As razões para que o país não tenha nenhuma unidade da maior franquia de fast food do mundo
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Adaptado desse artigo em inglês
O McDonalds está praticamente todos os países e sempre lotado de consumidores fiéis. São mais de 37 mil unidades em 120 países e abre centenas de unidades todos os anos. Porém, em um país o McDonalds não conseguiu manter a fama: Islândia. Em 2009, a empresa resolveu fechar todas unidades no país.
E aqui estão algumas razões para esse fracasso.
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Em 1993, o McDonalds abriu sua primeira unidade na Islândia e o buzz foi tão intenso que até o primeiro ministro da época foi no restaurante comer um lanche. As pessoas faziam filas enormes para consumir um hamburguer e batata frita.
Depois de um tempo, chegaram outras franquias de fast food como Burger King e KFC, que abocanharam um bom pedaço do mercado. E, com isso, o McDonalds caiu no ostracismo.
Aqui talvez tenha pesado que o McDonalds investiu pouco em marketing e outras iniciativas de visibilidade dentro da Islândia.
A recessão global em 2008 atingiu praticamente todos os países, mas a Islândia sofreu acima dos outros países europeus, onde os principais bancos decretaram falência, o que prejudicou todos os negócios do país. Além disso, a moeda local sofreu uma forte desvalorização, o que aumentou o custo de matéria prima importada para fazer os produtos do McDonalds, encarecendo a operação local e diminuindo a margem de lucro.
"Não faz sentido. O preço de um quilo de cebolas vindo da Alemanha custa o mesmo que uma boa garrafa de whiskey" disse um porta voz do McDonalds Islândia.
Diversas empresas passaram pelos mesmos problemas do McDonalds, mas conseguiram sobreviver graças a uma boa gestão financeira. Na Islândia, o McDonalds confiou nos grandes bancos para assistência financeira, mas esses mesmos bancos quebraram e deixaram a empresa sem capital para reerguer no país. Outros negócios conseguiram investimento por outros meios, como financiadores locais.
O aprendizado do McDonalds é que, mesmo com uma das marcas mais fortes do mundo, não consegue segurar um contexto desfavorável e uma má gestão. E até hoje não há nenhuma unidade no país e não tem perspectiva de retorno.
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A consultoria Warc apontou um crescimento global de 10,5% no investimento publicitário, chegando a 1,07 trilhão de dólares. Esse é o melhor desempenho desde 2018, perdendo apenas para a recuperação da indústria pós-Covid em 2021, em que o crescimento chegou a quase 28% no ano a ano.
Além disso, há uma expectativa de que os investimentos em publicidade sigam crescendo nos próximos anos: 7,2% e 7% a mais em 2025 e 2026, respectivamente.
Retail media (+21,3%), mídia social (+14,2%) e busca (+12,1%) são os que mais puxaram esse crescimento, sendo responsáveis por mais de 85% de todo o investimento on-line.
Vi no Meio e Mensagem