⚠️ SPOILER: Esse artigo foi escrito com o objetivo de discutir um tema relevante e apresenta-lo diante da ótica do escritor acima mencionado. Aproveite a leitura!
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⚠️ SPOILER: Esse artigo foi escrito com o objetivo de discutir um tema relevante e apresenta-lo diante da ótica do escritor acima mencionado. Aproveite a leitura!
A transformação digital já está entre nós. As empresas evoluíram seus conceitos, seus métodos de trabalho e começam a usar da tecnologia e do pensamento ágil para obter vantagens competitivas no mercado, com mais celeridade e maior valor agregado para o cliente.
Seja essa necessidade, reflexo da pandemia - ou não - começamos a olhar por outras 'janelas'. Começa-se a testar mais, aproximar-se mais do cliente, entender sua necessidade e transformá-la em oportunidades de negócio. Tão somente, passamos a usar com mais afinco, a máxima do pensamento ágil: errar cedo, consertar rápido e aprender com os erros; o mais rápido possível.
Para isso, uma estrutura ágil tem se feito necessária para que empresas consigam entregar mais valor, mais resultado; em menos tempo e com menos recursos.
E eis aqui, o foco desse artigo: os times ágeis - Squads, Tribos e Guildas.
Em uma estrutura ágil, temos os times ágeis; que são grupos multidisciplinares que desenvolvem seu trabalho em conjunto para atender determinada finalidade.
Quebrando os paradigmas e agindo como representantes de um determinado assunto - e não como defensores das suas áreas - os times ágeis atuam com mais verticalidade, com mais propriedade e autonomia; visando a entrega de valor e a máxima de resultado proposto; uma vez que podem - e devem - explorar seus conhecimentos para contribuir com a companhia.
Para dar corpo à explicação, imaginaremos que somos uma empresa de desenvolvimento de sites.
Nossa empresa, trabalha com duas linhas de desenvolvimento - front-end (que consiste na programação feita direta para acesso ao usuário) e a back-end (que consiste na programação "por trás dos bastidores", "onde a mágica acontece" para que o site funcione).
Essas duas linhas de desenvolvimento - em uma estrutura ágil - podem ser trabalhadas - por exemplo - como Tribos.
Essas duas Tribos, formarão o conjunto de vários squads para cada tipo de desenvolvimento, como podemos ver o exemplo abaixo:
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Imagem adaptada do site: https://cursofacilonline.com/wp-content/uploads/2018/12/Tribo_agil-247x300.png |
Os Squads são grupos multidisciplinares, geralmente formados com até 09 pessoas de diversas áreas que atuarão sobre pontos específicos para contribuir com a Tribo. Por exemplo, dentro da Tribo 1, podemos ter vários Squads - Design, Infraestrutura, Experiência do Usuário, etc.
Exemplificaremos abaixo, como seria um Squad de Design para a Tribo 1 - Front-End:
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Squad de Design, composto por profissionais da área de TI, Marketing, E-commerce, CX (Experiência do Cliente) e UX (Experiência do Usuário). |
Desse modo, o Squad consegue muito mais frutos; pois conta com um time multidisciplinar que atuará sobre o mesmo assunto. Uma vez criado o Squad, poderá ser definido o líder do mesmo, que fará a organização do time e distribuição do backlog de tarefas para que seja entregue resultados à respectiva Tribo.
Ah! E para promover uma maior integração entre os Squads e suas Tribos, podemos também trabalhar com Guildas, que são grupos inter-relacionados (cruzam por vários Squads) que visam contribuir entre si, para fortalecimento de aprendizado, troca de ideias e discussões, como é feito hoje; nos times da Spotify, por exemplo.
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Guilda composta por profissionais de tribos e squads diferentes. |
O Ágil já está entre nós. E você? Já atua ou trabalhou com equipes ágeis com estruturas similares? Não deixe de comentar e contribuir com nosso canal.
Espero que tenham gostado e até a próxima!