De 06 de março até 07 de Março, rolou o AEW Revolution, em certos momentos passei a acreditar que chegaríamos ao Dynamite com o PPV ainda acontecendo.
De 06 de março até 07 de Março, rolou o AEW Revolution, em certos momentos passei a acreditar que chegaríamos ao Dynamite com o PPV ainda acontecendo.
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O especial foi longo, mas foi bom pra caralh*!
Para começar, o Buy-in, o qual cogitei nem assitir, contou com umas das lutas que (para mim) mais me impactaram.
Pode ser que eu seja xingado, mas o que muitos consideraram a luta da noite, Adam Page vs Adam Cole, não está na lista.
Eu sinto muito por isso. Foi ótimo, mas talvez o impacto não tenha sido grande por ter sido 2h da manhã com um total de quase 5 ininterruptas de show.
Até mesmo a pausa pro lanche não rolou, com a bagunça generalizada da Tornado Trios Match, mesmo com labirintite de tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo, ver o Sting tentar encerrar a carreira com um golpe arriscado não teve preço.
Esse combate foi onde comecei a me aquecer. A última luta do Buy-in, para começar com a adrenalina lá em cima.
Para começar, de longe, as melhores Entrances da noite. Os visuais obscuros tanto de House of Black tanto de Pentagon chamam a atenção na questão estética facilmente.
Dentro do Ring, é impossível deixar de falar de Erick Redbeard e Brody King, parecendo dois grandalhões sem jeito, mostraram extrema agilidade em momentos bem interessantes.
Mas o que me fez brilhar os olhos, foi ele, Pentagon Oscuro, a sequência de golpes plásticos, o visual, velocidade. Tudo que se possa imaginar, Penta consegue realizar.
Talvez o GIF abaixo consiga descrever.
Conseguem perceber a reação do público atrás da luta? Mesma reação que tive em assistindo em casa.
Por fim, Erick tenta um Chokeslam duplo, Aleist...Malakai Black joga sua névoa e House of Black vence.
Eddie Kingston não entrega luta ruim.
Por todo o contexto do combate, após seguidas derrotas em PPV, sua primeira vitória enfim chegou.
É muito empolgante assistir o público apoiando Kingston em quase todo o combate.
Em dado momento, enquanto Jericho parecia ter o combate em suas mãos, com o apoio do público, Eddie consegue se reerguer.
Impossível não utilizar de uma metáfora de um jogo de futebol.Onde a torcida leva o time desacreditado até a vitória.
E se o Pro-Wrestling vivesse apenas de bons combates só dentro do ring, sem a parte emocional, sem a construção, sem contar uma boa história, eu preferiria assistir críquete.
Esse combate contou uma história dentro e fora do ring, com isso, entra no meu TOP 3.
E destaque para Eddie Kingston após vencer perguntando se realmente havia ganho.
Não tive escolha...
Para começar, a estipulação de combate mais interessante da noite. Todo o sangue gerado pelo Collar deixou ainda mais interessante.
CM Punk trajado de Punk da Ring OF Honor e com a Theme song antinga? Check!
Wardlow traindo MJF? Check!
Tachinhas? Check!
Muito, muito, muito sangue? Check!
Heel vs Face em sua pura essência. A construção da história foi impecável, imagino que seja o fim aqui, e o fim, não foi tão importante quanto todo o contexto, mas não foi decepcionante.
Decepcionante seria essa feud nunca ter existido.
Quem sabe a traição de Wardolow com um Face Turn e com a chance de disputar o TNT Championship seja a oportunidade para uma feud entre Wardlow vs MJF pelo TNT Title? Ou até mesmo sem envolver o título.