A AUTOESTIMA E A AUTODESCONFIANÇA
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A AUTOESTIMA E A AUTODESCONFIANÇA

Fábio S Vasconcelos
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A maioria das pessoas anseiam em lidar positivamente com a REALIDADE. Essa busca tem como alvo a construção da autoestima. Parece ser um desejo inato de ter confiança nas próprias ações e ter reconhecido seu valor pelo “grande outro”…

Isso não é algo estruturado facilmente quando sua AUTOIMAGEM é frágil. A falta de reconhecimento e a rejeição desde a infância geram memórias negativas de culpa que se arrastam por vezes durante a vida fragilizando a imagem desse “EU”.

Os opostos da autoestima são alinhados com a ansiedade e culpa, que são desintegradores do pensamento, os deturpadores de valores e PARALISANTES…

Já quando um indivíduo com uma boa autoestima escolhe os seus valores e estabelece as suas metas, ele projeta seus propósitos de longo alcance, os quais unificarão e conduzirão suas ATITUDES.

Alguém já disse que essa convicção é como “uma ponte lançada ao futuro”, pela qual a vida passará, estaiada pela firmeza de que a sua mente é competente para pensar, julgar, valorizar, e entender o que é MERECIMENTO. Reflete a certeza de que, em essência e em princípio, se está certo para a realidade. A autoestima é uma convicção metafísica, que muitos confundem com orgulho e arrogância…

A cultura da “mediocridade” ou “humildade apodrecida” tem combatido essa construção sadia da autoestima. A dúvida, não a confiança, é o estado moral da hora, e a AUTODESCONFIANÇA é a prova de sua “virtude” comum. Se o medo, não a autoestima, é a marca da normalidade; se a culpa, não o orgulho, é a sua meta avessa… Então a falta de SAÚDE MENTAL é um “ideal moral” atual.

Cuidado! Quando você diz: “Ah! Todo mundo é um doente mental…” – Você pode estar sendo um DEFENSOR do “ideal moral” da atualidade…

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