os cabelos). Do contrário, quando o trabalho é fluido, passa despercebido, o que é sinal de que tudo funcionou bem.

Curiosamente, muita gente acha que saber inglês fluente já basta pra assumir qualquer demanda nesse universo. Longe disso. O repertório cultural, o domínio sobre os temas abordados, e até uma sensibilidade de adaptação entram em cena — ninguém quer ler um texto “traduzido” literalmente, parece que falta alma. Isso faz com que o caminho profissional do tradutor seja cheio de aprendizados, tropeços e, vira e mexe, surpresas inusitadas.

As outras funções que ele pode assumir, como tradução simultânea e legendagem, fazem parte do dia a dia e nossa experiência consumindo todo tipo de material depende da qualidade do trabalho desse profissional.

É por causa dessa responsabilidade que a formação do tradutor é o pilar do nível de qualidade e comprometimento de suas entregas.

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Luis Carlos Herrera, especialista em SEO e tradução da Rock Content, criou este guia que fala sobre como começar na área, técnicas e ferramentas indispensáveis e ainda detalha conceitos importantes, como Localização, SEO internacional e UX/UX Writing.

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