A história é mais ou menos assim: o Juninho saiu do Sport e foi para o Vasco e, tempos depois, por lá encontrou o Juninho que havia sido revelado no Ituano e depois brilho no São Paulo.
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A história é mais ou menos assim: o Juninho saiu do Sport e foi para o Vasco e, tempos depois, por lá encontrou o Juninho que havia sido revelado no Ituano e depois brilho no São Paulo.
Já dá para imaginar: Juninhos complica muito a comunicação.
Assim, um virou Juninho Pernambucano e o outro Juninho Paulista
Quando o Marcelinho saiu do Flamengo e foi para o Corinthians, lá já havia outro Marcelinho. Como resolver? Fácil Marcelinho Carioca e Marcelinho Paulista.
E quando Ronaldinho chegou na Seleção, já havia o Ronaldo que na época era chamado de Ronaldinho. Surgiu o Ronaldinho Gaúcho. E o Ronaldo, que já era Fenômeno, aos poucos foi deixando de ser Ronaldinho e se firmou como Ronaldo.
Sabe com é né: There's only one Ronaldo.
Quando o zagueiro Junior ganhou a Copinha (e o gol do título foi dele, um golaço de cobertura) e subiu para o profissional já havia o Maestro Júnior e por isso se tornou Júnior Baiano. Antiguidade é posto.
Outro caso que me lembro foi do Renato Portaluppi, que chegou ao Flamengo e se tornou Renato Gaúcho, pois também já havia outro Renato que se tornou Renato Carioca.
Em 1997, Renato Carioca marcou o gol da vitoria do time reserva do Botafogo em cima do Flamengo de Sávio e Romário.
Mais curioso é que o nome verdadeiro do Renato Carioca era Laércio da Silva Vieira Canil.
Essa linda tradição deveria voltar urgentemente ao futebol brasileiro.
Até porque já se iniciou a Geração dos Riquelmes e vamos precisar para diferenciá-los.
Depois vai chegar a Geração dos Enzos e será lindo se tivermos Enzo Paulista, Enzo Mineiro e Enzo Paraibano, etc.